História Never Say Never - Capítulo 50


Escrita por: ~

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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jenna Sommers, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Amizade, Damon Salvatore, Datherine, Elena Gilbert, Katherine Pierce, Romance, Stefan Salvatore, Stelena, The Vampire Diaries, Universo Alternativo
Visualizações 111
Palavras 3.200
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 50 - Brighter Than Sunshine


Fanfic / Fanfiction Never Say Never - Capítulo 50 - Brighter Than Sunshine

POV Elena

Volto pra casa, quieta, pra não notarem que demorei bem mais do que deveria. Paro na porta, pensando numa desculpa caso perguntem. Sinto as borboletinhas se mexendo aqui dentro ainda. Que sensação deliciosa essa. Coloco a mão na boca, como se sentisse a quentura dos lábios dele nos meus.

Vou andando pro quarto, meio trôpega. Ouço meu celular apitando e corro pra procurar.

“Já estou com saudades” é a mensagem que aparece com o nome dele do lado. Sorrio sem reservas. É bom sentir isso e saber que ele sente também.

- Nos vemos amanhã. Boa noite. - Respondo com um emoji de beijinho.

“Vai ser a noite mais longa da história”

Sorrio e agarro o celular no peito, como se abraçasse ele mesmo. Vou andando pro quarto com esse sorriso bobo no rosto, me lembrando de cada palavra que ele disse, dele correndo pra mim, do gosto do beijo.

Acho que preciso agradecer a Caroline ter aparecido. Sinto que se não acontecesse isso hoje, eu não teria dito nada, ainda. Eu sou uma idiota. Como eu pude demorar tanto tempo calada?

Meu Deus, coitada. Ela deve estar péssima. Eu não posso nem imaginar a sensação de ser enganada desse jeito. Stefan foi mesmo um canalha, ele tem que se desculpar com ela, de verdade.

Mando uma mensagem pra Bonnie, ela precisa saber! Não fosse todas as coisas que ela me disse, acho que nem mesmo hoje eu teria tido coragem de falar. Ela aparece online e conto tudo. Ela fica empolgada e feliz. Eu também. Entro no banho ainda com os detalhes de tudo na minha mente.

O sorriso dele, o jeito de me olhar, a forma como me pegou pelo rosto, o jeito manso que me beijou. Senhor, eu tô completamente apaixonada!

POV Stefan

Eu não consigo me separar, queria ficar a noite toda sentindo o toque dos lábios dela nos meus. O mundo podia parar e a gente nunca mais precisar sair disso. Mas, a hora passa rápido e preciso ir pra casa, e ela também, antes que alguém note.

- A gente não pode contar pra ninguém ainda. - ela me diz e me sinto frustrado. Eu quero contar pra todo mundo que tô apaixonado pela garota mais incrível que conheço.

- Por que não?

- Porque Kath e Damon não podem saber. E você sabe que as fofocas aqui correm mais que os cavalos no Jockey.

- Que frustrante, Elena. - reviro os olhos.

- Para. Não faz assim. - ela passa a mão no meu rosto e me beija. Vou fazer mais um draminha pra ganhar mais beijos.

Nos separamos, vejo ela indo pra casa e entrar, acenando. Assim que fecha a porta pego o celular e mando uma mensagem. Corro pra casa, vou dormir pro tempo passar mais rápido e eu poder vê-la de novo, pela manhã.

Acordei antes do despertador, mas, é a primeira noite em semanas que durmo como uma pedra. Como se meu corpo e minha mente tivessem relaxado totalmente de tudo que tem acontecido. Me arrumo e chego mais cedo no colégio, fico na porta, esperando Elena chegar.

Ela vem caminhando, distraída, e eu observo, achando lindo o jeito displicente que ela anda. Ela me vê parado, encostado na parede, e sorri. E, sim, é definitivamente a melhor forma de começar meu dia.

- O que você tá fazendo aqui fora?

- Esperando você chegar. - me projeto pra beijá-la, ela me freia. Fico tenso. - O que foi?

- Alguém pode ver.

Suspiro, buscando ar nos pulmões, meio indignado. - Sério, eu vou ter que ficar me controlando?

