História Nessas Horas - One Shot Lutteo - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Visualizações 88
Palavras 2.140
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi.
SURPRESAAAA
Quem me esperava por aqui?
Bom, estou fazendo esse epílogo a um tempo e ACHO que consegui o que eu queria.

SEM ENROLAÇÃO

BOA LEITURA

Capítulo 2 - Epílogo



7 anos depois...
Luna Valente Balsano 
- Foi assim que a senhora se tornou uma Balsano mamãe? - pergunta Valentina, filha minha e de Matteo. Eu estava contando mais uma vez a história de como eu e Matteo nos reencontramos e como foi nosso casamento.
- Sim filha, foi assim que eu me tornei uma Balsano. - sorrio enquanto acaricio a pequena bochecha de minha filha - Foi assim que eu e seu pai nos casamos.
- Uau. É tudo tão lindo - Valentina levantou de meu colo e começou a dar pulinhos enquanto batia palma - Conta de novo. 
- De novo filha. Sua mãe deve estar cansada de contar a mesma história - e ele. Matteo Balsano, meu marido. Ou luz que ilumina os meus dias. Ele é um marido e pai atencioso, nunca deixa nada faltar para Valentina e nem para mim. É incrível como eu me apaixono a cada dia mais. Matteo tinha acabado de chegar em casa e estava incrivelmente gostoso com aquele uniforme social. Ele se aproxima de nós duas e pega Valentina no colo e se senta ao meu lado no sofá - Oi amor. Oi filha.
- Oi amor - me aproximo e deixo um beijo delicado em seus lábios enquanto escuto Valentina suspirar - Ela está elétrica hoje, o único jeito que arrumei para sossega-lá foi contando a nossa história.
- Uma história que eu não canso de repetir - sorri em minha direção e eu retribuo - Você estava linda com aquele vestido e com aquela barriguinha de grávida. 
- Barriguinha? Eu estava de nove meses Balsano - dou um leve tapa em seu ombro - E estava doendo - faço biquinho em sinal de manha.
- Oh meu anjo, desculpa - fala rindo pelo meu drama enquanto me abraça de lado, apoio minha cabeça em seu ombro - Mas estava linda amor.
- Conta de novo - Valentina pediu mais uma vez e eu e Matteo tornamos a contar a mesma história para a pequena.
                         Flashback On 
Hoje era o grande dia. O dia do meu casamento.
Desde aquele dia em que Matteo voltou para casa, não passamos nem um dia longe um do outro.
Tivemos brigas como todo casal, mas dessa vez resolvemos tudo com maturidade. 
Outra novidade é que a algumas semanas descobri que estou grávida de uma menina. Minha pequena Valentina.
Ela é muito elétrica, mas hoje em especial está quietinha. 
Estou de nove meses, falta bem pouquinho para que eu veja o rostinho da minha pequena. 
Não queria casar com um barrigão, mas Matteo disse que o sonho dele era me ver de noiva com a barriga enorme. Eu não resisto a um pedido dele.
Nina está aqui hoje me ajudando a não ficar nervosa e Âmbar e Jazmin estão cuidando da produção. 
Delfina pediu para gravar toda a cerimônia para poder postar em seu canal e nós concordamos. 
A pequena irmã de Matteo, Júlia, que tem apenas seis anos, vai ser a daminha de honra. Primeiramente ela vai entrar distribuindo pétalas de rosas vermelhas e depois ela entra levando as alianças. 
Jazmin está - finalmente - quase acabando com a produção da minha maquiagem. Âmbar já terminou o penteado. 
Quando finalmente posso ver o resultado fico de boca aberta e com os olhos levementes marejados. 
Eu estou incrivelmente linda.
Meu vestido é branco com babados em renda, escolhi algo que não apertasse tanto a minha barriga. Queria Valentina confortável. 
Minha maquiagem não é nada exagerado, apenas um esfumado com uma sombra branca, glitter, delineado e para finalizar, meus queridos cílios postiços. Uso um batom vermelho matte. Meus saltos são nudes e não são tão altos. 
Em meus cabelos Âmbar fez uma bonita trança a qual foi jogada em meus ombros, e acrescentou uma tiara brilhante.
Meu buquê é de flores com cores exóticas. 
Tudo está perfeito. 
Passo a mão sobre a barriga, acariciando-a. É inacreditável, quando Matteo partiu eu tinha total certeza de que não o veria pelos próximos três anos e agora estamos aqui, em meu casamento, prestes a ter uma filha.
Meu pai entra calmo no salão em que estou e anuncia que já era hora de eu entrar na igreja. Respiro fundo algumas vezes e enlaço meu braço com o de meu pai.
