História Nefilin - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Karin, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Nagato, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Anjo, Anjos, Demônio, Fallen, Hentai, Horror, Naruhina, Naruto, Romance, Sasusaku, Shikatema, Sobrenatural, Terror, Tormenta
Visualizações 84
Palavras 2.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ecchi, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, prometo não demorar mais tanto assim.

Capítulo 5 - Turbulência.


Fanfic / Fanfiction Nefilin - Capítulo 5 - Turbulência.

Sakura entra no avião, por sorte o clima na Rússia tinha amenizado e ela poderia voar com segurança até Nova Jersey. Colocou sua bagagem em cima, depois se acomodou em uma poltrona, ela poderia comprar passagens de primeira classe, os Rozensky eram ricos, mas Sakura só tinha o dinheiro que economizou durante 6 meses e a sua mesada, ela ainda não tinha assinado os papéis da herança e nem achava isso o mais importante, até porque ela nunca se importou com dinheiro. Seus avós sempre compravam o que precisavam, apesar de possuirem muito dinheiro, os Rozensky viviam uma vida normal, numa casa normal e em um bairro totalmente normal em São Petersburgo.

Sakura sentiria muita falta daquele bairro, toda sua infância foi vivida em São Petersburgo, foi naquela casa onde tudo começou, a descoberta individual de seus poderes sobre-humanos, onde conheceu Ino quando a família dela se mudou para seu bairro.

Ino, sua melhor amiga, Sakura pegou o colar que Ino tinha lhe dado, abriu o pingente e havia uma foto das duas quando eram crianças, Sakura com roupas de frio, os cabelos rosados chegavam na cintura, usava suas antigas botas de soldado de guerra, ela amava aquelas botas por algum motivo. Na foto ela estava abraçada a Ino que tinha roupas chiques como sempre, os cabelos loiros soltos batiam na cintura também. Provavelmente ambas tinham 10 anos naquela foto, foi a sua primeira foto com Ino e ficou feliz ao saber que ela tinha guardado essa foto antiga. Sakura sorri, apesar de se sentir a pessoa mais triste e infeliz do mundo sorriu ao pensar em sua amiga, nunca que traria Ino para correr um risco tão grande como esse.

Guardou o pingente em sua bolsa e se afundou mais ainda na poltrona. Olhou para a janela ao lado e pôde contemplar toda São Petersburgo, viu a sua casa que agora estava abandonada, viu a casa de Ino também, pôde ver nuvens que já começavam a se formar, talvez fosse mais neve vindo por aí. Fechou seus olhos e tentou descansar a mente, toda aquela história de nefilins deixou sua cabeça confusa e cansada, e quando chegasse a Nova Jersey teria que procurar por uma mulher que se quer tinha visto. Ela acabou adormecendo, em sua mente foram pesadelos e sonhos, todos intercalados, uma hora pesadelos outra hora sonhos. Sonhou com sua avó morta em seus braços mas não soube distinguir se era um pesadelo ou apenas seu subconsciente fazendo questão dela não esquecer. Acordou de súbito, assustada, pegou uma garrafinha de água que tinha e bebeu quase toda, olhou para o relógio em seu pulso, tinha dormido uma hora. Porém, seus medos não se limitaram a simples pesadelos, pois agora o avião começou a ter turbulências, olhou pela janela, mas o tempo estava o mesmo, apenas pequenas nuvens geladas no céu. O avião começou a tremer.

"Por favor, todos os passageiros apertem os cintos e se preciso for, coloquem a máscara de oxigênio. Não entrem em pânico, isso é apenas uma turbulência."

Sakura escutou a voz robótica do piloto. Seu coração estava a mil, isso tinha a ver com ela? Estavam atrás dela? Não, isso já estava virando uma paranóia, nem tudo se resumia a ela. Fez o que o piloto disse e apertou os cintos, abriu o suporte de oxigênio de cima e pegou a máscara, porém não colocou em seu rosto. Ela observou ao redor e viu que não só os passageiros estavam com os cintos postos sobre o corpo, mas as aeromoças também, alguns dos passageiros já estavam passando mal e colocaram as máscaras de oxigênio.

Sakura tentou se manter composta o tempo todo. Apesar de que estava praticamente em pânico, só não queria demonstrar, não era a primeira vez que viajava de avião, já viajou muitas vezes com seus avós, mas nunca tinha passado por turbulências.

— Não precisa ficar com medo.