- Sim, por enquanto. Você não acha divertido, esse clima? Namorar escondido, a emoção? - ela sorri e apesar de achar estranho, considero a ideia. - Pelo menos até a gente poder contar pra eles.

- Eu ainda não entendi porquê não podemos contar. Qual o problema, eles também são um casal, ué?!

- Porque eu conheço a minha irmã suficiente pra saber que ela vai ficar em cima da gente o tempo inteiro. E, neste momento, com tudo o que tá acontecendo, não acho que ela mereça esse tipo de preocupação.

- Preocupação? Da gente junto? Por acaso eu sou algum predador pra ela ficar preocupada?! - me incomodo, sério.

- Não, você entendeu o que eu quero dizer.

- Não, não entendi.

- Tá, vamos entrar, eu explico, lá dentro. - Aceno e entramos. O ginásio tá vazio, como sempre. Só o serviço presente. Sento no banco perto da entrada e espero a continuação. - Não vai trocar de roupa?

- Não. - sacudo a cabeça. - Quero entender isso. Chega da gente ficar supondo coisas, agora a gente vai falar tudo o que pensa e sente, pra nunca mais se desentender. - Ela concorda e senta do meu lado.

- Eu tive um namorado. Antes... Bom, antes de vir pra cá, e, não foi um relacionamento muito saudável. Ele era meu melhor amigo e depois se mostrou uma pessoa muito abusiva. - ouço com atenção. - O seu relacionamento com a Rebekah também não foi exatamente saudável, e a Kath sabe dos dois. A gente convive 12 horas por dia, e em breve, 24h e, bem, a gente não é um exemplo de bom entendimento também, né?! Eu conheço a minha irmã suficiente pra saber que ela vai ficar atenta a tudo que acontece, com medo, pelos dois lados, da gente se magoar. Eu acho que ela precisa se acostumar com a ideia da gente convivendo pacificamente antes de saber, só isso.

Resmungo, tentando entender. Não faz muito sentido na minha cabeça, mas, também não é exatamente um problema.

- Mas, a gente só precisa esconder, né?! Não parar de se ver, ou pior, de se beijar? - pergunto, pra não ficar dúvidas. Ela ri.

- Você só pensa nisso?

- Hum... - finjo pensar e respondo – Basicamente. - Ela gargalha e eu sorrio também.

- Meu Deus, Stefan, eu não sabia que você era um tarado.

- Bom, então pode ficar ciente, porque meus hormônios são incontroláveis e eu não consigo ficar muito tempo sem te beijar agora que eu já sei como é. - vou pra cima dela de novo e ouvimos um barulho na porta de entrada. Que bosta!

POV Elena

Acordei animada, e, mesmo tentando disfarçar, Kath percebeu. É impossível mentir pra ela, que inferno. Às vezes eu acho que me conhece melhor do que eu mesma. Não faço ideia de como vou esconder que gosto de Stefan por muito tempo.

Estamos em pleno outono, mas eu olho em volta e parece um lindo dia de primavera. Vejo pássaros rodeando, árvores floridas, céu azul e pessoas sorridentes. Não sei se é o filtro da felicidade ou o tempo está louco, mas, o dia está incrível. Avisto Stefan parado na porta me olhando e sorrio.

Ele vem me beijar e eu gelo, afastando ele. Se alguém passa e vê, já era o segredo. Tento convencê-lo que é a melhor coisa a ser feita e acabo contando de Tommy. Já era hora dele saber também. Ele quase se convence e me faz rir.

Quando fala dos hormônios, me preocupa um pouco. Eu não transei com ninguém na minha vida. Nem cheguei perto disso antes. E, pelo visto, ele já tem uma coleção na sacolinha. Será que vamos precisar conversar disso também? Eu nem sei o que dizer.

Ele vem me beijar e ouvimos alguém chegando. Me levanto no susto. Duas meninas, de novo, atrás dele. Meu sangue ferve. Ele se levanta também.

- Vou me trocar. - diz, assinto e entro no vestiário.

Saímos juntos. Afinal, era só tirar o uniforme e guardar as coisas. Aquecemos e elas estão na arquibancada, observando e cochichando.

