História Nephilim - Capítulo 3


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Categorias A Batalha do Apocalipse, Supernatural
Personagens Castiel, Personagens Originais
Tags Anjos, Batalha, Caçadores, Demonios, Drama, Nephilim
Visualizações 10
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ell's Zusak tendo destaque.

Capítulo 3 - 2


Fanfic / Fanfiction Nephilim - Capítulo 3 - 2

Eurídice

 A frase da mulher me deixou atônita,  fitei o rosto de Jace que estava da mesma forma. Levantei a mão,  então escutei uma busina alarmante perto, foi quando olhei para o lado e de supetão, um caminhão atingiu o nosso carro. Aquela era uma picape velha, pintada por Jace quando tinha 15 anos. Lembro de ter colado um adesivo no para-choque  do veículo dizendo: "J&E", especificamente nossas siglas do nome. Ele não protestou. Dean o ensinou bem a consertar um carro, e enquanto Sam me ensinou um pouco de artes marciais, éramos parceiros antes dos Winchester se aposentarem. Então depois ganhamos um pouco de fama,  os irmãos Zusak,  aqueles que se arriscam um   pelo outro. Mas ninguém além dos Winchester sabiam o que éramos -Nephilim's -Eu tinha o poder de me curar,  mas Jace... Jace... Ainda não tinha manifestado nada...

 -JACE!!!! - gritei enquanto o carro capotava pela quinta vez. 

A picape ficou em pedaços, e uma multidão rapidamente se formou,  o sangue de Jace manchou minha blusa, agarrei seu corpo inerte e chutei a porta quebrada e amassada da picape. Arrastei-o para fora e choraminguei agarrando seu corpo. O sangue aflorou de suas costelas e então a ambulância chegou. Eu sabia que Jace era um anjo,  mas ele tinha sua parte mundana o que dificultava sua recuperação. Os médicos o levaram entubado para dentro da ambulância, com cuidado entubaram-o de novo com um litro de oxigênio. Jace estava com uma ferida nas costelas, um pedaço de vidro estava fincado.  E vários arranhões sobre suas têmporas. 

Chegamos ao hospital rapidamente, todos atordoados não me deixaram entrar na sala de cirurgia. Lágrimas começaram a escorrer de meus olhos, droga!  Droga!  Por que justo agora?  Uma enfermeira de cabelos loiros e olhos castanhos me guiou a outra sala. Ela me fitou,  preocupada.

 -Você poderia deitar? 

Eu faço que sim com a cabeça e deito. Ela ajeita a seringa e a coloca num pote de vidro sugando o líquido incolor.

 -O.k,  preciso ver onde se machucou. Poderia me mostrar? 

 Mostro apenas alguns arranhões nas costas, meu estado mental me impediram de regenerar nesse local. Ela me olha atônita. 

-Foi um acidente terrível, como você não ficou gravemente ferida?

 -Ahh...Sorte?

 -E uma das grandes.  -diz a enfermeira. Ela aplica a substância no meu braço.

 -Esse analgésico vai aliviar um pouco da dor nas suas costas. Alguém a chama na porta.

 -Lise! Precisamos de você no leito 6. 

-Já estou indo. -diz ela gentilmente. Ela se vira para mim. -Me espere aqui,  eu já volto.

 Faço que sim com a cabeça. A vejo sair do recinto,  rapidamente levanto e sigo em direção da sala de cirurgia. Vejo enfermeiros agitados e pessoas chegando feridas, de repente as luzes ofuscam, sinto uma dor aguda na cabeça. Mas que droga! Sinto uma mão tocando meu ombro, ajeito a visão e um homem está sorrindo para mim. 

Ele me arrasta até uma sala vazia e me joga com força sobrenatural em direção de uma das macas. Meu corpo colide partindo o objeto ao meio. A dor nas costas aumenta e o sinto se aproximar. 

 -Quem é você?  - indago com dificuldade. Ele me agarra pelo pescoço. 

-Sou seu pior pesadelo.  - os olhos dele ficam enegrecidos. 

 Ele me estrangula com as duas mãos, meu poder de regeneração não é infinito, por isso eu estava perdendo a consciência. Tentei tirar suas mãos do meu pescoço, mas eu estava débil. Minha visão escurecia,  era o fim... A porta se abriu e ele me largou rapidamente.

 -Caçador!  - Berrou o demônio. 

Consegui ouvir sons de coisas quebrando,  depois disso não tive consciência de mais nada. Senti uma dor aguda no pescoço, abri os olhos lentamente tentando me acostumar com a iluminação do recinto. Eu reconhecia aquele teto com um pôster de Star Walls, virei a cabeça e vi os vários posters dos heróis da Marvel e DC, então a porta se abriu.

 -Obrigada, Warren. - digo levantando-me. -Você me salvou,  sério, obrigada. 

 Ele trazia algo para comer. 

-Sou um tipo de super-herói pessoal. -disse ele sentando-se ao meu lado. -Fiz um sanduíche de carne e suco de kiwi. -ele gargalhou.

 -Sabe que eu odeio kiwi com todas as minhas forças né? -dei um soco em seu braço. Warren logo protestou. 

 -Não sinto dor, esqueceu que sou o super-man? -ele rir -Não é suco de kiwi, é de graviola. Beba, fiz com a dedicação de um mucamo. 

Eu dou uma mordida no sanduíche e beberico o suco. Warren podia ser um geek, mas sabia cozinhar perfeitamente,  o que eu admirava. Ele me olhou sério desta vez,  e eu sabia exatamente o que iria me perguntar.

 -Eu também não sei.  - digo pra ele. -Não sei como fui atacada daquela maneira. Eu tenho que voltar para o hospital, eles podem matar o Jace.  -digo deixando o lanche de lado. -Eu agradeço Warren, mas... 

 -De maneira nenhuma eu deixaria uma donzela em perigo. -diz ele pegando as chaves do carro sobre a escrivaninha. 

-Warren... Não... 

 Ele pegou na minha mão. 

 -Sem argumentos, eu vou. 

Saímos da casa do Warren. A noite havia chegado, sem lua e sem estrelas, e o clima estava frio. Warren me emprestou o moletom do Batman, um dos seus favoritos. 

Conheci Warren Price por causa do trabalho, o pai dele foi assassinado por um demônio, então ele se dedicou a caçá-lo, a mãe dele viajou para Londres com medo. Mas Warren permaneceu. Ele é estupidamente heroico. Apesar da caça,  ele arranja tempo para os trabalhos da faculdade, assim como Jace e eu, somos uma espécie de amigos. Apesar do Warren ser desastrado com armas. Chegamos ao hospital. Passei na recepção e em seguida fui em direção do quarto de Jace, a cirurgia havia acabado, mas não eram permitido visitas ainda. Sentamos no banco de espera, e Warren pegou na minha mão.

 -Vai ficar tudo bem, Jace sempre foi um jedai durão.

 Fitei Warren. 

 -Você é tão confiante, ainda bem que está aqui.

 -Amigos é para essas coisas. -diz ele desviando o olhar. 

Lise passa rapidamente por nós, eu a chamo. 

 -Lise! O que aconteceu?  -indago com preocupação. Ela me encara triste. 

 -Seu irmão teve uma parada cardíaca. Aquelas palavras me fizeram desabar. 


Notas Finais


^^...


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