História Nem tudo é sofrimento. O amor transforma tudo - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-babá, Sesshoumaru-viúvo
Exibições 253
Palavras 2.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite amores. Karina e eu agradecemos pelos comentários e favoritos anteriores.

Boa leitura a todos! =3

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Nem tudo é sofrimento. O amor transforma tudo - Capítulo 2 - Capítulo Dois

Rin on

Assim que o senhor Taisho saiu, levei o filho dele até a sala.

- Quer ficar na cadeira, ou prefere ficar no sofá?

Shynomaru: Gosto de deitar no sofá.

- Tudo bem.

O peguei no colo e o coloquei no sofá, o ajudando a ficar em uma posição confortável. Sentei ao seu lado e liguei a TV.

Shynomaru: Senhorita Lima...

- Pode me chamar de Rin. Não precisa de nenhuma formalidade comigo.

Shynomaru: Tudo bem. Rin, posso colocar a cabeça na sua perna? - Perguntou um pouco tímido

- Claro que pode. - Respondi sorrindo e o ajudei a fazer o que queria - Está confortável assim?

Shynomaru: Estou sim.

Comecei a acariciar seus cabelos e ficamos vendo desenhos.                         

Sesshoumaru on

- Como a minha filha se saiu? - Bankotsu perguntou, quando estávamos em minha sala.

- Bom, a deixei com o meu filho, para que Shynomaru a avalie.

- Você não vai se arrepender. - Sorriu - Fico honrando por você ter confiado a minha filha ficar a sós com o seu filho.

- Admito que fiquei um pouco inseguro, mas, por te conhecer a tanto tempo, deduzi que sua filha fosse confiável e honesta como você.

- Não faça eu me sentir tanto. Sesshoumaru Taisho elogiar alguém é um milagre.

- Não é pra tanto. - Revirei os olhos

Ouço meu telefone tocar e logo o atendo.

- Senhor Taisho, já estão todos reunidos na sala de reunião. Só falta a sua presença e do senhor Bankotsu.

 -Ok, já estamos indo.                        

Rin on

As horas foram passando e Shynomaru continuava vendo desenhos.

- Você quer alguma coisa?

Shynomaru: Um pouco de água seria bom.

- Vou buscar pra você.

O coloquei sentado no sofá e fui até a cozinha, pegando um copo e uma jarra d'água.

Shynomaru: Rin, você sabe cozinhar?

- Sei sim. Você está com fome? - O entreguei um copo com água

Shynomaru: Fome mesmo eu não estou, mas quero bolo de chocolate. - Eu ri

- Posso fazer o bolo pra você. Quer me ajudar?

Shynomaru: Eu posso? - Seus olhinhos brilharam

- Pode sim. Você me diz onde as coisas são guardadas e pode ir lendo a receita pra mim.

Ele concordou sorrindo e fomos para a cozinha. O deixei sentado em cima da mesa e comecei a fazer o bolo. Não demorou muito e o coloquei no forno.

- Agora só temos que esperá-lo assar. Já está anoitecendo, quer ir até o jardim e pegar um ar?

Shynomaru: Vamos até o quarto do meu pai. Na sacada teremos uma vista do pôr do sol.

Fiquei com vergonha e não quis invadir a privacidade do senhor Taisho, mas se o filho dele disse que não tem problema, então tudo bem.                        

Sesshoumaru on

17 horas e, como prometido, sai mais sendo.

Entrando em casa, percebo que tudo estava em silêncio e um cheiro de bolo invadiu meu nariz.

Ouço vozes no andar de cima e sigo até lá, indo em direção às vozes.  

Rin on

- O que está achando da vista, Shynomaru?

Shynomaru: Pode me chamar de Shy. É o meu apelido. - Sorri pra ele

- Tudo bem, Shy. Agora responda minha pergunta.

Shynomaru: Estou adorando. A vista daqui não é bonita?

- É sim. - Respondi olhando pra ele, que mantinha seu foco no sol que começava a se pôr

Ouvi o barulho da porta e vi o pai dele entrando.