- Vai ser assim pra sempre. - resmungo. Tentando controlar meu ciúme.

- Tem um jeito disso acabar, mas você não quer. - ele diz, sorrindo.

Eu quase aceito, mas, se a fofoca correr eu não vou saber lidar com Katherine. Além disso, ele namorava Rebekah abertamente, e vez por outra, tinha alguém espichando o olho pra ele. Nem a Lexi sabe, se ela ficar sabendo por alguém, capaz de nos castigar eternamente. Já que eu não quero abrir essa informação pra ninguém, vou dar um jeito de tornar isso divertido.

- Quer saber? Parece excitante! Elas ali, te querendo, e no final sou eu quem você beija! - sorrio, juntando o queixo no pescoço, e pisco pra ele.

- Que covardia! - ele diz, parando o polichinelo, dá uma risada sarcástica e responde – E no final, eu te beijo aonde?

Olho em volta, a área da piscina é uma das mais claras e abertas. No corredor dos armários também não dá, qualquer um pode ver.

- Na biblioteca! - digo, contente, por achar uma solução.

- Hum... parece bom. Nos intervalos, corredor sul, filósofos contemporâneos.

- Por que esse, especificamente?

- Ninguém quer saber de filosofia, não percebeu? - dou uma risada alta. Totalmente verdade.

- Combinado!

POV Stefan

Saio da piscina e as meninas vem na minha direção, me impedindo de seguir. Elena olha e fico nervoso. Ela sorri por trás delas e faz um gesto engraçado, como se tivesse beijando alguém e aponta pra cima. Sorrio, as meninas se viram, ela acena um tchau e segue pro vestiário. Ela é mesmo incrível.

- Você vai no show sábado? - uma delas pergunta.

- Não sei, mas... hum... Acabou a brincadeira, tá?! Eu sei que vocês andam apostando e eu tipos... Bom, eu não quero mais! E, podem espalhar a notícia. Chega de apostas.

Elas se olham, surpresas. - É a tal universitária? Você tá namorando, de novo?

Penso em aproveitar a chance, mas, Andy me desmentiria em dois segundos, sem querer. Decido inventar outra mas mudo de ideia no caminho.

- Não, eu só não quero mais entrar na brincadeira de vocês, já deu, cansei! Agora chega de conversa, eu preciso me trocar pra aula. - Elas saem cochichando e me sinto aliviado. Logo o colégio todo fica sabendo e eu não preciso mais dar desculpas esfarrapadas.

Com a demora, acabo saindo junto de Elena, que sorri e meu coração acelera apenas com essa visão.

- Não tem ninguém aqui... posso te beijar agora? - ela me olha, de um jeito travesso, e fico esperando, antes de chamar o elevador.

- Aqui. - ela me puxa pra um vão perto da porta. E aproveito o momento. Até que não tá sendo tão ruim assim esse mistério.

O primeiro sinal toca, precisamos subir, porém, não consigo me separar. Busco fôlego e ela me afasta.

- Precisamos ir. - diz, sorrindo.

- Nããão. - respondo, reclamando.

- Quando você ficou irresponsável? - resmungo de novo e aceito.

- O que você fez com as garotas? - ela pergunta, intrigada. Aperto pra chamar o elevador.

- Mandei elas irem embora, disse que não vou mais brincar. - ela ri. - Que foi?

- Era uma brincadeira pra você?

- Ué, era. Não acho que elas estavam com ideias diferentes disso. Eu tava me distraindo, já que não podia ter você.

Ela ameaça falar, mas, a porta abre e paramos o assunto, no meio de todos os outros que estão subindo pra aula também. A gente precisa resolver esses assuntos que ficam pendentes toda vez que o elevador chega. Paramos na porta do armário e eu tento fazer ela dizer.

- Não era nada demais, é que, as conversas do vestiário... E como você vai se distrair agora?

- Pensando no tempo que falta pra hora do intervalo. - ela sorri, encostando a cabeça no meu braço, enquanto fechamos o armário. Sorrio também.

