História Never Say Goodbye - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~gabriela_graham

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Newton Scamander
Tags Animais Fantásticos, Harry Potter, Newt, Newtina, Newton Scamander, Onde Habitam, Tina Goldstein
Exibições 114
Palavras 2.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amasso = Felino de pelo pintado ou malhado, extremamente independente e inteligente, sendo por muitas vezes agressivo, embora seja um excelente bicho de estimação caso se afeiçoe ao bruxo ou bruxa.

PENSARAM QUE ERA OUTRA COISA, NÉ? SEUS SAFADOS UHFSUJHSFE
Não imaginam como fiquei feliz com os comentários, vocês são perfeitos, me inspiraram mto!!
Obrigada a todos os incentivos e favoritos também S2

Esse capítulo tá um pouco maior, mas eu não exagerei em cenas "desnecessárias" pra não ficar cansativo.
Eu quero sim colocar aventuras, mistério, mais personagens e etc, mas vamos aos poucos...


Boa leitura amores *-*

Capítulo 2 - Tina, quero te dar um amasso


Fanfic / Fanfiction Never Say Goodbye - Capítulo 2 - Tina, quero te dar um amasso

 

 

O sorriso dele se abriu, e eu admirei cada sarda, cada detalhe e cada intensidade daquele bruxo excêntrico que trouxe vida à mim há um ano atrás, para depois partir e me deixar decair em monotonia. Mas, agora perto dele, eu sentia que estava viva novamente.

A minha vontade era de pular em Newt, novamente abraçá-lo, mas dessa vez com intensidade, enfiar meu rosto no seu pescoço e esmagar suas costelas. Tive que encontrar forças do além para me conter. E durante essa árdua tarefa de abranger meus sentimentos, meu coração saltava no peito num misto de sensações. Ele estava adoravelmente atraente com o cabelo acobreado pouco maior que da última vez que o vi, um tanto mais bagunçado que o costume. Seus olhos brilhavam e... Que olhos!

– Tina...Eu trouxe algo pra você. - disse com seu carregado sotaque britânico em contraste com a voz sempre baixa e suave, quebrando o contato visual para repentinamente procurar por algo dentro do casaco. - Bem... Eu preferia te entregar isso num café, num lugar tranquilo, e não aqui no porto. Acontece que estou ansioso, e acredito que esteja animada para recebê-lo também. - retirou um livro de tamanho médio. A capa era vermelha, com bordas metálicas em amarelo-ouro. - Aqui está.

Meu maxilar tremeu e eu cobri minha boca com as mãos, pasma e admirada. Apanhei o livro, impressionada com o presente. Que emocionante! Passei a ponta dos dedos nas letras em alto-relevo "Animais Fantásticos e Onde Habitam", demorando-me  no nome "Newton Scamander"

– Newt... Isso é... maravilhoso. - afirmei, intercalando meus olhos entre o livro e o rosto do autor à minha frente.

– Abra, abra. - ele pediu, indicando animado.

Eu não pensei duas vezes. O abri e encontrei uma mensagem na caligrafia do magizoologista na primeira página, onde se lia: "Para minha estimada e querida amiga Porpentina Goldstein, que direta e indiretamente me inspirou em cada parágrafo. Obrigado por tudo, Tina. Quero que leia essa obra com carinho, pois você me ajudou a escrevê-la. Newt Scamander."

Ah o chão, para que o chão serve mesmo?? Ele desapareceu sob os meus pés. Eu realmente tive a impressão de estar flutuando.

– Eu não sei dizer o que me deixou mais feliz, a dedicatória ou o livro em si. - exclamei, abraçando o exemplar contra o peito.

O ruivo parecia tão satisfeito com minha reação, que eu tive que tomar uma atitude, ou me arrependeria depois. E sem aviso, avancei no rapaz, para aplicar-lhe um beijo na bochecha. Foi rápido, breve, imediato. Mas foi como uma faísca que ascendeu uma porção de adrenalina enorme em mim, no contato de meus lábios na pele sardenta do bruxo.

O sorriso expressivo dele atenuou, e ele arqueou as sobrancelhas expondo-se bastante surpreso com o beijo no rosto. Me olhou e desviou os olhos seguidas vezes, como quem não entende direito o que acontece. Para não deixá-lo tenso com a investida,  segurei na sua mão direita e puxei, levando o livro na esquerda.

– Venha, vamos sair desse lugar barulhento, e partir pro meu apartamento! Temos tanto pra conversar! - exclamei, conduzindo Newt comigo.

Ele apanhou a maleta valiosa e me acompanhou, passávamos pelas pessoas e nos enfiávamos nos tumultos de desconhecidos.

