História Never Say Never - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jenna Sommers, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Amizade, Damon Salvatore, Datherine, Elena Gilbert, Katherine Pierce, Romance, Stefan Salvatore, Stelena, The Vampire Diaries, Universo Alternativo
Visualizações 42
Palavras 3.194
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 49 - Gravity


Fanfic / Fanfiction Never Say Never - Capítulo 49 - Gravity

POV Stefan

Paro assim que avisto Elena me esperando. Meu corpo congela, meu coração bate descompassado. Pior que o desabafo da Caroline é a ideia dela ter escutado tudo isso. Eu não sei o que dizer, ela abre um sorriso debochado. Fico tenso.

- Você mereceu essa.

- Eu sei. - digo, me aproximando, desolado.

- Hum... parece que o jogo virou, não é mesmo?! - olho, intrigado.

- Como é?

- O senhor detentor da verdade e da honra, dono de toda a moral do mundo, mentindo pra transar. Cadê aquela história de “não estou enganando ninguém”? - ela responde num sarcasmo que dói.

- Eu não... Pra começo de conversa, eu não menti pra ninguém, ela achou uma coisa por conta própria... - ela me interrompe.

- Não foi o que eu ouvi. Aquela festinha, pra maiores de idade, onde você estava, sendo menor. Como foi que você entrou nela mesmo? Ah, sim, carteirinha falsa. Pén! Mentira!

- O que você tá querendo demonstrar com isso?

- Que as pessoas são falíveis e você não está longe disso, senhor perfeitinho. - ela fala, mas, parece que tá me apunhalando. Percebo a indireta e respondo irritado.

- A diferença é que eu não estava me vingando de ninguém, nem usando ninguém pra isso.

- Ah, sendo assim, tudo bem. - ela coloca um sarcasmo na voz que me enfurece e continua - Então... Você pode parar de julgar as pessoas por um minuto e prestar atenção no que você acabou de fazer? Olha o que você fez com ela, o que você disse pra ela. Você se acha diferente, tão melhor. Sai do pedestal, Stefan. No minuto que você entrou naquela festa fingindo ser alguém diferente, você se igualou a mim. Você não disse que achou que eu fosse alguém que eu não sou? Pois é. Eu e Rebekah estávamos brigando sim, eu sou competitiva, eu odeio perder. E no momento que ela declarou guerra, eu me senti impelida. Assim como quando o reitor disse que eu não ia conseguir acompanhar a turma. Você me conheceu assim. Eu sou uma lutadora. Eu luto pra vencer! Você era uma barreira na minha briga e eu não ia admitir que era uma batalha pra você me fazer desistir dela. Não ia mesmo.

- Então você admite que eu era só uma parte da sua vingança? Que me usou pra atingir a Rebekah?

- Eu... Ahn? Do que você tá falando?

- Que aquele beijo, na noite da festa, era mais uma artimanha pra se vingar dela.

- Não! De onde você tirou isso? - quero uma resposta, uma resposta sincera e continuo.

- Então, por que você me beijou? Eu disse que tinha namorada e você continuou, pra depois me deixar igual um pateta admitindo estar apaixonado por você e não falar nada.

- Eu... Você me disse um monte de coisa horrível naquele dia, queria que eu fizesse o quê? Ain, que bonitinho, ele, tá apaixonado. Toma sua jujuba. Ah, faça-me o favor!

- Caralho, Elena! Eu disse que tava apaixonado por você! Eu disse que ia terminar com a Rebekah! Você não disse nada! Nada além de soluços. Quer saber... Eu tô cansado dessa porra! Eu olho pra você, meu coração dispara sem controle. Meu peito aperta, o ar me falta. Eu tentei te esquecer. Busquei nessas garotas uma forma de parar de pensar em você, sem querer acabei usando a Caroline, eu não sou assim, mas, fui. E, mesmo assim, eu simplesmente não consigo te tirar da minha cabeça. É como se eu vivesse na sua órbita, por mais que eu fuja disso, eu sempre volto. Não importa o que eu faça, você não sai de mim. Um dos piores momentos da minha vida, quando meu pai morreu, foi também um dos melhores só porque você tava do meu lado, segurando minha mão. Tem noção do que é isso? Do quão perturbador isso é? Eu passo noites mal dormidas lembrando do teu sorriso. Isso é ridículo, sabe?! Eu... - sinto o ar faltar de novo, viro e vou pra escada. Não tenho mais nada o que dizer.

