História New Avenger Revealed (Season 2) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), S.H.I.E.L.D., Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bobbi Morse, Clint Barton, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Jemma Simmons, Leo Fitz, Maria Hill, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Phillip Coulson, Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Alexia Romanoff, Bobbi Morse, Bucky Barnes, Clint Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Romanogers, Steve Rogers, Tony Stark
Exibições 22
Palavras 3.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ok ok eu sei que demorei UMA VIDA pra postar o novo capítulo, mas tudo tem uma explicação. Como eu havia dito, minha casa estava e reforma e talz. Daí agora, tudo acabou, graças a Deus!, mas eu ainda estava se tempo nenhum nenhum nenhum. Tive semana de projeto na escola, e os dias q eu não fui, tinha mais um milhão de coisas pra fazer, daí quando chegava de noite que eu queria finalizar e postar, eu capotava de sono kkkk. Fora isso também, é que eu estou colocando minhas séries em dia já que ta voltando tudo do hiatus, e eu assisto tipo... Umas 12 séries por aí.
Mas enfim, me desculpem pela demora, espero que gostem do capitulo. Boa leitura.

Capítulo 3 - Reencontros



POV Alexia.

 No dia seguinte em que falei com Hill, me preparei para "voltar pra casa" e rever todos, ou quase todos. Assim que terminei de me arrumar, fui até Chris me despedir.

 — Eu vou pra base dos Vingadores hoje. É hora de dar as caras, mesmo que alguns talvez não queiram me ver.
 
 — Por que não gostariam de te ver de novo? Você é da equipe.– disse ele terminando de colocar o café em sua xícara.

 — Porque sei lá, pode ter dado a entender que eu fugi... nós fugimos. Daí agora que acaba tudo, eu apareço como se nada tivesse acontecido? Vai ser estranho. – reclamei.

 — Não vai não. Todos sabem que tiramos férias depois do casamento da sua mãe e do Capitão. Nem você e nem eles sabiam que isso iria acontecer.– ele falava me encarando profundamente.

 — É, tem razão. Só espero que dê tudo certo hoje. Eu te ligo quando voltar ok?

 — Ok. Boa sorte lá. E manda lembranças. – disse ele me puxando para um beijo rápido.

 — Pode deixar. Cuide de tudo aqui tá? Não sei que horas eu volto.– expliquei.

 — Sim senhora.

 Deixei meu apartamento e fui até a garagem, pegando meu carro e seguindo no caminho mais que conhecido por mim.
...
 Chegando em frente à base dos Vingadores, fiquei ali parada por alguns instantes reparando que nada havia mudado. Pelo menos não por fora. Desci do carro e fui entrando, logo sendo reconhecida por JARVIS.

 — Bom dia Srta. Romanoff. É um prazer tê-la de volta.

 — Obrigada JARVIS, é bom estar de volta.

 — A quem devo anunciar a sua chegada?

 — Avise a minha mãe que estou aqui.

 — Sim Srta. Romanoff.

 Me sentei no enorme sofá da sala, o qual eu já estava acostumada a me jogar para fazer as minhas maratonas de séries, e fiquei esperando. Tudo estava em silêncio, o que era já era comum e alguns lugares daquela torre, mas tinham dois bebês ali, não tinha como ficar em absoluto silêncio. Estranhei, mas imaginei logo que deveriam estar em outro lugar.
 Em menos de cinco minutos, percebo uma presença na sala. Então me virei.

 — Alexia?!– chamou minha mãe para ter certeza de que era eu mesma que estava lá.

 — A boa filha à casa torna!– brinquei me levantando e indo em direção à ela que imediatamente me abraçou forte.

 — Graças a Deus!– dizia ela enquanto me abraçava.— Você está bem? Aonde esteve esse tempo todo? Sentimos sua falta.– ela me olhava feliz e ao mesmo tempo preocupada.

 — Eu to bem mãe. Também senti sua falta; na verdade de todos vocês.

 — Eles te acharam? Digo, o governo?– perguntou falando baixo.

 — Não. Eu estava na Alemanha, acredito que é o único país em que eles me desconhecem. Soube de tudo que aconteceu, me desculpa não ter vindo ajudar vocês de alguma forma, é que eu...

