História Nem tudo é sofrimento. O amor transforma tudo - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-babá, Sesshoumaru-viúvo
Exibições 200
Palavras 2.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura a todos =3

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Nem tudo é sofrimento. O amor transforma tudo - Capítulo 5 - Capítulo Cinco

Sesshoumaru on

Assim que fiz o que tinha pra fazer no trabalho, voltei para casa.

Entramos, todos, no carro e seguimos caminho para o hospital. Ao chegarmos, logo fui assinar os papéis sobre autorização da cirurgia do meu filho.

- Filho, eles irão te levar para fazer algumas avaliações, antes da cirurgia. - Disse acompanhado com alguns enfermeiros

- Papai, to com medo. - Falou manhoso           

- Não fique. Vai dar tudo certo. - O peguei nos braços, mas logo um dos enfermeiros o colocou na cadeira de rodas

Rin on

O senhor Taisho e eu acompanhamos todos os procedimentos de perto. Sim, eu estou no hospital e ficarei aqui até o final da cirurgia. Quero acompanhar tudo de perto.

Assim que os procedimentos terminaram, ficamos mais um tempo no quarto, junto do Shynomaru, e logo os médicos vieram buscá-lo.

- Dará tudo certo, pequeno. - Dei um beijo em sua testa e ele sorriu                        

Sesshoumaru on

- Papai... Rin... Eu amo muito vocês dois. - Disse sorridente

- Também te amo, filho. - Beijei sua testa - Boa sorte, meu amor.

Os enfermeiros o levaram.

Rin e eu saímos do quarto e ficamos esperando por notícias.

Que tudo dê certo. Ajude meu filho, Deus.

Rin on

Alguns minutos se passaram e a cirurgia vai durar de duas horas e meia até três horas. Como é uma cirurgia complicada, não pode ser feita as presas.

O senhor Taisho e eu estamos sentados lado a lado e em silêncio.

Meu celular tocou e vi que era o Kouga. Suspirei e me afastei um pouco pra atender.

- Oi! - Disse em voz baixa

Kouga: Está tudo bem? - Perguntou preocupado

- Sim, é que estou no hospital. Eu disse que hoje é a cirurgia do Shynomaru.

Kouga: É, eu lembro, mas pensei que você ficaria em casa.

- Por que achou isso?

Kouga: Porque se ele está em cirurgia, você não precisa tomar conta dele e nós podemos sair.

- Não, eu não tenho cabeça pra sair. Sabe que sou apegada a esse menino, logicamente eu estaria presente durante a cirurgia.

Kouga: Rin, você não é parente desse menino, por tanto não tem obrigação alguma de estar ai. Me diz qual hospital, que vou te buscar.

- Não! - Respondi um pouco alterada - Eu vou ficar aqui e você não vai me fazer mudar de ideia.

Kouga: Eu só quero passar um tempo com você.

- Temos os finais de semana pra isso.

Kouga: Sendo que você não me dá atenção nem nesses dias.

- Kouga, eu tenho prioridades. Me desculpe, mas o Shynomaru é minha maior prioridade no momento.

Kouga: Prefere esse garoto do que eu?

- Sim, prefiro ele do que você. E quer saber? Se o Shy me pedir pra visitá-lo aos finais de semana, eu vou passar a ir.

Kouga: Então é assim agora?

- Sim, é assim. - Encerrei a chamada na cara dele e ainda desliguei o celular                        

Sesshoumaru on

- Não quis ser xereta, mas eu ouvi parte da conversa. - Falei, ao vê-la se aproximar

- Olha, se quiser ir, pode ir. Explico para o Shynomaru, depois. Você tem que dar atenção a sua vida pessoal. Como hoje é a cirurgia do meu filho, lhe avisei que poderia ter ficado em casa.

Rin on

Sentei ao lado do meu chefe e o encarei, olho no olho.

- Senhor Taisho, eu vou ficar aqui. - Disse firme

- Eu amo o seu filho e quero ficar aqui.  Ninguém, nem mesmo o senhor, vai conseguir me tirar daqui.                        

Sesshoumaru on

Sorri de lado, com a sua atitude.

- Se deseja assim...

Não somos tão íntimos, mas já levávamos uma relação como “amigos”, se assim posso dizer, até porque somos apenas patrão e empregada. Porém a quero como mãe do Shynomaru, assim como o meu filho deseja. E eu ainda nem comecei agir. Como já falei, não sei por onde começar.

Rin on

Duas horas se passaram e eu suspirei. No mínimo, ainda faltam trinta minutos, o máximo é uma hora. Ficar sentada nessa cadeira é muito desconfortável.

Acho que preciso beber alguma coisa.

- Eu vou até a cantina. Deseja algo, senhor Taisho?                        

Sesshoumaru on

- Não, obrigado.

Ela saiu e eu fiquei pensando em um modo para, finalmente, me aproximar dela.

Minutos depois, ela voltou e sentou ao meu lado.

