História Negócios - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Midoriya Izuku
Tags Bdsm, Lemon, Midoriya Izuku, Shindeku, Shindeku Week, Shinsou Hitoshi, Spanking, Yaoi
Visualizações 281
Palavras 5.108
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO: Esta é uma fanfic de temática BDSM, ou seja, o povo batendo, apanhando, humilhando, sendo humilhado, usando acessórios para infligir dor um ao outro de forma totalmente consentida por fetiche. Nesta fanfic, Izuku e Shinsou já são adultos.
Oioi, povo lindo, como prometido, eu voltei com mais uma fanfic desse pequeno grande vício chamado BNHA, mas do meu jeitinho: amando os ships tudo (exceto os ships com o Mineta), mas com aquele pézinho nos rarepairs. Sim, eu amo ShinDeku na mesma intensidade que BakuDeku, TodoDeku, DekuRaka, FroppyDeku e entre outros. Além disso, essa fanfic foi escrita especialmente para o último dia da "Shindeku Week 2017", cujo tema é de UA ou tema livre e acabei juntando os dois. Lembrando que nas notas finais tem um pequeno glossário para quem não é familiarizado com BDSM.
Fanfic repostada no Nyah e no AO3.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Contrato - Capítulo Único


Quem visse os heróis profissionais Deku e Controller lutando por aí, jamais poderia imaginar que o relacionamento entre eles era muito além de meros ex-colegas de escola. Desde o segundo ano deles no colegial, eles namoravam, entretanto o namoro deles não era exatamente o que a sociedade esperava. Izuku Midoriya (codinome Deku) e Hitoshi Shinsou (codinome Controller) viviam uma relação 24/7, ou seja, o relacionamento deles tinha elementos de dominação e submissão.

Geralmente, a sociedade prega relacionamentos D/s 24/7 como algo “anormal”, “amoral”, “coisa de gente doente” ou até mesmo como “abusivo”. Contudo, a primeira coisa que Shinsou, Midoriya e qualquer pessoa a qual resolva pesquisar sobre isso aprendem que BDSM não andou, não anda e jamais andará ao lado de abusos, sejam eles físicos, psicológicos ou sexuais. Vai totalmente contra o maior princípio das práticas dentro do BDSM, o SSC (São, Saudável e Consentido). Portanto, o relacionamento deles era como outro qualquer, cheio de amor, respeito mútuo, carinho e todas as trivialidades que um namoro de seis anos tinha. As únicas diferenças eram a dominação mais a submissão ser aplicada também como demonstração de amor entre eles e bondage, chicotes, mordaças mais algemas serem uma diária na rotina deles. Além disso, ambos eram switch, ou seja, eles curtiam alternar suas posições dominador e submisso, e trimestralmente eles revezavam-nas.

Se havia algo que eles não gostavam quando ocorria, era quando o namoro começava a cair na rotina. Naquele momento, eles discutiam sobre algo bem importante para o namoro deles nesse sentido: a decisão de usar suas individualidades durante as sessões de BDSM. No início do namoro, eles optaram por não usarem suas individualidades nelas justamente para evitarem de machucarem um ao outro acidentalmente. Entretanto, seis anos depois, ambos já eram heróis profissionais e sabiam controlar muito bem sua individualidade. Por outro lado, eles eram cientes também sobre a combinação de individualidade ativa e sexo poder ser bem perigosa, devido ao risco iminente de perda de controle dela durante um orgasmo ou uma prática de risco consentido durante uma sessão, no caso específico deles. Principalmente para duas pessoas com individualidades tão poderosas como eles.

— Izuku, você está de acordo com os dois primeiros tópicos?

— Totalmente de acordo, Hitoshi. Então, repassando, quando você usar o Brainwash em mim, mas eu estiver em condições de falar, a safeword é “rinoceronte”. Quando você usar o Brainwash, mas eu não estiver em condições de falar, é só eu energizar minha individualidade nos meus dedos, ou mãos, ou pés. — Após repassar com sucesso o tópico, Izuku digitou no laptop o tópico no contrato deles de dominação e submissão. Contudo, eles ainda tinham outro tópico fundamental a discutir. Shinsou começou:

— Agora temos que pensar como resolver a questão de você estar influenciado sobre a minha individualidade a ponto de não conseguir esboçar reação…

