História Never Say Never - Capítulo 46


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jenna Sommers, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Amizade, Damon Salvatore, Datherine, Elena Gilbert, Katherine Pierce, Romance, Stefan Salvatore, Stelena, The Vampire Diaries, Universo Alternativo
Visualizações 41
Palavras 2.935
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


É, vários capítulos seguidos. Vocês estão vendo isso mesmo! rs
Espero que as coisas comecem a fazer sentido, agora.
Divirtam-se! =)

Capítulo 46 - This is War


POV Stefan

Me levanto pra ir embora e uma das amigas de Rebekah, acho que Elizabeth, o nome dela, eu nem lembro e, de novo, isso não faz diferença, se oferece pra uma carona. No meu pescoço, ao que parece. Olho pra ela, e penso, que mal tem em aproveitar um pouco minha vida de solteiro?!

Como tenho hora pra chegar, fico só nos beijos e amassos no banco de trás do carro, até chegar na casa dela. George me olha com desaprovação pelo retrovisor assim que ela desce. Finjo que não percebo e seguimos pra casa. Troco de roupa rápido e vamos pra casa do Damon, que me aguarda na portaria, mal desço do carro, ele já vem.

Seguimos pro estádio de metrô, como quando eu era criança. Minhas memórias brotam de um jeito curioso. Me lembro de detalhes de como me sentia contente quando meu irmão me trazia aqui. O cheiro de cachorro quente, os gritos de torcida, as bandeiras se mexendo. Ele sorri e me abraça.

- Lembra como era, eu e você?

- Nitidamente. - respondo sorrindo de volta.

- A vantagem é que agora você bebe. - me assusto com a afirmação e olho, arregalando os olhos pra ele.

- Eu não sou idiota, Stef. Festinhas no colégio, sem supervisão. Eu já tive sua idade. - não sei o que dizer, enquanto ele pede duas cervejas na barraca. - Toma, eu só preciso saber que você não vai fazer nenhuma besteira.

Pego a cerveja e brindo com ele, sacudindo a cabeça, num acordo velado que serei responsável. Ao menos, fui até hoje.

- Há uns dois anos, papai me deu minha primeira dose de whisky pra experimentar, dizendo que todo homem de negócios sabe beber. Achei horrível e minha vontade era cuspir tudo. - contei, rindo. - Mas, engoli, com medo dele brigar. Acabei acostumando.

- Dois anos, você era uma criança.

- Bom, quase, foi no meu aniversário de 15, você não estava mais conosco, acho que ele sentia sua falta, mas não admitia. Mas eu não bebo tanto assim, eu só... Bom, eu não sou muito sociável, daí uns goles pra ficar mais simpático. - digo, me justificando, ele ri.

- Bom, se papai te introduziu nisso, eu não posso fazer nada. - ele diz, rindo. - Ele fez o mesmo comigo, mas eu era um pouquinho mais velho. Foi no funeral da mamãe. Eu entrei no escritório pra falar com ele, e ele me deu um copo, dizendo a mesma coisa. - ele diz e o sinto melancólico, meu coração pesa também. São tantas lembranças, que doem.

- Ei, hoje não é um dia de recordações tristes. Vamos comemorar que estamos aqui de novo! - ele fala me abraçando, levantando o astral e sigo o ritmo. É bom estar com meu irmão, novamente.

POV Katherine

Aproveito que Damon e Stefan foram ao jogo e decido fazer compras. Se tem uma coisa que me acalma nessa vida é bater perna olhando as novidades. Mesmo que eu não gaste um tostão, a ideia de olhar, experimentar, trocar, me acalma.

Elena aparece com Lexi, quando estou quase saindo e acabo carregando elas comigo. Os meninos estão tendo a tarde deles, teremos a nossa, bem fútil e mulherzinha. Decido ir no salão primeiro, meu cabelo está precisando de uma hidratação.

As meninas seguem pra fazer as unhas e sento no salão pra fazer o cabelo. Ouço a voz da Sra. Mikaelson e olho em volta, ela parece estar do outro lado e não me vê, acabo deixando pra lá, na saída falo com ela. Durante o momento que estou aguardando o produto fazer efeito, a conversa dela com alguém que não identifico me deixa alarmada.

Gladys conta que o marido está entrando com um processo pela guarda do Stefan, porque acredita que os documentos foram falsificados. E que assim que for provado, Damon não só será processado, como preso por estelionato. Meu coração dispara descontrolado.

Ela continua dizendo que é um absurdo que Stefan esteja sozinho naquele apartamento, exatamente como eu disse, e que isso é o maior indício que Damon é displicente e não está nem aí pro irmão. Meu estômago revira e tenho vontade de colocar meu almoço pra fora. NA CARA DELA! Que ousadia! Eles não conhecem nada da nossa vida pra falar desse jeito com um estranho!

