História Never let me go - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, CMO, Fionna, Guntelina, Marshall Lee, O Lich, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada
Tags Escolar, Gumlee, Hora De Aventura, Lemon, Yaoi
Exibições 87
Palavras 1.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


TEREZA, PELO AMOR DE DEUS, PARA NO “mordeu de leve o lóbulo da minha orelha e sussurrou sedutoriamente”

Capítulo 30 - Qual foi sua primeira impressão?


Fanfic / Fanfiction Never let me go - Capítulo 30 - Qual foi sua primeira impressão?

{Marshall}

No dia seguinte, a monitora Ordenou a todos os campistas uns minutos de conversa e ponderação, para podermos entender melhor uns aos outros.

E, como sempre, Gumball sentou do meu lado e sorriu de lado, me fazendo sorrir também.

-Então...vamos nos conhecer melhor- Disse ele, pondo sua mão levemente em meu ombro.

-Hum...- Eu tentava formular uma pergunta em minha cabeça, e assim que veio uma boa, não pude deixar de me exaltar- Qual foi a sua primeira impressão de mim?

Ele piscou os olhos, surpreso, e depois pareceu realmente querer lembrar. Já fazia muito tempo que nos conhecíamos, tínhamos apenas 12 anos.

Nossa...eu conheço o Buba a 4 anos...

Não sei nem como ainda estou vivo.

-Bem... Quando você bateu em minha porta, pensei "Será que ele quer algo com os meus pais?" E "Tomara que ele não me assalte" porque nunca ninguém me visitava e eu achei estranho.

-Ah, claro, eu iria te assaltar e gritar "ME DÁ PIRULITO!" com 12 anos- Disse sarcástico, o fazendo corar por algum motivo.

Suas bochechas ficaram rubras rapidamente, e eu demorei um pouco para entender o motivo.

-Não malicie isso!- Reclamei também corado, socando sem por força seu braço.

Ele esboçou um sorriso, e eu não pude evitar de fazer o mesmo.

-Eu te dei pirulito depois, então pra que reclamar?- Perguntou ele com um sorriso malicioso.

-Eu não te mereço- Ri, dando um último soco em seu braço.

Ele me olhou atento, para ver se eu não iria fazer mais nada.

-E qual foi a sua primeira impressão de mim?- Indagou curioso.

Não sei se ele vai se ofender, mas...

-"Que garotinha fofa"- Falei em voz alta, o fazendo soltar um grito de reprovação.

-TÁ BRINCANDO!- Exclamou, fazendo o olhar de todos ao redor focar em nós dois.

Mordi meus lábios para não soltar uma risada, mas foi inevitável. Ele ainda parecia meio eufórico, mas assim que gargalhadas saíram de minha boca, ele me acompanhou, embora tentasse demonstrar o contrário.

-É verdade!- Falei tomando o fôlego- Então depois que cheguei em casa, mergulhei minha cabeça no travesseiro e disse para mim mesmo "Nunca mais falar com garotos que se parecem garotas!" Ou coisa parecida.

Sua boca estava aberta e seu queixo caído, ele fuzilou-me com os olhos, e eu sabia que se ainda pensasse assim, ele voaria no meu pescoço.

-Na minha infância todos achavam que eu era uma garota- Admitiu, parando de me olhar como se eu tivesse matado alguém, e suspirou cansado- Por isso, dessa vez eu te perdôo.

Passei meu dedão levemente pela a sua bochecha e sorri, não custou muito até suas bochechas ficarem em um tom rubro novamente.

-O que você está fazendo?- Perguntou ele, labendo os lábios e olhando nos meus olhos com um brilho intenso.

-Você não parece muito uma garota agora- Provoquei-o, fazendo um sorriso surgir em ambos os rostos.

-Parem de paquerar, já é hora de trocar as duplas- Informou Marceline se aproximando, nos deixando com uma cara de "Isso de novo não" explícita.

Gumball saiu do meu lado e foi para o oposto, enquanto a pessoa que estava do outro lado sentou aonde eu estava.

-Oi, como é o seu nome?- Perguntou ele com um sorriso crescente no rosto.

Eu realmente não tinha saco pra isso.

-Marshall- Assim que o Respondi, senti que ele começou a me olhar surpreendido.

-Sou Jake! Aquele da festa de Halloween, tá lembrado?- Perguntou ele esperançoso para que a resposta fosse "sim".

Óbvio que não, mas o certo é mentir pra deixar os outros melhor e...

-Nop.

Nunca deve-se confiar em mim.

-Ahh, então...qual sua idade?

Virou um entrevistador agora?

-16.- Respondi entendido.

-Tão novo...tem namorada?

Esse cara tá paquerando comigo ou o quê?

-Namorado.- Esclareci, sem me importar muito com a sua reação.