Felicidade, que poderosa e inacreditável magia é essa? Surge de gestos singulares, como por exemplo, o toque do dedão de Newt acariciando meu pulso. Entramos num beco vazio que dava passagem pras ruas, e nos aparatamos. Desaparatamos em meu apertado e bagunçado apartamento. Queenie chegou quase ao mesmo tempo, com uma sacola cheia de cheirosos pãezinhos.

Despojada, deu um abraço enorme em Newt, intensificando a cor das bochechas dele. Servimos o café e o chocolate quente,  dispomos os pães e doces sobre a mesa. Eu, Queenie e Newt iniciamos uma animada discussão sobre o livro, que era o assunto predominante.

O bruxo entregou um exemplar para a minha irmã também. Ele falou sobre as revisões finais dos manuscritos, e a respeito do lançamento do didático no Beco Diagonal, algo que incluiu sessão de autógrafos e uma festinha com cerveja amanteigada de graça.  Trabalhou duro, e se divertiu muito com o sucesso que veio em resultado. 

Eu não devia ser egoísta, porém, saber que ele se divertiu longe de mim durante o lançamento do livro  me deprimiu um pouco. Teria Leta Lestrange estado presente nessa festa? Pois eu, durante esses meses, estive trabalhando com enorme tédio na MACUSA, somente pensando nele dia após dia, com uma saudade indescritível, revivendo em memória todas as loucuras pelas quais passei na sua companhia - e levando a coitada da Queenie a reviver isso também, sem querer. Mas é claro que guardei esse detalhe comigo, e não o confessei.

– Como está com Jacob, Queenie? - perguntou Newt numa brecha de silêncio, com o canto da boca sujo de açúcar confeiteiro, mastigando um croissant com formato monstruoso. 

– Excelente! - exclamou Queenie. - ... Ele tá bem, Newt. Muito bem, eu diria. Passou bastante tempo, a padaria aumentou de tamanho, ele triunfou grandiosamente. Sou a sua melhor freguesa.

– Um pouco mais que "melhor freguesa". - eu complementei.

Queenie deu um suspiro emocionado. 

– Gostaria que ele se lembrasse de tudo o que vivemos juntos. Ele parece recordar as vezes, sabe? Jacob dá sinais de que nossas aventuras ficaram gravadas em seu subconsciente, e eu encontro esse vestígio toda as vezes que o leio por acidente. Estamos paquerando, mas eu não posso revelar quem eu sou de verdade, muito menos demonstrar meus poderes legilimentes, antes que ele se recorde por contra própria. 

– Ele vai lembrar totalmente, é questão de tempo. O veneno do rapinomônio só apaga as memórias ruins. Vai ser ainda melhor quando você puder agir com naturalidade com ele.  - Newt comentou, compreendendo o lado dela. 

Isso fez nascer o sorriso grande e bonito no rosto de minha irmã.  Após esse delicioso café da manhã, resolvemos ir alimentar as criaturas de Newt. Tanto eu quanto Queenie sentíamos saudades dos bichos. Retiramos a mesa com simples feitiços e partimos para o mundo secreto do magizoologista.

– Enchemos a barriga, mas ainda há certos famintos dentro de minha maleta esperando pelo desjejum. Eles enfrentaram uma viagem difícil. - ele ia explicando enquanto adentrávamos o espaço apertado para o universo de Newt. - Conseguem ouvir? - indagou, levantando o indicador no ar para nos atentarmos aos ruídos.

E de fato, grunhidos misteriosos eram distinguidos. Descemos para o "alçapão" que dava na cabana rústica. Plantas exóticas, gaiolas de todos os tamanhos e formatos, ervas de diversas espécies, canecas e facões se penduravam pelo teto e se estendiam pelas paredes de madeira do espaço onde Newt usava para guardar pertences, cortar carnes e preparar poções. Ele fatiou uns bifes, e os carregamos em baldes para fora, onde a magistral vista nos aguardava.

Eu respirei fundo, inspirando o oxigênio fresco e selvagem que invadia os pulmões com facilidade. Como desejei estar ali de novo, como sonhei com isso! E só Queenie sabia o quanto eu disfarçadamente me envolvia com toda aquela atmosfera mágica e especial da maleta de Newt. Nos infiltramos na floresta, de raízes altas e árvores próximas.

Pequenos gira-giras nos rodopiavam, deixando rastros de azul royal por onde passavam, a medida que invadimos os diversos cenários que se multiplicavam no escuro da mata selvagem. Alcançamos o habitat dos belos e enormes arpéus, numa parte rochosa. Eles se aproximaram pesadamente ao sentir o cheiro de carne.

