História Neverland; - BTS (Vkook) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Camila Cabello, Fifth Harmony, Originais
Personagens Camila Cabello, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lauren Jauregui, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Aventura, Bangtan Boys, Bts, Drama, Fanfic, Fanfiction, Jungkook, Lobisomens, Peter Pan, Piratas, Revelaçoes, Romance, Taekook, Terra Do Nunca, Vkook
Visualizações 86
Palavras 622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Prólogo;


Fanfic / Fanfiction Neverland; - BTS (Vkook) - Capítulo 2 - Prólogo;

 A lâmina de ferro âmbar atravessava lentamente a superfície, e, quanto mais se aprofundava sem seu caminho mais o líquido derramava sobre a mesa de madeira. Era divertido de certa forma, ver algo partindo ao meio, lhe dava uma estranha sensação de prazer. Poderia até ser considerado doentio, mas ninguém chamaria assim um homem com tão bons ideais quanto ele, certo?

 - Senhor? 

 A voz do garoto atravessou a sala vindo do outro lado da porta, e o homem branco como neve levantou o olhar. O garoto pareceu tremer. Tolo. O que esperava atrapalhando o momento dele? Soltou o ar preso em seu peito desejando que fosse realmente algo importante.

 - Fale.

 - O... – engoliu seco. – O mensageiro chegou, senhor. 

 O homem suspirou segurando o cabo da adaga com muito mais força do que o necessário, a ponto de que a ponta dos seus dedos começaram a perder a cor, se isso era possível. Precisava de acalmar e aguentar aquilo. Precisava ser... agh, ser fofo. Jogou a adaga sobre a mesa com força, e o garoto, que era novo ali e deveria ter no máximo seus treze anos, mais uma vez estremeceu. O homem pegou um pedaço da maçã recém cortada, o comeu e limpou a mão em um pano próximo, para por fim se colocar na frente do espelho, ajeitar o manto tão negro quanto seus cabelos e prender melhor o broche em forma de cobra que descansava no lado esquerdo de seu tórax.

 - Mande-o entrar. 

 E assim o garoto fez, se afastando em passos apressados como se estivesse louco para deixar a sala. Minutos mais tarde o homem ouviu novamente o som de alguém se aproximando, e, daquela vez não era um garoto, e sim outro homem como ele. Um homem fraco. Pelo menos para o homem alvo. Bem, pelo menos lhe servia para alguma coisa. Antes de virar respirou fundo, e por fim girou os calcanhares dando de cara com o outro. 

 - Você veio! – o homem alvo abriu o seu melhor sorriso, que era indiscutivelmente lindo e lhe dava uma aparência pura. 

 - Não deixaria de vir. – o outro respondeu em um tom doce que fez a barriga do homem alvo revirar... De nojo.

 - Como tem ido?

 Se aproximou, colocando a mão no pescoço do outro e acariciando, recebeu um sorriso verdadeiro em troca. Merda, ele apenas queria ir direito ao ponto, mas não poderia. Não sem perdê-lo. Sem perder sua fonte de informações 

 - Bem... Cansado de servir de lacaio, mas bem.

 - Se acalme, meu amor, daqui a pouco tempo nós vamos tornar isso aqui um lugar melhor, e então, você ajudará a manter a ordem, ao meu lado. 

 Os olhos do outro brilharam em expectativa. Oh, mal sabia ele... mal sabia. Os olhares se encontraram, e então como se se lembrasse de algo o outro puxou rapidamente um papel do bolso, o entregando ao homem alvo e fazendo um sinal para que o abrisse. Rompendo o selo que possuía uma caveira e lendo o conteúdo escrito em letras garrafais o homem levantou o olhar.

 - Isto...?

 - Sim. – o outro confirmou. 

 - Não... Não! Porquê?! – o papel aos poucos ia sendo amassado pela mão dele, atraindo o olhar do outro.

 - Eles se sentem ameaçados, é uma causa em comum. – o papel rasgou em suas mãos tamanho foi o aperto. E o outro, como se aquilo fosse uma bela história de amor, tentou o tranquilizar. – Se acalme, eles não são o bastante para você.

 - Não... Eles não são. 

 Confirmou para sim mesmo, repetindo e repetindo a mesma coisa dentro de sua cabeça. Piratas e lobos haviam se unido contra ele, então ele iria esmagá-los para lembrá-los as boas formigas que realmente eram.



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