História Never Say Never - Capítulo 45


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jenna Sommers, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Amizade, Damon Salvatore, Datherine, Elena Gilbert, Katherine Pierce, Romance, Stefan Salvatore, Stelena, The Vampire Diaries, Universo Alternativo
Visualizações 50
Palavras 2.951
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não, vocês não estão alucinando, eu realmente estou postando dois seguidos! ;)

Capítulo 45 - What's Love Got to Do With it


Fanfic / Fanfiction Never Say Never - Capítulo 45 - What's Love Got to Do With it

POV Elena

Pego o telefone e vejo se Bonnie está acordada. Eu preciso conversar com alguém ou vou explodir. Ela me atende, rindo, e uma barulheira por trás me alarma.

- Amiga, pode falar?

- Oi Lena, aconteceu alguma coisa? Espera, vou sair do barulho. - aguardo uns segundos. - Pronto, fala.

- Você tá numa festa? Desculpe, eu não quero te incomodar.

- Estou na praça, com o pessoal da turma, nada demais. Já me afastei, pode falar, o que houve?

- Estou tão confusa. Eu não sei como chegar no Stefan e dizer o que sinto por ele, e essa distância entre a gente parece que só aumenta. Ouvi o Damon falando que ele tá namorando, Bonnie. Mas, acabei de voltar da festa e ele estava com alguém que mal sabia o nome. Se esfregando com ela na frente de todo mundo. É tudo tão estranho, parece que tô vivendo de novo as mesmas situações. Tommy era meu amigo e se mostrou alguém tão diferente depois. Stefan parecia ser tão incrível e agora isso... - paro pra respirar um pouco.

- Lena... eu nem sei o que dizer, mas, não me parece que Stefan seja assim tão diferente do que você conhecia.

- Como não? Bebendo e se agarrando no meio de todo mundo.

- Bom, você pegou ele duas vezes se agarrando com a namorada, né?! No colégio. Eu acho que isso é bem normal, na nossa idade, não acha não?! - ela lembra e acabo concordando.

- Mas, de qualquer maneira, outro dia ele falou que estava apaixonado por mim e agora nem olha pra minha cara.

- Amiga, desculpa, mas, depois de todas aquelas coisas que ele descobriu, sei lá... Ele deve ter ficado magoado. Ele confiou em você, lembra?! Você não foi muito honesta com ele, e quando ele foi contigo, você permaneceu calada.

- Mas o que eu podia fazer, ele não falava comigo?!?

- Ai, amiga, sei lá... deixar uma mensagem de voz, uma mensagem no whatsapp, uma carta. Ele não parou de falar contigo, exatamente. Pelo que você me contou. Eu acho que você desistiu muito fácil e ele deve pensar que você não gosta dele e tá seguindo a vida. É o que eu acho.

- Como você tirou essas conclusões? - pergunto, genuinamente curiosa.

- Ah... Pelas coisas que você tem me contado. Além de tudo, parece que você agora vive grudada no tal do Joe. O cara te beija, diz que tá apaixonado, você não fala nada, e logo depois tá com outro no teu encalço, o tempo todo... Fora que, ele viu você beijando o melhor amigo dele, né?!

- Mas é por causa dele. Eu...

- Lena, ele não sabe disso, vocês não falam nada que não seja de lição de casa. Ele se declarou pra você. Tá certo que não foi de uma forma muito romântica, mas se declarou. E você ficou só olhando. Eu acho que se você tivesse dito alguma coisa naquele momento, as coisas seriam bem diferentes agora. Você deixou o abismo entre vocês aumentar. Eu não sou escolada nessas coisas não, mas eu fico pensando se fosse comigo, sabe?! Eu estaria fazendo a mesma coisa que ele. Curtindo a minha vida, tentando esquecer.

- Lexi disse que a gente precisa conversar...

- Pois é, ela deve saber melhor que eu né?! Eu só sei a sua versão. E ela não é nada boa. - ela dá uma risada nervosa, e acabo sorrindo também.

As palavras dela me fazem repensar tudo o que vem acontecendo. Agradeço pelos ouvidos e conselhos, e me deito, alinhando meus pensamentos. Eu não disse nada mesmo. Eu só sabia me justificar, e não tentei falar com ele de novo, ficou esse vácuo entre a gente que só foi aumentando, e agora eu não faço ideia de como resolver.

POV Stefan

Algum tempo depois, Lexi e Joe já não estão com cara de preocupados e passam a se divertir comigo, como nos bons e velhos tempos. Dançamos, brincamos e até a... eu preciso decorar o nome dela até o fim dessa festa... está curtindo com a gente. Ela é divertida, se entrega, achei legal.