Viramos, ainda sorrindo, pra ir pra sala e vemos Lexi chegando. Fico nervoso com a proximidade, eu não sei mentir pra ela.

- Elena... - sussurro. Ela fica quieta.

- Oi, vocês. - Lexi sorri. - Espera. - ela para com as mãos a frente do corpo, olho pra Elena, que me olha de volta, estamos confusos. - Vocês... Ah! - ela leva a mão na boca e eu permaneço confuso.

- O quê? - pergunto, Elena ri. Olho pras duas, sem entender nada. - Fala! - Elena faz um sinal de silêncio e me deixa mais desorientado ainda. - Pelamordideos, vocês querem me dizer o que tá acontecendo?

- Você que deveria me dizer, Salvatore! - Lexi responde. - Não teve tempo de me contar a novidade quando chegou em casa?

- Que novid... Você contou pra ela? - pergunto pra Elena, bem puto.

- Não. - ela responde, séria.

- O que você tá falando, Alexia?

- Vocês, parem de me enrolar! Vocês se pegaram ontem e estão aí cheios de chameguinhos. Nem pensem que eu não vi. - ela responde, sussurrando. Como ela sabe? - Por que não me contaram logo?

- Porque é segredo, a Kath não pode saber, e por isso, ninguém pode saber. - Elena finalmente responde algo decente. Mesmo assim, eu tomo um tapa no braço por ter escondido.

- Seu puto! Tinha que ter me dito!

- Ai! Ela me fez jurar segredo. - digo, esfregando o lugar do tapa, me encolhendo.

- Não interessa, eu sou sua amiga. Você sempre me conta tudo! Esteja ciente disso! - ela diz olhando e apontando pra Elena, que sorri e concorda. - Aaaaah que notícia maravilhosa, como foi isso?

Ela dá um gritinho e as duas dão uns pulinhos comemorando. Eu acho engraçado. O sinal toca pela terceira vez e entramos na sala. A novidade fica pra depois.

POV Elena

Lexi me segura no horário do almoço e vejo Stefan indo embora, conversando com os meninos. Fico em dúvida se almoçamos antes ou depois, olho pra ele, enquanto ela me pergunta tudo e tento disfarçar minha agonia da dúvida. Ele olha pra trás e faz um sinal, disfarçado, mostrando que vai descer.

Assinto que entendi. Biblioteca primeiro. Sorrio e volto a dar atenção a ela. Parece tão emocionante isso, esse segredo. Conto pra ela, rápido, guardo minhas coisas e fujo pelo corredor, descendo as escadas com pressa.

A biblioteca não está tão vazia quanto eu pensava. Procuro o corredor que ele falou, olhando pros lados pra não ser vista. Não tem nenhuma placa indicando onde fica a sessão dos Filósofos contemporâneos, começo a ficar nervosa quando passo e vejo ele parado, lendo. Que graça.

Dou uma risadinha afobada, ele levanta a cabeça, sorrindo. Ainda me impressiono como é lindo esse sorriso. Talvez, me impressione pra sempre.

- Que foi? - ele pergunta guardando o livro no lugar.

- Nada. É que... - olho pro livro que ele guardou.

- Você demorou. - ele responde, colocando a mão na nuca. Céus, como é lindo isso.

Sorrio, passo as mãos pelos ombros dele, me aproximando. Ele passa as mãos pela minha cintura e aproxima o rosto pra me beijar, estrago o clima, propositalmente.

- A gente precisa conversar. - ele cerra os olhos e reclama.

- Mais? Que mais a gente precisa conversar? - e solta os ombros, como se desistisse.

- Você tem que consertar o que fez com a Caroline. Não foi legal e não me sinto bem em saber que... Bom, que você enganou ela. Eu gosto dela e ela não merece.

- Eu sei. Eu vou fazer isso, mas, não dá pra fazer agora, né?! Então, a gente pode conversar essas coisas depois? Sei lá, quando tiver indo pro abrigo? Neste momento, esse aqui, eu não quero conversar não. Tem como? - ele me olha, com cara de pedinte e acabo cedendo.