Sakura seguiu a voz que supostamente tinha falado com ela. Se virou e viu que era a sua companheira de viagem, ela estava sentada ao lado de Sakura o tempo todo e ela não tinha prestado atenção na garota. Ela usava roupas de frio, toda preta, calça, blusa, e o blazer também, todos pretos. Os cabelos tinham um tom tão preto que pareciam carvão, mas ao mesmo tempo podia ver o brilho, realmente essa garota se importava com o cabelo, era liso e batia na cintura, mas não parecia ser uma patricinha, muito pelo contrário. Sakura sentiu um pouco de inveja e almejou seus cabelos longos novamente. Os olhos da garota eram perolados, tão cinzentos de uma forma que Sakura nunca tinha visto, a pele branca e as unhas pintadas de preto. Uma roqueira, Sakura presumiu. Mas era exatamente linda.

— Isso é comum em aviões. – ela disse dando um sorriso de lado para Sakura, não parecia nenhum pouco preocupada, e nem com medo, estava tranquila e equilibrada. Diferente de Sakura.

— Eu sei.. – mentiu, tentou disfarçar sua apreensão.

— Sério? Pois parece que você está se cagando de medo. – a menina sorriu.

Sakura franziu o cenho, quem essa garota pensa que é? Nem conhece ela e já está dando uma de "super amiga", com a maior liberdade.

— Com licença, como é? – Sakura pergunta.

— Desculpe, mas foi o que pareceu. – ela disse, o avião tremeu mais uma vez, Sakura fechou os olhos com força. – Não tenha medo, isso é normal. Aqui. – a garota se desprendeu o cinto e pegou uma bolinha da bolsa, Sakura achou isso completamente imbecil, ela poderia ter se machucado; tudo para pegar uma bolinha de estresse. – aqui olha, todas as vezes que tô estressada ou tensa, como você está agora, eu aperto essa bolinha, não é totalmente eficaz mas ajuda.

— Obrigada. – Sakura pega a bolinha e sorri forçado, talvez essa garota só queira ajudar afinal, mas a primeira impressão não foi das melhores.

O avião deu uma tremida muito forte que pareceu que iria cair, Sakura apertou a bola tão forte que estava quase estourando, fechou os olhos novamente, tudo começou a tremer de novo.

"Mantenham a calma, estamos tentando instabilizar o avião."

Ela ouviu a voz do piloto mais uma vez, as luzes do avião começaram a acender e a apagar, Sakura olhou para a sua companheira ao lado e viu que ela estava com uma expressão estranha, como se desconfiasse de algo. De repente as luzes se acenderam de vez, aos poucos o avião foi se instabilizando. E finalmente voltou ao normal.

"Passageiros, já passamos pelo período de turbulências, peço desculpas a todos, esperem mais 15 minutos antes de retirarem o cinto de segurança."

— Ufa, passou, né? – a menina olhou para Sakura sorrindo de lado. – Eu te disse.

— É... Aqui está a sua bolinha, obrigada. – Sakura devolve a garota. Ela pega a bola e se surpreende, Sakura não entendeu o porquê. – O que foi?

— Bom, é que eu te dei uma bolinha cheia e você me devolveu uma bolinha estourada. O que é interessante é que essa bola é feita com um material extremamente complexo, sabe? Então é muito difícil dela estourar, você deve ter muita força.

Sakura desvia o olhar.

— E-Eu estava realmente nervosa...

— Sei... – ela olhou para Sakura que virou-se para a menina, e ela sentiu como se a garota de olhos perolados enxergasse o seu interior, foi quando ela estendeu a mão para Sakura. – meu nome é Hinata, Hinata Hyuuga.

Sakura estendeu a mão e apertou a mão dela, mas não respondeu nada, apenas fixou o olhar naquelas orbes peroladas e tão profundas.

— Você não vai dizer o seu nome? – Hinata perguntou.

— Ahn.. meu nome é Sakura Har.. – parou de imediato, ela iria falar o sobrenome da sua família biológica, não podia fazer isso, pois provavelmente havia pessoas naquela avião que poderiam conhecer seus pais. – Sakura Rozensky.

— Legal, então você é russa mesmo?

— Sou sim.

— Não parece, você tem cara de asiática. – Hinata sorriu – eu sou da Bulgária, vim visitar alguns familiares que tenho aqui na Rússia.

— Entendo. – Sakura não queria falar mais nada, só iria falar algo se Hinata perguntasse, sabia que se falasse demais acabaria dizendo besteiras. E para seu azar, Hinata queria saber de tudo.

— E essa marca exótica em sua testa?

— É de nascença...