Eu sei que estou bêbado, mas, ainda consigo concatenar meus pensamentos e entender tudo que acontece em volta, assim como Elena ter ido embora e Joe ter ficado. Ele parece interessado numa menina que dança próxima a nós, o que me faz crer que eles não estão juntos.

Ele nunca trairia uma namorada, muito menos alguém tão próximo a mim e Lexi. Talvez, esse tempo todo, eu tenha criado uma alucinação na minha mente sobre isso. De todo jeito, Elena é passado agora. Ela, com certeza, não corresponde o que sinto por ela, se ela não está com Joe isso fica mais claro ainda, e não quero mais pensar nisso.

A música vai caindo o ritmo, as pessoas começam a se dissipar e ir embora, resolvo chamar George antes do combinado, a festa acabou, não tem mais o que fazer por aqui. Como Joe se afastou com a garota que estava dançando, ofereço carona a Lexi, que vai com a gente.

No caminho descubro que Marissa, aaah lembrei!, é universitária, assim como Caroline, e isso me faz me sentir muito bem. Outro dia eu nem sabia o que fazer com as mãos e hoje saio com garotas mais velhas que eu, e o melhor, elas gostam. Eu tô adorando essa vida de solteiro. Sem compromisso, sem regra.

Assim que deixo Lexi em casa, Marissa me pergunta se quero ir pra casa dela. Eu ia fazer o convite, mas, adoro o fato dela ter tomado a inciativa. É muito mais excitante.

Quando chegamos, ela pega mais umas cervejas e me sento no sofá, puxando um assunto aleatório. Ela se mostra impaciente pra ir pro quarto. Não me incomodo e faço o que ela manda. O sexo é bom, ela parece estar curtindo e eu mais ainda. Depois de algumas horas transando, dormimos cansados.

O dia amanhece e desperto com a claridade. Ela ainda dorme e não me sinto muito a vontade em ficar. Ouço barulho fora do quarto, fico tenso, ela não comentou que dividia apartamento, e se comentou, eu não lembro também. Me visto rápido e deixo um bilhete. Não quero ser rude, saindo de fininho, mas, preciso ir embora. Nem era pra ter passado a noite fora de casa. Abro a porta, olhando em volta, o barulho era o gato. Fico aliviado e saio antes que ela acorde. Chego em casa, tomo um banho e deito pra dormir. Minha cabeça ainda roda um pouco da bebedeira. Hoje vou pro jogo com Damon, quero estar bem, mais tarde.

Dormi algumas horas e acordei disposto e faminto. Decidi ir pro brunch no clube. Liguei pra Lexi me encontrar lá. Joe está sempre, já que o pai dele é o presidente. Me animei com nossa noite ontem e quero vê-los de novo.

- Sem Elena. - fui categórico.

- Stefan, vocês precisam parar com essa briguinha idiota, isso é tão infantil – Lexi retruca.

- Não tem ninguém brigando, eu só quero ficar a vontade com meus velhos amigos. - respondo.

- Ah, sei... Eu vou chamar ela e você que engula essa!

- Você é insuportável. - desligo o telefone e saio de casa. Não tem como discutir quando ela enfia uma ideia na cabeça.

Chegando no clube, avisto Joe já fazendo a social de sempre. Puxo ele num canto pra tirar minha dúvida.

- Você e Elena... Estão ou não namorando? - ele sorri, debochado.

- Por que você está perguntando? Resolveu assumir que gosta dela?

- Não, idiota, não é nada disso. Eu saí da festa ontem e você tava agarrado na ruivinha. Se tiver namorando com Elena, eu vou ter que quebrar tua cara, só isso. - digo, sério, ele gargalha.

- Não, ela não quer nada comigo, não que eu tenha insistido muito, também. Mas, ela não se mostrou disposta. Você pode tentar a sorte, vem, cretino. - simulamos uma briga falsa e nos abraçamos sorrindo. Me sinto mais leve com essa informação. Mas me lembro que eles andam juntos há semanas.

- Achei que estivessem, vocês não desgrudam mais.

- Bom... somos amigos, você foi meio escroto com ela. - eu abro a boca pra me defender, ele me corta – Já passou. Essa semana, ela tava tentando fazer com que você se sentisse melhor, sabe, com tudo o que houve, e por isso me chamou pra ir no abrigo, mas, você correu todos os dias.

- Eu, bem... Sei lá, cara, tava meio perturbado.