— Eu já vinha pensando nisso, amor, desde que decidimos quebrar esse limite na semana passada. Eu contatei a Hatsume e ela criou essa pulseira para nós dois justamente para esse caso. Ela monitora a ação da sua individualidade junto com as ondas cerebrais do meu ego junto a minha ID, caso ela detecte que eu queira parar, mas não consiga expressar isso por estar dominado pela sua individualidade, elas começam a gritar a safeword três vezes. Caso você não desative a pulseira dentro desse tempo, ela entenderá que é uma situação de emergência e acionará o telefone de emergência do nosso convênio médico. Portanto, Hitoshi, não dê bobeira. Eu também pedi para essa tecnologia ser implantada também nas nossas coleiras, vibradores, algemas, mordaças e todos os nossos acessórios, enquanto você trabalhava de madrugada. Você está de acordo?

— Eu nem tenho palavras para agradecer você. De verdade, muito obrigado. Sim, estou plenamente de acordo com esse tópico. Aliás, coloque isso em negrito no contrato impresso para reforçar bem esse RACK. — Midoriya fez o que o namorado solicitou. Logo em seguida, eles passaram a discutir as aplicações da individualidade de Izuku durante as sessões no período em que ele for o dominador.

— Primeiro de tudo, amor, você prefere manter a safeword de antes ou escolher outra? — perguntou Midoriya.

— Prefiro escolher outra. “Ornitorrinco”?

Deku não se cansava de ser surpreendido pela capacidade do namorado escolher safewords bem incomuns. Tanto que comentou:

— Você e sua capacidade de escolher as safewords mais bizarras. Nunca vou esquecer da nossa primeira safeword que você escolheu para nós, “gonorréia”.

— Ué, é como o Amajiki ensinou para gente: “Safeword que não é broxante, não é safeword” e confessa, vai, você acha bacana elas serem tão “bizarras”. — provocou Shinsou.

— Tá, é engraçado entrar no seu jogo de safewords bizarras. Você se lembra quando usamos justamente elas para você me ajudar a estudar Biologia? “Mitocôndria” para mim e “Complexo de Golgi” para você.

— Claro que eu lembro, amor, tanto que você passou na matéria. Bom, você sempre foi muito inteligente no colégio e é até hoje para combater os vilões, porém você também não fica atrás na criatividade quando é para safeword. Como esquecer da vez que você usou “paralelepípedo” como safeword?

— Melhor que “gonorréia” ou “taxidermia”. — comentou Izuku brincando.

— Ei, onde você aprendeu a ser sarcástico assim? — perguntou Shinsou também brincando.

— Estou olhando para o “Mestre do Sarcasmo” agora. — Midoriya respondeu e surpreendeu o namorado ao roubar um selinho dele. — Eu amo você, Hitoshi.

— Eu te amo muito, Deku. Agora vamos voltar ao principal.

Eles voltaram a discutir sobre como usar a individualidade de Izuku durante as sessões:

— Então a sua safeword vai ser “ornitorrinco”, né?! — Hitoshi confirmou e Izuku registrou a informação no contrato. — Agora, vamos a minha individualidade. Ao contrário da sua, a minha não mexe com controle cerebral. Portanto, podemos fazer o seguinte. Com práticas que você pode falar, safeword. Práticas onde você não pode falar, o que você prefere: que a gente use o dispositivo direto ou que você entre na minha mente para gritar a safeword e ele fica só como emergência mesmo?

— Agora que você falou do dispositivo, precisamos avaliar algo importante. Você colocou ele em todos os nossos acessórios da nossa “Sala do Carinho”, certo, Deku?!

— Sim.

— Então, vamos simplificar essa parte para nós dois. Para práticas onde nós dóis podemos falar, safeword. Para práticas onde não podemos falar, dispositivo e em casos onde não estamos a fim de ligar o dispositivo ou em caso de ele estiver falho, sessão exibicionista com duas pessoas, pois em caso de emergência, uma tem como barrar a gente, enquanto a outra aciona o socorro. Você está de acordo, Izuku? — A sugestão foi aceita na hora por Midoriya e imediatamente ele reescreveu essa parte do contrato, deixando em negrito a parte sobre o funcionamento do dispositivo, quando ele deve ser utilizado e para as sessões supervisionadas. Após resolverem essa parte, eles continuaram a discutir outras partes do contrato até chegarem ao contrato final, um contrato duplo de submissão. Primeiro, o contrato de Midoriya:

Eu, Izuki Midoriya, ciente das regras que regem o BDSM, declaro por livre e espontânea vontade, e por ser expressão da verdade, que renovo meu laço como Amor e Escravo de Hitoshi Shinsou por doze meses. Após o período, um novo contrato de renovação será feito e caso ambas as partes acharem necessário, ele pode ser refeito em qualquer ocasião.