— Sei... – ela tirou os cintos e se aproximou de Sakura ficando bem próxima do seu rosto, olhava diretamente para a testa, Sakura corou de leve, essa garota é estranha. – Cara! Sua testa é grande! Mas esse losango aí disfarça muito. – sorriu.

— Ora essa! – Sakura virou o rosto e cobriu a testa, odiava quando falavam dela – Você não deveria ter tirado os cintos, ainda não passaram os 15 minutos.

— Eu não me importo, além do mais, não há mais nenhuma turbulência. – Hinata se abaixou e Sakura pôde ver que ela tinha uma tatuagem no pescoço, mas não era necessariamente no pescoço, parecia que se estendia por toda a coluna e o fim da tatuagem era no pescoço.

— Uhm. – Sakura apenas diz isso, e observa Hinata pegar um saco de batatas fritas da bolsa.

— O que te fez sair da Rússia, Sakura?

— Faculdade. – respondeu tão instantaneamente que se irritou.

— Faculdade? Mas as faculdades da Rússia são umas das melhores do mundo.

Sakura não respondeu.

— Sabe falar quantos idiomas? – Hinata pergunta.

— Três. – e era verdade, Sakura falava russo, francês e inglês, todos fluentemente.

— Legal. – Hinata disse, depois colocou batatas fritas na boca.

— Qual é a da sua tatuagem? – Sakura perguntou.

Hinata continuou comendo, três minutos depois foi que respondeu a Sakura.

— Tá ligada no momento em que eu te perguntei sobre a faculdade, e respeitei a sua decisão de não querer responder? Então...

Sakura assentiu. Por mais curiosa que estivesse não ousou mais perguntar nada a Hinata. Durante quase toda a viagem Hinata perguntava coisas a Sakura e Sakura tentava responder o mais breve possível, sem falar demais, ela também fez perguntas a Hinata, que na maioria das vezes não falava nada. Mas ela descobriu algumas coisas de Hinata, ela é natural da Bulgária mas morou nos Estados Unidos desde os 13 anos, fala 5 idiomas, búlgaro, inglês, italiano, russo e japonês. Terminou recentemente um curso de administração. Curte rock e despreza qualquer outro estilo musical. Cor favorita é cinza e o animal favorito é cavalo.

Sakura conheceu apenas o básico de uma pessoa, até porquê Hinata não iria sair por aí falando da sua vida particular para qualquer desconhecido. Mais meia hora depois, Sakura chegou nos Estados Unidos, pôde ver que em Nova Jersey não tinha sinais de inverno por enquanto, a cidade era linda, prédios bem construídos, Auto Doors por todas as ruas projetadas, pôde ver o parque montado ao redor de um gramado, enfim, era tudo muito lindo.

O avião desceu no aeroporto principal de Nova Jersey, apesar de fazer sol na cidade, o ar estava frio e Sakura não ousou tirar seu blazer, era um sol gelado, e achou estranho a cidade estar com um clima assim.

— Pois é, Rozensky, a gente se despede aqui. – diz Hinata fingindo uma expressão de tristeza.

Sakura achou graça e sorriu.

— É.. mas você vai para onde agora?

— Vou para a casa do meu pai, talvez. E você deveria procurar um hotel o quanto antes, por enquanto está ensolarado mas nunca se sabe por quanto tempo. – ela dá um piscadinha para Sakura, depois anda até ela e a abraça, o que Sakura achou estranho e isso a surpreendeu. Ela não retribuiu o abraço, mas pôde perceber que o corpo da garota era quente, apesar do frio, Sakura se sentiu aquecida – foi bom conhecer você, Sakura. Boa sorte em tudo.

— Obrigada... – ela respondeu, ia falar mais coisas mas quando se deu conta de onde Hinata já estava parou. Hinata era rápida, já estava saindo do aeroporto, e Sakura estava ficando doida ou parecia que a garota de olhos perolados estava flutuando, como se tivesse asas? Sakura piscou os olhos duas vezes e os esfregou com as mãos. E apenas viu Hinata caminhando normalmente, como uma pessoa normal.

Essa obsessão por anjos já estive indo longe demais, agora ela estava achando que todo mundo era anjo, e já estava fantasiando isso.

~•~

Sakura nunca pensou que Nova Jersey fosse tão grande, o mais importante agora era encontrar um lugar para ficar, tinha que ser barato pois não tinha dinheiro suficiente para ficar em um hotel 5 estrelas. Ela começou a andar pelas ruas, pegou o celular e ligou o GPS, enquanto caminhava procurava um hotel mais próximo. O trânsito estava um caos, carros passavam de um lado para o outro, mas Sakura parecia não se importa com isso. Continuou andando pelas ruas com a cara no celular.

