História Never Be Alone - Capítulo 18


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Palavras 1.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Cap 17


Cami: Desisto,  se decidam sozinhos. 

Riley: Paris, Paris!...- Ela começa a pular na cama cantando. 

Gilinsky: Nos vamos pra Paris então! - Riley da um último pulo e se joga pra trás.

Riley: Isso mesmo! 

Gilinsky: Mimada! 

Cami: Discutindo com a própria filha?- Rio

Gilinsky: Ela é mimada! 

Cami: A culpa é sua. 

*Meses depois* 

Cami: Eu não acredito que você comprou um cachorro pra ela!  

Matt: Ah deixa a menina ser feliz. - Vejo ela sair correndo com a prima.

Cami: Não acredito nisso. - Meu celular apita. - Matt fica aqui com elas q eu ja volto.- Me levanto do sofá indo até a porta. 

Matt: Onde você vai?

Cami: Eu ja volto. - Entro no carro e vou até a gravadora dos meninos, entro na mesma. 

Johnson: Cami?

Cami: Oi Johnson

Johnson: Não achei que você levaria a sério. 

Cami: Pse eu levei, cade o Jack? 

Johnson: La dentro. - Assenti a abri a porta. Respirei fundo com a ceninha na minha frente. Ele me olha sem saber o que falar ou como explicar o que tinha acontecido. - Olá Jack! - Me encosto na porta. 

Stella: Eu...-Ela ia sair mais coloco meu braço na frente. 

Cami: Não tão cedo vadiazinha.- Ela avança com a mão em mim mais seguro entortando a mesma. 

Gilinsky: Deixa ela ir porque o que tem aqui e somente entre nos dois. 

Cami: Ah jura? Ela resolveu se meter na história agora vai sofrer as consequências.- Vejo a expressão de dor. - Ah tá doendo?- Rio e entorto mais.

Gilinsky: Solta ela! 

Cami: Vai defender ela Gilinsky? - Rio. 

Gilinsky: Você não pode ser presa por isso. 

Cami: Devia ter pensado nisso antes de ter beijado ela.- Fecho a porta. - Vou deixar as coisas bem claras,  ninguém nessa sala sai vivo. - Me encostei na porta. 

Gilinsky: Cami...- Ele chega perto de mim. - Eu não beijei ela!  Ela me beijou!  

Cami: Inventa desculpinha melhor,  ah Jack até sua filha sabe mentir melhor que você. 

Gilinsky: A questão é que não é mentira. 

Cami: Não? - Pego a primeira coisa com ponta na minha frente. 

Stella: VOCÊ É LOUCA! - Rio. 

Cami: Sou... talvez um pouco mais que louca. 

Stella: VOCÊ NÃO VAI TIRAR ELA DAI? 

Gilinsky: Não,  ela não a pessoa que eu conheço. 

Cami: Claro que eu sou!  Você so conheceu a parte que quis de mim. Agora chega de convesa fiada. - Fico girando o negocio na minha mão. - Vamos ver quem é o primeiro ou a primeira. - Olho pros dois.

Gilinsky: Eu não tô preocupado com isso nem um pouco,  eu sei que você não é capaz de fazer nada comigo.

Cami: E essa é a merda da sua sorte,  mais ninguém garante nada com ela.

Stella: Psicopata! 

Cami: Quietinha! - Passo o negocio no braço dela que sangra, Gilinsky me olha assustado.- Que foi Jack? Acha que to me preocupando?  Eu tenho recursos o suficiente pra sair daquele lugar a hora que eu quiser. 

Gilinsky: Quem é você?  

Cami: Eu sempre te deixei claro que eu seria capaz de matar quem eu amo sem nenhum problema,  você devia ter acatado isso. - Batidas na porta.- Você sempre soube do que eu era capaz. - Jogo o objeto no chão. - Hm, acho que isso não é meu- Tiro meu anel e dou pra ele. 

Gilinsky: O que você fez com a sua vida? 

Stella: Agora você paga por isso que você fez em mim.- Ela tinha pegado o que tinha jogado. 

Cami: Só vem,  gosto de diversão. - Olho pra ela.

Gilinsky: JA CHEGA!- Ele me puxa pra trás.- Você faz o que quiser mais comigo, eu sou o culpado. 

Cami: Sabe que isso não muda o que o senhor fez neh? 

Gilinsky: Sei, mais eu não sei se...

Cami: Deixa ela Jack! Quero ver do que ela é capaz. 

Gilinsky: Vão te enternar quando você sair daqui. 

