História New Life - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais
Exibições 18
Palavras 1.727
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Revenge


Já é de manhã. Acordo e não vejo Ed ao meu lado. Deve ter saído cedo, penso. Acho que não vou ficar mais brava com ele, e sim vou fazer algo melhor. Se aquela vadia quer brincar, vamos brincar então. Me levanto e vou em direção ao banheiro, faço minhas higienes e saio. Coloco um short jeans e uma camisa sem manga e, quando vou abrir a porta para sair, ela e aberta revelando o Ed.

- Estou saindo.

- Espera.
- Ele diz segurando minha mão. - Ainda está brava comigo? - Ele pergunta.

- Não, claro que não. - Digo e abraço ele, sinto ele me abraçar mais forte ainda.

- O almoço já está pronto, me espera?

- Sim.
- Digo.

Espero ele se aprontar para irmos. Ele estava na piscina eu acho, por que ele está todo molhado. Depois de um tempo, ele sai e vamos em direção ao elevador chamando o mesmo ao nosso andar.

- Erhh... A Loraine vai estar lá. - Ele diz.

- Tudo bem. - Digo tranquilamente e vejo ele olhando de forma estranha para mim.

- Tem certeza?

- Olha, eu fui estúpida ontem. Não sei o que deu em mim, mas percebi que a culpa não era dela.
- Digo e ele me puxa para ele com um dos braços.

- Que bom, agora não tenho que me preocupar com vocês duas. - Ele diz e eu assinto sorrindo.

Pena que é tudo mentira. Odeio mentir para as pessoas, principalmente para ele, mas eu tenho que fazer isso. Mas eu não menti quando disse que não estou mais brava com ele, não estou mesmo. Talvez um pouco... ah, deixa pra lá.

Chegamos no restaurante e sentamos. Nem deu 5 minutos e a Loraine chegou. E pelo jeito, ela veio inspirada hoje com essa roupa de puta. Só falta os peitos dela sair do vestido e ela dizer que foi sem querer.

- Bom dia gente. - Ela diz sorrindo e se sentando.

Todos dão um bom dia para ela, menos eu. No almoço, nós temos que ir nos servir, os garçons só servem bebidas, e de noite eles servem tudo. Me levanto com meu prato e vou até as comidas. Percebo que a Loraine se levanta também e me segue.

- Então vaquinha, como está sendo o seu dia? - Ela pergunta para mim. Se controle Jennifer, falta pouco para ela estar com a cara inchada.

- Está sendo ótimo, vou sair com a Taylor a tarde. - Respondo com o máximo de calma. Acho que nem Deus me supera com essa minha calma.

- Que ótimo, assim vou poder ficar junto com o Ed na piscina, vendo aquele abdômen definido dele. - Ela diz imaginando tudo. Já posso pegar meu Prêmio Nobel da Calma?. Sei que não existe,  não seria justo eu ganhar todas as vezes.

Depois que ela diz aquilo, ela deixa o prato dela encima da bancada e vai em direção as carnes. Nesse mesmo momento, eu jogo um pouco de castanha de caju em pó na comida dela e volto a arrumar a minha.

Agora deixa eu explicar o meu plano. Eu descobri esses dias que ela é alérgica a nozes, então eu comprei essas castanhas de caju e fiz elas ficarem em forma de pó para eu jogar na comida dela. Não posso esperar para ver a cara dela toda inchada e vermelha.

Volto para a mesa sentando ao lado do Ed, depois de um tempo ela volta também.

- Taylor, que horas vamos mesmo? - Pergunto.

- Logo depois que comermos. - Ela diz.

Ela quer ir em uma sorveteria nova que acabou de inaugurar aqui na cidade. Não sei qual vai ser a diferença de ir lá e de ir em uma qualquer, mas tudo bem.

Depois de um tempo comendo, nos assustamos com a Loraine jogando os talheres na mesa. É agora, penso e começo a dar mini risinhos.

- Se está ruim, é só não comer. - Calvin diz e ela começa a se abanar.

- O que tem nessa comida? - Ela diz preocupada e respirando com dificuldade.

- Você mesmo preparou e não sabe o que tem? - Digo com um sorriso maléfico e ela olha para mim com raiva.

- VOCÊ FEZ ISSO SUA PUTA. - Ela grita e me dá um tapa na cara. Nem os cientistas vão conseguir descobrir de onde eu tiro calma.

