História Neurótica - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Dramione
Visualizações 86
Palavras 2.914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Quando Harry Potter voltou para casa na esperança de almoçar devidamente ao lado de sua família, Draco o chamou a um canto, liberando Granger de suas perguntas. Enquanto via a morena subir as escadas a passos rápidos e tentava ignorar o ruído irritante que todas as crianças do outro faziam, finalmente disse o que queria:

– Granger tem depressão e problemas com álcool, não pode deixá-la voltar para casa. – Disse sem rodeios, afinal detestava que o fizessem com ele. Potter o levou até a cozinha, onde sua mulher colocava a mesa em silêncio, como se a explosão de raiva há algumas horas não tivesse realmente acontecido.

– Caso não tenha percebido, Hermione já é bem crescida. – Oh, Draco havia percebido. - Não poderei impedi-la caso venha pedir minha opinião, o que ela não irá fazer.

– Droga, Potter! – Coçou a testa, irritado, deixar Granger sozinha estava completamente fora de questão. Ela estava descontrolada e ao menor sinal de nervosismo se deixaria levar pela bebida novamente. – Preciso mantê-la sóbria, preciso passar a imagem de alguém confiável...

– Ela é confiável.

– Não no momento. – Respondeu sem dar muita atenção ao corte de Potter. – E você não está ajudando em nada quanto a isso.

– Ela dará um jeito de ir embora o mais rápido possível, acredite. – Disse o moreno, encarando distraidamente a movimentação de Ginny.

– Por quê? – Estranhou Draco, analisou o perfil de Potter cuidadosamente. Era óbvio que toda a família ainda estava abalada pela morte de Weasley, mas ele parecia ainda mais abalado ao falar sobre a situação de Granger. – Vocês brigaram?

– Não. – Potter virou-se para ele, parecendo nervoso. – Eu te contratei para cuidar dela, em qualquer situação, até esse processo terminar. Faça o que for preciso para isso, Malfoy, não deve ser tão difícil assim.

– Acontece, Potter, que eu não posso ser o guarda-costas da sua amiguinha por tempo integral. – Harry revirou os olhos e ia começar a falar novamente quando Malfoy levantou uma das mãos impedindo-o. – Esqueça, não será necessário se dar ao trabalho de fazer mais nada pela Granger, eu vou dar um jeito.

Assim, andou a passos rápido até a porta, batendo-a sem educação assim que passou. Respirou fundo, tentando se acalmar. Potter era mesmo um imbecil. Quando se deixou ser um imbecil ainda maior achando que poderia contar com ele para manter Granger na linha? Revirou os olhos, certo de que os amigos estavam claramente se evitando e havia um motivo mais importante que a morte do Weasley pra isso. Em sua perspectiva, tudo estava tenso demais naquela casa.

Então, mentalizou seu destino e no instante seguinte encontrava-se num jardim bem cuidado, rodeado de flores e arbustos. Andou calmamente até a varanda dos fundos da casa, satisfeito de que, finalmente, estivesse num local tranquilo. A casa de Potter deixaria qualquer um louco. Por que tantas crianças?

Sem se preocupar em bater, adentrou o local dando de cara com um adolescente de cabelos negros debruçado sobre a geladeira trouxa parecendo muito entretido em sua tarefa. Colocou a pasta executiva sobre a mesa e cruzou os braços.

– Eu espero que minha tia não veja o que está fazendo. – Comentou calma e maldosamente, no que o garoto levantou-se muito rápido batendo a cabeça desajeitadamente contra a porta do freezer. Depois de tantos anos indo até ali toda semana, já estava mais familiarizado do que gostaria com aparelhos trouxas.

– Draco! – Seus cabelos instintivamente mudaram de cor para um vermelho chamativo e escandaloso, embora o rosto não deixasse transparecer nenhum constrangimento. – Não sabia que viria hoje!

– Teddy? Com quem está conversando? – A voz de Andrômeda Tonks soou e Draco sorriu malicioso, quando o garoto fechou a geladeira no mesmo instante em que sua avó aparecia na cozinha. – Draco, que surpresa! Não o esperávamos hoje.

– Houve um contratempo. – Disse quando abraçou a senhora vendo Teddy revirar os olhos atrás dela. – Como está, tia?

Quando soube que sua tia havia perdido toda a família, exceto o neto, durante a Guerra a procurou para retomar as relações – até mesmo antes de Narcissa, que ainda esperou Lucius falecer, dois anos depois, para pedir desculpas a irmã. Andrômeda era uma boa companhia, podiam conversar sobre tudo e sentia que tinha intimidade com ela para falar de certos assuntos que não mencionava nem mesmo para sua própria mãe. De qualquer maneira, elas eram as únicas mulheres de sua vida.