Tento tirar as coisas da cabeça pra confrontá-la, mas, estou presa nuns fios estranhos. Tenho que esperar enquanto continuo ouvindo ela falar barbaridades sobre Giuseppe e Damon. Tá certo que o pai deles não era esse exemplo de ser humano, mas, nunca deixou faltar nada pros meninos em matéria de conforto.

E apesar de não ser carinhoso, deu uma educação muito exemplar pros dois. Nenhum deles se envolveu com drogas, nunca foram ruins nos estudos e são perfeitos cavalheiros! Diferente do canalha do filho dela, mulherengo, gastador e um perfeito idiota. Kol é outro, que se não tivesse parentesco com Klaus eu manteria distância. Ai que ódio!

Aliás, é inacreditável que Klaus e Elijah sejam filhos do mesmo pai. O fato de terem mães distintas é a única coisa que explica porque são tão diferentes, além da enorme diferença de idade. Enquanto um é um poço de arrogância e ambição, o outro é tão humilde e humano.

Alguém chama ela, que se afasta e o silêncio me corrói, porque sei que está falando mal deles em outro lugar. Meu cabeleireiro chega e vem verificar o produto, me olhando com certo receio. Cerro o cenho.

- Era contigo que ela tava falando?

- Era. - ele responde, sem graça. - Ela vem sempre, fica falando de todo mundo, fiquei quieto, porque sabia que dessa vez, você precisava ouvir.

Respiro fundo, com ódio nos olhos. Desgraçada! Tento me recompor enquanto ele lava meu cabelo. As meninas voltam, sorridentes e eu tento me concentrar na conversa delas pra esquecer o que ouvi, pelo menos até chegar em casa e contar tudo pro Damon. Hoje mesmo, Stefan vai lá pra casa.

Saímos do salão e penso em passar em algumas lojas de móveis, pra mudar a decoração daquele escritório e transformar num quarto. E não me interessa o que Stefan quer, eu não vou deixar ele sozinho.

As meninas querem tomar sorvete, e resolvo ir também pra tentar esfriar minha cabeça dos problemas que me assolaram.

POV Stefan

Que final de tarde divertido. O jogo foi ótimo, eu e Damon conversamos como fazíamos antes, e até contei pra ele sobre Caroline. Sem dar nomes, claro. Não quero que ele conte pra Katherine, que vai contar pra Elena e, bem... Não quero que ela saiba disso. Não sei dizer porquê, mas, a ideia me incomoda.

Ele me deu alguns conselhos, me fez algumas perguntas e foi o irmão protetor de sempre.

Na volta, passamos na pizzaria, compramos algumas pizzas e cervejas e fomos pra casa dele. Na entrada, ouvimos uma voz familiar, com um sotaque bem peculiar.

- Estavam me esperando?

Assim que viramos, constatamos, era Klaus.

- Mano, que surpresa! - Damon diz, largando as caixas na bancada da portaria e indo abraçar o amigo. Acho que eu não o vejo há anos, nem lembro quando foi a última vez.

- Ei, garoto. Você cresceu, hein?! - ele me abraça também, esfregando a mão na minha cabeça, me dando um cascudo. - E minha sobrinha, cadê? - fico sem jeito e respondo, tímido.

- Eu não sei, a gente não tá mais namorando.

- Hum... Eu acho até que durou tempo demais, hein?! - ele diz, se afastando. - E cadê a peste da tua esposa?!

- Nós não casamos ainda. - Damon responde, resmungando – você sabe disso.

- Vocês estão casados desde aquele jantar que eu quis apresentar vocês!

Damon ri, a história desse jantar é mesmo hilária. Klaus conta que tentou chegar antes, pro velório, mas, não conseguiu dispensa. A base dele tem comunicação precária e foi difícil ligar, mas, Damon fala que ele recebeu as mensagens. E Katherine também, quando perdeu os pais.

- Ei, vamos subir, a comida vai esfriar. - ele diz, puxando Klaus.

Ele começa a andar, coloca a mão no bolso e para.

- Esqueci meu celular no carro. Vão indo, encontro vocês lá em cima.

Acenamos e subimos, sorrindo. A presença dele sempre anima o ambiente.

POV Katherine

Desço do táxi com Elena e ouço uma voz muito familiar atrás de mim.

- Virou dondoca, peste?

- Klaus! - saio pra abraçá-lo – Que saudade de você, sua peste! Como você se atreve a ficar tanto tempo sem dar as caras?! - digo, dando uns tapas no braço dele, que ri, se defendendo.