 — Shh deixa isso pra lá. Foi bom que você não estava aqui, o governo estava com muita pressão em cima da gente, e se estivesse aqui eles podiam ter levado você.

 — É eu sei. Mas por outro lado, também preferi ficar de fora porque eu não ia conseguir lutar contra ninguém aqui.

 — Pois é. Mas aconteceu. Logo depois que a Guerra acabou, Sam, Wanda, Clint, e o novato Scott, continuavam presos em uma prisão de segurança máxima. Como Steve foi o único que eles não capturaram, ele conseguiu invadir aquela base secreta e libertar a equipe.

 — Mas, se você estava na luta com eles, aonde estava o James?

 — Clint achou melhor que Bobbi ficasse fora dessa, pra poder proteger a Lizzie, assim se caso alguma coisa desse errado, ela ainda teria a mãe. Eu tive que entrar nisso tudo, mas eu já tinha minha estratégia. Bobbi disse que cuidaria do James por mim enquanto eu estivesse fora. Ela saiu daqui também com eles e a S.H.I.E.L.D. forneceu um local seguro pra eles.– ela dizia com firmeza para não transparecer o quão duro foi para ela fazer esse sacrifício de ficar longe do filho.

 — E eles já voltaram? Ou melhor, quem ainda mora aqui?– perguntei de uma vez para acabar com toda a minha curiosidade e ansiedade.

 — Sim eles já estão de volta.– ela disse com um sorriso.— E quem ainda está aqui são: Tony, eu, Clint, Bobbi, Wanda. Bucky nem cogitou mais a ideia de voltar a morar aqui. Sabia que Tony não concordaria e Steve também não insistiu, aliás ele fica pouco tempo por aqui. Bruce foi embora pra Índia novamente assim que a ideia do Tratado de Sokóvia começou a circular; Thor já tinha ido embora; e Sam voltou a morar na casa dele à alguns quilômetros daqui.– ela resumiu tudo.

 — Certo mas, se quem estava do lado do Cap estava contra o Tony, como ele aceitou todos de volta? Stark é muito orgulhoso pra se desculpar, eu acredito.

 — Tem razão. Na verdade, todos eles estavam escondidos em bases secretas da S.H.I.E.L.D., Steve escreveu uma carta pro Tony dizendo que lamentava terem chegado à tal ponto, e que ele sentia muito. Mas também, não guardava raiva de Tony porque afinal ele estava defendendo o que ele achava certo, e Steve não o culparia por isso, porque ele também defendia seus ideais. E que se algum dia, Tony precisasse dele, ou da equipe dele, eles estariam prontos a ajudar. Sei disso porque li a carta escondido do Tony.– ela disse por fim rindo.

 — Linda carta.– ironizei.— Então, no fim das contas, Tony precisou deles?

 — Sim. Durante uma missão deles, Tony viu que iria precisar de ajuda das pessoas específicas. Com um pouco de relutância ainda, ele acabou chamando o Steve, Clint e Sam para ajudar.

 — Por que a Wanda não foi?

 — Por mais que disséssemos que ela não foi a culpada de tudo que aconteceu, ela ainda se sentia mal e com medo. Então ela optou por não ir a campo, e ficar escondida na base da S.H.I.E.L.D. Depois que tudo se resolveu na missão, Steve e Tony tiveram uma conversa franca sobre tudo, Steve disse que se Tony não quisesse mais ele morando aqui tudo bem, mas que não desamparasse o Clint e a Wanda, principalmente ela, considerando tudo que ela já passou. Tony concordou, e disse que não precisava Steve ir embora, mas se ele não se sentisse bem morando aqui de novo e quisesse ir morar em outro lugar, ele não iria impedir. 

 — Mas o Rogers não ia deixar você e o James aqui e ir pra outo lugar!– disse como se fosse óbvio.

 — É. O motivo pelo qual nós dois ainda estamos aqui é o James. Seria muito complicado mudar pra outra casa, quando James praticamente nasceu aqui.

 — Uau! Muita coisa aconteceu aqui então. Agora... eu quero ver o pessoal.– falei ansiosa.

 — Claro, vamos logo.