Local de transferência: Situações particulares para evitar a interferência da nossa vida privada em nossa vida pública como super-heróis.

I. Da natureza das obrigações de Amor e Escravo:

1. Estar à disposição do meu Dono 24 horas por dia, 7 dias por semana, exceto quando estivermos em nossos respectivos empregos;

2. Fazer tudo que meu Dono e Amor mandar. Submeter-se aos seus desejos e loucuras;

3. Dispor do meu corpo no momento, do jeito e da forma que meu Dono e Amor quiser;

4. Informar sobre os meus pensamentos sexuais para meu Mestre;

5. A natureza do namoro é monogâmica. É vedado a mim e a meu Dono mantermos relacionamentos amorosos e sexuais com outras pessoas;

6. Somente submeter-me a outros Mestres com a autorização prévia do meu Dono e ele estar presente durante a sessão;

7. Estar em constante atenção para aprender, obedecer e executar as ordens do meu Dono e de outros Mestres, nos casos de sessões conjuntas;

8. Fazer regularmente os exames de saúde necessários para preservação de ambos;

9. Receber os castigos como demostração do amor do meu Dono com devoção;

10. Permitir atos de humilhação pelo meu Dono, se for sua vontade e desejo;

11. Aceitar atos de bondage e acessórios de cena no momento e no local em que ele desejar, exceto locais públicos;

12. Tratar meu dono da forma mais respeitosa possível sob o tratamento de “Mestre” ou “Senhor Shinsou” e somente chamá-lo de outra forma, caso ele dê-me autorização para isso;

13. Usar somente a coleira em situações domésticas e particulares. O uso da coleira em público é proibido;

14. Ser sincero em qualquer situação e;

15. Não esquecer jamais que meu dever principal é amar, adorar, respeitar e proporcionar prazer e distração para meu Dono e Amor.

A quebra das regras 5 e 6 implicam automaticamente no término do relacionamento, já que o descumprimento da regra 5 simboliza adultério e o da regra 6 simboliza desrespeito extremo ao Dono.

II. Da safeword, dispositivo RACK e modalidades de uso:

1. Aspectos gerais

1.1. A safeword usada durante as cenas será “rinoceronte”.

1.2. O gesto safeword será feito através do dispositivo de monitoramento RACK, aplicado em todos os acessórios mais duas pulseiras avulsas no local das sessões, a “Sala do Carinho”, localizada no porão da residência Shinsou – Midoriya.

2. Dispositivo RACK

2.1. Natureza:

RACK é um dispositivo de monitoramento utilizado para fazer o gesto safeword com precisão e segurança. Ele monitora a individualidade do Dono junto as ondas cerebrais relacionadas ao ego mais a ID (consciente e subconsciente) do Escravo e ao detectar quando o Escravo mentaliza a safeword, pois está no seu limite, o dispositivo emite uma vibração e ondas sonoras que gritam-na. A emissão ocorre três vezes e é obrigatório o desativamento do dispositivo dentro desse período. Caso não seja desativado, ele entenderá automaticamente que se trata de uma situação emergencial e acionará o número pré-programado para tal ocorrência.

2.2. Funcionamento:

♤  Colocar o acessório ou a pulseira com monitoramento;

♤  Ligar o dispositivo através do botão “Ativa” e;

♤  Quando a luz do equipamento ficar vermelha, ou quando ele começar a emitir a safeword, aperte o botão “Ativa” novamente e o dispositivo será desativado.

2.3. Caso seja detectada qualquer falha antes do uso, favor suspender a utilização do acessório de cena ou da pulseira e ele deve ser levado para Assistência Técnica.

2.4. Detectada qualquer falha no dispositivo durante uma cena em uma sessão, parar a sessão imediatamente e retirar o dispositivo. Depois, levá-lo a Assistência Técnica.

3 Modalidades de uso

3.1 Sessões que demandem o uso da individualidade de controle de mente do Dono:

3.1.1 Práticas onde tenha condições de fala, obrigatório uso da safeword;

3.1.2 Práticas sem condição de fala ou controle cerebral onde o Escravo não tenha como reagir, uso obrigatório do dispositivo RACK;

3.1.3 Em caso de falha prévia do dispositivo e acordo prévio de não utilização do dispositivo, é obrigatório o monitoramento das sessões por integrantes do Clube BDSM para Heróis.

