História New Beginning - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 186
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito obrigada a todos que estão favoritando e comentando. Aos outros que estão apenas lendo, apareçam para me dar um oi e dizer o que estão achando!

Eu criei um twitter ( @luna_unicorn27 ), eu vou adorar poder conversar sobre a fanfic e sobre qualquer coisa com vocês, me sigam para eu segui-los de volta!!

Coloquei a história do Wattpad para o caso de alguém preferir ler por lá. Porém, quero deixar bem claro que estou apanhando para aprender a utilizar o site kkk Por causa disso, as atualizações sempre serão feitas com mais frequência aqui!

Última coisa: eu sou uma negação com montagens, então se alguém souber e quiser fazer uma capa para a fanfic, eu ficaria extremamente grata. Eu nem imagino nada demais, só talvez uma manip das duas com NYC de fundo, ou uma montagem de camren com Olívia e Eve, não sei ... Se alguém estiver disposto, fale comigo pelo twitter, vou ficar muito feliz!!

Capítulo 6 - Misunderstanding


Fanfic / Fanfiction New Beginning - Capítulo 6 - Misunderstanding

Lauren

Olívia faltou na escola na segunda já que prolongamos nosso final de semana em Fairfield, mas eu estava decidida a tentar falar com Camila na terça feira. Como se tudo conspirasse contra isso, naquele dia eu peguei um trânsito enorme a caminho da escola e me atrasei, quando eu cheguei apenas restava Olívia da turma dela. Quarta-feira eu sabia que Camila faria extra então ela usaria isso como desculpa para não poder parar para falar comigo. Sendo assim, busquei Olívia e seguimos para casa. Naquele final de tarde, fizemos sobremesas juntas, coisa que a pequena amava. Eu tinha aprendido a fazer sobremesas com Ally, a pequena era fascinada por isso e me ensinou tudo que eu sabia. Eu já estava deitada ao lado de Olívia em sua cama, mexia no cabelo de minha filha enquanto cantava uma baixa canção de ninar. 

- Mamãe? - A pequena se deitou corretamente para me encarar com seus grandes olhos azuis - Porque tia Camila e Eve não jantam mais com a gente? 

-Tia Camila anda muito ocupada com o trabalho, mas amanhã depois da escola vamos esperá-la buscar Eve para perguntarmos, o que acha? 

- Boa ideia! - A menina abriu um grande sorriso. 

Como prometido, no dia seguinte fiquei com Olívia esperando Camila chegar para buscar Eve. 10 minutos já tinham passado e nada da latina. Até que vi uma mulher mais velha saindo da escola acompanhada de um menino que devia ter o dobro da idade das meninas e Eve. 

- Eve? - Chamei. 

- Tia Lauren! - A pequena sorriu e veio correndo em minha direção. Me abaixei para abraçá-la e ficar com ela no meu colo. 

- Como você está, pequena? 

- Bem, tia Lauren. 

- Com licença - me dirigi a mulher que estava com Eve - Camila não veio buscar Eve? 

- Ela está trabalhando, teve uma mudança de horário e agora eu busco Eve na escola. Como moramos no mesmo prédio e meu filho também estuda aqui, faço esse favor.

- Tia Lauren, eu gosto mais de ir para a sua casa. - A pequena disse manhosa deitando a cabeça em meu ombro. 

- Eve, temos que ir agora. - A mulher veio em minha direção e Eve se virou, apertando meu pescoço com força. - Vamos lá, Eve. - Ela tentava puxar a pequena. 

- Não! - Ela gritou agarrada em meu pescoço. - Eu quero ir com a tia Lauren e a Olívia. 

- Vamos levar ela, mamãe. - Olívia disse pidona puxando a barra de minha saia. 

- Eu não sei quem você é, mas eu tenho que levar Eve e já estou atrasada, também tenho compromissos. 

- Eve - a pequena me apertou mais - Olha aqui para a tia Lauren, vamos conversar. - Eve finalmente me olhou com uma feição triste - Você tem que ir embora agora. - Pude ver os olhos da pequena se enchendo de lágrimas.