 Pegamos o elevador e subimos até o andar aonde ficavam, o quartinho de brinquedos da Lizzie e do James, e o escritório de cada um dos Vingadores. Fomos nos aproximando do quarto, e já podíamos ouvir os dois brincando. Cheguei próxima à porta e abri devagar. Assim que Lizzie me viu ela paralisou como se estivesse me reconhecendo, e em seguida abriu um sorriso enorme mostrando aqueles pequenos dentinhos.

 — Oi minha princesinha! Como você tá? – abaixei na altura dela e a abracei forte ao passo que ela fez o mesmo. James veio andando segurando em seu carrinho de apoio e quando chegou perto da Lizzie, ele bateu as mãozinhas no braço dela como sinal para que ela me soltasse. Lizzie soltou do meu pescoço e eu sentei no chão para ser mais acessível aos dois.

 — Ah meu amor vem aqui!– peguei James nos braços e o ergui rapidamente no ar fazendo ele sorrir com a chupeta na boca. — Meu Deus como você cresceu! Os dois cresceram muito, podem parar com isso ouviram?– brinquei.

 — Vou deixar vocês. Estou lá em baixo tá! – minha mãe avisou saindo do quarto e eu assenti.

 Sentei os dois em meu colo e os abracei para matar a saudade que eu estava deles. James estava ainda mais lindo; com nove meses, os cabelinhos haviam crescido mais e estava penteado como um topete, mas já estava todo arrepiado para cima; os olhinhos azuis esverdeados que encantavam a qualquer um, principalmente a mim. Lizzie eu mal conseguia acreditar que já estava com um ano de vida. Tudo passou tão rápido, e eu acompanhei tudo até no dia do nascimento dela, e depois também. Ela estava linda com um conjunto de moletom vermelho que realçava a pele branca e os olhos azuis iguais aos da mãe. Os cabelinhos estavam quase na metade das costas em um loiro natural bem vivo. 
 Me senti um pouco nostálgica diante de tudo aquilo. 

 — Liz, James?, estão muito quietos, espero que estejam inteiros.– a voz de Bobbi soou pelo corredor se aproximando. Liz arregalou os olhos pra mim e sorriu com o dedo em frente à boca indicando que eu ficasse em silêncio. 

 Bobbi entrou no quarto, e ao me ver com eles, quase teve um ataque.

 — Ahhhhh! Não acredito que você voltou, que saudade!– ela veio na minha direção e eu coloquei os dois de volta no tapete acolchoado e me levantei pra falar com ela.

 — Que bom te ver!– abracei ela forte.

 — Você não imagina o quanto você fez falta! A Liz perguntava todo dia de você, e eu nem sabia mais o que falar pra ela. Mas graças a Deus você voltou, e vejo que já foi muito bem recebida.– ela sorriu vendo as crianças.

 — Sim, muito bem mesmo.

 — Ah, mas, e aí me conta, aonde esteve nesses últimos três meses?

 — Bom, nós fomos pra China, passamos duas semanas e meia lá e a cultura, o clima, é tudo maravilhoso como eu nunca vi. Depois, nossa parada foi a Alemanha, e ficamos lá até semana passada. Foi um roteiro incrível Bobbi. Ah, e eu fui naquele restaurante que você me disse uma vez, é maravilhoso! Foi uma das coisas mais legais da Alemanha.

 — Que bom que gostou. Eu não te disse, que não existe uma pessoa nesse mundo que não goste de comer lá?– disse ela com tom de convencimento por ter dado a dica.

 — Verdade. Mas então, Clint tá por aqui?– perguntei.

 — Não, ele saiu em missão ontem.

 — Ah, certo.

 Pegamos as crianças e fomos para a sala para conversar melhor. Depois de quase uma hora, Bobbi disse que iria dar banho na Liz e depois voltava. Assim que ela saiu, entra na sala uma Wanda distraída em seu celular. Observei até que ela se deparou comigo. Ela deu um pulinho de susto, mas logo começou a rir da situação e veio falar comigo.

 — Achei que ia ter que usar meus poderes pra poder localizar você!– disse ela rindo.