- Bom... Podíamos marcar um jantar para nós três. Quero comemorar o sucesso da cirurgia do meu filho, pois sei que dará tudo certo.                        

Rin on

Fiquei corada.

Um jantar? Bom, o Shy estará junto e sei que ele fará olhinhos pidões, pra me convencer a aceitar, mas não sei se eu ficaria a vontade.

Tomei um gole do meu suco e respirei fundo.

- Ta, tudo bem. Podemos marcar o jantar. É só me dizer o dia e o horário, que estarei lá.

Sesshoumaru on

- Semana que vem, porque suponho que, até lá, o Shy fique de cama. Não quero que ele se esforce, depois da cirurgia. Acho até que vou tirar esses últimos dias de folga, pois quero estar ao lado dele nesse momento decisivo para a sua recuperação.                        

Rin on

- O senhor faz muito bem. O Shy sente sua falta e, nessa idade, as crianças precisam da atenção e do carinho dos pais.

- Sei que ele ficará muito feliz, quando souber da sua decisão.                        

Sesshoumaru on

- Com certeza, até porque ele vive reclamando de que estou ausente, mas pretendo mudar isso.

- Senhor Taisho. - Um enfermeiro apareceu

- Tudo bem com o meu filho? - Me levantei de uma vez

- Perfeitamente bem. A cirurgia foi um sucesso, e ele será transferido para o quarto daqui a alguns minutos. Ele não parou de perguntar por uma tal de Rin. Suponho que seja a mãe dele.

- Não, é a babá.

- Hum. Peço que entre com ela, pois fará bem pra ele.

- Com certeza ela vai entrar. - Olhei para a Rin e sorri pra ela

Rin on

Retribui o sorriso do senhor Taisho e esperamos até o momento de entrarmos no quarto para vê-lo.

Shy estava deitado na cama, com um gesso por todo o seu tronco. O médico disse que é necessário, para não fazer movimentos bruscos.

Puxei uma cadeira e sentei ao lado do pequeno, que ainda estava zonzo por causa da anestesia.

- Oi meu bem.

Shynomaru: Rin, você ainda está aqui.

- Claro! Eu não iria embora até ter notícias suas.

Shynomaru: Mas você vai embora agora? Não pode ficar um pouco comigo?

- É claro que posso, querido. Ficarei o tempo que você quiser.

Ele abriu um largo sorriso e retribui.                        

Sesshoumaru on

- Adivinha filho. Combinamos de irmos a um jantar, nós três, na semana que vem. E tenho outra notícia, que você vai gostar.

- Qual papai? - Falou com a voz fraquinha

- Irei tirar o resto da semana de folga, pra ficar cuidando de você.

- Oba papai! - Ele sorriu

Rin on

Uma enfermeira trouxe a comida do Shy. Ele ficou bem animado, até porque o coitado estava com fome.

Por estar com aquele gesso e não conseguir se mover muito bem, a enfermeira o colocou sentado na cama, com muito cuidado, e eu passei a dar comida ao Shy na boca.                        

Sesshoumaru on

Alguns minutos depois e o Naraku, doutor responsável pela cirurgia do meu filho, apareceu.

- Oi Senhor e senhora Taisho. - Ele nos cumprimentou e vi a Rin corar

- Como foi com o meu filho, Naraku?

- Foi um sucesso. - Sorriu - Bom, não sei se vamos precisar de uma outra cirurgia, ainda. O Shynomaru vai ficar em observação hoje, aqui no hospital, e amanhã bem cedo tiraremos o gesso. Quando ele for pra casa, terá que ficar o máximo de repouso possível, e nada de deixá-lo fazer esforço. Talvez nos primeiros dias doa em ter que urinar, porém é normal. Mais uma coisa. Mês que vem ele começa as sessões de fisioterapia intensiva, com a fisioterapeuta Kagura, e ele não deve faltar a nenhuma delas. Com o passar do tempo, iremos diagnosticar os resultados. Pode demorar um pouco, mas ele vai, sim, voltar a andar.

- Ouviu só, filho? - Acariciei seu rosto

- Uhum. - Disse enquanto comia

- Era só isso. Tenham uma boa tarde. Retorno amanhã de manhã, mas qualquer coisa que ele sentir podem apertar naquele botão, que virei até ele.

- Obrigado!

- De nada, senhor Taisho.

O médico saiu e eu meu coração pulou de alívio.

Finalmente meu filho sairá deste sofrimento, que eu mesmo o coloquei.

Rin on

Terminei de alimentar o Shynomaru, que reclamou da comida do hospital. Eu já esperava por isso, mas por enquanto é só isso que ele tem pra comer. Amanhã, em casa, ele não terá do que reclamar, pois a comida da Midoriko é muito boa.

Shy ficou um tempo assistindo TV, mas depois eu percebi que seus olhinhos começaram a fechar.

- Está com sono?

Shynomaru: Um pouco.

- Deve ser algum efeito da anestesia.