3.2 Cenas que não demandem o uso da individualidade do Dono:

3.2.1 Aplicação das regras 3.1.1 e 3.1.2 do item 3.1.

3.2.2 Em caso de falha prévia do dispositivo e acordo prévio de não utilização do dispositivo, os gestos safeword serão os mesmos do contrato anterior: três balanços de cabeça para a direita ou três picadelas de olho seguidas com o olho esquerdo.

III. Dos Limites:

1. Os limites rígidos do Escravo Izuku Midoriya são:

♤  Fetiche por urina (urofilia);

♤  Fetiche por fezes (coprofagia);

♤  Fetiche com animais (zoofilia);

♤  Fetiche com cadáveres (necrofilia);

♤  Fetiche por flatulências (eproctofilia);

♤  Fetiche por vômito (emetofilia);

♤  Fetiche por muco humano (mucofilia) e;

♤  Sexo consentido que remeta a violência sexual (rape play).

2. Práticas proibidas em sessões com o uso de individualidade:

♤  Asfixia erótica para ambos.

3. Sem práticas proibidas em sessões sem uso de individualidade

Esse contrato, escrito por Hitoshi Shinsou e Izuku Midoriya, obedece aos princípios de SSC (São, Sadio e Consentido) e RACK (Tara Consentida de Risco Consensual) do BDSM mais às Leis de consentimento previstas no Código Penal. Qualquer descumprimento desse contrato por parte de Hitoshi Shinsou contra a saúde física, mental e sexual de Izuku Midoriya configura-se como crime e é assegurado ao Escravo o direito a denúncia mais amparo pela Lei.

Declaro através desse contrato amor, devoção, dor e prazer eternos para meu Dono enquanto dure e declaro também que tive tempo suficiente para refletir e ter ciência das consequências das determinações acima.

O contrato é verídico e dou fé.

 

Tóquio, 31 de julho de 2019

 

Ass: Shinsou

Ass: Izuku

 

Hitoshi Shinsou – Mestre

Izuku Midoriya – Escravo”

Depois, o contrato de Shinsou somente com algumas modificações relacionadas aos limites rígidos e a mudança da safeword. Após revisão dos contratos de submissão mais os contratos de dominação (para evitar confusões, eles preferiam contratos D/s separados), eles imprimiram-nos, guardaram o laptop de volta para o lugar de sempre, assinaram o contrato e anexaram todas as anotações de ambos feitas a mão nos contratos, como prova de que tudo foi realizado de forma consensual e a duas mãos. Em seguida, eles andaram até o quarto, guardaram os novos contratos em uma pasta junto com os antigos lá dentro e seguiram a regra posta no primeiro contrato deles, a de que a cada renovação de contrato, eles decidiriam se inverteriam ou não a hierarquia do relacionamento.

— Você vai querer continuar a ser DOM ou prefere mudar? — perguntou Izuku.

— Ah, não, amor. Já fui submisso mês passado, preguiça, mas se você quiser revezar agora, de boa. Fica a seu critério.

— Sério? Sinceramente, perguntei só por perguntar mesmo, porque eu não estou muito a fim não. Quero ver como o Senhor Shinsou vai usar agora sua individualidade em mim, seu escravo favorito. — No final, Midoriya instigou o namorado com uma piscada de olho e segurando a pulseira de monitoramento do seu Dono na mão. Aquilo foi mais do que suficiente para atiçar os desejos de Hitoshi.

Shinsou andou até a cama onde o namorado estava sentado, pegou a pulseira e colocou-a no braço. Depois, puxou a corrente interligada a coleira de Midoriya, deu um beijo cheio de tesão nele e após terminá-lo, falou:

— Sério?

— Seríssimo, Senhor Shinsou, manda ver! — Após estas palavras, Hitoshi ativou sua individualidade Brainwasher em Midoriya e depois ordenou.

— Vá tomar banho e me espere nu, perfumado e de quatro em cima da cama na “Sala do Carinho”. Eu vou demorar um pouco, porque vou tomar banho logo depois que você tomar, mas quando chegar lá eu vou te tratar muito bem.

Izuku seguiu as ordens do namorado e dez minutos depois, Shinsou terminou seu banho. Como a pulseira era feita de material impermeável, não havia a necessidade de Hitoshi tirá-la. Já enxugado e perfumado, o homem colocou seu roupão e foi até a “Sala do Carinho” para ver como estava o namorado.