- Senhora Taisho, me desculpe pela invasão. - Disse de cabeça baixa                        

Sesshoumaru on

- Papai, não briga com ela. Fui eu que pedi para que ela me trouxesse aqui e...

- Não precisam se explicar. Não vou brigar com ninguém.

Vi um largo sorriso nos lábios do meu filho e fiquei deslumbrado.

- Só vim avisar sobre o bolo que está no forno.                        

Rin on

Essa não! Eu tinha me esquecido do bolo.

- Com licença.

Sai correndo e fui até a cozinha. Por sorte o bolo não queimou nem nada. Coloquei a forma em cima do fogão para esfriar e decidi ficar por ali, até porque imagino que pai e filho querem o espaço deles.                        

Sesshoumaru on

- Podemos ficar com ela? - Ele perguntou feliz

- Gostou tanto assim dela? - Arquei a sobrancelha

- Gostei muito. Ela é tão legal, papai.

- Mas do que sua tia Kikyou?

- Bom...

Eu sorri.

- Não precisa responder, pois sei que essa resposta é difícil pra você. E sim, se você gostou dela, podemos ficar com ela.

- Eba!!! - Me abraçou forte

- Você espera um pouco aqui na cama? O papai vai tomar um banho.

- Espero sim.

- Qualquer coisa, pode gritar.

Beijei sua testa e logo segui para o banheiro.                         

Rin on

O bolo já estava até frio e eles não desciam. Decidi ir até lá, então. Bati na porta e o Shy me disse pra entrar.

Shynomaru: Oi Rin! - Disse sorrindo

- Oi. - Retribui o seu sorriso - Onde está o seu pai?

Achei estranho o pequeno estar sozinho no quarto. Ai, a porta do banheiro se abre e por ela passa um Sesshoumaru só de toalha. Corei até não poder mais e virei o rosto rapidamente.

- Me desculpe, senhor Taisho. Eu só vim avisar que o bolo já esfriou.                         

Sesshoumaru on

- Tudo bem. Vá com ela, Shy. Daqui a pouco eu desço.

- Ok, papai.

Ela o pegou nos braços e saiu.

Após me secar, vesti apenas uma regata azul, junto de uma calça moletom preta.

Descalço, desci até a cozinha.

Rin on

O Shy ficou sentado em um banco alto e comecei a cortar o bolo.

- Quer que eu faça algum suco, Shy?

Shynomaru: Humm... - Fez uma carinha pensativa - Quero de laranja.

- Ok. - Sorri para ele - Vou fazer o suco.                        

Sesshoumaru on

Chegando a cozinha, me sento ao lado do Shy e passo a observar a filha do Bankotsu.

Ela me parece ser muito cuidadosa e amorosa com meu filho.

- Shy disse que gostou de você, senhorita Lima. Se ele gostou, peço para que fique. - Quebrei o silêncio

- Os dias serão de segunda a sexta, das 7 às 19 horas. E, se eu precisar fazer alguma viagem, você ficaria com ele, se eu te ligasse?

Rin on

- Claro, senhor Sesshoumaru. Posso cuidar do Shynomaru, sempre que o senhor quiser. E por favor, me chame apenas de Rin. Fico mais a vontade, se fizer isso.

Peguei a jarra de suco e coloquei na mesa, junto de dois copos.                        

Sesshoumaru on

- Hum. Como queira, Rin.

A vi colocar um prato para mim e outro para o Shynomaru.

- Aliás, eu estando, ou não, em casa, você sempre poderá fazer as refeições à mesa. Não precisa ser tão acanhada, quando eu estiver aqui. Finja que nem estou. Sobre o seu salário... Mil e quinhentos está bom? Ou prefere mais que isso?                        

Rin on

Meu queixo quase caiu, depois de ouvir aquele salário.

- Está ótimo, senhor Taisho. Na verdade, eu não esperava ganhar tanto assim, ainda mais sendo meu primeiro emprego.                        

