História Néon e o sabor das estações - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Suho
Tags Baekhyun, Broken!baeksoo, Chansoo, Chanyeol, Cocktail De Verão, Festa, Kai, Kyungsoo, Mention!kaiho, Mention!xiuhan, Suho, Universidade
Visualizações 307
Palavras 1.245
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


agradeçam à Mónica aka @lullaby por eu postar cap hoje, porque eu quase esqueci sahdjsa
ah e a ideia da caneta do snoopy é dela qqq

boa leitura <3

Capítulo 3 - Depois da tempestade vem um McChicken


Fanfic / Fanfiction Néon e o sabor das estações - Capítulo 3 - Depois da tempestade vem um McChicken

 

Kyungsoo apertou a mão que Chanyeol lhe estendia e forçou-se a sorrir um pouco.

― Sou o Kyungsoo. ― respondeu.

― Eu sei. ― Chanyeol abriu um sorriso enorme, que mostrava mais dentes do que Kyungsoo alguma vez imaginou que um sorriso pudesse mostrar. Depois percebeu o que ele tinha acabado de responder e ficou confuso.

― Sabes?

― Sei. ― Chanyeol sacudiu os ombros ― Somos colegas de curso. Temos história da música juntos.

― Ai temos?

― O ano inteiro. ― como se fosse possível, sorriu ainda mais ― Uma vez emprestaste-te uma caneta.

― Então és tu que tens a minha caneta do Snoopy?

― Culpado. Ah, e hoje dei-te o meu lugar na aula, por isso consideremo-nos nivelados.

Uma luz acendeu-se na cabeça de Kyungsoo assim que Chanyeol falou na aula. Então era daí que aquele moço lhe era familiar! Agora sentia-se um pouco melhor em relação à companhia dele. Não era um estranho qualquer ― era um colega de turma.

― Bem ― retomou Chanyeol ― vamos lá procurar o teu amigo?

Kyungsoo acenou, grato, e levantaram-se os dois em simultâneo. Mas nada preparou Kyungsoo para a escandalosa diferença de alturas.

Chanyeol era gigantesco.

Chanyeol era tão alto que Kyungsoo tinha de dobrar o pescoço para olhar cima.

Chanyeol era tão colossal que Kyungsoo ficou subitamente a sentir-se muito, muito pequenino. Como um chibi ao pé de um boneco de tamanho normal. David ao pé de Golias. Sinbad ao pé do Kraken.

Seria extremamente intimidante, não fosse o sorriso meio tolinho que Chanyeol exibia. Como um bolinho de arroz em tamanho maxi.

― Anda lá. Ele não pode ter ido longe. ― insistiu Chanyeol, indiferente ao espanto do colega, e, puxando-o pelo cotovelo, arrastou-o atrás de si no meio da multidão.

A casa era enorme e levaria uma eternidade a procurar Junmyeon e isso, associado à dor de cabeça que a ressaca começava a trazer a Kyungsoo, fazia-o sentir-se muito pouco alegre com toda a situação. Mas seguiu Chanyeol à mesma, com a esperança de que, pelo menos, o tamanho dele pudesse ser útil de alguma forma ― como ver onde ele não conseguia chegar. Isto tudo, enquanto o grandalhão se abanava ao som da música. Que tipo de pessoa era aquela?

Felizmente ― tanto para a dor de cabeça, quanto para o humor de Kyungsoo ― conseguiram finalmente encontrar Junmyeon ao fim de um quarto de hora. Invadiram uma casa de banho ocupada para isso, mas, segundo Chanyeol, valia a pena. Contudo, Junmyeon não estava sozinho.

A um canto, com a cabeça deitada na sanita, uma garota jazia adormecida, com um fio de baba a cair-lhe da boca entreaberta, e, mais à frente, sentado na bancada do lavatório, um Junmyeon sem camisa agarrava-se a um moço muito despenteado, enquanto as bocas de um e de outro eram indistinguíveis. Felizmente, Chanyeol tinha fechado a porta depois de entrar.

Kyungsoo não reconheceu o rapaz, mas a gargalhada que Chanyeol deu indicou que ele provavelmente sim. O casal afastou-se com essa demonstração de amor escandalosa, e ambos arregalaram intensamente os olhos ao vê-los ali.

― Soo! ― exclamou Junmyeon, procurando a sua camisa no meio dos produtos de higiene do balcão.

― Chan! ― o seu par (um moreno bonito que Kyungsoo reconheceu segundos depois como sendo a famosa crush do amigo) virou-se para Chanyeol.

― Bem, agora sabemos que os nossos amigos fugiram juntos. ― comentou este, divertido demais com a situação. Kyungsoo, por sua vez, olhava de um para o outro, demasiado atónito para falar.

