História Neighbourhood (Imagine Suho) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais, Suho
Tags Imagine, Imagine Junmyeon, Imagine Suho, Você
Visualizações 250
Palavras 2.103
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*presentinho para minha marida, te amo Lu do meu Kai.*


QUEM ME CONHECE SABE QUE EU SOU 100% DO YAOI LEMON HARD

FAZER UM IMAGINE FOI A COISA MAIS DIFÍCIL NA MINHA VIDA, EM 5 ANOS DE FANFIC É A PRIMEIRA VEZ QUE ISSO ME ACONTECE!1!1!!1


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Capítulo 1 - Um presente GG



Acordei, algo que eu não queria ter feito.


Desculpe a depressão, hoje é meu aniversário e meus pais viajaram um dia antes com a desculpa que era uma palestra importante e que depois eles me dariam qualquer coisa que eu quisesse, minha vontade era de falar que eu queria ter pais presentes, mas fazer o que, segue o baile.


Nyeom 11:47 A.M

 Bom dia caralho 💙

Não sou muito boa em textos, mas feliz aniversário, é nóis.

lida


Ri levemente, antes de responder.


Eu 11:59 A.M

Como sempre um amor, obrigada, vamos sair mais tarde, sim?

lida


Nyeom 12:03 A.M

se esse foi um convite para tomar suco até cair ao som de sweet dreams chorando porque somos duas perdedoras, tô dentro.

lida



Eu 12:04 A.M

FOI SIM KKKKJJJ

te vejo depois

lida


Nyeom 12:06

Um beijo da maior Monbebe desse site, view em Newton, safada.

lida



Ainda rindo fui ao banheiro fazer minha higiene matinal, após tomar banho e escovar os dentes corri para cozinha vestindo uma blusa gigante da minha banda favorita e com meias nos pés.


— Hora de assaltar a geladeira. - Me abaixei pegando pizza do dia anterior. — Vem pra boquinha da mamãe.


Quando fui morder aquela pizza lindíssima de queijo a campainha tocou.


— Não acredito que me interromperam no meu momento sagrado. - Novamente o barulho da campainha se fez presente. — JÁ VAI CARALHO, PARECE QUE VAI TIRAR A MÃE DA FORCA.


Corri até a porta, não sem antes escorregar no piso de madeira é quase beijar o chão, sigo firme.


— Que foi? - Abri a porta e perguntei com pressa.


— Olá s/n. - Uma voz forte se fez presente, quando olhei para frente vi meu vizinho Junmyeon vestindo um terno mais caro que meu rim, com um sorriso de tirar o fôlego. Que saúde hein. — Obrigada, minha saúde é realmente boa.


Arregalei os olhos ao perceber que havia dito em voz alta, eu até me bateria, mas minha situação já era constrangedora o suficiente.


— Oh, olá Junmyeon oppa, o que deseja? - Deseja eu na sua cama? Porque eu desejo. Meu Deus eu preciso parar de ter pensamentos assim.


— Não vai me convidar para entrar? - Ele disse sorrindo de lado e cruzando os braços, alguém pega um pano que tá escorrendo, não disse o que.


— Ah sim claro nossa desculpa. - Disse tudo de forma rápida dando espaço para ele entrar.


— Obrigado. Soube que hoje é seu aniversário.


— Sim. - Fechei a porta sentando no sofá a uma distância segura dele, nunca se sabe quando eu posso perder o controle do meu corpo, porque da vida eu já perdi faz tempo.


— Entendo, seus pais não estão? - Ele apoiou os cotovelos nos joelhos que estavam levemente abertos, fechando a mão uma na outra fazendo suas veias saltarem.


Maria José Jesus, socorro.


— Não, eles estão em uma convenção de medicina no Japão, voltam só semana que vem. - Limpei o suor da mão na bainha da minha blusa.


— Hmm. - Concordou levando a mão até o queixo raspando a mesma na barba rala. — Então vai passar o seu aniversário sozinha?


— Não. - Vi um brilho de desapontamento passar por seus olhos, então logo completei. — Irei sair de noite com minha amiga.


— Ótimo. - Sorriu se levantando.


— Você já vai? - Levantei também indo em direção a porta para abri-la, mas antes de virar para trás em busca de uma resposta senti meu corpo ser pressionado com força na estrutura de madeira.


— Na verdade… - Olhei para cima vendo meu vizinho morder o lábio inferior antes de completar. — Eu adoraria te dar um presente de aniversário.


— Ah, tudo b-bem. - Senti minha respiração falhando ao que ele encarava meu lábio. — E o que seria?


Vi ele rir levemente antes de abaixar a cabeça indo em direção ao meu pescoço, tirando delicadamente os fios de cabelo de lá, logo cobrindo minha pele com selares quentes e molhados.