Sesshoumaru on

- Só quero pagar o certo, assim como mandam as leis.  E sempre que estiver no seu horário de ir embora, eu mesmo te levarei para casa. Bankotsu confiou você a meu filho, e não posso deixar que nada te aconteça. Já que estou em casa, se já quiser ir, é só dizer que eu te levo agora mesmo para casa.

Rin on

- Se não for incomodar, eu quero sim. Mas e o Shynomaru? Ele vai com a gente, ou vai ficar aqui sozinho?

Sesshoumaru on

- Ele certamente vai querer ir.

- Quero sim, papai. Assim tomamos um sorvete.

- Você já está comendo bolo, Shy. Não pode se empanturrar de besteiras.

- Só um pouco, papai. - Fez bico

Revirei os olhos.

Ele sempre usa sua persuasão comigo. Com esse bico pidão, ele consegue ganhar qualquer coisa de mim.

- Ok.

- Eba!! - Falou entusiasmo

Gosto de vê-lo assim, meu dia fica mais feliz, por vê-lo radiante. 

Rin on

Peguei minha bolsa e fomos até o carro. O senhor Taisho colocou o Shy no banco de trás e eu também fui ali, para lhe fazer companhia.

Durante o caminho, nada foi dito. Ao estacionar o carro em frente a minha casa, agradeci ao senhor Taisho, dei um beijo no Shy e me despedi deles.

Ao entrar em casa, suspirei feliz.

Eu consegui um emprego. Meu dia não poderia ser melhor.                        

Sesshoumaru on

- Queria ter chamado a Rin, para que tomássemos um sorvete juntos.

- E por que não chamou?

- Tive vergonha e, mesmo assim, é raro o senhor sair comigo. Queria ficar a sós com o meu papai. - Disse manhoso

- Você sabe porque não posso, filho.

- É... Trabalho, trabalho e trabalho. O senhor só sabe fazer isso.

- Desculpe filho, mas preciso disso. É com esse dinheiro, que vamos tentar fazer a sua cirurgia, com um dos melhores cirurgiões.

- Mas se for pra voltar andar e o senhor não estiver presente, prefiro ficar assim. - O olhei e vi que ele estava com lágrima nos olhos

Suspirei e voltei a dar atenção a pista.

- Nem quando a mamãe era viva, o senhor saia tanto assim comigo. Só queria saber de trabalho e, agora que estou assim, o senhor me dá mais atenção.

- Pare de falar bobagem. - Estacionei em frente a sorveteira - Prefere que eu compre, ou você quer ir até lá?

- Prefiro ir até lá.

- Hum.

O peguei nos braços e, com uma das mãos, fechei o carro e segui para o local.                        

Rin on

Contei a novidade a minha mãe e ela me parabenizou. A ajudei com o jantar e, quando meu pai chegou, eu contei a ele também.

Bankotsu: Parabéns, minha filha. Sabia que conseguiria.

- Obrigada papai. - Disse sorrindo - Eu vou tomar um banho agora.

Subi correndo e fui pro meu quarto.                        

Sesshoumaru on

Uma semana depois

Tudo estava indo perfeitamente bem. Com Rin em minha casa, cuidando do meu filho, eu ficava mais aliviado.

Era madrugada e, como sempre, meu filho dormia ao meu lado. Despertei, ao ouvir que ele gritava.

- Filho? Filho? - O sacudi de leve

- Papai!! - Ele me abraçou forte

- O que houve?

- Sonhei que vi a mamãe morrendo na minha frente. - Ele começou a chorar desesperado

- Se acalme.

- Eu queria a minha mamãe.

Fiquei mudo e só consegui o ninar em meus braços, até que pegasse novamente no sono.

Rin on

Como sempre, 7h em ponto eu já estava tocando a campainha da casa dos Taisho. A empregada, Midoriko, atendeu a porta pra mim.

Midoriko: Bom dia, Rin! - Disse com um grande sorriso nos lábios

- Bom dia! - Retribui seu sorriso

Nessa semana que se passou, acabei ficando amiga dela; que é uma velhinha de 60 anos.

Midoriko: Entre! O senhor Sesshoumaru e o filho já vão descer.