Ao entrar no local, andou até a cama e amou a visão, lá estava Izuku, na posição solicitada, mas de pernas abertas, a bunda mais empinada possível, muito bem perfumado. Admirava bem o corpo do namorado, desde o rosto com traços nem fortes ou fracos, mas peculiarmente bonito, passando pelas cicatrizes adquiridas no colégio, na profissão, nas sessões, até as sardas charmosas que floriam ainda mais a beleza de Midoriya.

“Como ele é lindo! Quem vê essa carinha fofa, nem imagina que curte que batam na bunda dele ou chicoteiem suas costas até sangrar.” — Em seguida, Shinsou usou sua individualidade para Izuku esperar mais um pouco, pois iria na cozinha pegar um pedaço de pudim guardado na geladeira para ele.

Após pegar o doce, Hitoshi voltou para a “Sala do Carinho”, colocou o prato com o pudim no chão em frente a sua “cadeira de rei”, mas com espaço suficiente para não derrubá-lo, andou até a gaveta de acessórios e lá pegou um vibrador, lubrificante, uma palmatória de madeira quadrada com rebites na ponta. Depois, caminhou de volta para a cadeira, sentou-se nela e ainda usando sua individualidade, ordenou para Midoriya:

— Desça da cama e ande engatinhando até onde coloquei o pudim, cachorrinho, e depois coma-o. Se você deixar qualquer farelo será punido e não se preocupe. Quando eu der sua consciência de volta, explicarei tudo de novo. Agora desça da cama, cachorrinho.

Sob o poder de Shinsou, Izuku fez o que o Dono e namorado ordenou. Ele mordia com vontade cada pedaço do delicioso pudim feito por ele mesmo no dia anterior; deliciava-se com a textura doce do pudim e lambia a calda da sobremesa como lamberia o pênis do amado, porém como o prato de sobremesa era fundo, foi inevitável o submisso deixar alguns farelos. O Dono deu uma maliciosa risada e cumpriu sua promessa dando uma batida firme, porém leve na cabeça do escravo e namorado, só para ele recobrar sua consciência. Deu tempo suficiente para ele voltar 100% para depois ordenar:

— Enquanto você estava sob o efeito do Brainwasher, ordenei para você descer da cama, engatinhar até aqui e comer o pudim que você fez ontem, porém sem deixar nenhum resto no prato. Como você pode ver, você deixou alguns farelos do pudim e um pouco de calda, por isso você será punido com o vibrador no seu cu mais espancamento na bunda na posição de colo, dez sessões com sessenta tapas em cada nádega, e após o aquecimento, irei submetê-lo novamente ao Brainwasher. Você será devidamente avisado quando o aquecimento terminar e eu for usar minha individualidade. Caso tenha chegado ao seu limite, seremos avisados através da tecnologia de monitoramento RACK contida na minha pulseira e na sua coleira, com ela gritando a safeword. Agora, escravo, fique na posição de castigo para spanking de colo. — Midoriya beijou os pés do seu Mestre e Amado, olhando diretamente nos olhos dele, levantou-se e posicionou-se ao lado de Shinsou, mas de perfil para ele, como se estivesse mirando a parede direita da sala. Depois, abriu as pernas e abaixou-se até suas mãos alcançarem o chão, os joelhos e as coxas apoiados na coxa esquerda de Hitoshi, com a bunda bem empinada mais a entrada anal à mostra para o seu Senhor. Depois perguntou:

— Assim, Senhor Shinsou?

— Sim, cachorrinho. Desse jeito. Primeiro, o vibrador. — Shinsou pegou o lubrificante que estava no largo braço da cadeira, jorrou uma boa quantidade no ânus de Izuku e depois no vibrador. Logo em seguida, o Dono colocou o objeto com tudo dentro do outro, ligou-o e colocou-o na velocidade de rotação mais vibração média, somente para o escravo sentir a estimulação anal boa suficiente para começar a dar eróticos gemidos. Em seguida, o Dono avisou:

— Agora o aquecimento irá começar, cachorrinho. — Hitoshi começou a dar tapas leves com a mão, vinte tapas em cada nádega. Depois, aumentou a intensidade para trinta tapas moderados em cada nádega, daqueles que causam apenas uma dor pequena, mas suportável. Em seguida, Shinsou começou a aplicar tapas fortes, porém como Midoriya era bem resistente a dor, os gemidos causados pela estimulação do vibrador continuavam os mesmos. Por outro lado, a pele da bunda já dava sinais de vermelhidão fraca. Foram trinta tapas fortes em cada nádega. Logo após, o Dono partiu para quarenta tapas fortíssimos, daqueles de arder a pele, deixar a marca da mão bem nítida e alternar os gemidos do escravo para gemidos mais altos a cada tapa proferido.