- É, eu entendo. Mas, hoje tá bem, né, aconteceu alguma coisa diferente ontem? - ele sorri de lado, e eu percebo a insinuação, sorrindo sem graça. Acabo confirmando, sem jeito, ele me zoa mais um pouco e seguimos em direção a mesa, pra comer.

Conto pra ele a situação com Caroline, ele ouve empolgado. Ele é mais velho que eu quase um ano, fora a carteirinha falsa, e, frequentemente, vai à festas universitárias. Sair com garotas mais velhas não é necessariamente uma novidade pra ele, mas, ele sabe toda minha história com a Rebekah, e escuta meu relato, curioso.

Lexi chega com Elena algum tempo depois. Já dei tanta risada com Joe que nem me incomodo com a presença dela. Aliás, estranhamente, não faz muita diferença ela estar aqui. Sentamos os quatro numa mesa no jardim e conversamos sobre diversos assuntos diferentes. De filmes a livros, e a manhã passa correndo.

POV Elena

Acordei com o telefone tocando insistente. Me assusto com a hora, dormi demais. Atendo sonolenta e ouço Lexi me chamando pro brunch. Confesso que não estou nada animada pra ir, mas, ela acaba me convencendo. Assim que chegamos, vejo Stefan e meu coração dispara.

Ele e Joe conversam animados e sorridentes. Ele me vê e sorri. Sinto meu sangue ferver. É tão bom vê-lo sorrindo assim. Esse sorriso dele parece a coisa mais linda do mundo. Nos aproximamos, e eles sugerem irmos pra uma mesa no jardim. O dia está lindo e fresco, e podemos comer direito sentados.

O papo flui, Stefan parece exatamente a mesma pessoa que conheci. Divertido, inteligente, gentil. Fico pensando nas palavras da Bonnie. Talvez, eu consiga atravessar esse abismo entre a gente, logo. Eu só preciso ser sincera com ele.

- Bom, preciso ir, vou pro jogo com meu irmão. - ele diz, se levantando. - Alguém precisa de carona?

- Eu não, vou embora com mamãe. - Lexi responde e me cutuca com o pé. Quando abro a boca pra responder, vejo uma das amigas da Rebekah se aproximando dele e respondendo que sim. Olho pra Lexi, sem entender nada. De onde ela surgiu?

- Hum... Só você? - ele olha pra ela, de cima a baixo, e pergunta. Meus olhos reviram, de raiva. Eu não acredito nisso.

- Sim, tem problema? - ela diz, se esfregando nele. Ele sorri, levantando as sobrancelhas, passando a língua na boca, numa expressão que me incomoda, e coloca o braço pela cintura dela.

- Bom, então, vou nessa. Vejo vocês depois. - ele acena e sai enfiando o rosto no pescoço dela, que ri, e se pendura ainda mais nele.

Fico olhando pra Lexi, perplexa. Joe olha pra eles, se levanta com a mão na cintura e comenta, sorrindo.

- Ele tá demais! Eu sabia que assim que se livrasse daquela namorada, ele ia despertar. Meu garoto!

Lexi olha pra ele, furiosa.

- Do que você tá falando? - eu pergunto.

- Ué, disso. Ontem ele tava com uma, hoje é outra. E ainda tem a universitária gata. - ele diz, apontando pra Stefan e toma um chute na canela. Eu sabia que ela tava me escondendo. - Ai, que foi? Ele tá bem, vocês estavam preocupadas a toa. - Ele responde, passando a mão na perna.

Controlo minha reação, ele não sabe de nada. Só Lexi, e pretendo que continue dessa forma. Eu e ela nos levantamos da mesa, ainda digerindo o que acabou de acontecer.

- Você acha isso bonito, por acaso? - ela pergunta, irritada. - Essa galinhagem...

- Ué, ele namorou por quatro anos a mesma menina. Eu acho que sim. Temos que curtir a vida, enquanto ainda somos jovens! - ele respondeu, passando o braço pelos nossos ombros. - Logo ele se apaixona de novo, começa a namorar e lá se vão mais quatro anos, ou pra sempre. Porque, sabe como é o Stefan, né, fiel igual um cachorro.

Lexi respira fundo. - Eu não acho que ele esteja fazendo certo não, ele tá usando sexo como distração.

- E que mal há nisso? - Joe pergunta, rindo. - Para de ser tão certinha, Alexia. Deixa ele, se não tiver mentindo pra ninguém, tá tudo bem.

Por um momento eu fiquei atônita. Eu sou muito ingênua mesmo. Eu achei que... bom, eu vi ele agarrando a outra ontem, mas, eu não cheguei a pensar em sexo. Sinto meu estômago embrulhando. Eu não tô preparada pra isso, eu não quero isso pra mim agora.