- Ei, vamos subir, já encontrei seu marido, fui pegar o celular no carro. - ele diz, me ajudando a carregar as sacolas.

- Ah, essa é minha caçula. - puxo Elena pro meu lado, tinha esquecido. - Esse é o Klaus, docinho, que eu falo tanto. - ela sorri, meiga, e ele fica com cara de abobalhado.

- Vocês são idênticas! Não, mentira, ela é mais bonita, tem esse jeitinho doce. - ele diz, colocando a mão no queixo dela, que vira um pimentão de vergonha. Acho graça.

Seguimos pro elevador, ele segura a porta, ainda de fora. Ouço o porteiro.

- Boa noite, Srta. Forbes.

Um furacão loiro aparece, sorrindo e agradecendo a Klaus por ter segurado a porta. Ela entra apertando o andar e assim que nos avista, começa a falar.

- Elena, oi. Katherine. Oh, meu Deus, eu sinto muito pela perda de vocês.

Olho, confusa. - Perda?

- Sim, seu sogro. - entendo e assinto, ela continua. - Queria mandar alguma coisa, biscoitos, bolo, sei lá, mas, não sabia o apartamento e não quis perguntar pro porteiro. Achei meio creepy. - ela faz uma careta.

Klaus dá uma risadinha. - Tudo bem, Caroline. Não tem problema. - eu respondo, ele me dá um cutucão na perna e me dou conta. - Caroline, esse é meu amigo, Klaus. Amigo da família, aliás.

- Olá, muito prazer. - ela diz, apertando a mão que ele estica.

- Encantado. - ele leva a mão dela até a boca. O elevador para.

- Ah, meu andar. - ela puxa a mão e dá um saltito, engraçado. É sempre tão efusiva que até me encanta. - Sinto muito, mesmo. Boa noite pra vocês.

Sorrio e aceno, enquanto ela sai. Olho pra Elena, curiosa. - Você contou pra ela?

- Não. - ela responde numa careta.

- Como ela sabe?

- Eu não sei, deve ter visto no jornal.

- Hum...

- Linda sua vizinha.

- Não começa, peste! - ele ri e saímos do elevador.

- Que figura. - ele diz, sacudindo a cabeça.

- Ela é sempre assim, muito feliz. Qualquer hora do dia. - Elena responde, ele olha interessado.

- Vocês são amigas? Ela estuda com você?

- Não, não. Ela tá na Juilliard. - ele resmunga um entendimento e noto o ar de predador. Em breve ele vai saber tudo da vida da garota, e não demora, vai ser mais uma na lista negra.

POV Stefan

Sento na bancada olhando Damon ajeitar as coisas na cozinha. Abro uma cerveja e começo a comer a pizza antes que esfrie.

- Hey, comilão, não pode esperar não?

Respondo rindo de boca cheia. - Não.

A porta abre de supetão, Katherine entra, seguida de Klaus e Elena.

Olho, ainda mastigando. Ela me dá um beijo na testa e entra na cozinha, beijando Damon, que fica radiante quando ela chega. Klaus senta do meu lado, metendo a mão na cerveja e na pizza. Ofereço um pedaço pra Elena, quando ela passa.

Ela sorri e aceita. Meu coração acelera com a proximidade. Ela pega um pedaço e se vira pra guardar as sacolas no quarto, eu acompanho a ida, sem querer. Klaus me cutuca. Fico tenso.

- Passa o ketchup. - entrego pra ele e respiro aliviado.

- Vamos levar isso pra sala? - Katherine pergunta, já carregando uns descansos de copo e uma caixa de pizza, pra mesinha de centro.

Eles sentam no sofá, eu sento no chão, próximo da pizza, meio de frente pra eles. Elena volta e senta no chão, comigo, mas, não do meu lado. Klaus conta da viagem e prestamos atenção no relato. O tempo passa rápido, entre bate papo e gargalhadas. Num determinado momento, A conversa morre, Katherine renova o assunto.

- Encontrei sua cunhada no salão hoje. - ela fala e sinto um clima estranho.

- Hum... vocês se falaram? - Klaus pergunta.

- Não, mas ouvi ela dizendo umas coisas interessantes. Você tá sabendo de alguma coisa? - ela alfineta. Percebo Damon olhando, curioso.

- Hum... - Klaus dá um gole na cerveja, ganhando tempo. - Sobre isso... - ele apoia a garrafa na mesinha e olha pra Kath e Damon, abraçados no sofá. Me ajeito, tem coisa aí. Vejo ele apontando os olhos pra mim, e percebo que meus instintos estão corretos. Fico prestando atenção.

