História New choice- INTERATIVA - Capítulo 10


Escrita por: ~

Exibições 91
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


'Oi gente tudo bem comigo tá tudo ótimo
Ficou meio confusa a frase acima né? Bom, essa frase ficou sem sentido sem pontuação, e creio que com a gente é a mesma coisa, nossa vida precisa de emoção, momentos inesquecíveis, sem arrependimentos, mas receio que apenas metade das pessoas que estão lendo isso aqui se permitem ser felizes, se você é uma dessas pessoas meus parabéns, pois quando morrer vai perceber que ao menos foi feliz, agora se você faz parte dos que não fazem isso eu sinto muito, pois você não está vivendo, está apenas sobrevivendo'
Vou parar com a ladainha e postar logo porque me atrasei muito né?
O capítulo ficou bem sem sal, mas eu estava ansiosa para parar com todo aquele papo de reino e partir logo para a escola, então peço perdão se não gostarem e prometo que o próximo vai ser melhor, só não vou dar data prévia para postar já que como vocês viram eu não sou muito boa com datas kkkkkkk
Aproveitem e não me matem pelo capítulo pequeno..
A música escolhida foi "Alphabet Boy- Melanie Martínez'

Capítulo 10 - Escola


Depois do episódio com a fera, todos foram guiado para seus quartos, os feridos levemente como as menininhas frescas que apenas tropeçaram ou ficaram ofegantes por correr e também os feridos realmente, como os exilados foram enviados para a ala hospitalar do hospital.
-Aii- Pan reclamou quando Elliot passo o pano molhado no seu lábio cortado.
Ela estava sentada em uma das cadeiras brancas presentes na enorme sala que agora se encontrava cheia, Liot estava sentado sobre os joelhos ao lado de Pandora que não parava de reclamar sobre ele ter demorado tanto para fazer aquilo com o touro.
Ivy estava deitada na maca, provavelmente dormindo, Mike não saía de seu lado por nada no mundo, balançando a perna impaciente com as mãos no rosto, sentado numa poltrona branca que havia arrastado até a cama onde a amiga estava deitada. Embora a mancha de sangue continuasse em sua camisa ele já não tinha mais nenhum machucado ou escoriação, graças a ela.
Drake estava na maca ao lado de Ivy, ele sim estava cheio de curativos, graças a todas as pancadas que o touro dera nele, um dos curandeiros estava ali cuidando do resto de seus machucados e limpando todo seu sangue, ele permanecia inconsciente, mas estava instável segundo o curandeiro.
Bom, Mari, Logan e Carter estavam bem, já dormindo em seus respectivos quartos, Pan havia dito a eles que não deviam se preocupar já que não estavam tão ruins.
- Você é tão cavalheiro quanto uma pedra- alfinetou Pan, se dirigindo à Elliot, tudo o que faziam era brigar, desde criança.
- Por que você me odeia tanto?- perguntou a ela, ignorando a ofensa.
Ela deu uma risada de deboche, mas sentiu a ferida abrir mais e gemeu de dor.
Elliot franziu o cenho, colocando o pano molhado sobre a ferida de novo, na tentativa de estanca- lá.
- Eu nunca gostei de você- ela praticamente cuspiu as palavras- Só isso.
- Ahhh qual é? Eu sempre fui legal com você- afirmou o garoto sombrio, olhando-a sério. Aquela era uma das pouquíssimas vezes a qual pudera ficar perto dela.
- Eu não quero falar disso- ela retrucou.
Ele não falou nada, apenas ficou ali, observando-a de perto, enquanto ela tentava não olhá-lo.
- Você não está machucado?- ela não resistiu a perguntar.
- Eu acho que não- disse ele olhando para suas pernas e braços, e logo sorrindo para ela, que não fez muita questão de mostrar os dentes.
- Mas você não havia cortado o lábio na briga com o híbrido?- perguntou ela curiosa.
Ele retirou o pano do lábio dela, a ferida estava levemente aberta, a cicatrização dela estava ocorrendo lentamente devido a adrenalina.