- Eu queria ir com você e Olívia. - Ela disse com um fio de voz e começou a chorar. 

Eu conhecia Eve há mais de 1 mês e foi a primeira vez que a vi chorar. A menina era sempre muito alegre e espontânea quando estávamos juntas. Eu já a tinha visto fazer manha e uma pequena birra. Já conhecia também seu bico pidão e sua voz manhosa. Seu choro eu nunca tinha visto e aquilo cortou meu coração. 

- Não, não, meu amor. Não chora. - Abracei Eve de novo - Nós ainda vamos nos ver muitas vezes, tia Lauren promete. Você ainda vai brincar muito na minha casa, tudo bem? Mas não chora mais, por favor. - Era em vão. Contra minha vontade, coloquei Eve no chão que ainda abraçou minhas pernas antes de ser puxada pela mulher. 

Ver Eve sendo levada chorando por minha causa tinha despedaçado meu coração. Mais tarde resolvi ligar para Camila, se ela não queria mais jantar em casa, que pelo menos deixasse Eve vir comigo e depois a buscava. Liguei duas vezes em horários diferentes e a latina não me atendeu. Sexta no horário da saída cheguei na escola junto com a vizinha de Camila. 

- Boa tarde, você que levará Eve de novo? 

- Sim. E espero que hoje seja rápido, seria ótimo se Eve não a visse. 

- Fique tranquila, vá buscar seu filho que quando for buscar Eve, eu já terei ido embora com minha filha. 

A mulher assentiu e não nos vimos mais. Toda essa situação era muito estranha. Eu e Camila parecíamos duas adolescentes. Nós nem tínhamos chegado a trocar carícias mais íntimas; era só boa conversa, abraços, beijos … Tudo bem, não era "só". Tudo o que tínhamos tido tinha sido muito bom. A companhia dela me fazia muito bem e eu realmente gostava de tê-la por perto. Eu queria socar a cara de Peter por ter estragado essa bolha de conforto que eu tinha conseguido criar. 

Sábado à noite enquanto eu e Olívia assistíamos Frozen, a pequena me perguntou se veríamos Camila e Eve no parque para elas alimentarem os patos. 

- Sim, elas estarão lá. 

- Eu gosto da tia Camila e faz muito tempo que não vejo ela. 

- Não faz tanto tempo assim, Olívia. - dei risada - Não faz nem uma semana. 

- Isso é muito, mamãe. Você não sente falta dela?

- E-Eu? 

- Sim. Ela é sua amiga, não é? - Assenti - Quando eu fico 7 dias longe dos meus amigos eu sinto saudades, você não sente? - Olívia era inteligente demais.

- Eu sinto sim, mas sabe - coloquei a pequena em meu colo - Os adultos lidam melhor com saudade do que as crianças. Não vê a tia Ally? Fazia quase 60 dias que não a víamos - Olívia abriu a boca pelo espanto - Eu sentia falta dela, mas a gente aprende a viver com saudades. - Sorri. 

- Eu amo a tia Ally, ela é minha tia preferida. 

- Se sua tia Taylor escutar isso, te mata de cóceguinhas! - Olívia levou as mãozinhas até a boca. 

- Não conta para ela, mamãe! - Balancei a cabeça em negativa - Tia Taylor é minha tia preferida junto com a tia Ally. 

Taylor era minha irmã caçula e morava em Paris. Taylor sempre foi uma amante da Europa e quando chegou no ensino médio, começou a fazer francês. Ela se empenhou em convencer nossos pais de que a melhor coisa para ela era fazer o último ano do ensino médio em Paris e com uma pequena ajuda minha e de Chris, ela conseguiu. Minha irmã não teve grandes problemas em se adaptar, pelo contrário, acabou ficando inclusive para a faculdade. Taylor e Olívia se viam com bastante frequência pelo Skype, mas pessoalmente se encontravam no máximo duas vezes por ano. Elas tinham uma relação muito boa, mas minha filha era muito mais próxima de Dinah, Normani e Ally, Taylor sabia disso e não se importou quando decidi escolher Normani e Dinah como madrinhas da pequena.