 — Viu só? Não precisou. Estou de volta.– dei um abraço forte nela. Era muito bom rever minha melhor amiga.

 — Como você está? – ela perguntou.

 — Excelente agora. E você? Já sei de toda a história mas, como você está agora?

 — Muito melhor. Não encaro mais como culpa minha tudo aquilo. Mas foi um trauma muito grande; eu fiquei assustada e achava que não ia mais poder ajudar em nada, que eu iria arruinar tudo. Cheguei a falar pro Cap que eu agradecia o esforço dele em me ajudar com meus poderes, mas tinha sido em vão. Óbvio que ele discordou, e depois me fez cair na real.

 — Típico dele. Mas, e o Tony, o que ele disse pra você depois?

 — Ah, indiretamente ele se desculpou por ter me mantido presa aqui na base. Sabe como ele é. 

 — É eu sei. Falando nisso, cade ele?– perguntei.

 — Não sei, acho que deve estar na sala particular dele lamentando a falta da Pepper. – disse ela fingindo drama.

 — Pepper foi embora?

 — Na verdade ela decidiu passar um tempo longe dele. Ela não estava suportando mais ficar "apagando os incêndios" que ele causava, digamos assim. Ele é complicado. Por enquanto ele diz que está se virando bem sem ela, mas todos sabemos que não é verdade. Ele não fazia quase nada sem consultar a Pepper primeiro. A não ser quando ele agia por impulso.

 — Bom, acho que todo mundo sabe que a única pessoa que é capaz de colocar o Tony na linha, é a Pepper. Então acho que daqui um tempo ela volta. 

 — Assim espero.– Wanda riu.

 Depois de um bom tempo conversando com Wanda, fomos para a cozinha, e ficamos sentadas em frente ao balcão. Eu tomando uma dose de vodka, como eu sempre fazia, e Wanda se limitando à água com gás.

 — Não sei como consegue tomar isso.– falou ela com seu lindo sotaque russo.

 — Eu sou acostumada com bebidas fortes. Sou russa.– dei de ombros fingindo um convencimento.

 — Não consigo beber muito, então nem me arrisco a tomar outras coisas. – ela riu.

 — Ah não, ainda vou levar você pra experimentar umas bebidas e você VAI tomar. – disse virando meu copo.

 — Você não pode me obrigar!– ela brincou provocativa.

 — Ah se posso! Vai eu, você e as meninas pra um bar aqui no centro, e você vai conhecer o que é bebida de verdade.

 — Se eu entrar em coma alcoólico a culpa é sua Romanoff.

 — Relaxa. Você não vai morrer, não vai dirigir, nem ficar carregando os outros. Vai ser legal.

 No momento em que conversávamos, ouvi passos e quando vi quem era levei um susto.

 — Tony! É bom te ver!– disse animada.

 — Ah olha só quem tá aqui! Resolveu voltar agora?– disse ele, e imediatamente percebi um tom de raiva, ironia e sarcasmo tudo ao mesmo tempo. Ok, Tony tinha dessas de vez em quando, mas eu senti que não foi uma "zueira".

 — Hum... sim, eu voltei. – respondi um pouco receosa.

 — Tudo estava desmoronando por aqui, a guerra acontecendo, e você simplesmente estava aonde? Ah, esqueci! Estava de lua de mel com seu namoradinho. Você soube de tudo, e nem sequer deu o trabalho de se informar pra saber como ajudar?! Você é da equipe, achei que iria se importar!– ele dizia com raiva.

 — Tony que diabos aconteceu com você? Está querendo dizer que eu fiquei fora porque não queria ajudar vocês? Saiba que eu quis ajudar sim, mas eu não pude e você sabe o porque, todos aqui sabem.– rebati.

 — Ah me poupe! Você soube de tudo, daí quando tudo se acalma, você simplesmente volta sem mais nem menos e ainda age toda feliz da vida?– Tony dizia compulsivamente.

 Wanda estava sentada na ponta do balcão, e abaixou o olhar como se estivesse pedindo que aquilo parasse.

 — Tony pega leve. A culpa não é dela.– ela disse tentando amenizar a situação.

 — Fica fora disso Maxinov!– retrucou ele com um sarcasmo irritado e ela fechou os punhos sobre o balcão, com raiva por ele ter chamado ela daquele jeito.