- Pode falar, Klaus, ele precisa saber também. - Kath diz, convicta.

- Saber o quê? - Damon pergunta e percebo que não sou o único desinformado.

- Elijah está entrando com um processo contra você pela guarda do Stefan! - Katherine responde de uma vez, e me engasgo. Damon olha, indignado.

- É o quê?! - ele encara Kath e depois se volta pra Klaus. - Como é?

Klaus respira fundo e começa.

- É, ele me chamou pra depor contra você. Por isso eu dei um jeito de vir, porque, precisava te contar sobre isso antes. Eu não vou entrar nessa, mas se ele me intimar, eu preciso ir.

- Ele comeu merda, é isso?!?! Baseado em que esse processo? - Damon pergunta, alterado. Eu não sei o que dizer.

Katherine começa a contar o que ouviu a sra. Mikaelson contando no salão e Klaus completa dizendo que Elijah acha que, por Damon conhecer o advogado do papai, armou tudo pra ficar com a herança.

- Mas... - gaguejo, lembrando o motivo da minha discussão com papai. - Damon... Eu acho que Elijah tava chantageando nosso pai.

Esqueço que Klaus é irmão dele e acabo falando demais. Noto que ele não gosta quando pergunta que história é essa, e decido dizer o que aconteceu na noite que meu pai foi parar no hospital. Meu irmão fica estarrecido com a hipótese. Katherine se irrita e Klaus fica indignado. Sinto Elena se aproximando, e assim como fez no hospital, entrelaçando os dedos nos meus, como se me desse apoio.

Olho pra ela, que me olha de um jeito terno e fico muito confuso. Meu coração bate descompassado, sentindo o toque dela. Ela segura minha mão entre as dela e meu mundo para por um momento. Ela sorri e sussurra que vai ficar tudo bem e sinto uma paz incompreensível nesse gesto. Sorrio de volta e esqueço que tem uma guerra acontecendo bem na minha frente.

- Bem, eu não ia falar isso dessa forma. Eu acho que vocês precisam conversar. Passei 15h dentro de um avião, vou pro hotel descansar um pouco. - Klaus levanta e tenta se despedir. Katherine olha um pouco incomodada com a retirada. Ele continua. - Kath, love, eu não vou me meter nessa história, pros dois lados. Damon é meu irmão do coração, mas Elijah é meu irmão de sangue. E na ausência do papai, foi ele que esteve presente. Se Stefan tem desconfianças sobre ele, eu não quero ouvir.

Ela acena com a cabeça, entendendo. Nos despedimos dele, e, no momento que Damon fecha a porta me questiona. Elena ainda segura minha mão, e apesar de não querer lembrar de nada daquela noite, acabo revivendo o momento da discussão.

- Papai parecia nervoso quando disse que terminei com Rebekah. Ele disse que tinha planos pro nosso futuro. E quando eu questionei sobre a chantagem, foi quando ele começou a passar mal. O mundo ficou turvo naquele momento, só que esse papo de processo me lembrou disso. - Contei. - Dias antes, Elijah tinha me perguntado sobre as movimentações da empresa master, e no dia seguinte a isso, papai estava me mostrando as documentações.

Damon me encara, confuso. Olha pra Kath, nervoso. Ela anda de um lado a outro da sala, como se concatenasse as ideias.

- Seria possível Elijah ter descoberto alguma irregularidade da empresa e por isso seu pai estava nervoso? Mas, por que... O que você namorar a Rebekah tem a ver com isso, Stef? - Kath me pergunta.

- Bom, no dia, eu achei estranho, mas, fez sentido, eu, sendo único herdeiro, ela teria direito a metade. Ou, na cabeça de papai, era só uma fachada pro Elijah achar que ficaria com minha tutela, sei lá, nada faz muito sentido agora. - respondo, desorientado.

- Faz sentido Elijah ter descoberto alguma coisa. Nesse ramo, vai muita sujeira pra debaixo do tapete, e certamente papai deve ter mexido um peão aqui, outro ali, pra passar alguma lei, pra conseguir algum alvará. Preciso só descobrir o que, e resolver, pra acabar com essa palhaçada. Quanto a tutela, não há possibilidade disso acontecer. Papai deixou uma carta explicando. Você leu a sua, Stef?

Minha barriga dói e respondo, angustiado. - Não, não li, e não tenho coragem de fazê-lo ainda.

- Tudo bem, não tem problema, tudo no seu tempo. - ele fala manso. - Vou falar com Conrad amanhã e resolver isso antes que vá a juízo.

- E até tudo estar resolvido, o senhor – vejo Kath apontando pra mim, parada em pé, no meio da sala com cara de mãe – vai ficar por aqui!


 



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