POV Elena

Me sinto tão leve. Parece que a nuvem negra se dissipou e Stefan está falante novamente. Fomos pro abrigo batendo papo, conversamos lá o tempo todo e voltamos falando sobre o próximo livro da Jenna. É como se ele tivesse ouvido minha conversa com a Bonnie e entendesse tudo o que passa na minha cabeça e tenha resolvido me desculpar.

Entramos no elevador conversando e sorrindo. Alguém segura a porta e vejo Caroline entrando, sempre feliz. Sorrio pra ela. A felicidade dela não dura muito tempo e o clima fica bem estranho quando respondo que eu e Stefan somos da mesma sala. Lembro que eles dançaram juntos e... Espera. Por que ele precisava contar pra ela e... O quê?!?! Transaram? Como assim primeiro dia, quer dizer que foi mais de uma vez?!

Eu tô estarrecida com essa notícia, então ela era a universitária gata que o Joe falou?! Que bomba! Ela vai embora furiosa e ele fica receoso em ir atrás. Eu digo pra ir, é o mínimo, né?! A porta vai se fechando e me dou conta. Ele mentiu pra ela. Ah, mas eu quero ver isso com meus próprios olhos. Seguro a porta e saio.

Stefan não parece saber o que dizer, e pelo visto é pior com desculpas do que eu. Ainda tô digerindo essa história deles terem transado, mas, meu lado cruel tá adorando o fato que ele não é tão perfeitinho e não pode mesmo me julgar por erro nenhum. Hum... por isso ela sabia da morte do pai dele.

Mentiu, mentiu de novo. Que coisa. Eu queria chegar mais perto pra filmar isso e mandar pra Lexi. E pra Rebekah também, já que eu sei que ele deu uma boa humilhada nela, porque ouvi ela contando pra Hayley logo depois. Caroline tem toda razão, moleque canalha.

~risos~ Ah, que coisa linda ela dizendo que vai botar ele de castigo e... Ai caceta! Que merda que você falou, Stefan?! Se eu fosse ela eu... Eita! É, exatamente o que eu faria.

Ele se vira e arregala os olhos quando me vê. Cruzo os braços com um sorriso vitorioso estampado no rosto. Não consigo controlar. Então, esse é o momento de falar algumas verdadinhas pra ele.

Começo alfinetando, ele me olha intrigado. Lembro a frase que ele me disse, sobre não estar enganando ninguém, tirando a mentira que começou isso, que ele esqueceu, pelo visto. Ele usa o mesmo artifício comigo, de jogar a culpa nela, mas, olha só como as coisas são. Preciso lembrar da mentira que causou isso tudo.

Ele demora a entender onde eu quero chegar. Não é óbvio? Ele me julgou por querer brigar de igual com a Rebekah e ter mentido pra ele. Eu disse desde o início que não queria proteção, que queria respeito. Queria ser respeitada e consegui. As meninas do colégio me copiam. Ninguém mais me xinga ou espalha fofoca a meu respeito, porque eu lutei pelo meu lugar. Se mentir pra ele me deu isso, então, valeu a pena!

Eu já estava com o restante do discurso engatilhado e não entendi a pergunta. Parte da vingança, não, nunca foi. Eu nem queria que ele estivesse no meio e foi por isso que não contei e...

Eu beijei porque eu tô apaixonada, seu idiota! Será que é tão difícil de enxergar? Eu tento responder e o que sai é completamente diferente do que deveria. Meu cinismo ganha voz e as palavras saem sem esforço. Meus medos silenciosos me apertam e apenas perco minha coragem como eu fiz antes.