― Chan, não me mates. ― implorou o amigo de Chanyeol, com um ar bastante desesperado ― Ainda preciso de chegar a casa vivo.

― Relaxa. ― Chanyeol sacudiu a mão no ar, relaxado ― Terminem aí o que têm de fazer, sim? Felicidades ao casal, quero ser o padrinho.― piscou o olho.

E dando uma última gargalhada, retirou-se da casa de banho. Kyungsoo, ainda confuso e incerto, foi atrás dele. A garota do canto continuava a dormir.

― Queres sair daqui? ― perguntou Chanyeol, surpreendendo Kyungsoo. ― Não aguento mais este cheiro a vómito. E a música é horrível, meu deus.

― Não posso. Preciso da boleia do Jun. ― surpreendeu-se com a rapidez com que conseguiu uma desculpa, apesar de ser verdade.

― Eu posso levar-te. Vives no campus, certo? Não custa nadinha. ― ofereceu-se Chanyeol.

Kyungsoo instintivamente quis recusar imediatamente novamente. Mas pensou duas vezes e, erguendo o indicador num pedido silencioso para que esperasse, voltou à casa de banho onde Junmyeon estava.

Hey hyung? ― chamou, encontrando-o a abotoar a camisa, já de pé no chão. O outro moço, de quem Kyungsoo não tinha conseguido apanhar o nome, estava a abanar a garota do chão e a verificar se estava viva. ― Eu vou com o Chanyeol, por isso não te preocupes. Diverte-te, sim?

Junmyeon ia protestar, mas Kyungsoo fechou rapidamente a porta e correu para junto de Chanyeol.

― Então e para onde é que vamos? ― perguntou, sentindo-se estranhamente enérgico. Devia estar assustado por ir a algum lado sozinho, a meio da noite, com alguém cujo nome só sabia há meia hora, mas não estava.

― Não sei. ― Chanyeol parou a meio do átrio, pensativo. ― Que tal comer alguma coisa?

A ideia entusiasmou Kyungsoo, mas lembrou-se rapidamente que não trouxera dinheiro.

― Não trouxe a carteira comigo. ― lamentou-se.

― Não faz mal, eu pago. ― Chanyeol não parecia minimamente relutante ao fazer a oferta.

― Não posso aceitar isso. ― Kyungsoo retrucou, legitimamente desconfortável com a ideia de ficar endividado com o colega.

― Se vieres eu devolvo-te a caneta. ― ultimou Chanyeol, movendo as sobrancelhas sugestivamente. Kyungsoo deu por si a dar uma gargalhada.

― McDonnald’s? ― sugeriu Kyungsoo.

― Excelente escolha, Robin! ― Chanyeol tornou a mostrar aquele sorriso enorme ― Será que o Drive Thru ainda está aberto?

― Fechou à meia noite. Mas a esplanada está aberta até às duas.

― Então para o batmóvel!

E foi assim que Kyungsoo deu por si no lugar do pendura do carro de Chanyeol ― que, apesar de ser em segunda mão, não tinha ar de que poderia desmontar-se no meio da estrada, como o de Minseok ― a caminho do McDonnald’s mais próximo daquela zona, e a discutir o seu direito legítimo de ser ele o Batman. Só quando passaram por uma zona sem candeeiros de rua é que se sentiu ligeiramente assustado, mas o regresso rápido à zona habitacional relaxou-o. Além disso, Chanyeol estava a ouvir música indie, e Kyungsoo nunca tinha ouvido falar de nenhum serial killer que ouvisse indie.

― De modo nenhum. ― contestava Chanyeol, olhando pelo espelho retrovisor enquanto falava, e depois voltando a olhar em frente ― Já viste os meus músculos? Eu nasci para ser o Batman.

Kyungsoo riu. Chanyeol não era musculado, mas também não demasiado magro nem gordinho; tinha, no entanto, uma postura suficientemente sexy e atraente para poder ser um Batman. Mas jamais iria admitir isso.

― Mas porque é que eu tenho de ser o Robin? ― retrucou ― Podia ao menos ser o Super Homem ou…

― O Homem Formiga? ― interrompeu Chanyeol, com uma gargalhada.

Normalmente Kyungsoo ficaria ofendido com piadas sobre a sua altura, mas naquela noite riu. E riu com gosto. Porque Chanyeol conseguia ser engraçado onde outros falhavam com as mesmas piadas.

― Tudo bem, eu posso ser o Robin. ― acabou por aceitar.

✶✶ �� ✶✶


Notas Finais


Ok, agora que leram este cap, eu imploro-vos que vão ler a one linda e cheirosa e maravilhosa da @lullaby, também chansoo, que merece todo o amor que tiverem nos vossos kokoros, porque é mesmo perfeita
https://spiritfanfics.com/historia/os-malmequeres-9956160

beijos no kokoro


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