História Neighbor - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Sehun, Suho
Tags Exo, Kai, Kaihun, Krisho Menção, Sehun, Sekai
Visualizações 107
Palavras 1.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá

Esse é pra você, pessoinha e cê sabe

boa leitura

Capítulo 15 - Quinze


15 ’Você não pode simplesmente agir de forma grosseira comigo quando eu sequer sei o motivo, Sehun. Além de imaturo, isto está me irritando! E não queira me ver totalmente irritado com algo. Então se não for pedir muito, me diz o que ta te chateando e a gente pode conversar, do contrario eu vou embora e só volto a falar com você quando parar de frescura. É simples!’’

 

E ele se foi.

 

Deixando um Sehun sem fala para trás. Pois, por mais que quisesse o mais novo nada conseguira dizer e teria vergonha de falar o motivo de estar tão ‘’estressado’’ com o outro.

 

Porquê era apenas ciúmes. Ciúmes de alguém que não é seu, não totalmente. Afinal os dois apenas ficavam e o Oh não podia querer mudar o jeito de viver de Jongin.

 

Mas depois de todas aquelas palavras, o mais novo dos vizinhos sabia que sua timidez voltaria. E ela voltou. Forte e desconfortável.

 

No dia seguinte Jongin não apareceu para irem juntos. Sehun não sentou-se na mesa junto a eles e, interagiu apenas o necessário na sala de aula. Observou o moreno chegar tarde à sala, com o sorriso rotineiro ele complementava todos, inclusive o vizinho.

 

Algo totalmente parcial.

 

E os dias se seguiram assim. Não trocavam mensagens, não iam juntos para escola e pouco conversavam. Ou melhor, nem se falavam.

 

Isso rendeu uns três a cinco dias. Sehun se esqueceu de contar quantos foram mas lá pela sexta feira seguinte, convidou, através de uma mensagem de texto, Jongin para jogar em sua casa.

 

Suas mães fazeriam o almoço e durante a tarde sairiam pra um encontro de mulheres num salão de beleza. Achou que talvez fosse um bom momento, que o moreno aceitaria e que toda aquela angustia dentro de si enfim fosse embora.

 

E ele aceitou. Para alegria e nervosismo de Sehun. Esses dias não foram nem um pouquinho fáceis para si, novamente estava sozinho e se arrependia por se apegar tanto as pessoas e tão fácil.

 

Os outros meninos eram amigos de Jongin antes de ser seus amigos e eles sabendo ou não, pareciam estar mais ao lado do Kim. Já que nenhum notara o quanto tava afastado ou tristonho.

 

Pensou que tivesse parecendo aqueles adolescentes carente por atenção. Mas depois de tudo, talvez realmente fosse.

 

Após um banho desceu para ver sua mãe e a Sra. Kim, que disse que o filho viria mais tarde.

 

E lá pelas duas da tarde, ele apareceu.

 

Os dois jogaram algumas partidas de um jogo novo e depois colocaram um filme qualquer, mas que ambos tiveram interesse. Pareciam que nunca haviam ‘’brigado’’ com tantos assuntos que surgiram de forma natural.

 

— Vai pra casa do Junmyeon hoje? — o Kim indagou em algum momento, quando o filme já não era mais interessante.

 

Os dois estavam deitados no tapete felpudo da sala, suas mães haviam saído e não tinha hora para voltar. Um ao lado do outro, comentava o filme inteiro.

 

— Hm, não. — e após ele querer saber o motivo acrescentou. — Não que haja necessidade de um convite, mas ele sequer avisou. Junmyeon mal falou comigo a semana inteira, então...

 

— Cara, ele ta se matando de tanto estudar. Esquece ate de vestir a própria cueca, acha mesmo que ele lembraria de te avisar. Além do mais formalidade não é algo que o Jun tenha, já você parece gostar muito. — e fez cara de nojo.

 

— E isso te irrita?

 

Jongin sentou-se, encostando suas costas no sofá e sua bunda no tapete.