Meu corpo gela quando ele começa a desabafar. Sinto minhas pernas fraquejarem, minhas mãos suarem e as lágrimas começam a encher meus olhos. Ele se abre de um jeito sincero e, de novo, eu não consigo dizer nenhuma palavra. Sinto meu peito arder e meu estômago revirar quando ele fala da morte do pai. Meu coração tá acelerado e não consigo respirar quando ele me dá as costas. Respiro fundo e se esse não é o momento de falar não vai ser nunca.

- Eu passei todos esses dias escondendo de mim mesma o que eu sinto. Vendo você cada dia com uma menina diferente. - As primeiras palavras saem baixinho. Digo com medo, mas ele para e prossigo. - Eu quis esmagar isso dentro de mim e ignorar todas as vezes que eu sentia meu corpo tremer quando você chegava. - ainda me sinto insegura, ele acabou de dizer o que sente, por que esse temor me invade? Tento me acalmar. - Eu tentei gostar do Joe, sabe?! Ele é um cara legal e ele gosta de mim. Mas nunca ia funcionar porque eu estou apaixonada por você, e eu olho pra você... - Ele vai virando e me dá fôlego pra continuar. - Eu tô impregnada de você! Eu só sinto isso, essa coisa aqui dentro, como se mil insetos quisessem fugir toda vez que você sorri e, maldição, como eu amo o seu sorriso! - Cada palavra sai do jeito que tem que ser. De uma vez, igual quando se tira um curativo. Ele sorri e me encho de coragem. - Parece que o sol brilha mais forte quando você me olha e sorri. E eu também não consigo tirar você da minha cabeça, é como se todas as fibras do meu corpo sentissem sua falta. E não consigo pensar em ninguém, não consigo dormir direito, não consigo respirar, até comer, eu lembro de você brincando no jantar, e tudo perde a graça quando você não está! É isso, eu sou completamente apaixonada por você e dói, tudo dói quando você tá longe. - Respiro fundo e me orgulho de mim mesma. Sorrio aliviada. Ele se aproxima, sorrindo. Sinto meu corpo formigando e, meu Deus, eu consegui!

POV Stefan

Ela começa a falar e eu paro, ainda de costas. Quando fala das meninas que fiquei, meu peito aperta. Eu queria estar com ela, e só com ela. Ela continua, e permaneço de costas, ouvindo. Então, eu não estava louco, havia algo entre eles, e... apaixonada? Eu ouvi direito? Me viro devagar, depois de ouvir essas palavras. Meu corpo retesa e seguro a respiração pra não me descontrolar. Caroline bateu tão forte assim que eu tô alucinando?

Ela fala do meu sorriso, eu acho lindo e acabo sorrindo. Eu amo o sorriso dela, é a melhor parte do meu dia. Eu não acredito que tô ouvindo tudo isso. Parece um sonho, não, é melhor que um sonho. Ela respira fundo, eu fico mudo. Ela se cala e sorri, fraco, eu ainda encaro, calado. Dou um passo pra frente. Meu sorriso é inevitável, minhas pernas tremem, meu coração tá disparado como um foguete rumo a lua.

- E, nossa, como é bom dizer isso! Estou me sentindo muito melhor. - ela desabafa, jogando os braços ao longo do corpo e sorrindo mais.

Não perco mais tempo, corro na direção dela e a beijo. Sinto uma eletricidade percorrer meu corpo, eu esperei semanas por esse momento. Segurá-la nos meu braços, sentir esse toque de novo. Meu sangue ferve e minha cabeça parece transcender pra um universo paralelo onde só existe nós dois.

Tento prolongar esse beijo por mais tempo que meu fôlego permite e me separo buscando ar, sentindo meus pulmões encolhendo. Respiro fundo, olhando pra ela, que me encara, suspirando e sorrindo, ao mesmo tempo.