Depois do último tapa, o Mestre avisou:

— O aquecimento terminou, vou começar a puni-lo com a palmatória, o vibrador no máximo e usarei agora meu Brainwasher em você, tudo bem?!

— Sim, Senhor Shinsou. — Após essas palavras, Midoriya estava novamente sob o efeito da individualidade do seu Dono.

Primeiro, Hitoshi aumentou a velocidade mais a rotação no nível máximo, dessa forma fazendo seu escravo gemer alto e forte. Logo em seguida, começou a receber os tapas na bunda com a palmatória. Depois, começou a dar trinta tapas fortes de palmatória em cada nádega.

Querendo mais da vermelhidão da bunda do seu escravo e ciente de que spanking bom para Izuku era o que ele saía com a bunda praticamente em carne viva, Shinsou aplicou mais sessenta tapas fortíssimos em cada parte da bunda dele. Os tapas eram dados ora com a parte lisa, ora com a parte da palmatória com os rebites para não haver o risco da ponta da palmatória agarrar forte no músculo e precisar de cirurgia para desgrudá-la de lá.

O tempo passou, a cena de spanking continuou, mais sessenta tapas em cada parte da bunda do escravo foram dados por seu Dono de forma sistemática. As nádegas já estavam sangrando, a vermelhidão na região estava bem viva, as marcas da palma da mão de Shinsou estavam misturadas com as marcas da palmatória mais as dos rebites dela e algumas partes já tornaram-se roxas. Os gemidos altos tornaram-se verdadeiros berros e a mente de Midoriya estava totalmente controlada por seu Dono a ponto de não conseguir mais ter como reagir.

Shinsou continuou a dar tapas fortíssimos na bunda do outro. Era uma sensação boa e excitante indescritível, contudo queria apenas o prazer de visualizar a dor física alheia e a dor mental do namorado resistir a sua individualidade até o último, fato bem delimitado pela luz do dispositivo na pulseira, quando ele passou de verde para amarelo e verde novamente. Portanto, sabia que se ela voltasse para o amarelo, seu escravo estava próximo do limite.

Trinta e cinco minutos passaram-se desde o início do spanking com a palmatória. Estavam na nona sessão, quando a luz do dispositivo voltou para a cor amarela. Izuku continuava em sua posição, dava berros altos por causa dos tapas com palmatória misturado com o vibrador, até a luz da pulseira de Shinsou ficar vermelha. Imediatamente desativou sua pulseira e assim que o dispositivo na coleira de Izuku gritou o primeiro “rinoceronte”, ele desativou-o, desligou o virador e deu uma batida leve, porém firme na cabeça de Midoriya para ele voltar a consciência. Esperou ele recuperar-se por completo para depois perguntar:

— Qual foi o limite atingindo, escravo? Só do spanking, do vibrador ou dos dois?

— Apenas do spanking, Senhor Shinsou… Eu sei que meu castigo ainda não terminou. — falou Midoriya com um tom de voz bem fraco e cansado.

— Muito bem, escravo. Deixa eu ver aqui, a sua bunda está bem roxa, vermelha, tem umas partes que sangraram, mas sem sinais de hemorragia. Vire-se no meu colo de modo a eu conseguir levantá-lo e carregá-lo até a cama. Isso. — Shinsou carregou-o até a cama, sentou com ele no colchão e ordenou. — Fique de quatro com o rosto no travesseiro, mas mostrando ele para mim. Isso. Agora vou subir aqui na cama, ficar bem de frente para você para me deleitar com seu prazer. Vou ligar o vibrador e você está autorizado a gozar, a se masturbar para acelerar o seu prazer, pois eu sei que quando você atingiu seu limite, você estava próximo de gozar e a usar um pouco da sua individualidade para balançar a cama. Entretanto, se quebrar a cama novamente, escravo, você será punido por trinta segundos na câmara de imersão aquática na próxima sessão, logo após o after care dessa. — O Dono ligou o vibrador e deixou como estava antes de desligá-lo, com a rotação mais a vibração no nível mais forte e rápido.