Ele pareceu se assustar, mas omitiu qualquer vestígio de desgosto.

-E ele tem a sua idade?- Quis saber, procurando um cara que aparentava ter algo com a minha pessoa.

É, ele era um stalker. O que eu podia fazer? Esperar pra não ser morto.

-17.

-E quem é ele?

TE INTERESSA?

-Er...é um guri que tava sentado comigo.

-Hum...interessante.- Comentou pensaroso.

Eu... precisava perguntar também, né?

-Me fala sobre você.- Disse, com a maior cara de desgosto.

Ele pareceu animar-se, e não o contrário, por isso respondeu com um sorriso:

-Meu nome é Jake, tenho 20 anos e vim aqui por causa do meu irmão mais novo. Nasci em Manhattan, mas com o tempo, eu me mudei para...- Ele tagarelava sobre a vida, pondo algumas piadas sem graças no desenrolar da história, que parecia incrivelmente grande e detalhada, já que ele contou até sobre a primeira impressão da mãe dele ao vê-lo após o parto.

Revirei os olhos enquanto ele falava e procurei Gumball com o olhar, e me assustei ao ver que ele também fazia o mesmo.

“ME AJUDA!" Gesticulei com a boca, sem fazer som, e Buba apenas riu e estirou a língua, depois respondendo do mesmo modo "SE VIRA".

Já falei que odeio o Gumball? Se não, estou falando agora.

-Então, conte a sua história de vida- Pediu Jake, me tirando dos meus devaneios.

Depois de toda essa história dele, eu deveria contar um longa ou curta?

-Não te interessa- Falei revirando os olhos.

Ele me encarou por alguns segundos, resmungou algo e perguntou:

-Quantos anos a sua mãe tem?

Ok, Ok, perguntar a minha idade é normal, mas a da minha MÃE?

-Er...sei lá.

-Ela é solteira?

Esse cara quer paquerar com todo mundo que vê e vai conhecer, ou é só impressão minha?

-Bem...não, mas podemos dizer que sim.

Ele me olhou curioso, e parecia prestes a soltar mais uma de suas perguntas.

-Curioso. Confuso.- Disse ele querendo um acréscimo.

-Super.

-Você quer ter filhos quando crescer?

O QUE ISSO TEM HAVER?

-Talvez.

-Quantos?

Zero.

-Sei lá- E assim nosso papo continuou, com ele mandando pergunta em cima de pergunta, enquanto eu só respondia de forma clara e curta, pra não gastar da minha saliva.

Eu não estava nem prestando atenção em suas indagações, mas a próxima me surpreendeu mais do que devia.

-Você já fez coisas erradas- Perguntou com um sorriso malicioso, fingindo uma tosse e sussurrando "Se você me entende" para continuar- Ou ainda é virgem?

Eu vou tentar responder isso de forma educada, que não ofenda ninguém e...

-Com tantas perguntas, você quer me vender meus orgãos no mercado negro?

Se alguém confia em mim, vem um aviso: não faça isso. Até Simone já perdeu suas esperanças em meu aprendizado.

-Não, desculpa se entendeu mal- Desculpou-se com um rosto triste, mas logo se animando- Então, você é ou não?

-Francamente, vai se fo...-Uma voz feminina me interrompeu, e logo percebi que era Marceline, que me impediu de falar merda outra vez. É, ela me conhecia bem demais.

-HORA DE TROCAR DE DUPLA!

GRAÇAS A DEUS, GEOVÁ, ZEUS E...

-Marshall, você vai ficar com a CMO agora, seja gentil.

Só não graças a Marceline, essa daí tá mais pro lado do demônio do que pros deuses.

-Tá, eu promet...-Antes de eu conseguir terminar a frase, uma garota com estrutura corporal pequena pulou no meu pescoço, Me impossibilitando de falar ou respirar.

-Oi!- Cumprimentou CMO animada, saindo do meu pescoço e sentando do meu lado.

Olhei para Marceline com um olhar pedindo ajuda, mas ela apenas me estirou a língua e foi ajudar os campistas sem dublas.

-Como é mesmo o seu nome?- Perguntou ela curiosa- Era Maxon...?

Hoje vai ser um loooongo dia.

Após todas essas coisas de dupla, o dia já estava por fim, o que me fez pensar o quanto o dia foi inútil.

Gumball só ficava com pessoas gentis e educadas, mas por algum motivo, vinha o contrário pra mim.

Teve umas 4 pessoas que perguntaram se o meu nome era Maxon ou Marlon, eu tô quase enlouquecendo.

Buba ainda estava disposto e feliz, mas eu quase capotei de sono ali mesmo.

-Anda Marshall- Inventou ele me vendo tentar cochilar- A gente precisa voltar para a cabana antes do toque de recolher.