– Muito bem, querido. – Virou-se para o neto, fechando a cara. O garoto não havia conhecido Bellatrix Lestrange, mas se tivesse conhecido, Draco poderia apostar, teria muito medo daquela expressão. Como todos sabiam, Andrômeda e sua irmã eram muito parecidas. – Teddy, diga que não comeu a torta que fiz para Draco.

– Eu não comi a torta que fez para Draco. – Ele disse risonho e próprio Draco precisou segurar o riso.

Quando sua tia deu um passo em direção ao garoto o mesmo saiu correndo pelo corredor, antes que ela pudesse continuar um sermão. Ela criara Teddy desde que era apenas um bebê e podia jurar que a existência dele foi o motivo para que ela ficasse de pé após a Guerra. Aquele era seu neto, filho de sua única filha, que havia lutado por um ideal muito maior que todos eles para que este vivesse num mundo melhor. Tinha certeza de que sua tia se agarrara a isso para continuar forte e criar Teddy como Tonks o faria se estivesse viva.

– Lave esse rosto e volte aqui! – Suspirando, Andrômeda voltou-se para ele, indicando que se acomodasse ao redor da mesa de vidro da cozinha enquanto voltava-se para a geladeira e pegava a torta de morango, constatando irritada que Teddy já havia comido metade da mesma quando chegara. – Se este garoto tivesse o sangue de Tiago Potter, não se pareceria tanto com ele.

– Sabe que não ligo para isso.

Deu de ombros enquanto observava a mulher servi-lo. Sempre que ia até a casa de Andrômeda, não podia deixar de compará-la com Narcissa. Elas eram muito diferentes em todos os aspectos. Sua mãe era cheia de etiquetas, nunca perdia a pose, ao passo que sua tia fazia todas as tarefas de uma dona de casa e não considerava essa tarefa inferior, embora ainda mantivesse a elegância dos Black.

– Soube que está defendendo Hermione, não é possível que... Cogitem a hipótese de ela ter matado Ronald. Hermione é...

– Eu sei. – Disse, percebendo o quanto o assunto a indignava. Andrômeda suspirou, desviando o olhar para a janela. – Potter me contratou para defendê-la e nós temos um problema.

– O que aconteceu?

– Granger não pode ficar sozinha e não quer ficar na casa dele. – Sua tia franziu o cenho e o encarou confusa. Potter e Granger eram como irmãos e a recusa da mulher em se hospedar por alguns dias na casa dele era questionável. – Não me pergunte, não sei o que aconteceu, mas ela precisa de um lugar para ficar e não posso levá-la para a minha casa.

– Por quê? – Perguntou Teddy adentrando a cozinha e sentando-se à mesa, servindo-se de suco e torta sob o olhar ameaçador da avó. – A tia Hermione é bem gostosa, se quer saber, não sei como ficou com tio Ron por tanto tempo.

– Teddy! – Disse Andrômeda escandalizada, no que ele apenas deu de ombros, como se não tivesse comentado nada demais.

– Só estou constatando um fato, vovó. – O loiro apenas riu brevemente e voltou-se para a sua torta. Crianças não eram seu forte, mas o garoto o havia conquistado quando passara a ser uma visita frequente na casa de sua tia. Seus cabelos mudavam de cor, como os de sua mãe; e ele estava sempre buscando chamar sua atenção, então a tarefa de ignorar o bebê Teddy se tornou impossível depois de algum tempo. Agora Teddy não era mais um bebê e fazia constatações constrangedoras de certos fatos. – Draco concorda comigo.

Sob o olhar questionador de Andrômeda e sorriso zombeteiro do garoto de cabelos cor-de-rosa, Draco bufou e deu de ombros.

– Granger pode ser “bem gostosa”, mas é minha cliente e levá-la para a minha casa ultrapassa a linha do profissional que estamos construindo. – Teddy revirou os olhos como se ele fosse um idiota por não querer ir além do profissional com Hermione Granger. A verdade é que quebrar tal linha com ela lhe dava medo, mesmo que tivesse vontade. Granger não era como Pansy ou Dafne, ou qualquer uma das mulheres com quem ficava. Ela era independente, altiva, petulante e orgulhosa (em seus bons tempos) e não estava acostumado a lidar com esse tipo de mulher. Seja como for, não devia pensar nessas coisas, pois isso não iria acontecer. – Não vou mentir, ela... Está com depressão e problemas com álcool e isso não está acontecendo por causa da morte do Weasley. Enfim, deixá-la sozinha não é uma opção.

– Ela pode ficar aqui sem problemas, Draco, mas... Ela talvez queira apenas ficar casa, sozinha. – Andrômeda, pelo que sabia, era muito próxima de Granger. Como ele, a morena visitava sua tia com frequência. No início, por causa de Teddy, mas depois de algum tempo as duas ficaram realmente amigas. Havia a encontrado ali algumas vezes, mas não era o que chamavam de ‘encontro prazeroso’. - Covenhamos, a casa de Harry não é o lugar ideal para alguém como Hermione ficar agora.