Tomado pelo prazer imenso que voltou a sentir com a estimulação anal, Midoriya passou a masturbar-se seguindo o ritmo do vibrador, ao mesmo tempo que gemia alto o nome do seu Senhor, sem importar-se com a dor mais a ardência na bunda.

Era também muito excitante o deleite explícito no rosto de Shinsou. Admirava com tesão cada expressão no rosto de Midoriya e também o contraste do eu particular dele com o eu público. Deku, o herói, era conhecido por não se dobrar a nenhum vilão. Izuku, o homem, amava curvar-se ao seu namorado da mesma maneira que também amava fazê-lo curvar-se aos seus pés.

Midoriya sentia o prazer cada vez crescente e maior, além do tesão em servir seu corpo ao máximo para seu Dono. Continuava a masturbar-se no ritmo do vibrador e resolveu aproveitar a liberdade de poder usar um pouco da sua individualidade, a One For All, para aquele momento tão gostoso. Lembrou-se vagamente das camas trincadas ou quebradas nos tempos de adolescência, quando justificava para os pais esses atos falando que teve pesadelos, quando a realidade era por ele ter se masturbado pensando em Shinsou, mas isso passou ao ver o rosto safado de Hitoshi, amando a vista e os tremores na cama que davam uma certa adrenalina.

O Dono continuou a admirar o escravo dando auto prazer, a vista era mais do que linda. Se pudesse, essa seria uma das cenas da intimidade deles que nunca mais queria o final, ou até mesmo que Izuku tivesse conhecimento sobre técnicas tântricas para conseguir segurar o gozo, e assim ter orgasmos múltiplos sem ejacular. Hitoshi chegou até a considerar a possibilidade de futuramente eles procurarem DOM ou escravos com conhecimento sobre essas técnicas e ensiná-las para eles, mas deixou esses pensamentos para lá assim que voltou a concentrar-se somente no prazer visual da cena maravilhosa a sua frente.

Um bom tempo depois, os tremores na cama começaram a ficar mais fortes, os gemidos de Izuku misturados a chamados pelo nome do Dono eram muito altos. O corpo do rapaz foi invadido por uma imensa onda de prazer, era como se tivesse ido parar no paraíso da luxúria, fora os próprios tremores do corpo por chegar ao orgasmo e a ejaculação. Um deleite para os olhos de Shinsou.

Após o orgasmo, Hitoshi aproximou-se de Midoriya, abraçou calorosamente o namorado, deu-lhe um beijo na testa, depois na boca e começou o after care com palavras:

— A sessão terminou e não fique chateado por não ter aguentado o spanking até o fim, como você costuma aguentar, tá. Você não está salvando vidas ou combatendo vilões, onde você é obrigado a esconder sua dor. Você está comigo, em casa, onde você pode ser 100% você mesmo. Além de tudo isso, é como você disse ontem, nem tem como comparar nossas sessões sem o uso da individualidade com as feitas com o uso dela. Quando a gente revezar e você começar a aplicar os castigos em mim usando sua individualidade, eu sei que talvez eu não aguente nem metade do que aguento sem o uso dela. Então, relaxa e nada de se sentir para baixo por não ter cumprido o castigo todo, ok?! Mesmo que você não tenha aguentado tudo, você foi maravilhoso em cena como sempre. Parabéns, meu amor! Ah, e caso eu fiz qualquer coisa que você não queira por causa da minha individualidade, mas o dispositivo não conseguiu identificar, me desculpa. Eu amo você e está autorizado a me chamar somente pelo nome e de “amor”, “lindo”, “gostoso” daquele jeito doce que só você sabe falar. Agora eu sou apenas seu amado Hitoshi que vai cuidar das suas feridas da sessão. Ah, e novamente, muito obrigado pela ideia do dispositivo de monitoramento. Você é incrível, Izuku.

— Às vezes me pergunto se mereço um Dono e namorado tão fodástico, mesmo seis anos depois de namoro, ainda um pouco tímido, tanto que você é um herói conhecido por ser beeeeem avesso a mídia, mas, ainda assim, maravilhoso em todos os sentidos. Muito obrigado de verdade por estar na minha vida, Hitoshi. Eu amo muito você. E relaxa, a Hatsune sincronizou bem o dispositivo com a minha mente, então você não fez nada que eu não queira, mesmo quando sua individualidade me dominou a ponto de eu não conseguir mais reagir. Você foi excelente como sempre, amor.