Concordei com a cabeça e entrei, a seguindo até a cozinha para ajudá-la com o café. Eu sei que essa não é a minha função, mas eu a ajudo mesmo assim.                        

Sesshoumaru on

Desci, com o Shynomaru nos braços, e segui para a mesa.

- Bom dia Rin! - Shynomaru disse sorridente, ao vê-la

- Bom dia Rin. - Falei e coloquei o Shynomaru na outra cadeira

Rin on

- Bom dia, senhor Taisho. Bom dia, Shy. - Sorri para o menino

Midoriko e eu terminamos de colocar a comida na mesa e então pai e filho começaram a fazer o desjejum.

- Dormiu bem, Shy? - Sentei numa cadeira ao seu lado

Shynomaru: Não. - Abaixou a cabeça - Eu tive um pesadelo. - Vi seus olhos cheios d'água

- Hey, não precisa ficar assim. - Ergui seu rosto e sequei uma lágrima que já escorria pelo seu rosto

- Foi só um sonho ruim. - Acariciei seu rosto - Eu trouxe uma coisa que vai te animar bastante.

Shynomaru: O que é? - Perguntou animado e sorri

- Eu trouxe alguns livros de colorir e lápis de cor. O que acha de ficar pintando comigo?

Shynomaru: Vou adorar, Rin. - Seus olhinhos estavam brilhando de tanta felicidade e fiquei contente com isso 

Sesshoumaru on

Sorri de leve.

Ela faz tão bem para o meu filho.

- Rin, quero avisar que a fisioterapeuta, Kagura, virá aqui as 9:30h e quero que você acompanhe a visita que ela vai fazer para o Shy. O Shynomaru não gosta muito dela, e eu também não vou com a cara dela, porém precisamos que ela faça essa visita. É ela quem vai avaliar, e passar tudo para o cirurgião, dizendo se o Shynomaru já está hábito para a primeira cirurgia.

- Ela é muito chata, Rin. - Shynomaru fez uma careta

Rin on

Ri da careta do Shy.

- Pode deixar, senhor Taisho. Vou acompanhar tudo de perto.

Ele concordou com a cabeça e continuou a tomar seu café.                        

Sesshoumaru on

Depois de me despedir do meu filho, segui para a empresa.

Foi tudo estressante, como sempre. Horas se passaram e logo veio o fim do expediente, fazendo com que eu retornasse para casa.

Eram exatamente 19 horas, quando estacionei o carro na garagem.                         

Rin on

Admito, também não gostei da tal Kagura. Ela não tem carinho nenhum pela profissão, ficou o tempo inteiro de cara amarrada e nem falou direito com o Shynomaru.

Ai que vontade de bater nela.

Depois que ela foi embora, Midoriko serviu o almoço e por volta das 14h Shy e eu fomos pintar.

Estava tão distraída, que nem percebi o tempo passar. Só percebi isso, quando vi o senhor Taisho passar pela porta.

Shynomaru: Papai! - Disse animado - Vem aqui, pai! Olha só como o desenho ficou bonito, depois que pintei ele.                        

Sesshoumaru on

Peguei o papel em mãos e sorri para o meu filho.

- Ficou perfeito, filho. Mas acho que você teve ajuda, né? - Olhei para a Rin e voltei a fitá-lo em seguida

- Aham. - Corou

- Que tal de fossemos deixar a Rin em casa? Já que está hora dela ir.

- Claro papai!

- Aliás, o que a Kagura disse sobre o Shy, Rin?                        

Rin on

- Bom, ela praticamente não disse nada. Só ficou de cara amarrada o tempo inteiro. Quando ela pegou a bolsa, pra poder ir embora, perguntei o que ela achou do estado do Shy e tudo o que ela disse foi: "Vou passar minhas anotações para o médico. Pergunte a ele".

- Senhor Taisho, me desculpe dizer isso, e por favor não tenha a impressão errada de mim, mas eu só não bati nela, em respeito ao seu filho que estava presente.                         


Notas Finais


Obrigada pela presença de todos. Esperamos que tenham gostado. Bjs e até o próximo *Sem previsão*


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