Assim como a enfermeira me ensinou, com muito cuidado, eu coloquei o Shy deitado.

Shynomaru: Rin, conta uma historinha pra mim?

- Claro!

Sorri para o pequeno e comecei a contar a primeira história que veio na minha cabeça. O patinho feio. Shynomaru dormiu antes do final, enquanto segurava minha mão, então eu parei o que fazia e dei um beijo em sua testa.                        

Sesshoumaru on

- Você é muito carinhosa com o meu filho, Rin. Acho que acertei em ter te contrato, pois você é a babá perfeita pra ele. Até parece ser a mãe dele, coisa que o pequeno queria e, se for pra deixá-lo feliz, eu também queria que fosse.                        

Rin on

Corada, olhei para o senhor Taisho.

- O senhor gostaria que eu fosse a mãe do Shy, apenas, porque ele quer isso? Senhor, não me leve a mal, mas acho que essa decisão deveria vir de você mesmo. Sei que quer agradar ao seu filho, mas o senhor deveria ficar com alguém porque gosta dessa pessoa.

Me levantei de onde estava e cruzei os braços.

Sesshoumaru on

- Se esse é o desejo do meu filho, eu farei de tudo para realizá-lo. Convivência faz com a outra pessoa observe no quão especial alguém é. Não quero ficar com alguém que faça o meu filho sofrer. Se esse alguém mostra ser uma pessoa cuidadosa e amorosa com o meu filho, pretendo aprender a amá-la, até que finalmente eu me veja ligado a ela para sempre. - Falei, enquanto me aproximava dela, até ficamos cara a cara

- Se filho deseja você como mãe, irei conquistá-la. Sei que você será uma ótima mãe para ele. - Levei minha mão até o seu rosto e o acariciei

- Posso não amá-la, ainda, porém um sentimento assim é plantando por simples gestos. Seu sorriso, seu olhar carinhoso, suas palavras amorosas e até mesmo seus movimentos graciosos me mostram o quanto você é maravilhosa. - Aproximei meus lábios dos seus

- Eu sei que gostar é fácil e amar é difícil, mas posso tentar novamente, ao seu lado, se me der uma chance. Prometo que, a cada dia da sua vida, você será ainda mais feliz e que não chegará a se arrepender, por ter me dado essa confia de me entregar seu coração.

Não permiti mais aquela distância e selei nossos lábios, agarrando com firmeza sua cintura, impedindo-a de escapar de mim.

Rin on

Por um momento eu fiquei sem reação. As palavras dele me pegaram desprevenida. Sentir seus lábios junto aos meus, foi demais pra mim. Eu senti como se estivesse derretendo em seus braços e tecnicamente estou. Estou completamente derretida e rendida a esse homem.

Retribui ao seu beijo, sem pensar duas vezes. Coloquei minha mão por dentro de seus cabelos e os puxei lentamente, o que fez com que ele gemesse baixo.

Sesshoumaru on

Uma eletricidade irradiou todo o meu corpo, com aquela aproximação.

Seu corpo colado ao meu, seus lábios contra os meus, seu cheiro adentrando meu nariz e sua pele macia, me deixaram tão desconexo.

Me entreguei a ela somente com aquele beijo.

Sua língua macia brincava com a minha, em movimentos mágicos e delirantes. Meu corpo, naquele momento, pedia para que se fundisse ao dela.

- Papai... - Ouvimos o chamado do meu filho

Suspirei e, por falta de ar, separei nossos lábios, quebrando a ligação dos nossos corpos.

Colei sua testa na minha e busquei a resposta em seus olhos.                        

Rin on

Eu nunca fui beijada dessa forma. Foi tão bom. Por um momento, eu me senti ligada ao Sesshoumaru. Eu adoraria tentar. Adoraria que esse homem me conquistasse, mas não sei se devo fazer isso. Seria certo deixar? Eu não sei.

Estou tão confusa.

Sesshoumaru on

- Papai, eu to com sede. - Murmurou o Shy

Me afastei totalmente da Rin e fitei o pequeno, que nos olhava com os olhos semicerrados.

- Vou pegar, filho. - Desviei o olhar pra Rin

- Não precisa me responder agora. Darei o tempo necessário para que você pense. - Sorri e em seguida sai


Notas Finais


Nova parceria com a @KarinaSesshy:
O filho do reverendo: https://spiritfanfics.com/historia/o-filho-do-reverendo-7132202

Outras parcerias recentes:
Meu ginecologista: https://spiritfanfics.com/historia/meu-ginecologista-7027919

Aparência não é tudo (Fic sobre bullying): https://spiritfanfics.com/historia/aparencia-nao-e-tudo-6914634

Meu lado obscuro (Rin-Vampira/Sesshoumaru-Humano): https://spiritfanfics.com/historia/meu-lado-obscuro-6843123

Além da escuridão (Rin-Enfermeira/Sesshoumaru em coma): https://spiritfanfics.com/historia/alem-da-escuridao-6765501


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