História Never Lose Hope - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Nikki Reed
Tags Drama, Família, Fanfic, Vida Real
Visualizações 3
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Pansexualidade, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Diagnostic


Fanfic / Fanfiction Never Lose Hope - Capítulo 1 - Diagnostic

A batida da música se intensificava a medida em que eu aumentava o som. Movia meu quadril em um ritmo calmo, mantendo minha visão focada na estrada, para não me distrair diante do engarrafamento em que a cidade toda se encontrava, não me deixando nem a opção de voltar todo o trajeto e seguir em direção contrária à toda essa confusão. Meu coração batia freneticamente, e um misto de ansiedade fazia com que os pelos do meu braço se arrepiassem, fazendo pequenas bolinhas. Todo o meu corpo está em estado de alerta, e o meu cachorro já havia começado a resmungar impaciente, querendo sentir a adrenalina de pôr a cabeça para fora da janela e o vento bater em sua cara. Os olhares curiosos que minha sobrinha me lançava já começava a me deixar ainda mais impaciente do que já estava desde que acordei com os berros de uma criança de 4 anos que se recusava a comer o almoço. A música, conhecida por grande parte da população mundial, don’t stop the music, de Lady Gaga, era tão repetitiva que fazia com que meus nervos quase pulassem para fora de minha cabeça, enquanto Pietra, a menina sentada no bando de trás, parecia querer fazer uma tentativa frustada de dançar na mesma energia em que a moça cantava. A cidade estava lotada, em um ápice de estrangeiros muito maior do que estava sendo no último ano. O sinal abriu, e a fileira em que estava seria a próxima a entrar, finalmente, na rua da bendita escola infantil, fazendo com que meu pé pisasse com certa força no acelerador, para não correr o risco de ficar presa pela 6ª vez naquele mesmo sinal. Jully, minha irmã mais nova, já esperava em frente ao portão, parecendo tão zangada quanto eu estava. A tarde estava apenas começando, e eu já parecia que iria explodir em milhões de pedaços. Os seguranças que vigiavam a saída se apressaram para chegar ao meu carro, abrindo a porta direita do banco traseiro e pegando a galega no colo, o outro já ajeitando Jully na cadeirinha, finalizando ao pôr o sinto, e sorrir tímido para mim, fechando a porta e indo deixar a menina na porta da escola, já que de lá ela já podia ir para sua sala sozinha. Acelerei devagar, entrando na primeira rua a esquerda da escola, e, graças a tudo que é mais sagrado, conseguindo escapar do engarrafamento em que estava presa alguns minutos atrás, o que definitivamente seria uma péssima idéia, já que estou atrasadíssima para chegar ao médico que demorei meses para conseguir marcar apenas uma consulta.
Engoli em seco, piscando algumas vezes para que minha visão parasse de desfocar, e respirei fundo. Jully me olhava de forma questionadora, parecendo cansada depois de uma manhã de aula. Deixei que meus lábios se esticassem em um sorriso fraco, fazendo com que a pequena sorrisse de volta, parecendo achar algo engraçado.
- O que foi? - Perguntei calmamente, sorrindo rapidamente em seguida.
Ela deu de ombros, parecendo não querer falar o que estava pensando.
- Você acordou mal humorada hoje.
- Acordei?
- Acordou sim. - Ela disse toda delicada, ficando vermelhinha. - Mamãe falou que você sempre acorda assim.
Fiz que ‘não’ com a cabeça, passando para a próxima música, Crazy in love, da beyoncé.
O resto do caminho foi tranquilo, diferente do que percorri para chegar até o centro da cidade. Jully saiu correndo do carro, enquanto tentava carregar sua bolsa de rodinha com a estampa do rosto da Barbie, ao mesmo em que tentava não tropeçar, já que suas perninhas eram curtas.
Deixei a minha bolsa dentro do carro, já que iria sair em 5 minutos para o médico. Corri até meu quarto, trocando minhas sapatilhas por botas de cano curto marrons, dando um rápido beijo na bochecha de Gisele, minha mãe, e sair correndo até o carro, entrando o mais rápido que podia no mesmo, e pisando firme no acelerador, saindo quase como um vulto de frente da minha casa, onde havia estacionado. Não era nem 30 minutos do colégio de Jully e Pietra até o hospital, e apesar do trânsito infernal em que a cidade estava, não demorei tanto para estar estacionando na garagem reservada para pacientes do hospital. Logo trancando o mesmo e acionando o alarme, colocando minha bolsa sobre meu ombro direito.
Quando passei pela porta de entrada, logo avistei a sala do meu médico, senhor Aquiles Fiacadori, e assim que ia me sentar, o ouvi chamando meu nome pelo interfone da sua sala, a porta sendo aberta e um rapaz jovem me esperando em pé. Confirmei minha identidade com a recepcionista, e adentrei por entre a porta grande e branca, fechando apenas com um toque assim que já estava dentro do consultório. Havia duas cadeiras de vidro em frente à sua mesa, onde me sentei antes mesmo que fosse convidada. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo frouxo, arqueando minha coluna e o olhando, esperando que começasse a falar.
- Pode começar. - Falou em bom tom, dando um leve sorriso.
- Doutor, os exames foram enviados diretamente da clínica para o hospital. - O respondi baixo, cruzando minha mão uma na outra.
- Me perdoe este inconveniente, o estava analisando antes mesmo que chegasse. - Pegou os exames de dentro de uma pasta preta, apenas os analisando para ver se não tinha deixado algo despercebido. - Como tem se sentido, ultimamente?
- Já faz uns 2 meses que sinto dores de cabeça todos os dias, muito parecido com enxaqueca, que aumentava quando tomava bebidas geladas e comia em excesso. Tenho ficado de repouso, já que sinto muita dor se passo muito tempo em pé ou movendo meu corpo. Só que achei que fosse algum problema pequeno, como indisposição, ou até mesmo por estar esperando a chegada dos meus óculos de grau. Então recorri ao senhor, já que é um dos mais bem reconhecidos médicos da cidade, só que consegui marcar a consulta para muitos dias depois. - Lambi os lábios, os apertando em uma linha fina. - Fiz quase todos os exames possíveis, durante alguns dias. Tenho algum problema com que deva me preocupar?
- A senhorita será muito bem tratada, e podemos tentar fazer uma cirurgia de emergência, que são realizadas em casos mais delicados que outros. - Juntou suas mãos, olhando bem fundo em meus olhos. - Mas o seu problema é um pouco mais sério que o que costuma acontecer. - Apertou os lábios, antes de continuar. - A senhorita foi diagnosticada com tumor intracraniano.



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