- Na verdade não, foi o Void que se cortou enquanto lutava, quando ele voltou para o lugar dele eu voltei a como estava até antes de invoca-lo- ele tentou explicar, ficando meio confuso e largando o pano na pequena vasilha de soro com gelo, que servia para limpar o ferimento de Pan.
Ela pareceu pensar.
- Então se ele acidentalmente levar uma flechada e morrer, você continua normal?
Ele balançou a cabeça e riu anasalado.
- Não é bem assim- ele começou- Se acontecer isso que você falou eu morro.
Ela respirou lentamente.
- Estou enjoada- ela disse, passando a mão sobre a barriga.
Ele assentiu, já se levantando.
- Vou conseguir algo para comermos- e então ele saiu da sala, deixado pan ali sentada.
A maioria dos curandeiros dali estavam atendendo os soldados feridos, apenas um ou dois haviam sido deixados ali para atenderem os alunos que precisavam de socorro.
O príncipe e a maioria dos alunos, juntamente do rei e da rainha deviam estar dormindo.
Elliot saiu tranquilamente pela ala hospitalar e foi em direção à sala de jantar, onde havia feito sua super entrada, e continuou andando pelo corredor ao contrário do que havia vindo.
Uma senhora, morena e de estatura média, vinha andando em sua direção, com um uniforme em branco, sujo de algo verde e vermelho.
- Com licença- Liot parou-a, tocando- lhe levemente o braço, ela se encolheu. 
Ela se afastou um pouco, mas continuou olhando-o, não nos olhos.
- Gostaria de saber se teria algo para comer- ele questionou, ela louca para sair dali.
- O que você gostaria?- perguntou ela baixo, tão baixo que Elliot quase lhe pediu para repetir.
- Não sei, qualquer coisa, para comer e beber para três pessoas.
Ele pediu, pensando em também oferecer a Mike, já que ele não havia se mexido dali e nem falado algo desde que o príncipe a havia depositado Ivy na maca.
A mulher olhou pro chão. E sem aviso nenhum voltou da onde tinha vindo.
Elliot ficou sem entender nada e foi atrás, a mulher apesar de ser menor que ele conseguia correr mais rápido.
A mulher adentrou a uma sala, a porta branca, Liot se limitou a apenas observá-la pelo pequeno pedaço de vidro da porta, enquanto a moça colocava rapidamente algumas coisas em uma bandeja grande.
Ela voltou num piscar de olhos, a comida em suas mãos fizeram o esmochado do garoto roncar.
Eram quase três da manhã, Elliot notou isso no relógio branco assim que entrou na ala hospitalar, os olhos de Pan quase saltaram assim que ele entrou com a comida, o que despertou um sorriso nele.
- Você conseguiu..- ela quase comemorou. Quase.
Ela pegou três biscoitos de uma vez só, engolindo quase sem mastigar, pegou uma caixinha de suco de laranja, tomando logo em seguida.
Elliot continuava lá, agora sentado numa cadeira livre ao lado da colega, a bandeja disposta nas pernas.
Ele soltou uma risada.
- Você está rindo do que?- perguntou ela curta e grossa.
- Hey calma garota- ele ergueu as mãos- Só foi engraçado, a 12:00 horas atrás, se eu te trouxesse comida, você esfregaria ela na minha cara.
Ela parou para pensar, largando a caixinha de suco, colocando a mesma ao lado da cadeira a qual estava sentada.
- É verdade- ela riu, o corte que estava quase se fechando, novamente, abriu.
Ele sorriu com ela, olho no olho, pegando o pano e torcendo o mesmo, logo apoiando no lábio inferior dela.
- Você fica linda quando sorri- ele começou- devia fazer isso mais vezes..
Ela arrumou a postura, pegando o pano com as próprias mãos e mais um biscoito.
- Você deveria oferecer ao Mike- ela indicou o amigo com a cabeça- ele deve estar precisando.
- É verdade- ele concordou batendo com as palmas das mãos nas pernas.
Levantou e foi até o garoto, com a bandeja em mãos.
- Mike- chamou Elliot, tocando-lhe o ombro, o garoto não se moveu, apenas levantou o olhar- Coma alguma coisa- ofereceu, mas o colega negou.
