História Never Gonna Change My Mind - Terceira Temporada. - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Jeremy "Jinxx" Ferguson, Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Capítulo 26.


*Começo de Agosto de 2012."

Fiz meu último show da Vans Warped Tour, agradeci, despluguei meu violão, organizei as coisas e o arrumei dentro da caixa.

Levei meu violão com os cabos para o camarim, entrei, deixei em um canto e sentei no sofá. Peguei meu celular e mandei mensagem para as meninas, combinamos de sair no fim de semana seguinte após a premiação APMAs.

Já havia feito algumas sessões a laser, dia quinze desse mês tenho mais uma agendada. As tatuagens e as cicatrizes estavam sumindo, me sentia melhor com isso. Não fui mais a praia e nem usava mais as roupas de antes para não mostrar essas marcas.

Me concentrei no celular, vi as horas e daqui a pouco era a vez do BVB. Me levantei, prendi meu cabelo todo para trás, arrumei a camiseta na cor branca de manga média que estava usando. Saí do camarim e fui em direção aos palcos, andei até o do BVB e no caminho conversei com alguns fãs.

Cheguei no palco, mostrei a credencial e a pulseira de cor fluorescente, passei pelos seguranças e fui até o camarim dos meninos. Eles estavam se preparando para entrar no palco. Trocamos poucas palavras e comi algumas coisas na mesa de comida.

Cinco minutos antes do show eu saí do camarim e fui na direção do palco, fiquei na frente e logo os meninos subiram no palco e fizeram um show incrível. Cantei com eles Rebel Love Song.

Após o show, me despedi dos meninos e fui embora com o SWS. Depois de horas de viagem Kellin me deixou em casa. Que aliás, estava muito suja. Não consegui arrumar uma diarista para cuidar do apartamento enquanto estava fora.

Levei minhas malas para o quarto, as deixei abertas em cima da cama. Abri todas as portas do guarda-roupa, peguei o cesto de roupa suja no banheiro e deixei aberto perto da cama. Coloquei todas as roupas que não levei para a lavanderia e joguei dentro do cesto. Às que estavam limpas guardei no guarda-roupa. Também trouxe algumas roupas sujas de Andrew e mais algumas coisas.

Terminei de arrumar meu guarda-roupa, que agora era nosso guarda-roupa pois Andrew estava vindo de vez para morar comigo. Acabei de por as coisas em seus devidos lugares.

Fui para o banheiro e levei o cesto, tomei uma banho, coloquei o primeiro pijama que achei e liguei para o Andrew.

- Cheguei em casa e estou bem. - Eu disse assim que ele atendeu.

- Amor, eu também já cheguei e estou bem. - Ele respondeu.

- Como está Amy e Chris?

- Estão bem e queriam que você viesse para cá.

- Infelizmente não deu, amanhã já começam as gravações do meu EP.

- Eu sei e expliquei isso para eles, apesar de achar que você merece férias.

- Minhas férias foram a turnê amor, você sabe.

- Saber não significa concordar.

- Eu sei, mas já brigamos por causa disso e não quero de novo.

- Tudo bem Jenna, não vamos discutir.

- Quando você vem pra casa?

- Depois da mudança.

- Seus pais vão mesmo voltar para Cincinnati?

- Sim, como estou morando com você agora eles acharam melhor voltar pra lá.

- Isso é bom, voltar às origens.

- Sim amor, a gente poderia passar um fim de semana com eles.

- Claro amor, vamos assim que der.

- Você já sabe o que vai usar na premiação APMAs?

- Já sei sim, amor. Mas é surpresa.

- Tudo bem, vou segurar minha ansiedade. - Ele riu.

- Você vai na premiação?

- Não sei, mas os meninos vão.

- Ah, tudo bem. - Respondi desanimada, queria que ele fosse.

- Ei, não fica desanimada. Prometo compensar você.

- Eu sei amor, depois da premiação eu vou pra Cincinnati para nos vermos.

- Tudo bem, eu mando o endereço da nova casa dos meus pais para vocês por mensagem.

- Ok amor, eu vou desligar. Preciso arrumar a casa.

- Você não para um segundo, Jenna. - Ele riu.

- Você sabe que não. - Eu ri.

- Até mais tarde, amo você.

- Amo você Andrew.

Desliguei a ligação, coloquei meu celular e meu notebook para carregar. Fui até a área de serviço, peguei os produtos de limpeza e tudo que seria necessário para limpar o apartamento, comecei a limpar e parei só para almoçar. Deixei tudo limpo e em ordem.

Tomei outro banho e coloquei um outro pijama, estava feliz pois as cicatrizes estavam sumindo. Sorri ao olhar para o meu corpo. Deitei na cama e a TV, tirei o celular e o notebook dos seus respectivos carregadores. Deixei o celular em cima do criado mudo e guardei o notebook no guarda-roupa.

Deitei na cama e fiquei assistindo desenhos, senti falta de Hanna. Fiquei quase dois meses cuidando dela junto com os meninos. Voltei a atenção para os desenhos, depois de um tempo acabei dormindo.