— Bom… - Se afastou da minha pele sensível que já se encontrava arrepiada. — Se você quiser, eu serei seu presente. - Arregalei os olhos. — Não irei te obrigar ou forçar a nada, não vou negar que sinto um desejo enorme por você desde quando te vi pela primeira vez, então gostaria de saber se você aceita esse presente.


Dizer que eu estava nervosa era eufemismo, eu estava a beira de um colapso mental.


— Mas você não se importa, digo, eu sou de menor, uma adolescente, e você é um adulto. - Sussurrei, óbvio que eu queria ele, mas sentia uma insegurança se apossar de mim.


— Você tem 17 anos s/n, idade o suficiente para saber se quer ou não transar com alguém, como eu disse não irei te forçar a nada, você já é bem grandinha, então não haverá problemas, e mais, nossas idades nem são tão diferente assim. - Respondeu calmamente, acariciando minha bochecha.


— Eu quero. - Disse após alguns segundos de silêncio, vi ele sorrir carinhosamente antes de aproximar seu rosto do meu, nossos lábios entraram em contato e sua língua fez um leve carinho no meu lábio inferior pedindo passagem que logo foi concedida.




Após isso tudo se tornou um borrão, suas mãos em minha cintura desceram até minhas nádegas apertando ambas com desejo, seus lábios migraram para meu pescoço enquanto minha mãos apertavam seus braços malhados, então nossas roupas tomaram o mesmo rumo em direção ao chão, logo ambos estávamos deitados no sofá somente de roupa íntima.


— Você é linda, s/n. - Seus dedos traçaram um caminho desde de minha clavícula, passando pelos meus seios já eriçados e “maltratados” pela boca do maior e seguiram em direção a minha calcinha preta, logo contornando o delicado lacinho indo em direção a parte inferior da minha coxa, suspirei deleitosa, suspiro que se tornou um gemido manhoso ao sentir os dedos dele acariciando minha intimidade por cima da calcinha. — Está tão molhada para mim.


— Não precisa falar coisas assim. - Levei minha mão até meu rosto envergonhada e logo Junmyeon tirou elas de lá, selando suavamente ambas.


— Não precisa ficar com vergonha. - Ele desceu sua mão novamente, dessa vez puxando minha calcinhas para fora do meu corpo. — Porra. - Ofegou baixinho ao dobrar minhas pernas e separá-las vendo minha entrada encharcada e piscando para ele.


Levou dois dedos até a área catando um pouco da lubrificação, logo levando até seus lábios se deliciando com o sabor, gemi baixo com a cena, sentindo minha lubrificação escorrer cada vez mais, seus dedos voltaram a me acariciar, fazendo um leve carinho nos lábios e subindo para a glande do clítoris acariciando ali com mais afinco, abusando de toda a lubrificação.


Seus dedos voltaram para baixo forçando sua entrada, levemente ele começou a empurrá-los para dentro de mim, um a um.


— Irei devagar. - Sussurrou em meu ouvido, beijando minha nuca levemente. — Não quero que se machuque.


Voltou à posição inicial, começou a beijar minhas coxas enquanto seu dedo me invadia, não era bem uma dor, era mais um incômodo, sentia minhas paredes se apertarem envolta de seu dedo tentando o expulsar, logo outros dois dedos se juntaram, fazendo movimentos de tesouras e circulares.


— JUNMYEON. - Gritei seu nome em meio ao gemido quando seu dedo esbarrou em uma parte extremamente prazerosa. - Ali denovo, por-por favor.


Senti ele sorrir contra minha pele logo massageando aquela parte tão prazerosa com vontade. Quando senti um formigamento no pé do estômago Jun parou o que fazia, retirando lentamente seus dedos de dentro de mim.


— Agora. - Ele começou levantando e retirando sua cueca, seu membro teso bateu em sua barriga, completamente vermelho e molhado. — Eu irei te dar seu presente.


Ele caminhou até o sofá novamente, dessa vez vestia uma camisinha, segurou minhas pernas colocando elas em volta de sua cintura e se encaixando no meio delas.


— Irei com cuidado, se em algum momento quiser que eu pare pode dizer e eu irei parar. - Sua voz soou carinhosa, então tomei a atitude de o beijar lentamente, aproveitando o momento ele começou a forçar sua glande contra minha entrada, separei o ósculo para morder o lábio inferior com força, senti cada polegada sua entrando dentro de mim, soltei um gemido de dor, que fez ele parar. — Quer que eu tire?


Sorri com sua preocupação, voltei a beija-lo dessa vez mais relaxada.


— Me dá meu presente Myeon. - Disse de forma manhosa, ele então se afastou sorrindo e voltou a me penetrar.


Após todo seu comprimento estar dentro ele esperou pacientemente, fazendo carinho em minha cintura e indo para meus seios, contornando o biquinho e puxando com delicadeza, após alguns minutos eu rebolei levemente dando a autorização que ele precisava para se mover.