- Não estou com fome- disse, passando as mãos pelo cabelo e olhando para Liot.
O filho do senhor das sombras sustentou o olhar.
Ivy se mexeu na cama, virando de lado, de modo que ficasse virada para Mike, as mexas negras caindo sobre seu rosto, ela era linda até mesmo dormindo.
- Ela vai ficar bem- comentou o garoto que segurava a bandeja, enquanto Mike passava o polegar pela bochecha dela.
- Eu sei que vai- ele concordou, mas parecia estar tentando se convencer disso.
Elliot largou a bandeja no chão, ao lado da cadeira do amigo.
- Você deveria tomar um banho, trocar de roupa.. Quem sabe até dormir- Liot começou- Eu e a Pan vamos ficar aqui, podemos ficar de olho nela por você.
Michael estava cansado, nunca havia lidado com algo tão grande.
- Se ela acordar eu aviso que você passou a noite toda aqui com ela- Elliot falou, sendo gentil.
- Você me avisa quando ela acordar- pediu Mike.
Liot assentiu, passando a mão pelo ombro do amigo.
Michael levantou da cadeira lentamente, caminhando em direção à porta de saída, indo direto ao quarto.
Elliot permaneceu em pé ao lado da maca da amiga, até Pandora aparecer ao seu lado.
- Parece que você conseguiu convencer ele- ela disse, apoiando as mãos no ferro da maca.
- Eu acho que sim- o garoto respondeu.
Pan deu a volta na maca e fixou o olhar em Drake, que já não estava com tantos machucados graças a seu sangue. Poise, ele teve muita sorte quanto a isso, sua cura era rápida devido a sua licantropia, isso facilitava bastante quanto a suas brigas já que nunca ficava com cicatrizes.
- Ele se cura rápido né?- Elliot tentou puxar assunto.
- Sim- ele respondeu.
Pan aproveitou a ausência do curandeiro para puxar levemente um de seus curativos, mostrando um corte quase fechado. Elliot gemeu, e Pan riu disso.
- Deixa de ser fresco- ela disse, enquanto ele fazia cara de quem ia vomitar.
- Não sou fresco- ele defendeu-se.
- Claro que não- ela debochou, arrumando o curativo de volta.
••••••••••••••••••
O dia estava amanhecendo, o azul já começara a pintar o céu, o ar cheirava a primavera, o típico clima de conto de fadas.
Lukey jogou o edredom pro lado, descendo de sua cama, a qual não era nada ruim, as pantufas estavam no chão, mas estava quente demais para ele usá-las, havia deixado seu pijama de seda de lado, vestindo apenas uma calça de moletom não muito grossa.
Andou até o banheiro, onde lavou o rosto e entrou na banheira, que já estava preparada com bastante espuma e a água morna.
- Alteza?- chamou uma voz feminina bem conhecida.
- No banheiro mãe- ele a guiou, chamando.
- Filho, o que aconteceu ontem?- ela perguntou adentrando o banheiro e sentando-se em um banco amadeirado ao lado perto da banheira. O rapaz começou a explicar, ela fazia algumas caretas de espanto, com o queixo apoiado na mão, de forma interessada.
- E os garotos, estão bem?- perguntou ela, alisando o vestido.
- Eu não sei- começou- Ontem os médicos disseram que iam cuidar de tudo, fiquei de passar lá agora de manhã. 
Ela olhou-o, torcendo o nariz.
- Acho melhor você se apressar então- ela disse-lhe enquanto se levantava- Madson me disse que alguns convidados estão de malas prontas, a maioria já tomando café.
Ela deu-lhe as costas, a cauda do vestido se arrastando para longe do quarto.
E ela deixou-o ali, pensando no que faria quanto aos jovens irem antecipadamente para a escola.
•••••••••••••••••••••
Ivy abriu os olhos, esperando estar em casa, onde o teto azul escuro a fizesse sentir-se a vontade, mas não, o lugar era branco. Logo após se tocar de que nao estava em casa e sim no castelo as coisas começaram a fazer sentido, sentindo ainda certa moleza no corpo arriscou se sentar.