Acordei atrasada, levantei, fiz as minhas higienes, tomei banho e coloquei uma calça jeans branca, uma camiseta azul claro, um tênis preto e uma jaqueta de couro. Sequei o cabelo e o prendi todo para trás.

Peguei meu violão que estava dentro da caixa na sala, pedi um táxi pelo aplicativo no celular. Apaguei as luzes, fechei e tranquei o apartamento. Chamei o elevador e fiquei esperando.

Entrei no elevador, desci e o táxi estava me esperando, passei pela portaria, pelo portão e cheguei na calçada. Entrei no táxi e ele deu a partida. Em alguns minutos estava na porta do estúdio.

Fui andando até a entrada, passei pela recepção, chamei o elevador e subi para o andar do meu estúdio. Bati na porta e entrei. Mark estava sentado em frente a mesa de som.

- Estou atrasada, eu sei, desculpe. - Deixei minhas bolsa e o violão no sofá.

- Tudo bem, o Gabe está terminando de gravar o cover que vai fazer com Kellin. - Ele sorriu.

- Mesmo assim quero participar de tudo. - Sorri. - Você viu o Kellin?

- Foi buscar café para nós.

- Amém, estou com muita fome. - Ri.

- Faz o favor de comer, Jenna! Não quero ter que te levar para o hospital novamente.

- Fique tranquilo Mark. - Sorri.

- Estou tranquilo e acabei de mandar uma mensagem para o Kellin pedindo para trazer algo pra você comer. - Sorriu.

- Obrigada. - Sorri.

Fiquei observando Gabe gravar a bateria, eu vou gravar o baixo, guitarra e voz. Isso vai demorar um pouco e vou ficar bem cansada. Mas antes disso, o Gabe tem que gravar a bateria de todas as músicas. Kellin chegou com meu café, dois pães de queijo e os cafés de Mark e Gabe.

- Obrigada. - Sorri e peguei meu café e os pães de queijo. - Vocês querem pão de queijo?

- Não, obrigado. - Disseram Mark e Kellin em uníssono.

Comi os pães e tomei o café, conversei um pouco com eles sobre o EP, queria por mais algumas músicas que escrevi mas ainda havia gravado nenhuma demo. Então de EP passou para um CD. Os dois singles que eram The Mortician's Daughter, com a participação de Andrew, e If You Can't Hang, com Kellin, ficariam de fora. Foram lançados há pouco tempo.

Mostrei as músicas que queria gravar para o CD, gravei as demos e conversei com Gabe como queria as músicas, toquei elas no violão algumas vezes. Às outras cinco músicas já estavam com a bateria pronta, agora faltariam apenas essas três que queria gravar também.

Mark participou bastante, me deu algumas dicas sobre as músicas, ele percebeu exatamente o sentimento que havia ali, o que eu queria dizer com todas aquelas músicas. Isso foi incrível. Ficamos até tarde no estúdio, Kellin me deixou em casa.

Subi com meu violão e minha bolsa, destranquei a porta e as luzes da sala e da cozinha estavam acesas, achei estranho pois apaguei todas antes de sair, deixei minhas coisas no sofá. Na sala não havia ninguém, fui até a cozinha e lá estava Andrew sentado no balcão no meio da cozinha comendo pizza.

- Amor! - Gritei e corri para o seu colo. - Estava morrendo de saudade. - Nos beijamos por alguns minutos.

- Vim passar a noite com você. - Sorriu. - Amanhã voltou pra Hollywood.

- Mas já? Pensei que ficaria de vez.

- Também pensei, mas vou terminar de ajudar meus pais. - Sorriu.

- Você vem para a premiação a de sábado?

- Não vai dar amor, mas os meninos vêm. - Ele comeu mais um pedaço de pizza.

- As meninas vêm na sexta, elas vão ficar aqui comigo e sábado vamos amanhecer na festa pós premiação. - Ri.

- Isso será bom para você. - Sorriu.

- Tenho uma surpresa para você, sr. Andrew. - Sorri.

- Qual?

- Assista a premiação pela TV que irá saber. - Sorri e comi um pedaço a pizza.

- Vou ficar ansioso até lá. - Ele mordeu a pizza. - Estava morrendo de saudade de você.

- Eu também estar meu amor. - Beijei seu rosto.

Conversamos um pouco e eu fiquei ali sentada em seu colo, consegui sentir sua respiração. Em alguns momentos ele beijou meu pescoço, isso me arrepiava. Nunca tive tanta certeza de que era ele a pessoa que eu queria na minha vida.

Terminamos de comer e ele arrumou a cozinha, estava usando uma cueca preta e uma camiseta branca velha, o cabelo estava todo bagunçado.

Fui para o banheiro e tomei um banho, fiz as minhas higienes, prendi meu cabelo todo para trás. Amo esse penteado. Coloquei um pijama azul claro bem largo.

Andrew deitou em minha cama e estava assistindo TV, deitei ao seu lado. Conversamos mais um pouco, transamos e dormimos. 



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