Aquele domingo amanheceu um pouco mais frio, Outubro já tinha chegado e a temperatura em NYC começava a cair. O Central Park já tinha suas árvores carregadas de folhas laranjas prontas para caírem a qualquer instante, Olívia estava sentada em meu colo enquanto eu contava para ela sobre o quanto eu amava pular nos montes de folhas que se formavam no chão quando tinha a idade dela. Olívia podia ser bem agitada na maior parte do tempo, mas a pequena sabia ouvir como ninguém. Minhas lembranças foram interrompidas quando sentimos um pequeno corpinho se jogando em nossa direção e nos abraçando. 

- Eve! - Eu e Olívia exclamamos juntas. 

Olívia se levantou e foi correndo na direção de Camila. Podia ser bobo falar isso, mas Camila sempre conseguia me impressionar. Era incrível como a latina conseguia estar sempre bela, mesmo com roupas do cotidiano. Hoje não era diferente, ela estava linda!  Ela usava uma calça jeans colada com uma pequena bota nos pés. Vestia uma blusa de lã branca e óculos de sol redondo. Tão simples e tão bela. Pude vê-la abrir um largo sorriso em direção a Olívia antes de pegá-la no colo e enchê-la de beijos. Quando soltou minha filha, ela e Eve deram as mãos e foram em direção aos patos. 

- Camila. - Me aproximei dela. 

- Lauren. - Ela tirou os óculos. 

- Eu nem sei por onde começar. Mas esqueça tudo que Peter te disse. - Ela sorriu debochada e aquilo fez meu sangue ferver - Eu não te entendo! - Falei com certa raiva e a latina se assustou - Você me conhece há mais de 1 mês e não vai sequer me escutar? Prefere realmente acreditar na palavra de uma pessoa que você acabou de conhecer ao invés da minha palavra? Eu nunca te dei motivos para desconfiar de mim! – Nem eu sabia o porquê de estar tão irritada.

A cara que Camila fez não negava seu espanto pelo meu pequeno descontrole. Até eu tinha me surpreendido. 

- Estou escutando. 

- Peter foi meu namorado. Foi. Passado. Você já sabe que Olívia é a pessoa mais importante que eu tenho na vida e desde que ela chegou para mim, foquei toda minha atenção nela. Eu nunca quis ter um namorado, eu nem pensava nisso. Em um dia qualquer no trabalho, conheci Peter em uma reunião de negócios. Ele era inteligente e muito bonito, me convidou para almoçar e eu aceitei. Eu demorei muito tempo para ter algo - busquei a palavra - sólido com ele. Primeiro porque eu sempre fui fechada para relacionamentos e segundo porque não queria que Olívia o conhecesse antes de ter certeza que ele realmente era uma boa pessoa. Peter era incrível e tivemos sim um relacionamento, ele me pediu em namoro e eu aceitei. Algum tempo depois ele conheceu Olívia. No começo, para ela, ele era apenas o meu amigo, conforme o tempo foi passando, eu fui explicando que ele era mais que só um amigo. Eu e Peter namoramos 6 meses, até que ele recebeu uma proposta de trabalho em Londres e foi morar lá. Foi um baque para mim, admito, mas eu nunca quis que ele perdesse essa oportunidade e ficasse aqui só por minha causa. No primeiro mês nós nos falávamos com certa frequência e fazíamos planos de viagens para nos vermos, mas no segundo, nós dois sabíamos que não daria certo. Peter tem qualidades muito boas, mas ele mesmo disse que seria melhor se nos afastássemos totalmente, não mantendo sequer uma amizade. Eu dificilmente corro atrás de alguém e respeitei completamente a decisão dele. Isso foi há 10 meses, Camila. Eu nunca mais o procurei. Eu fiquei 10 meses sem saber nada sobre ele. Até que semana passada, do nada, ele surgiu aqui, bem na minha frente! 