Eu e Queenie ajudamos Newt a alimentá-los. Admirava seu púrpura-acinzentado, seus chifres afiados, e os enormes pés de quatro dedos. Embora fossem de natureza agressiva, aqueles domados pelo magizoologista se comportavam pacíficos conosco, arrancando os pedaços de carne vermelha das nossas mãos com os tentáculos dianteiros.

Como eram os últimos da espécie, me sentia privilegiada com a chance de estar em contato com essas criaturas. Era fascinante. Newt não poupava em nos explicar sobre eles, pois o especialista sempre possuía uma informação nova que eu desconhecia. Partimos para outra área, dessa vez o habitat dos occamis.

Como o espaço era vasto, os occamis estavam em tamanho maior. Diria que por volta dos quatro metros e meio, com suas asas e corpo de serpente. Se adaptavam ao ambiente com tranquilidade. Deslizaram ligeiros para perto da gente quando viram nossos baldes cheios de ratinhos, que sem demora foram devorados.

Eu e Queenie perdemos a noção do tempo. Tinha consciência que, no fundo, minha irmã queria a presença de Jacob como costumava ser antes. Contudo, infelizmente sem seu amado, ela se afastava vez ou outra para admirar os bichos e ficar a sós com seus pensamentos.

Num desses momentos que Queenie se afastou para observar alguns oraqui-oralá brincando, eu e Newt nos distraímos numa planície verde. Sentei-me à uma rocha para descansar e admirar o Sol que brilhava sobre as nuvens de algodão daquele cenário. O ruivo retirou sua garrafa de água para matarmos a sede.

– Queenie deveria partir para Londres com Jacob quando ele se recordar de tudo. Lá é permitido o casamento entre trouxas e bruxos.  - ele comentou a analisando de longe, sem que a minha irmã ouvisse.

– Realmente. - confirmei, preocupada. -  Era incrível quando Jacob se divertia com a gente. Ele adorava os seus fantásticos bichinhos.

– Ele estava fascinado com um mundo qual não faz parte pra sociedade bruxa. Mas pra nós, sim.  - Newt completou, reflexivo. Se aproximou e sentou ao meu lado, ajeitando o longo casaco azul escuro. 

–  Quero que eles sejam felizes juntos.  Entendo a Queenie. - arrisquei falar.  - Estive pensando bastante em você nesses meses, Newt. Deve ser complicado pra ela, não ter a chance de ser espontânea com Jacob como posso ser com você.

A "declaração" saiu quase sem eu me dar conta. Por um segundo me arrependi, tarde demais. Agora me restava ver, com certa insegurança, no que isso resultaria em Newt.

– O que você disse? - ele perguntou, me olhando vagamente com os olhos verdes em contraste com a pele sardenta.

Engoli saliva e lhe dei o meu sorriso compreensivo. Ele não havia entendido. Certo. Calma Tina. Muita calma nessa hora.

– Ora Newt, isso não é tão complicado de perceber. - murmurei, como se aquele fosse um assunto corriqueiro. - ... Eu disse que você é especial pra mim. Assim como Jacob é especial para Queenie.

Por fim, o ruivo desviou o olhar distraído do horizonte, para me fitar intrigado. Eu queria ter o dom de minha irmã nesse momento, daria tudo para ler o que se passava na mente fabulosa e inteligente do magizoologista ao receber minha singela confissão. Suas íris de tons oceânicos cintilavam, e um sorriso peculiar se formava. Ele não se demorou me analisando. Tão breve quanto me fitou, logo retornou a admirar a paisagem, claramente mais confortável em não manter contato visual.

– Isso me surpreende um pouco. -  afirmou, com a voz tão baixa que mal ouvi. - Me surpreende que uma mulher como você me veja como alguém especial.

Fechei meus punhos sobre o colo. Estava dando certo?? Desejei que Newt me desse atenção. Esperei que ele se virasse e me encarasse, segurasse meu rosto e falasse em bom tom o que realmente sente, se é que sente. No entanto, isso jamais aconteceria. O  melhor-amigo-das-criaturas não saberia lidar com uma situação daquelas. E por mais estranho que parecesse, isso me instigava.

Segurei em seu ombro e esperei. Newt sorriu pra mim, sempre cabisbaixo.

– O que tem de estranho nisso? - perguntei.

– Não é estranho. Talvez inesperado. . - ele expressou, de mandíbula apertada. - Inclusive, eu devo aproveitar e dizer que você também é especial pra mim, Tina. Tão especial a ponto de eu cogitar lhe dar um amasso.

Um... o que?! Soltei o ombro de Newt e paralisei. Quis rir, completamente confusa. Contudo, me preservei estática sem nenhuma noção do que falar, nem de como agir.

– O que você disse? - foi a minha vez  de perguntar. 