Resmunguei um xingamento e o ignorei, mas ele não fez o mesmo comigo. Se aproximou devagar do meu rosto, mordeu de leve o lóbulo da minha orelha e sussurrou sedutoriamente:

-Tenho um presente pra você se vier comigo.

Nunca os pelos do meu corpo se arrepiaram tão rápido quanto naquele momento.

-De repente...- Continuei no mesmo tom que ele- Fiquei com vontade de ir com você.

Ele lambeu os lábios e segurou as minhas mãos, me empurrando consigo para a cabana.

Ao chegar, ele fez questão de trancar a porta, mas antes de começarmos, ele suplicou Sério:

-Não faça muito barulho.

Gumball veio se aproximando cada vez mais de mim, e me impressou na parede com força, olhando sedento para os meus lábios.

Logo os ataca sem piedade, me fazendo sentir novamente o gosto doce de seus beiços. Ele nem ao menos pede passagem para aprofundar, já o fez com rapidez, explorando cada parte de minha boca.

Hoje ele estava feroz e carente, então quem sou eu para nega-lo?

Ele separa seu rosto do meu com um última mordida no meu lábio superior, arfando.

Ainda mantendo contato vizual comigo, começou a desabotoar todos os botões da minha blusa.

Sua boca estava entre aberta e avermelhada, mais do que antes. Seu cabelo estava já bagunçado e ele me olhava como se necessitasse de mais toque.

Assim que ele terminou, começou a lamber meu abdômen, decendo beijos e chupões por toda extensão do mesmo até chegar ao meu quadril.

Ele ajoelhou-se e olhou mais uma vez para o meu short, que continha uma leve elevação aparente, para depois tira-lo com rapidez.

Por último, jogou a minha cueca para trás, e como um aviso, apenas disse:

-Tente não gritar.

Antes de conseguir entender seu recado, ele abocanhou o meu membro, e para não me fazer o avisado, mordi meus lábios com cada vez mais força.

Ele lambeu com pudor, com a língua ágil e sagaz, mas parou assim que notou o meu esforço para gozar.

-Ainda não.

Ele me virou, lambeu seus dedos como se tivesse chupando um doce, e sem dar alertas, pôs em minha entrada.

Com seu Primeiro dedo, tentei não gemer, mas foi inevitável.

Ele parecia deliciar-se com eles, pois não parou até começar a fazer movimentos tesoura naquele lugar apertado.

Dessa vez não me segurei, soltei vários gemidos, mesmo tentando evitar.

Enfim ele parou, mas eu sabia que aquilo era só o incio.

Ele se encaixou dentro de mim e começou a fazer movimentos vai e vem, até acertar minha próstota.

-G-umb...ah!- Não conseguia nem ao menos menos ditar seu nome, já estava chorando de prazer.

Me provocando, começou a masturbar meu membro enquanto ainda rebolava dentro de mim, me fazendo gozar no mesmo instante.

Com meu último gemido, pude notar que ele também se desfez, me preenchendo.

Ele me deu um último chupão no pescoço e se afastou um pouco, mas depois voltando me abraçando, dessa vez com carinho.

-Eu te amo- Falou ele, como se gostasse de ditar essas palavras, fazendo novamente meus pelos ficarem arrepiados.

-Não vou repetir suas frases- Brinquei com um sorriso- Mas você já entendeu, não?

-Não- Ele riu, mas parou de me abraçar- Vou tomar banho.

-Espera...Eu vou com você- Disse corado, o seguindo para o banheiro.

Ele ativou a banheira e começou a esperar a mesma encher, assim como eu.

-Ei- Chamei sua atenção, o fazendo virar-se para mim- E-eu...- O puxei para perto de mim, lhe dando um beijo calmo- Também te amo.

Ele sorriu de lado e pôs a mão em meu rosto, alisando meu queixo com cuidado, como só ele sabia fazer.

-Sabe, eu sempre soube- Brincou com um sorriso largo- Mas ainda precisava de uma confirmação.

Ri envergonhado, e ele ficou olhando pra mim com um sorriso bobo, mas assim que iria beijar-me novamente, deu atenção para desligar a água que estava subindo na banheira.

Gumball entrou e sentou-se para me dar mais espaço, e eu lhe dei um último sorriso antes de entrar também.

***

Depois que terminamos de tomar banho, ele me obrigou a dormir em sua cama, e eu aceitei obediente.

Porém, quando eu estava quase dormindo, ele me abraçou por trás e sussurrou:

-Nunca me deixe ir. (Em inglês: Never Let me go).

Sorri de lado com suas palavras.

-O mesmo para você, menino instente.


Notas Finais


Quem sentou falta? :3
Vou começar a postar diariamente ^^
Desculpa pela demora e obrigada pelo apoio, amo vocês😘
Ps: Para ser 2.000 palavras, o prox cap terá mais 1.000💜


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