- Dez meses depois? - A latina perguntou incrédula. 

- Sim! Eu não via Peter há 1 ano! 

- Ele me falou que era seu namorado há muito tempo, que tinha acabado de retornar de uma viagem de negócios em Londres. 

- Eu não sei o que deu na cabeça dele para realmente achar que eu estaria esperando por ele todo esse tempo.

- E você estava? - Os grandes olhos castanhos não desviavam dos meus.  

- Não! - Arregalei os olhos - Olha, Camila. - Meu tom agora era mais ameno, mais calmo - Eu realmente estava gostando de te conhecer melhor - dei um passo em sua direção e segurei a mão da latina - você é incrível e uma ótima companhia. - Dei um sorriso de lado - Eu não posso dar um nome para o que estávamos tendo e nem posso te dar certeza que isso vá nos levar a algum lugar. A única coisa que eu posso garantir é que eu estava gostando e que eu nunca iria te desrespeitar ou te usar. - Senti Camila apertando minha mão e vi que ela sorria para mim. 

Camila se aproximou mais de mim e me abraçou, escondendo a cabeça em meu pescoço e deixando um beijo no local. 

-Queria poder te dar um beijo agora mesmo. - Camila falou extremamente próxima do meu ouvido e engoli em seco. 

-Almocem com a gente hoje. - Falei com a voz trêmula. 

-Isso foi uma pergunta? 

-Quase uma ordem. - A latina deu a gargalhada que eu tanto amava e me abraçou novamente. 

 

Olívia e Eve ficaram eufóricas ao saber que almoçaríamos todas juntas, cheguei a cogitar de irmos em algum restaurante, mas a realidade é que eu queria mesmo ir para casa para poder aproveitar um pouco com Camila. 

Assim que acabei de fazer o pedido e coloquei o telefone no gancho, senti Camila me puxar pela mão até o sofá. Eu me sentei e a latina sentou em meu colo, com uma perna apoiada em cada lado do sofá. Camila me encarava e minha mente não cansava de dizer o quão linda ela era. Ela beijou meu pescoço; uma, duas, três vezes e aquilo já estava me deixando louca. Ela foi dando vários beijos subindo do meu pescoço até chegar em minha boca, quando finalmente chegou lá, senti meu corpo todo em estado de alerta. Camila ansiava aquele beijo assim como eu, nós nos beijávamos com certa pressa, certa luxúria. Nossas línguas trabalhando ferozmente. Conforme o ar foi nos faltando, fomos diminuindo a velocidade do beijo até estarmos dando selinhos. Camila abriu os olhos exatamente no mesmo momento que eu e passei minha mão em seu rosto, fazendo um carinho calmo. 

- Você é linda. - Eu precisava externalizar isso e a latina sorriu.

- Tenho que admitir que seus olhos me hipnotizam de uma maneira que eu chego a ficar assustada. 

- Fico feliz em saber disso. – Sorri para a latina.

Camila riu fraco me abraçando e aconchegando sua cabeça entre meu ombro e meu pescoço. Ficamos naquela posição por um tempo; Camila acomodada em meu colo, respirando tranquilamente contra meu pescoço enquanto fazia um carinho delicado em meu braço. Eu apenas tinha a mão perdida em seus cabelos negros, fazendo um carinho calmo em sua nuca. Era incrível a paz que Camila me passava e o quanto o silêncio que as vezes se formava entre nós não me deixava desconfortável, pelo contrário, me deixava extremamente serena.  

O almoço tinha sido maravilhoso; as meninas estavam contentes, Camila estava contente, eu estava contente. Camila tinha me contado que agora trabalhava 1 hora a mais na segunda, quinta e sexta. Combinamos que esses dias Eve iria embora da escola comigo e Olívia. 

- Dormiram. - Constatei ao chegar perto do sofá e ver que Olívia e Eve dormiam enquanto Cinderela continuava passando na televisão. 