Macas estavam espalhadas pelo quanto branco, algumas pessoas ainda sobre elas, dormindo.
Ergueu o olhar para as cadeiras, onde viu algo inusitado, Elliot estava dormindo, seu peito subia e descia, mas ele não estava sozinho, ao seu lado estava Pan, eles pareciam quase um casal, os ombros colado, a cabeça dela caído sobre o ombro dele e ele com a cabeça em cima da dela.
Não havia ninguém acordado ali, pelo menos Ivy não havia avistado ninguém, sim, ela pensou bem antes de querer sair andando afinal ela está se sentindo fraca, mas não gostas de depender de ninguém, muito menos de incomodar os outros.
Decidida, ela jogou levemente as pernas para fora da cama, embora fosse cedo já começara a esquentar.
Os pés sentiram aquele chão fresquinho, a pele estava livre, só então percebeu que estava sem a roupa dela, vestindo no momento uma espécie de camisola no mínimo três números maior, a bainha abaixo do joelho.
Ivy caminhou pesadamente até a porta, tentando não fazer barulho, mas vez ou outra se apoiando no que vinha pela frente, ela deu um passo para fora do quarto, olhando para os corredores infinitos de ambos os lados tentando se decidir para onde caminhar.
- Qual é o problema?- perguntou uma voz masculina, era Konan, o tão comentado filho da branca de neve- Não consegue andar?
Ele debochou, ela pode ver algo de diferente em seus olhos, talvez raiva.
Ela abriu a boca, preparando-se para responder, quando ele deu um passo mais perto, ela se apoiou na parede ao lado, sentindo suas pernas bambearem.
- Você devia ter morrido ontem- ele cuspiu as palavras estufando o peito- Você e aquele seu esquadrão de aberrações- ele a empurrou o ombro.
Ela recuperou o equilíbrio, parecia que não comia a dias, seus membros fracos pareciam prestes a se partir a qualquer momento.
- Escuta aqui senhor babaca- ela começou- eu quero ir embora tanto quanto você quer que eu vá, então não me culpe, culpe aquele seu amiguinho príncipe que nos trouxe para cá- ela não tinha percebido, mas nesse momento já não havia mais espaço entre os dois, ela batendo com o dedo no peito dele.
Ele baixou o olhar para a mão dela.
- Não coloque essas mãos imundas em mim- ele gritou e empurrou ela, que despencou no chão.
Elliot surgiu da sala, sendo seguida por Pan.
- O que está acontecendo?- perguntou Elliot confuso, e vendo a amiga no chão, olhando em seguida para o rapaz a minha frente.
Pan juntou Ivy rapidamente a levando para o quarto.
- Qual é o seu problema?- Elliot perguntou retoricamente empurrando o rapaz, com cara de poucos amigos.
- Só estava tentando ensinar aquela idiota qual é o seu lugar no meu mundo- Konan debochou, endireitando a postura para que ficasse com a altura de Elliot.
- Então eu vou ensinar minha mão qual é o seu lugar- Liot respondeu, o príncipe marrento demorou alguns segundo para entender o deboche, mas já era tarde demais, o punho do exilado já havia cruzado o ar, aceitando o principezinho na cara, desencadeando uma briga que ainda renderia muito.
Bom queridos expectadores, gostaria de lhes fornecer os mínimos detalhes dessa briga fenomenal, mas sabe né rolou o mesmo de sempre, socos, chutes.. Essas coisas de meninos.
O príncipe Lukey apareceu alguns segundos depois separando os dois, Ivy o culpou por isso, assim como Pan.
Eu queria realmente que todos tivessem se acertado, mas como sou o narrador dessa história tenho que lhes contar a verdade, todos os amigos de Luke embarcaram sem problema no trem que os levaria para a escola, mas os exilados tiveram problema com isso, já que ninguém gostaria de ser sacudido em uma caixa de metal novamente, o único jeito de eles embarcarem foi o príncipe ir junto, para assegurar lhes que nada de ruim iria acontecer.
O trem demorou ao menos 30 minutos, chegando a entrada do portal que ligava o reino de Aurora à escola.