– Concordo, mas sei que o problema está em Potter, então...

– É claro que a tia Hermione pode ficar aqui, não é, vovó? – Começou Teddy em tom divertido. – Eu até divido meu quarto, se necessário.

– Nós não pedimos sua opinião, Teddy. – Cortou a senhora em tom cansado, voltando-se para o sobrinho. – Ela pode vir quando quiser, querido.

– Obrigado por isso, tia.

– Sim, obrigado, vovó.

Teddy emendou em tom irônico e Draco precisou lhe tacar o guardanapo por cima da mesa somente para que ele parasse de lhe lembrar do quanto achava Granger “bem gostosa”. O garoto apenas riu e voltou a comer, a única coisa que tinham em comum era o gosto pela torta de morango de Andrômeda, a favorita de ambos.

– Como está Narcissa?

– Querendo netos. – Respondeu, revirando os olhos, e até mesmo seu primo engasgou-se com o pedaço de torta que tinha na boca. Andrômeda sorriu, apertando sua mão levemente.

– Aquela casa deve ser solitária.

– Sim, mas... – Suspirou vencido, não encontrando palavras para expressar sua frustração quanto ao pedido de sua mãe. Ela devia saber e, principalmente, entender que não estava preparado para ter filhos, não queria crianças o rodeando, como os filhos de Potter faziam com qualquer estranho. Aquilo não o encantava, pelo contrário, o estressava.

– Ela está apenas preocupada, já passou da idade de se casar, Draco. – Ele encarou Andrômeda, não acreditando que até mesmo ela estava contra ele. – Sabe, crianças não são um bicho de sete cabeças.

– Ainda assim não tenho paciência com elas, seja de quem for. – Viu quando ela sorriu, parecendo saber de algo que ele não tinha ideia.

– Leve Teddy para a sua casa e tirará essa ideia da cabeça de minha irmã em uma semana. – Draco riu, concordando, no que o garoto apenas fabricou um sorriso irônico e levantou-se colocando o prato e seus talheres na pia.

– Como são engraçadinhos os dois.

Assim, ele saiu da cozinha e o loiro ainda ficou algum tempo conversando amenidades com sua tia, ciente de que havia pulado o almoço, mas satisfeito por degustar uma boa fatia da torta de morango de Andrômeda. Pelo menos o manteria de pé durante o depoimento de Granger, que prometia ser bastante extenso.

Antes de ir diretamente à casa de Potter, aparatou em seu escritório abrindo sem cerimônias a porta da sala de Blásio Zabine – seu sócio e amigo que, infelizmente, gastava mais tempo com suas conquistas do que trabalhando. Ele não se encontrava no momento, mas lembrou-se vagamente de que deveria estar resolvendo a questão do testamento dos Bulstrode. O patriarca da família estava muito doente e cada um de seus filhos monitorava a montagem do documento com uma ‘lupa’ para que nenhum saísse prejudicado.

Revirou os olhos e aparatou novamente na casa de Potter, fechando os olhos por alguns segundos antes de tocar a campainha. Quando Granger atendeu a porta, surpreendeu-se por tudo estar em silêncio. Não havia crianças correndo para lá e para cá, nem gritos ou risadas, ou mesmo choro.

– Onde está a grande família feliz? – Perguntou, levantando uma sobrancelha.

– Foram para a Toca, estamos sozinhos. – Draco seguiu uma Granger de roupão pelas escadas e adentraram o quarto de hóspedes em que ela estava. – Falei com Harry, vou voltar para a minha casa após o depoimento.

Informou ela como se estivesse falando com um estagiário, o que o irritou profundamente. Granger pegou uma maleta pequena e parou em frente ao espelho do banheiro começando a fazer sua maquiagem.

– Isso já está resolvido, irá ficar na casa de tia Andrômeda.

– O quê?! – Ela apareceu na porta do banheiro ostentando uma substância bege em vários pontos do rosto. Draco franziu o cenho enquanto se sentava na cama, sabia que era um dos vários itens que as mulheres usavam para fazer uma maquiagem, mas sequer teve curiosidade de perguntar qual sua função, preferiu focar-se no problema de verdade.

– Não irá ficar sozinha e sabe muito bem por quê. – Granger voltou bufando para o banheiro e não pôde deixar de constatar o quanto vê-la irritada era divertido, mesmo naquela situação.

– Não irei beber. – Disse em tom baixo, de lá, no que Draco suspirou revirando os olhos.