- Elas brincaram demais hoje de manhã - Senti Camila me abraçando por trás e sorri, colocando minhas mãos em cima das dela - Eve gosta muito de você. 

- E eu gosto muito dela. - Entrelacei nossos dedos - Olívia também gosta muito de você, passou a semana inteira me perguntando porque vocês não vinham mais em casa. - Camila me deu um beijo no rosto. 

- Olívia é um doce e - o interfone tocou - está esperando alguém? 

- Não. - Me desvencilhei de Camila - Estou tão surpresa quanto você. 

 

- Boa tarde, senhorita Jauregui. Peter Stevens está aqui e deseja subir. 

- O que? Não! - Fui pega de surpresa - Deixa eu falar com ele. 

- Oi Lauren, pensei em fazer uma surpresa para você e Olívia e levar vocês 

- Não, Peter! - O interrompi com certa raiva - Eu te falei na semana passada que poderíamos ser amigos por causa do trabalho, nada mais do que isso. - Suspirei - Pare de insistir, por favor. 

Me virei para frente e vi Camila me encarando com os braços cruzados. Dessa vez ela não tinha raiva nem indiferença no olhar, pelo contrário, ela parecia incomodada com toda a situação. 

- Lauren? Você me escutou? - Peter me tirou dos meus pensamentos. 

- Repete. 

- Hoje é domingo à tarde, você não pode ter tanta coisa para fazer assim. Queria levar você e Olívia para passear, depois poderíamos comer sobremesas naquela loja que a Olívia tanto ama. Nós estamos há 1 ano separados, poderíamos apenas conversar, o que acha? 

- Peter, agradeço a gentileza, mas minha resposta continua sendo não. 

- Lauren, você 

- Eu estou muito bem acompanhada no momento e você está atrapalhando minha tarde - Vi Camila abrir um largo sorriso em minha direção - Então com licença. 

Coloquei o interfone de volta no gancho enquanto Camila começava a andar em minha direção. 

- Ele é insistente … - Camila me deixou contra a parede - Mas eu também sou. 

Camila me beijou. Puta que pariu. Eu queria poder gritar para o mundo inteiro o quanto Camila beijava bem. Seus lábios finos me beijavam com tanta vontade e sua língua fazia um trabalho tão fenomenal quando se encontrava com a minha que eu sentia meu corpo inteiro esquentar em fração de segundos. Camila me imprensava contra a parede de uma forma que parecia que nossos corpos se fundiriam e se tornariam um só. Não sei se por deslize ou propositadamente, mas a latina colocou seu joelho contra meu sexo. Involuntariamente soltei um baixo gemido e a senti sorrir durante o beijo. Camila se afastou sorrindo para mim, passou a mão com delicadeza pelo meu rosto e colocou meu cabelo para trás. 

- Devo dizer, Lauren Jauregui, que você é linda. - Puxou meu queixo e me deu um selinho demorado. 

Eu não sabia o que estava acontecendo, mas Camila estava mexendo comigo de um jeito que eu jamais esperava que pudesse acontecer. Eu sempre tive uma vida amorosa completamente fracassada, tanto na escola quanto na faculdade. Tive alguns namorados, mas todos os meus namoros duraram pouco. Após a faculdade eu tive apenas dois namorados, o último tinha sido Peter. Eu realmente não acreditava que um dia conseguiria achar minha alma gêmea e na verdade, nem procurava. Eu já tinha ficado com mulheres, principalmente na época da faculdade, mas era coisa de uma noite em uma festa no máximo, nunca tinha passado disso. Apesar da curiosidade, eu nunca tinha feito sexo com uma mulher. Para ser bem honesta, eu nunca pensei que me envolveria de forma mais séria com uma mulher, mas com Camila era diferente, eu não conseguia sequer explicar o que a latina me fazia sentir. Eu só tinha certeza de uma coisa: era bom e eu estava gostando. 


Notas Finais


Me contem o que estão achando! Ah, alguém quer ver uma foto de como exatamente eu imagino Olívia e Eve?


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