— Obrigado, Izuku, você falar isso realmente me alivia e me dá confiança de aplicar mais vezes nossas individualidades nas sessões. Agora vamos tratar das suas feridas logo, já que houve laceração da pele, e aproveitarmos também para tomarmos um banho bem gostoso. Sobe aqui no meu colo… isso. — Após essas palavras, Shinsou, carregando Midoriya no colo, saiu da sala especial no porão, subiu as escadas que levavam até a cozinha, localizada na parte térrea da casa, andou com ele até ao banheiro e lá dentro começou o after care das feridas.

Primeiro, Hitoshi deixou o chuveiro em temperatura gelada e esguichou cuidadosamente a água na bunda de Izuku. Após lavar bem o local, o rapaz mudou a temperatura do chuveiro para frio, quase morno, desligou-o e começou a aplicar o sabonete a base de glicerina na pele do outro com cuidado para não machucá-lo ainda mais. Depois, Shinsou passou a lavar abundantemente a região até ficar bem limpa e sem nenhum resquício de sabonete. Em seguida, o homem banhou o resto do corpo de Midoriya, ao mesmo tempo em que ele fazia tudo isso dando beijos, carícias e dizendo palavras doces mais positivas para o amado, onde, no final, eles tiveram um banho a dois bem carinhoso. Após isso, Hitoshi enxugou-se com sua toalha para depois pegar a toalha do namorado e enxugá-lo, dando maior atenção para as feridas na bunda. Após enxugar bem Midoriya, o homem pegou o antisséptico em spray, pulverizou-o nas feridas e após o produto secar mais passar o tempo necessário, ele aplicou a pomada cicatrizante, mas também tudo isso sempre acompanhado de palavras positivas mais de enaltecimento ao namorado.

Terminado o after care, Shinsou carregou Izuku no colo de volta para o quarto, ordenou para ele usar apenas um camisetão de tecido leve e que não tocasse a bunda dele para não abafar a pomada. Depois eles foram até a cozinha e lá Izuku perguntou:

— Quais são suas próximas ordens, meu Senhor e Amado?

— Já está na hora da janta. Faz para nós aquele katsudon maravilhoso que só você sabe fazer.

— Isso nem precisa de ordem, tá, Hitoshi. Quer dizer… Senhor Shinsou. — deu um pequeno sorriso, depois um selinho no namorado e já foi pegar os ingredientes mais os utensílios para cozinhar o prato.

E assim, Shinsou e Midoriya levavam seu relacionamento de dominância e submissão 24/7: com chicotes, mordaças e algemas, sim, mas são, saudável e consentido acima de tudo.


Notas Finais


Glossário básico:
* Aquecimento: fundamental no BDSM para preparar-se para as práticas
* After care: Em tradução livre, “pós-cuidados”. São todos os cuidados no qual quem está na posição dominadora tem que ter com quem está na posição submissa. Fundamental no BDSM.
* BDSM: Acrónimo para Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo.
* Bondage: fetiche em amarrar e imobilizar alguém
* D/s: Dominação e submissão
* katsudon: prato típico japonês composto por carne de porco empanada com ovo e alga comestível por cima do arroz.
* Safeword: palavra bem broxante dita por quem está na posição submissa, durante as práticas do BDSM, para indicar que já chegou ao seu limite de dor e elas devem ser interrompidas imediatamente. Caso quem esteja na posição de dominador não respeitar a safeword e continuar a sessão, isso configurará automaticamente como abuso e quem está como dominado pode e deve denunciar para a polícia.
* Sessão: nome para todas as práticas dentro BDSM ocorridas entre dominador e dominado. Os atos praticados entre si são chamados de cena.
*Spanking: prática dentro BDSM que consiste em quem está dominado permitir-se apanhar do seu dominador, mas sempre respeitando as regras do spanking seguro.
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Link da fanfic no Nyah: https://fanfiction.com.br/historia/740363/Negocios/
Link da fanfic no AO3: http://archiveofourown.org/works/11779434
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O dispositivo RACK é chamado assim justamente pela questão de avaliar o quanto anda o risco consentido do Izuku, quando Shinsou aplica sua individualidade dele em sessões e vice-versa.
Espero que tenham gostado e até a próxima (quer dizer, até daqui a pouco, porque tenho que postar minha fanfic para o "Desafio de One-Shots YOI")!


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