Ficamos alguns segundos assim, o mundo parece parado, Elena me olha e os olhos dela brilham como se faiscassem. Eu sorrio sem controle, ela disse que tá apaixonada por mim e meu coração pulsa no meu peito como um tambor no meio da carreata. Ela suspira de novo e o telefone toca, interrompendo.

- Katherine. - ela olha pra tela e atende. - Oi.

- Onde vocês estão? Já tô preocupada! - Kath fala tão alto que posso ouvir.

- Estamos chegando. - Elena responde, com um sinal pra irmos. Eu sacudo a cabeça que não, ela sorri e me afasta, desligando. - Stefan...

- Não, agora não, só mais um pouco. - suplico.

- Já era pra gente estar lá há tempos. - Ela diz, com a mão no meu tórax, me empurrando pro elevador.

Seguro ela de novo entre minhas mãos e a beijo novamente. Ela retribui, escorregando a mão e apertando o botão pra irmos. O elevador chega e eu não quero parar. Entro ainda agarrado com ela. Ela me empurra.

- Stefan... A gente precisa conversar. - olho confuso.

- Agora? Precisa dizer mais o quê?

- A gente vai morar junto, meio como irmão, isso vai ser uma confusão danada! - Eu não tinha cogitado isso, em nenhum momento. - Sei lá, talvez seja melhor não falar pra eles ainda.

- Elena... Mais mentiras?!

- Ora, porra! Você quer entrar lá dizendo “oi, a gente vai morar junto essa semana, né, isso é ótimo, porque a gente tá apaixonado”.

- É, parece bom pra mim. Não vejo nenhuma incoerência nisso. - respondo, tentando beijá-la de novo.

- Não! - Percebo que não apertamos o botão pra subir quando sinto o elevador se mexendo.

- Merda, alguém chamou e a gente tá descendo. - apertei o 18 tentando mudar o curso, mas, óbvio que não adiantou.

- A gente não pode falar isso pra eles agora, minha irmã vai pirar, Stefan. - Ela se apoia na parede, eu coloco a mão, me apoiando na lateral, olhando pra ela e tentando convencê-la.

- Eu acho que você tá subestimando ela. - a porta abre, Damon entra. Olho rápido, e só me dou conta que é ele quando nos cumprimenta.

- Hey, vocês. O que houve? - Me afasto e olho de novo, ainda bem que ele está chegando da garagem.

- Você foi mais rápido. - respondo e sorrio, disfarçando. - Foi tudo bem, hoje?!

Elena abaixa a cabeça se agarrando na mochila, Damon começa a contar como foi a reunião, os projetos, que conseguiu ler mais alguns documentos. Olha de novo pra ela.

- Tá tudo bem, Elena? - ela levanta a cabeça.

- Foi sim. Só tô cansada.

- Hum... - ele resmunga, a porta do elevador se abre.

Ele sai na frente, ela me segura sacudindo a cabeça negativamente. Faço careta, reclamando, ela mantém, acabo cedendo. Damon abre a porta e entramos. A noite segue normal e a gente finge que não aconteceu nada.

POV Elena

Eu consegui, finalmente falei tudo! Ele vem correndo e me beija, segurando meu rosto e eu sinto os malditos insetos, dentro de mim, querendo sair. Um arrepio percorre minha coluna e meu corpo flutua, o mundo gira a nossa volta. Ele me beija com ternura e desejo. É um misto de sensações inebriantes. Me sinto embriagada.

Meu telefone toca ao mesmo tempo que nos afastamos, tomando fôlego. Ele sorri de um jeito manso, meu coração se acalma. Atendo minha irmã, preocupada e digo que estamos subindo. Eu não faço ideia de como contar isso pra ela, assim, do nada.

Certeza que ela pira com a ideia da gente morando junto. Tendo dissuadir Stefan dessa ideia, entramos no elevador e ele acaba descendo. Damon aparece e tenho medo dele abrir a boca contando. Me agarro na minha mochila, como se me protegesse.