O portal sacudiu um pouco o trem, mas não fez nada mais que alguns arranhões, parando logo em seguida.
- Acho que paramos- Cárter disse.
- É, acho que sim- concordou Marine.
A porta automática do vagão onde estavam se abriu, revelando um céu azul que parecia engoli-los.
Eles saltaram do vagão, o príncipe liderando-os.
- Bem-vindos a sua nova escola- saudou o príncipe.
 Ele os guiou, junto ao resto do pessoal, até os grandes Portões dourados com o emblema de um dragão com uma espada atravessada  em um círculo no entro do portão, que ao ser aberto dividiu-se em dois, metade para cada lado.
A admiração dos exilados foi inédita.
- Vocês nunca foram a uma escola não é?- Perguntou Max, quando estava passando ao lado do grupo.
- Não- Respondeu Ivy, agora já mais forte, graças a poção que Pan havia feito.
- Vocês não vão se arrepender- ele disse- Aii- reclamou quando uma loira ao lado lhe deu uma cotovelada- eu só estava sendo legal.
- Eu conheco você, sei que você queria ser algo a mais que 'ser legal'- Comentou Amy, enquanto seguia o passo ao lado dele.
Eles continuaram andando, passaram pelo portão e avistaram um gramado imenso antes de perceber um estrutura que ia de fora a fora as terras, com uma porta de vidro, onde cada aluno teve de dar seu nome, dizer de quem eram filhos, suas idades e sexo (nunca se sabe não é?!).
Foi um tumulto total, devido à alta quantidade de alunos e aos poucos responsáveis para fazer a inscrição, quando finalmente tudo se acertou eles entraram.
Aquilo pelo qual passaram parecia um forte quando visto de dentro, um caminho de mármore cruzava um gramado grande com algumas árvores estrategicamente colocadas para proporcionar sombra a mesas espalhadas por ali, a escola vinha logo a frente grande em azul e dourados, os vidros eram uma espécie de espelho, as portas de madeira encantada liberava a entrada, mas assim como a mala mágica de Max a escola era maior por dentro do que parecia ser por fora.
Já na entrada havia alguém esperando os alunos.
- Queridos estudantes- saudou uma mulher que parecia ter quase 40 anos- Meu nome é Cristin, vou ser a diretora desse colégio, espero que este seja um ano proveitoso para todos- ela continuou sorrindo- Apenas um lembrete, não deram mais tolerados atos inconsequentes como no ano passado- ela tomou uma expressão mais dura- Sem brincadeiras com balões, água, tinta, pasta de dente, papéis higiênicos e nada do tipo- ela pareceu contar isso nos dedos.
E então silêncio enquanto ela analisava todos.
- As aulas não começaram antes, sei que isso é o que muitos temem, hoje estamos na segunda, e teremos essa semana inteira de folga- ouviu- se um som de 'Ufa'- A minha direita nós temos um quadro de avisos- ela apontou para o enorme quadro feito de branco- Neles estarão todas as programações dessa semana, teremos atividades variadas e não obrigatórias.
Todos comemoraram sobre a parte não obrigatória.
- Tenham um ano letivo e espero não ver vocês tão cedo na minha sala- ela se despediu- Tenham uma ótima semana, qualquer coisa estarei na minha sala.
E então ela saiu andando por um corredor lateral.
E todos começaram a comemorar, gritos femininos e urras masculinos eram ouvidos por toda parte.
Então um garoto subiu as escadas e parou a frente de todos.
- Então galera- ele começou- Agora a diversão vai começar- ele gritou, sendo acompanhado pelos amigos.



 


Notas Finais


Quero comentários e favoritos hein, aliás último aviso, quem não comentou nada no capítulo passado e não comentar nesse até eu postar o próximo capítulo vai ter o personagem excluído da fic, e pode apostar que eu não terei piedade MUHUHAHAHAHA
Bj Bj amores da mamãe ❤️❤️❤️


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