O hotel mais próximo ficava no próximo quarteirão, então ela precisava atravessar a rua, não percebendo que o sinal para pedestres estava vermelho, atravessou a rua, os carros buzinavam para que ela saísse da frente, foi quando percebeu, "eu sempre falava que a Ino era desligada do mundo, mas agora eu estava em uma encrenca por falta de atenção", ela pensou.

Olhou de um lado para o outro, e de todo canto vinha carros, motos, ônibus. E quando virou-se para o lado esquerdo foi quando viu um carro vindo em sua direção, ela estava parada no meio da pista, pensou em usar seus poderes de força, mas desistiu na hora pois havia muitas pessoas na rua, então continuou imóvel, fechou os olhos esperando pelo impacto. E sentiu se "arremessada" para o lado, mas não foi pelo o carro, ouviu sons de buzinas por todos os cantos. Abriu os olhos, e viu pessoas com os olhos apontados para ela.

— Você está bem, garota? – ouviu um homem dizer, com um sotaque britânico muito forte. – Deveria parar de mexer no celular enquanto anda pelas ruas.

Olhou para o homem, e todo seu corpo tremeu ao vê-lo. Ele tinha cabelos tão negros quanto os de Hinata, que desciam cobrindo metade do rosto, deixando a mostra apenas um de seus olhos que eram da cor ônix. Usava um terno azul escuro parecia ser um empresário muito importante, mas aparentemente tinha mais ou menos 2 anos a mais que Sakura, era tão lindo, ela poderia jurar que nunca tinha visto um homem tão lindo como esse, era alto e forte, ele pegou em um dos braços de Sakura e ela se arrepiou, seu toque era quente, mas não forte, era leve.

— O quê? – ela perguntou desnorteada.

— A senhorita deveria parar de usar o smartphone enquanto anda pelas ruas. – ele disse com tom de arrogância, e se arrependeu de ter se dirigido a ela assim.

— Oh, eu estava procurando um hotel, eu não sou daqui, então-

— Deu para perceber pelo seu sotaque, – ele a interrompeu – deve ser russa, se não me engano. Tenha mais cuidado ao andar pelas ruas de Nova Jersey, senhorita... – ele fez menção para Sakura dizer seu nome.

— Rozensky, Sakura Rozensky.

— Senhorita Rozensky. – ele olhou nos olhos de Sakura, e mais uma vez ela sentiu como se alguém estivesse olhando a sua alma, depois ele desviou os olhos para a testa de Sakura, provavelmente olhava para o losango que ela tinha de nascença. Ele sorriu e depois estendeu a mão para ela, que estendeu a mão para ele também. Seu coração acelerou tão descompassado que achou que ele pudesse ouvir o som dos seus batimentos. Se achou boba por sentir isso por um completo estranho.

— Se está procurando um hotel posso levar a senhorita até o mais próximo daqui.

— Não precisa se incomodar. Eu estou usando o GPS.

— GPS? E acabar quase sendo atropelada outra vez? Talvez eu não esteja lá de novo para salvar a sua vida. Não seja boba.

Sabe quando você conhece um homem, e ele é extremamente lindo, másculo, gostoso; mas quando abre a boca você se decepciona? Então, Sakura pensou a mesma coisa. Foi só ele abrir a boca que Sakura perdeu todo encanto que sentiu.

— Desculpe, senhor arrogância, mas posso ir sozinha.

Ele sorriu, e Sakura quis muito tirar aquele sorriso convencido da boca dele.

— Vamos, você terá que andar muito até chegar no próximo quarteirão. – ele disse.

— Não tem problema, além do mais, você é um estranho e não compactuo com estranhos.

— Quem te disse isso? A mamãezinha? Ora, eu não mordo. – ele piscou para Sakura, e ela corou de leve.

— Convencido. – ela disse baixinho.

— Vamos, meu carro está logo alí.

— Eu não concordei.

— Ah, não? Então você ainda vai ter que andar mais de 1 km. – ele apontou até o próximo quarteirão.

— Droga. – Sakura disse. – só irei com você se ficar calado durante o caminho todo.

— Você tem a minha palavra.

Sakura caminhou até o carro dele, era um carro incrível, era uma Ferrari, último modelo. Ele abriu a porta para que Sakura entrasse. Antes de entrar ela perguntou:

— Qual é o seu nome?

— Sasuke O'Brien Uchiha.


Notas Finais


Eu gosto muito da Hinata do filme Road to ninja, então a Hinata dessa estória não vai ser nenhum pouco tímida.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...