Começamos a caminhar em direção a enorme porta branca que dava ao salão principal da igreja.
Antes de entrarmos paro e respiro fundo mais algumas vezes, sinto Valentina se mexer um pouco dentro de mim mas logo depois se acalma. 
As portas são abertas e posso avisar meu noivo no altar me olhando, retribuo o olhar e sorrio. Quando dou o primeiro passo no grande tapete vermelho sinto uma leve contração, ignoro e continuo andando. 
No caminho inteiro senti contrações mas as ignorava e sorria para os convidados, até que uma forte contração chega e aperto fortemente o braço de meu pai. 
- Está tudo bem? - pergunta baixo 
- A Valentina, contrações. - termino de dizer e logo outra contração me pega desprevenida.
- Quer ir para o hospital? - olho nos seus olhos e vejo que ele está preocupado
- Não Papai, vamos terminar esse casamento. 
Continuo andando e chego até Matteo, meu pai me “entrega” a ele e sussurra algo que eu não consegui ouvir.
Por um momento esqueço das contrações mas elas logo voltam para lembrar-me. Faço uma careta e sinto minhas unhas quase perfurando a palma de minha mão direita. Respiro fundo e o padre inicia o longo falatório. 
Tento não passar nada para Matteo mas vejo que ele já me encara preocupado.
- Amor, tudo bem? - pergunta baixo e vejo o padre levantando o olhar discretamente. 
- Estou sentindo contrações fortes. 
- Mas ela não pode nascer hoje. Bem no nosso casamento. 
- Mas ela vai te desobedecer - coloco minha mão esquerda na barriga e a acaricio - Padre, tem como o senhor agilizar? Minha bebê quer nascer e não está muito confortável. 
O padre me encara por um momento mas logo assente e pula para a parte conhecida por todos. Dissemos os votos e Júlia entrou trazendo as alianças, Matteo colocou em meu dedo e deu um beijo em minha mão, eu repeti o processo. 
Antes que todos viessem nos parabenizar Matteo me pegou no colo e saiu correndo em direção ao carro, varias pessoas foram até a porta da igreja e nos olhavam confusos. Vi que meu pai explicava a situação a todos.
Pegamos caminho ao hospital-maternidade e Matteo ligou para Nina pedindo para que ela fosse até nossa casa para pegar a minha mala e a mala de Valentina.  
Chegamos em frente ao hospital e Matteo desceu comigo no colo. Varias pessoas olhavam para nós nos estranhando, afinal, havia uma mulher vestida de noiva dando à luz. 
Uma enfermeira veio correndo com uma cadeira de rodas e Matteo me colocou lá, pude ver que uma outra enfermeira o entregou uma prancheta e ele se sentou e começou a preenchê-la.
Entrei em uma sala e a médica principal me ajudou a retirar o vestido, e me vestiu com aquelas camisolas de hospital. Fizemos o ultrassom e tudo estava certo, estava com os centímetros certos de dilatação, Valentina nasceria agora. 
Me encaminharam até a sala que aconteceria o parto e minutos depois vi Matteo sem o terno e com as proteções dadas pelo hospital.
Passei a mão uma última vez pela minha barriga e a pousei ao lado de minha cabeça. Matteo a pegou e deixou um delicado beijinho, acariciou meu cabelos e quando se aproximou para beijar minha bochecha percebi que ele chorava. Olhei em sua direção divertida mas antes que pudesse fazer qualquer comentário senti uma dor aguda que fez com que meu rosto se contorcesse em uma careta, Matteo sorriu. 
Algumas empurradas e muitos comentários como “ eu não vou conseguir” “ Matteo nunca mais teremos filhos” “ ai meu Deus me salva” da minha parte e Matt sempre rindo e dizendo palavras de incentivo, Valentina nasceu. Eu ouvi o choro da minha menina pela primeira vez, eu vi Matteo emocionado com ela no colo. Eu a peguei no colo. Não me importei com a sujeira, apenas beijei o pouco cabelo que tinha em sua cabeça. Loirinho como o meu quando nasci. 
Entreguei-a para a enfermeira depois de vários protestos de Matteo. Eles ainda tinham que pesar a pequena, fazer o exame do pezinho – o que já fazia meu coração doer – e ainda tinham que cuidar de mim. 
Valentina nasceu com 3,630 quilos e 49 centímetros. Uma bebê saudável e consideravelmente grande. 
Estava curtindo minha família, bom, estavamos olhando a Valentina dormir, quando a mesma enfermeira entrou anunciando que seria agora a hora que furariam o pezinho da minha bebê. 