Cami: Ai que tá eu nunca te contei coisas e você sabe disso. - Sinto minha pele ardendo ela tinha cortado meu braço?  Me viro tirando o que ela tinha na mão. - So isso? - Faço alguns cortes a mais nela e vejo o sangue escorrendo em meu braço. 

Gilinsky: PARA COM ISSO!  VOCÊ NÃO É ASSIM! 

Cami: Acontece que quando se ama você é capaz de tudo. - Abro a porta. 

Johnson: O que tava acontecendo aqui? 

Gilinsky: Eu não conheço a pessoa da qual eu amo.

Cami: NÃO JACK! VOCÊ NÃO AMA NINGUEM! - Saio dali indo pro banheiro,  suspiro e lavo meu braço, assim que abro a porta do banheiro ele estava lá. 

Gilinsky: Me escuta! 

Cami: Não preciso te ouvir pra saber a verdade. 

Gilinsky: Olha a merda do seu celular. - Pego e abro o vídeo que tinham me enviado. É ele não tinha mentido,  mais não muda em nada. - Acredita em mim agora?  

Cami: Isso não muda nada! 

Gilinsky: É, não muda nada do que você fez. Você ia matar ela!  - suspiro. 

Cami: Você sempre soube do que eu seria capaz. 

Gilinsky: Você sería capaz de me matar? 

Cami: Você sabe que eu te amo demais pra fazer isso! 

Gilinsky: Eu sei!  Mais você precisa de ajuda,  e psicologo é uma coisa que não vai resolver. 

Cami: Do que você ta falando?  

Gilinsky: Cami vai ser melhor pra você ficar enternada.

Cami: Eu não sou louca a ponto de precisar disso. 

Gilinsky: É melhor pra você,  pra Riley!  

Cami: Gilinsky eu...

Gilinsky: Você não pode sair matando  as pessoas assim. - Ele acaricia meu rosto. - Eu não queria ter que ficar longe de você, mais depois do que você fez hoje não tem como não fazer o que me mandaram e eu acho que isso vai ser bom pra ninguém mais sair machucado dessa história e não é fisicamente. A Riley merece país melhores do que nos somos hoje então faz isso por ela.

Cami: O que você fez? Eu não vou focar enternada num hospício por causa disso. 

Gilinsky: Eu vou estar ao seu lado.- Ele me abraça. - Eu sei que é difícil aceitar isso, mais eu não posso deixar que você faça mais coisas erradas que te machuquem. - Sinto minha blusa umida.

Cami: Você ta chorando? - Sorrio. 

Gilinsky: Não! 

Cami: Amor...

Gilinsky: Ah....- Sinto seus lábios nos meus e o beijo. - Melhor pra você!  - Eu ainda não tava acreditando que ele tinha feito aquilo, agora eu estava numa sala branca que tinha só uma cama branca, a porta trancada e as janelas todas com grades.

Fico olhando o anel que ele tinha me devolvido, isso era loucura, eu não preciso disso. 

A porta se abre e o Matt entra. 

Matt: O que você foi fazer hein? 

Cami: Eu não aguento mais esse lugar.

Matt: Você não ta aqui nem a um dia.

Cami: E eu não aguento mais. 

Matt: Riley acha que você foi viajar.

Cami: Quem mentiu pra ela? 

Matt: Gilinsky, é melhor que ela não saiba. 

Cami: Não acredito nisso. Me tira desse lugar. 

Matt: Eu não posso fazer isso, so o Jack. 

Cami: Cade ele? 

Matt: Do lado de fora!

Cami: Por que ele não entrou?  

Matt: Porque é só uma pessoa de cada vez. 

Cami: Então sai pra ele entrar. 

Matt: Ain nossa!- Rio e ele faz o que pedi. 

Gilinsky: Oi, você ta me odiando neh? 

Cami: Jack me tira desse lugar é idiotice estar fazendo isso. - Ele senta do meu lado. 

Gilinsky: Não é,  se dependesse de mim você estaria em casa agora. 

Cami: É onde eu quero estar!  

Gilinsky: Mais você precisa se curar disso. - Ele beija minha testa. - Pelo seu bem. - Suspiro.

..... Caio da cama e acordo. 

Cami: Ai caralho!

Gilinsky: O que você ta fazendo ai?- Olho pra ele.

Cami: Cai, mais e aquela sua...? 

Gilinsky: demitiram ela- Ele ri. - Por que? 

Cami: Só um grande pesadelo. 

Gilinsky:....


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