Então novamente tudo se tornou um bagunça, a dor virou prazer, meus gemidos viraram gritos, é minha mente se tornou um branco completo, tudo que eu pensava era Junmyeon, Junmyeon, Junmyeon e a forma como ele me fodia tão bem.


— Você me aperta tão bem. - Grunhiu beijando meu pescoço, continuou estocando forte fazendo o barulhos das peles suadas ecoarem pelo apartamento.


— Mais, mais rápido, por favor. - Implorei apertando ainda mais minha pernas ao redor dele, tentando o sentir cada vez mais fundo.


— Como quiser. - Ele se afastou, segurando minhas pernas, encostou minhas coxas em meu peito fazendo eu ficar ainda mais aberta para ele, logo suas estocadas voltaram ainda mais forte e rápidas, massageando meu clitóris com desejo.


Senti a visão escurecer com tamanho prazer, nossos gemidos se misturavam naquele apartamento antes silencioso, minhas unhas rasgavam cada vez mais sua pele, fazendo marcas em suas costas, braços e abdômen.


— Jun, eu vou, eu vou… - Não consegui completar a frase, gritei alto gozando e logo todo meu interior se contraia freneticamente, meus corpo sofria espasmos e meu líquido começou a escorrer em abundância.


— Você está me esmagando. - Ele havia diminuído a velocidade, suas mãos apertavam minhas pernas com força enquanto uma gota de suor escorria por sua testa. — Tão fodidamente gostoso.


Logo seus movimentos se tornaram desesperados e com um gemido rouco ele se gozou dentro da camisinha, seus músculos do abdômen contraindo e sua expressão de puro prazer era a imagem mais linda que eu havia visto em toda minha vida.


— Obrigada pelo presente. - Disse tentando recuperar o ar.


— Eu que agradeço. - Ele deitou ao meu lado ainda ofegante.


— Pelo que?


— Por confiar em mim. - Disse me encarando com aquele brilho no olhar. — Acho melhor eu ir.


Ele se levantou meio inquieto, como se quisesse dizer algo, vestiu sua roupa enquanto eu continuava sentada no sofá.


— Hmm, então… - Não sabia o que falar, a tensão pairava no ar. — Até breve?


— Sim. - Ele respondeu fechando o cinto. — Até.


Senti algo no meu peito apertar, algo dentro de mim não queria que ele fosse embora dessa forma.


— Junmyeon!


— S/N!


Falamos ao mesmo tempo, logo rimos.


— Pode falar você primeiro. - Disse suavemente.


— Eu gostaria de saber… - Vi ele morder seu lábio inferior. — Você gostaria de sair comigo um dia desse?


Vi ele corar levemente enquanto coçava a nuca de forma tímida.


Nem parece que tava me fodendo a 10 minutos atrás.


— Adoraria.


— Ai que bom. - Vi ele suspirar aliviado, logo percebendo o que havia feito sua face ficou ainda mais corada, eu já estava me divertindo com a situação. - Quer dizer, amanhã então?


— Hmmm, deixa eu ver. - Coloquei a mão no queixo fingindo pensar. — Amanhã.


Ele sorriu novamente e antes de abrir a porta para ir embora ele correu em minha direção e me deu o último beijo do dia, regado de carinho.


— Até.


Então saiu do meu apartamento me deixando com um sorriso bobo no rosto e o coração disparado.



•••


— CHEGUEI! - Escutei Nyeom gritar da sala, peguei minha bolsa e fui até lá. — Oi gostosa, preparada para sua primeira noite com dezessete anos na cara?


— Preparadissima. - Sorri batendo palma.


— Hmmm. - Ele me olhou desconfiada. — Você tá muito animada hein, que foi, por acaso deu a pepeca, safada?


— Dei.


— Ata. - Respondeu mexendo no celular, mas logo se tocando na minha resposta. — CARALHO VOCÊ DEU MESMO? NÃO BRINCA COMIGO S/N, MEU BEBÊ CRESCEU, CACETE.


Comecei a rir do seu escândalo sabendo que ela não iria parar tão cedo, logo senti meu braço ser puxado e eu ser jogada no sofá e ela se sentar ao meu lado.


— Conta tudo, menina. Onde foi? Ele fode bem? Ele é bonito? Quem é ele? O pau dele é grande?


— Bom, se eu fosse você eu levantaria desse sofá.


— Mas por q…NOJENTA. - Ela pulou do sofá limpando a parte de trás do shorts. — No sofá? mas tu é mesmo uma danada.



Continuei rindo, me sentia tão feliz, suspirei, esse sem dúvidas foi meu melhor aniversário.


Notas Finais


GEBGEBDO CEU
até que ficou bom
TOTIMIDA


MAS VOCÊS GOSTARAM?
espero que sim, BEIJOCAS

enos


ps; Marida, ME AME


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