– Minha função é lhe manter bem durante todo o julgamento ou o trabalho que faremos será em vão. Se estou dizendo que o melhor para você é se hospedar na casa de alguém e não ficar sozinha, apenas aceite. – Terminou em tom arrastado e entediado, detestava esperar mulheres se arrumando, mesmo que esta fosse sua cliente. – E não exagere na maquiagem.

– Não sou uma iniciante, Malfoy. – Após alguns minutos, Granger saiu do banheiro usando um conjunto branco e formal de saia lápis e blazer, muito profissional. – Preto é clichê.

Draco deu de ombros, analisando meramente que apenas as mulheres prestariam e dariam atenção a tal fato. A cor branca, pelo menos, passava a imagem de alguém de confiança e não viu necessidade de explanar que ela havia acertado na escolha da roupa. Aparências, afinal, ainda continuavam sendo tudo naquela sociedade, pensou ao vê-la colocar os sapatos pretos de saltos muito altos.

– Lembre-se: não entre em detalhes, apenas responda com objetividade. Isso irá facilitar nossa vida. – Hermione meneou a cabeça enquanto desciam as escadas, respirando fundo.

– Estará lotado de jornalistas.

– Eu lidarei com eles dessa vez. – Disse entrando na lareira de Potter, estendendo a mão para aparatarem juntos e evitar o contratempo de saírem em lareiras separadas. Não correria o risco de deixar Granger sozinha com repórteres, considerando o estado atual em que se encontrava. Pensaria nos jornais mais tarde, quando realmente precisassem deles.

Sentiu o costumeiro puxão no um umbigo – depois de muito tempo havia se acostumado com o maldito incômodo que a desaparatação causava – e, no segundo seguinte, estavam em pé dentro de uma das lareiras de aparatação do Ministério da Magia. Não era horário de pico, não havia muita gente circulando pelo átrio, então não poderiam passar despercebidos por muito tempo.

Segurando o braço de Granger, tentou chegar ao elevador o mais rápido possível, mas ao perceberem quem o acompanhava as pessoas se viravam para olhar descaradamente e sequer disfarçavam ao comentar que aquela era Hermione Granger, a heroína de guerra que estava sendo acusada de matar o próprio marido. Sim, Draco era muito bem informado sobre o tipo de conversa que circulava pelos corredores do Ministério.

Logo, repórteres de vários jornais os cercavam pedindo uma pequena declaração sobre o caso, ou mesmo fazendo perguntas explicitamente comprometedoras apenas para obter alguma reação descontrolada do acusado. Por que era assim que essas situações funcionavam. Entretanto, o assédio sobre Hermione era ainda maior por se tratar de uma figura pública, os repórteres estavam em polvorosa com a notícia do ano.

Granger não abaixou a cabeça em momento algum, como ele imaginou que o faria assim que se sentisse pressionada pela imprensa, embora os flashes pipocassem por todos os lados. Estava acostumado a lidar com aquele tipo de caso, mas não esperava que ela se saísse tão bem estando do outro lado. Antes, porém, de adentrar o elevador, virou-se para, finalmente, dar aos jornalistas o que eles tanto queriam. Granger cruzou os braços em frente ao corpo, encarando os homens e mulheres que, no dia seguinte, fariam a festa com grandes e exageradas colunas sobre sua história.

– Considerando os eventos recentes, pedimos que respeitem a privacidade da família Weasley. A Srta. Granger não concederá nenhuma declaração oficial, mas gostaria de expressar minha indignação pessoal pelo fato de Lavender Brown não respeitar seu direito de luto pelo marido. – Muitos até mesmo abriram a boca para despejarem suas perguntas, mas levantou a mão, impedindo-os. – É inaceitável que minha cliente tenha de ser perturbada por acusações completamente infundadas de uma mulher ressentida e amarga.

Assim, Draco a empurrou discretamente para dentro do elevador, esperando que os seguranças disponibilizados especialmente para aquele tipo de ocasião fizessem seu trabalho e mantivessem os repórteres fora daquele elevador e apertando o botão que os levaria ao Quartel General dos Aurores. Encarou Granger, percebendo que ela se encontrava com o semblante sério e contraído. Teve vontade de massagear sua fonte até que aquela ruga de preocupação sumisse, mas antes que pudesse fazê-lo ela o encarou, semicerrando os olhos.

– Estando do outro lado, acho que devo admitir: você é razoavelmente bom.

Ele sorriu presunçoso, consciente de que aquilo era o mais próximo de um elogio que chegaria a receber de Granger.


Notas Finais


Ei!!
Várias coisas acontecendo neste capítulo! Teddy aparecendo, Potter um pouco misterioso, Andrômeda e Draco bem próximos! Espero que tenham gostado da forma como conduzo a história!
Dois capítulos de uma só vez por que hoje é sábado,bebes, e por isso acho que mereço uma maior manifestação sobre eles ;) Espero suas opiniões!
Até mais <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...