 

— É careta! Claro que irrita mas eu supero. — e riu, voltando seu olhar pro outro. — Eu senti tua falta, cara. Não ter pra quem ligar de madrugada e falar besteiras é ruim demais.

 

E aquilo aqueceu o interior do mais novo, que sorriu pequeno. Os dois se fitaram de onde estavam com um olhar quente, Jongin realmente sentira saudades do mais novo. Ele era um pedacinho do seu dia qual não podia abrir mão.

 

Esperava que suas palavras significassem algo para o outro.

 

— Sabe, eu quero te beijar agora. — e lambeu os próprios lábios, fazendo com que o outro fitasse sua boca carnuda.

 

— E o que te impede? — Sehun imitou o outro e sentou.

 

Agora lhe fitando rente ao olhar alheio. Jongin sorriu lascivo, esticando um de seus braços e puxando-o para mais perto, enquanto que sua outra mão ajudou no processo para colocar Sehun em seu colo. Uma perna de cada lado.

 

Surpreso, ele arfou. E antes mesmo que pudesse pensar seus lábios finos foram tomados intensamente pela boca morena sem receios ou formalidade.

 

O menor ajeitou-se sobre o colo quente, já fervendo por dentro, um choque percorreu sua pele quando os membros esbarram um no outro, mesmo que pelo tecido.

 

Suas mãos infiltravam os fios castanhos mais uma vez, como já bem fizera antes, ao longo que as línguas moviam-se juntas, ora ou outro sendo chupada pelo o outro.

 

E as duas mãos firmes apertando as nádegas do Oh era o ápice para a excitação os tomar. Eles pouco conseguiram se controlar até parar de vez o contato e ele sair do colo alheio.

 

— Acho que sua raiva, estresse ou sei lá o que subitamente sumiu. — brincou o moreno.

 

Sehun sorriu um pouco tímido, um pouco aberto. Do jeitinho que o outro gostava, com suas presinhas amostra e ele não deixou de dizer isso. O que constrangeu, de certa forma, o mais novo.

 

Ele ficou de joelhos em frente ao de fios pretos e tocou em sua nuca, puxando-o para mais um beijo. Naquele ângulo estranho, onde um tava sentado e outro de joelhos as coisas não ficavam incontroláveis, como antes.

 

Mas não tardou para que Sehun estivesse cedendo ao que seu corpo ia caindo deitado sobre o tapete felpudo e Jongin sobre si, apertando suas pernas e cintura. Dominando novamente a situação.

 

As pernas de Sehun abertas recebiam o corpo alheio que insinuava, vestidos como estava, uma penetração. Os membros roçavam ao ponto de já estarem duros e o mais novo arfava baixinho com os carnudos mordendo sua pele alva.

 

Suas mãos correram por dentro da camisa de Jongin, arranhando tudo que podia com as unhas curtas, como um desconto pelo prazer que recebia.

Fez menção de retirar a camisa do mais velho mas  ao dar-se conta de onde estavam e de quanto tempo já havia passado, parou.

 

— É o carro da minha mãe... — o moreno reconheceu com algum esforço e saiu de cima do vizinho. — Vem, vamos pro seu quarto ligar pro Suho e avisar que você vai, senhor formal!

 

O ajudou a ficar de pé e antes que alcançasse o quarto ouviram suas mães gargalharem de algo, ainda na entrada da casa.

 

Jongin puxou Sehun para o quarto, e encostou-se à porta já fechada, lhe beijando-o feroz enquanto ele ajustava-se na frente do moreno. O mais novo queria matá-lo por deixá-lo daquela forma extasiada mas seus beijos eram os melhores.

 

Nunca falhavam em deixar Oh Sehun de pernas bambas e uma protuberância no meio das pernas. 


Notas Finais


obrigado aos que chegaram ate aqui e sempre comentam, é por vocês que n demoro a postar

Comentários:

ah! obs1: perdi o capítulo original e isso foi escrito agora de noite mesmo, nas pressas


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