– Quero te dar um amasso. - ele explicou, com a maior naturalidade do mundo. - Não quer um?

Amasso? Newt disse que quer me dar um... amasso? Mas o quê? 

– Newt! - exclamei pasma. - O que quer dizer com isso?

O ruivo coçou a nuca, sem entender minha reação. Se colocou de pé, esticou o braço e me ofereceu sua mão, para que eu segurasse e me levantasse também. 

– Quero dizer que quero te dar um amasso, ali no canto. Venha comigo, vou te mostrar. 

Sem piscar e de músculos retraídos, o segurei e me levantei. Ele me conduziu gentilmente para baixo do nível das rochas, pelas gramas campestres que davam rumo  à beira da montanha próxima. Por dentro me perguntava se deveria ir. Meu cérebro ficou lento, a cada passo que eu dava era um sopro gélido na boca do estômago. Processava a palavra "amasso" repetidas vezes, seria uma criatura? Ou Newt pretendia me agarrar sem mais nem menos, num canto?? Minha palma suava contra a dele. 

Quando chegamos ao destino, o magizoologista soltou minha mão e se adiantou para o início da colina, onde haviam arbustos baixos e redondos.  Ele se abaixou para pegar algo do meio do arbusto, e alguns miados foram ouvidos. Quando se endireitou novamente, segurava um pequeno felino de pelo pintado, semelhante à pelugem de onças. Suas orelhas eram enormes, e na ponta do longo rabo havia uma pelugem maior. 

Meu coração se encheu de alívio, ou o contrário. 

Isso é um amasso. - explicou Newt, mostrando o filhote pra mim. Com evidente instinto maternal, aninhou o felino aos braços, acariciando e fazendo-o ronronar com ternura. O sorriso que o ruivo dava ao contato com o animal era totalmente complacente, como se fosse um igual, parte da família dele. Era extraordinário ver como Newt possuía vínculo com os bichos, um tipo de vínculo que ele não conseguia manter com os humanos.  - ... Ele nasceu de uma ninhada de sete irmãozinhos, todos peludos e fofos. Hey, você gosta do colo da mamãe, não gosta? Não gosta? - perguntava ao amasso, alterando o timbre pra um tom delicado. 

Eu admirei o gesto de Newt com emoção, aguentando a minha vontade de apertá-los, tanto ao bruxo quanto ao felino.

– Então esse é o amasso...  Não os conhecia, até então. - assumi.

– Deve ser porque são originais da Grã-Bretanha,  embora seja atualmente exportado para todo o mundo, não devem ter muitos na comunidade mágica dos Estados Unidos. Toma.... Segure. - Newt me ofereceu o filhote. 

Meio sem jeito e de movimentos duros o peguei. A princípio, o bicho foi arredio e se contorceu todo para se soltar de mim, inclusive me deu dolorosas arranhadas no pescoço. 

– Acho que ele quer voltar pra mamãe dele! - afirmei, tentando devolvê-lo para Newt. 

– É assim mesmo, Tina.   Amassos são agressivos, mas quando se afeiçoa a um bruxo ou bruxa ele se torna um excelente bichinho de estimação. - o ruivo esclareceu com calma, e não o aceitou de volta. Apenas acariciou sua cabeça, entre as altas orelhas, para assim acalmá-lo em meu colo. - Esse é meu presente pra você. A mamãe dele agora, é você.  Se não quiser, eu vou compreender. Mas se aceitar, eu não ligo de fazer o papel de pai. 

Graças ao carinho, o amasso relaxou e aquietou em mim, repousando sua cabeça macia em meu ombro. Eu sorri aliviada, com a sensação deliciosa dos pelos aquecendo minha pele.

– Você está me dando ele?? - questionei. 

– Sim, se quiser, é claro. É seu.

– Ah... Newt. - suspirei, inevitavelmente abraçando o bicho que agora estava pacífico, passando minha bochecha nele. - É claro que eu quero!

Em minha concepção, eu via que aquela era a única e melhor forma de Newt demonstrar afeto. Literalmente me dando um "filho" dele e assim ficando no lugar de pai. E perdida na pelugem, adiante do sorriso doce e tímido de Newt, eu percebia o quanto me tornei especial. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado s2
Imagino que estejam ansiosos por um beijo, eu também quero muuuuuitooooooooooo... mas tanto Newt quanto Tina são bem tímidos, e eu quero apreciar esse relacionamento detalhe por detalhe, momento por momento s2
então tenham paciência que isso vai se desenvolver no ritmo do casal: aos pouquinhos *-*

Vocês tem dica de nome pro amasso?? Me digam s2
No livro AFEOH, é dito que Newt e Tina tem 3 amassos, mas esse é o primeiro deles.
Continuo?


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