 — Tony cai na real! Acha que eu não apareci aqui porque eu não quis? Eu pedia todos os dias pra isso acabar, e ficar longe, assistindo à tudo isso me consumiu completamente. Eu não podia voltar, se eu voltasse coisas bem piores aconteceriam, e além do mais, eu não sou capaz de lutar com membros da minha própria equipe. Se você estava disposto a matar alguém da equipe que não colaborasse com a sua ideia estúpida junto com o governo, o problema é seu! Mas eu não seria tão covarde e arrogante a ponto de fazer isso.– a raiva já me consumia, e isso era um problema, às vezes eu não controlava muito bem a raiva, e acabava descontando em alguém ou alguma coisa.

 — Ideia estúpida? Você não faz mesmo ideia do que o Tratado significa.

 — Dane-se o Tratado! Isso é uma escolha, não uma ditadura! E se quer saber de qual lado eu ficaria, eu digo: NENHUM! Já sofri muito nas mãos de gente do governo, sei como funciona. Eu não iria e nem vou passar por isso outra vez. A não ser.... que você tenha aberto o bico e contado sobre mim.– encarei ele esperando um resposta. Tony revirou os olhos e olhou rapidamente para baixo, típico de quando ele admitia alguma coisa.

 — Ah não! MAS QUE DROGA TONY! Sabe que vão vir atrás de mim agora, e não vão descansar até que me tenham com eles.

 — Não vão te encontrar, e mesmo se encontrassem, você é geniosa demais, iria escapar.– disse ele com sarcasmo.

 — Você... Olha quer saber, já chega! Não sou obrigada a ficar ouvindo você dizer isso pra mim. Antes que aconteça alguma coisa, eu vou embora!

 Fui a passos firmes e largos até a garagem. Wanda veio correndo atrás de mim.

 — Alexia! Espera.– ela pediu encostando no meu carro.

 — Esperar o que? Você ouviu cada palavra dele!– disse com raiva e destranquei o carro.

 — Não fica nervosa, é o Tony, sabe que ele tem essas crises de "loucura" e acaba falando coisas sem pensar. Eu não sabia, e acredito que ninguém sabe que ele falou sobre você. Eu sinto muito mas, não quero que as coisas fiquem assim... estranhas, tensas...

 — Wanda eu entendo, é sério. Não precisa se desculpar por aquele idiota. Meu problema é com ele, não com você ou com os demais.

 — Eu só... Não quero que se afaste da gente por causa disso. – ela dizia apreensiva.

 — Relaxa, não vou me afastar de vocês. Eu vou ver vocês sempre, só não quero mais encontrar o Tony.

 — Meio difícil, mas não impossível. – ela forçou um sorriso.

 — Eu vou pra casa, preciso colocar a cabeça no lugar de novo. A gente se fala.

 Wanda veio e me abraçou forte assim como quando me viu, e eu correspondi.

 — Se cuida, por favor.– disse ela.

 — Pode deixar.– sorri de lado e entrei no carro dando partida.

 Ela me viu sair da garagem da base, e depois eu só tinha as ruas à minha vista. No primeiro sinal em que parei, o painel do carro acendeu e vi que era uma ligação de Chris.

 — Oi.

 — Oi e aí? Foi tudo certo?

 — Ahn... mais ou menos.– suspirei.

 — O que aconteceu? Você tá bem?

 — To, eu to bem, foi só... um imprevisto.– eu não queria contar mas sabia que ele não iria desistir até me fazer falar.

 — Não tá me contando tudo.

 — Ai amor, esquece, eu não quero comentar isso.– falei cansada.

 — Aonde você tá?

 — Voltando pra casa. E a Kira, como tá?

 — Ainda bem. Não sei se levo jeito pra cuidar dela, desde que você saiu, ela não dorme, não come e eu não sei o que fazer.

 — Nossa! Tá bom, aguenta mais um pouco que eu to chegando.

 — Ok. 


Notas Finais


Uuuuu momento tenso Stark x Romanoff!! Eu avisei que ia ter essa intriga.
Comentem babys e até a próxima.


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