Entramos em casa, Kath nos aguarda, com a mesa praticamente posta. Sorridente, como se fosse uma dona de casa. Eu deveria mesmo contar pra ela, mas, não tenho coragem. Ultimamente parece que essa palavra ecoa na minha cabeça. Stefan segura minha mão de leve e sorri quando vou pra cozinha ajudar a pegar a comida.

Sorrio de volta. As borboletas que cultivei dentro de mim parecem alegres na presença dele. O jantar segue normal, mas, um aperto no meu peito insiste em aparecer com medo de que ele despeje tudo pra eles e eu não tenha saída. Mas, ele não o faz, apesar de discordar. Começamos a tirar a mesa.

- Stefan, querido, você dorme aqui hoje? - Kath pergunta e eu fico pálida. Olho pra ele, com os olhos arregalados enquanto ela vai pra cozinha.

- Bom, não seria má ideia. - ele responde. Eu sacudo a cabeça dizendo que não. Ele pergunta por que, sussurrando. Ela volta pra sala e nós dois seguimos pra cozinha com o resto das coisas.

- Não, inventa uma desculpa, vai pra casa.

- Você não queria conversar? - ele me pergunta.

- Aqui não, amanhã, na escola. - Ele me olha debochado. - Stefan, aqui não, por favor. - sussurro, colocando a louça na máquina. Meu desespero é nítido, ele percebe e resolve.

- Kath, me lembrei que amanhã tem treino e não trouxe roupa. Melhor ir pra casa. Vocês se mudam quando?

Respiro aliviada e eles iniciam o assunto sobre a mudança. Até sexta já estará tudo empacotado e resolvido. Ela tirou essa semana pra resolver essas coisas junto de uma empresa e não precisamos fazer quase nada, isso é incrível.

Sentamos um pouco na sala, conversando, até que Stefan decide ir pra casa. Ele se despede do irmão, Damon abre a porta enquanto ele abraça Kath e me aponta o celular em cima da mesa, piscando. Eu demoro a entender, confusa, e percebo que é um jogo pra eu ir atrás dele.

Ele acaba indo embora, Damon fecha a porta, Kath sorri pra ele. - Você tinha razão, ele está bem. - ela diz e ele a abraça, confortável.

- Ih, ele esqueceu o celular. - digo, fingindo. - Vou ver se alcanço ele ainda.

- Deixa pra amanhã, ele já desceu. - Kath diz.

- Ahn... - fico sem saber o que dizer.

- Vai pela escada, de repente você alcança o elevador no meio do caminho. - Damon responde, sorrio e vou atrás.

- Tranca a porta quando voltar! - Kath fala e me dá boa noite.

Saio, quase correndo, num vão, próximo ao elevador, sinto um puxão. Stefan escondido, me esperando. Ele me envolve num abraço e me beija. Meu pés parecem sair do chão, essa sensação é maravilhosa. Sorrio.

- Você me assustou.

- Você demorou muito. - ele diz, me beijando.

- Kath disse pra deixar pra amanhã e eu fiquei sem saber o que fazer.

- Eu precisava de uma desculpa pra fazer isso de novo. - ele fala, me beijando outra vez e eu não quero mesmo conversar agora.

- Eu tenho que voltar, antes que eles percebam a demora. - digo, depois de um tempo.

- Nãããoooo... Para de fugir. - ele fala, sem descolar os lábios dos meus.

- Stefan... - suspiro, mas, não quero mesmo parar. Me entrego mais um pouquinho. É tão bom sentir o gosto dele novamente. O toque, o cheiro. É tudo tão perfeito e incrível.

- Tudo bem. Vai. - ele diz, se afastando. Olho, sorrindo. Ele me olha com cara de arrependido. - Não, ainda não. - e me beija mais uma vez. Meu coração tá disparado com a ideia de ser pega. Mas, não consigo sair dos braços dele. Acho que eu poderia ficar aqui a noite inteira.


 



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