— Moça, posso segurar? – Matteo vendo meu sofrimento antecipado se ofereceu – Acho que Luna vai chorar mais que a Valentina.
A enfermeira riu e pegou a pequena do meu colo.
— Pode sim Senhor Balsano – ela tirou a coberta do pé da Valentina e ajeitou-a no colo do meu marido – Segure-a firme mas não com força. 
Eu olhei a cena. Não deveria, mas olhei. 
A enfermeira pegou o pé da Valentina, pegou uma agulha de seringa e furou.
Valentina chorou instantaneamente e logo vi a pequena bolinha de sangue que se formou. A enfermeira pegou o papel é colocou no pé dela. Foi um procedimento bobo mas meus olhos se encheram de lágrimas. 
Matteo olhou para mim e riu brevemente enquanto chacoalhava Valentina na intenção de nina-lá. O que funcionou porque ela logo dormiu. 
— Eu disse que você choraria – Matteo disse baixo – Você chora por tudo.
— Senhora Balsano, ela nem sentiu dor. Foi só o susto – a enfermeira disse – A propósito me chame de Karol.
— Então Karol – comecei – Pode ser que não tenha doído, mas meu coração de mãe falou mais alto.
— Não liga pra ela Karol – Matteo interrompeu – Pode nos deixar a sós? 
Karol apenas assentiu e se retirou rapidamente. Foi ai que me toquei que tinha acabado de sair do meu casamento. Eu estou casada. 
— Matteo – digo e ele me olha assustado. Rio fraco – Estamos casados, meu amor. 
— Sim, eu sei – ele vem em minha direção e me entrega Valentina – E com uma linda filha. 
— Eu te amo – digo – Amo vocês. 
— Nós também te amamos. – ele sorri e ah, como eu amo seu sorriso. 
                                Flashback Off 
— Vamos lá fora? – Valentina ainda elétrica nos puxa pela mão. Óbvio que ela não tinha força o suficiente, mas por ela eu e Matteo faziamos de tudo. 
— Vamos no balanço – Matteo demandou e Valen saiu correndo – Não corre, filha.
— Deixa ela – ri – Vai lá brincar criança.
— Você não vem? – nego – Okay, então a criança aqui vai brincar. 
Ele sai correndo atrás de Valentina e quando a alcança a pegar no colo e faz cócegas em sua pequena barriga, o que faz ela e eu sorrir.
Me sento em um banco próximo que havia no jardim e fico os observando de longe, sempre sorrindo. 
Ficamos lá fora por algumas horas e eu fui praticamente obrigada pelos dois a bricar. Eu não resisto a Matteo Balsano e Valentina Balsano juntos.
A hora do jantar havia chegado e com ela chegou também a hora de contar a grande notícia aos dois. 
Eu estava um pouco inquieta e Matteo me perguntava diverssas vezes se eu estava bem. Na realidade, eu estou, mas estou nervosa também.
Pigarreio duas vezes e intercalo meus olhares entre os dois. De Valentina pra Matteo.
— Eu preciso contar algo a vocês – limpo minha boca com o guardanapo e coloco em cima da mesa – Não surtem.
—Já estou surtando – Matteo comenta – Fala logo. 
— O que vocês dois queriam muito? – pergunto e logo vejo o rosto deles se tornarem pensativos. Incrível como são parecidos – Ah vamos, não é tão difícil.
— Ai Meu Deus – Valentina é a primeira a dizer e Matteo logo a entende – Um irmão.
— Um filho – Matteo sussurra e eu assinto sendo observada pelos dois – Vamos ter mais um bebê? 
— Vamos – digo emocionada.
— Que demais! – Valen levanta e pula em meu colo. Eu e Matteo nos levantamos e nos abraçamos
— Um bebê – Matt repete – Te amo.
— Eu mais – beijo a bochecha de Valen e os lábios de meu marido – Amo vocês três. 
— Tem quanto tempo? – Matt pergunta 
— Quase quatro meses – digo enquanto coloco Valentina no chão e a vejo correr pela sala.
— Sabe o sexo? – assinto – Me fala. Para de fazer suspense
— É... – pausa dramática – Menino.
— Ai meu Deus – Matteo me pega no colo e solto um gritinho – Um garotão.
— Sim meu amor – o beijo novamente – Vamos lá pra sala.
Nossa noite foi encerrada com variás bricadeiras.
Em um dado momento, os dois estavam conversando com minha barriga fazendo com que eu me emocionasse.
Eu havia conquistado meu bem mais precioso, as pessoas que eu mais amo depois dos meus pais.
Minha família.
E eu não os perderia por nada.


 


Notas Finais


Foi isso ae.
O peso e o tamanho da Valentina bebê são meus. Eu nasci com 3,630 quilos e 49 centímetros. Minha mãe que disse.
Espero que tenham gostado desse epílogo.
Nos vemos em BTS e GITB
Beijos e desculpa por qualquer erro ortográfico.

Comentem e me façam feliz anjos :)


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