Lexi decide ir embora, e me chama. Nos despedimos de Joe e seguimos pra casa. Ela interrompe o silêncio constrangedor que se forma, ainda no jardim do clube.

- Eu não queria que você soubesse dessa forma.

- Tudo bem. Eu não tenho muito o que fazer, né. Joe não está tão errado, Stefan namorou a Rebekah por longos anos e agora tá se vendo solteiro, esse monte de menina na cola dele, acho que é o natural... - tento me conformar.

- Mas... ah, eu acho isso muito errado, sabe, essa coisa de transar com qualquer pessoa, sem conexão... - ela me fala, ainda irritada. - Só que também não posso julgar ele pelo que eu acho correto. Porque ele encontrou uma forma de canalizar o luto dele, e sei lá... Não sei o que pensar.

- Mas o que a gente não quer pra nós, nem sempre é o que os outros querem pra si, certo?! Eu penso num relacionamento romântico, eu sonho com o príncipe encantado. Eu tenho dois exemplos incríveis de sucesso na minha vida, meus pais, e Katherine e Damon. Só que ao mesmo tempo, eu me acho tão nova pra pensar em amor pra sempre. A Katherine tinha um namorado na minha idade, e ela acreditava que ia ser pra sempre, mas, a faculdade separou eles. E ela conheceu o Damon. Então, sei lá, eu posso achar agora que é certo ficar com Stefan, mas, talvez, nem seja. Talvez, todas essas coisas que separam a gente, sejam sinais que não é pra ser mesmo. Já que em um ano, eu vou pra Columbia, ele pra Yale e possivelmente a gente não se veja nunca mais.

- Ai, Elena, que exagero. São só duas horas de carro. Também não é no outro lado do mundo, né?!

- Mas se a gente se vendo todos os dias, criou esse afastamento, imagina a distância, o que pode causar?!

- Então... Eu digo que não vou me meter, e me meto, não consigo ficar quieta. Droga! - ela diz, revirando os olhos – A culpa é toda de vocês! Você ficam tirando conclusões e nunca conversam. Não se comunicam, não se falam. Ficam com esse monte de achismo sobre o outro. Desde o início, e vocês não aprenderam nada com toda aquela confusão que foi quando se conheceram, sabe?! Eu sinto vontade de fazer igual a professora do jardim de infância, colocar um de frente pro outro e obrigar a conversar.

Acho graça do jeito que ela fala. Lexi parece sempre tão adulta, mesmo tendo a mesma idade que eu, é como se ela tivesse uma sabedoria intrínseca. Eu admiro muito isso nela. Ela continua.

- Um reclama de uma coisa, o outro de outra totalmente diferente, e nenhum dos dois se entende. Eu fico nesse meio querendo desmentir tudo, dizer, ow, seus idiotas, se olhem, de verdade. Tudo vai fazer sentido quando vocês fizerem isso, afinal. - ela termina o desabafo e relembro a conversa com a Bonnie.

- Bonnie disse isso, que falta diálogo. E que a culpa pode ter sido minha... - Lexi me corta.

- Bom... Eu não queria dizer isso, sabe, eu te instiguei pra se vingar e me sinto responsável por toda essa história. Mas, sim, talvez, as coisas tivessem tomado outro rumo se você tivesse contado tudo pra ele, antes. Desde aquele primeiro quase beijo de vocês. Cada um de um lado, falando disso e nenhum dos dois conversou sobre, apenas deixou passar.

- Agora é tarde. - respondo, convicta.

- Não é, nunca é. Mas, você precisa saber o que quer de verdade, porque eu acho que desde sempre, você está confusa. Você fica conjecturando um monte de coisas e não se conecta com o que tá sentindo de verdade. Eu só acho que os dois precisam conversar. Só que antes, ambos precisam saber o que querem.

A mãe dela chega no momento que ela diz isso e paramos de falar no assunto. Vou remoendo toda essa conversa e pensando nas atitudes de Stefan. Eu não posso mesmo julgá-lo, Bonnie tá certa. Eu mesma pensei em fazer o mesmo quando beijei o Joe na festa. Eu queria sentir algo diferente por alguém, já que achava que Stefan não queria nada comigo. E, sempre isso, o achismo que Lexi tá falando. Minha cabeça está uma confusão, meus pensamentos estão todos embaralhados. Eu fico pensando demais, criando demais, e tudo poderia ser resolvido se eu chamasse ele pra conversar, de verdade. Preciso colocar minhas ideias em ordem pra decidir o que eu quero. E isso tem que ser logo, antes que eu perca ele de vez.


 


 



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