O tempo parece que passa correndo, voltamos pro refeitório, já vazio, quase perto da hora de voltar pra sala. Me sinto tão leve, meu sorriso tá tão fácil que eu fico achando que a qualquer momento alguém vai perceber e me perguntar.

Stefan entra minutos depois de mim, pega a bandeja e se aproxima.

- Precisamos de uma tática melhor, de disfarce. - ele diz e me olha com cara de travesso. Sorrio.

- É, a gente não pensou nisso. Eu nunca fiz isso antes.

Seguimos pra aula, disfarçando, mantendo distância e dando um jeito de ficar perto, esbarrando, pegando algo na mesa e tocando nossas mãos, parece coisa de filme, quando os protagonistas fingem não se gostar. Me divirto.

No entanto, é depois do treino que me dou conta que tem um furo no meu plano. Pra todas as meninas, ele ainda continua solteiro. Ouço as reclamações no banheiro sobre ele ter dito que acabou a brincadeira, mas, mesmo que as apostas parem, algumas delas não querem desistir.

“Ele é um dos caras mais gatos do colégio, e tá livre, é claro que eu vou insistir.”

“Imagina só, aquelas mãos me pegando, aquela boca me beijando”

“Ele é tão fofo, e gentil, e o sorriso, gente?! Parece um príncipe”

São só alguns dos comentários que tenho que engolir e fingir que não me consumo de ciúmes por dentro. Rebekah entra no vestiário e ainda completa, com deboche.

- Vocês esqueceram de mencionar que fica lindo de sunga! - Porra, pra piorar a minha raiva, porque ele fica mesmo. E, se já me irritava antes ver as meninas na natação, agora piorou. Pelo visto, ela parece ter superado bem o término, mesmo.

Reviro os olhos com Lexi me olhando e rindo. - Isso vai te enlouquecer. - Ela fala baixinho.

Respiro fundo e sorrio. Vai mesmo.

Saímos do banheiro e se já não bastasse todos os comentários, vejo Stefan de papo com a menina do outro dia, da ginástica. Seguro a mão de Lexi forte demais, ela reclama, mas entende.

- Calma, ele tá só conversando.

- Eu sei, preciso me acostumar com isso.

POV Stefan

Termino de me arrumar e fico esperando Elena, como sempre. Me distraio no celular.

- Hey, Salvatore, pode me ajudar? - olho e a menina dos bastões tá pedindo ajuda.

Levanto rápido. - Oi... ahn...

- Valerie. - ela sorri e a ajudo. - Soube que você acabou com as apostas. - ela diz, quando terminamos de guardar tudo. Sorrio, sem graça.

- É, cansei da brincadeira.

- Fez bem. Não me parece saudável esse tipo de joguinho. Alguém sempre sai machucado.

- É... Não tinha pensado nisso, mas, você tá certa. Eu só... Bom, eu precisava tirar alguém da minha cabeça.

- E deu certo? - ela gira a cabeça de lado, curiosa. Misturo um sorriso com uma bufada, sem querer.

- Não, nem um pouco. Foi um tiro no pé. - ela ri. Vejo Elena se aproximando e meu coração dispara. - Ei, preciso ir. - Digo, me mexendo pra sair.

- Se quiser ajuda nisso, a gente marca um café qualquer dia, pra conversar. - ela fala, se distanciando, sorrindo e piscando. Sorrio, concordando, sem graça.

Vejo Elena muito próxima, o suficiente pra ver e ouvir. Meu sangue gela. Não sei o que dizer, ou fazer. Respiro fundo aguardando a reação dela. Eu não fiz nada, mas, sinto que fiz, e talvez tudo isso ainda vá me assombrar um pouco, principalmente enquanto a gente tiver escondendo. Seria tão mais fácil se eu já pudesse assumir tudo e me livrar desse peso.

Ela sorri e diz, serena. - Vamos? 


Notas Finais


Bom, pra quem ansiava isso, taí! Stefan e Elena se entenderam, e vão ficar juntos, pra sempre.
Pra quem leu a sinopse e sabe que a história não era só isso, tudo continua depois.
Vou abrir outra história pra continuar contando o que acontece por trás dos bastidores do Glamour! ;)
Obrigada por acompanharem. xoxo.


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