Depois disso ela cai no chão e fica tentando respirar, mas com dificuldade. A cara dela a esse ponto já está inchada demais, não sei diferenciar se é por causa da alergia ou por causa da raiva que ela está sentindo de mim agora. Logo, os meninos vão até ela e ajudam ela a se sentar, preocupados. Eu ainda estou tentando não rir. Logo um garçom chega e ajuda ela também.

- ALGUM MÉDICO AQUI? - O garçom grita.

Logo, os meninos e a Taylor olham para mim. É, a felicidade dura pouco mesmo, penso. Vou até ela e dou uma vacina a ela que tinha na minha bolsa e injetei nela. Eu sabia que eu teria que ajudá-la de qualquer forma, então já me preparei.

- Pronto, ela vai ficar bem. - Digo.

- Calvin, me ajuda a levá-la para o quarto dela. - Ed diz e Calvin assente ajudando a carregar ela.

- Vou com vocês, preciso falar para ela algumas coisas sobre a alergia dela. - Digo. - Taylor, eu bato na sua porta quando estiver pronta.

- Ok.


Sigo os meninos até o quarto dela. Abro a porta do mesmo e os meninos vão em direção até a cama dela deixando ela na mesma.

- Obrigada gente. - Ela diz com a voz fraca.

- Não foi nada. - Eles dizem e depois se retiram, deixando eu e ela no quarto.

- Você vai ver comigo, sua piranha. Vou acabar com você. - Ela diz tentando se levantar com dificuldade. No mesmo momento, dou um tapa na cara dela, fazendo ela deitar de volta na cama.

- Isso foi só um aviso para você, melhor ficar longe de nós.

- Como sabia que eu era alérgica a nozes?

- Não interessa, apenas fique longe.
- Digo me virando e saindo. - E como uma amiga minha disse: Eu tenho um espaço em branco, e eu vou anotar seu nome. - Digo e saio do quarto.

Foi a Taylor que disse na canção Blank Space dela, amo essa música. Vou até o quarto da Taylor e durante o caminho, vejo Ed saindo do quarto.

- Então, como ela está? - Ele pergunta.

- Está bem. - Digo sorrindo e continuando meu caminho, até ele me segurar.

- Aquilo que ela disse... era verdade? - Ele diz me deixando confusa. - Você fez aquilo?

- Claro que não. - Digo.

- Ok, vou para a piscina. - Ele diz se aproximando e me dando um selinho.

- Tchau! - Digo e bato na porta do quarto da Taylor.

- Vamos? - Ela pergunta.

- Vamos. - Digo.

---

Chegamos da sorveteria, e meu deus, a Taylor estava certa. Não é um sorvete qualquer, ele é bem azedinho, mas com o tempo você acostuma com o gosto. E ele é muito gostoso, não vou mentir, pedi dois. Taylor disse que estão construindo um perto do hospital em que eu trabalho, e é claro que eu vou passar para comer lá.

Ed me ligou falando que estavam na sala de jogos, falei para a Taylor e fomos lá. Quando ele disse ''estavam'', pensei que era ele e o Calvin, mas não. É ele, o Calvin e a Loraine. Eles estão jogando Ping Pong. Nunca fui boa nesse jogo, por alguma obra de lúcifer eu nunca conseguia acertar a bola, mesmo se a bola fosse lentamente.

- Olá gente. - Taylor diz e vai até o Calvin dando um selinho no mesmo. Faço o mesmo com o Ed.

- Já está melhor, Loraine? - Pergunto lançando um sorriso provocante para ela.

- Sim, e obrigada pela sua ajuda. - Ela diz forçando o sorriso.

- Não foi nada. - Digo e dou um beijo na bochecha do Ed. - Vou em outro jogos.

- Joga esse comigo.

- Não tenho lembranças boas com esse jogo.
- Digo e vou em outros jogos. 

Vou em direção a um brinquedo e começo a jogar. É aquele brinquedo que tem uma garra que pega os bichos de pelúcia dentro. Acho que já contei minha história com esse brinquedo. Quando vou colocar uma moeda na máquina, sinto alguém do meu lado. Olho e... é a putiane.

- Então, como foi a sua...

- Olha aqui sua vaca.
- Ela diz aumentando o tom de voz e me empurrando. Não tem ninguém perto de nós, graças a deus. - Se você acha que isso acabou, está bem enganada. - Ela diz, só falta ela começar a gritar. - Não sei como descobriu que sou alérgica a nozes, mas prometo que vou acabar com você. - Ela diz.

Quando ela terminou de falar, eu já tinha conseguido pegar um urso marrom escuro.

- Boa sorte com isso, querida. - Digo sorrindo vitoriosa e vou em direção até os meninos.

Chego no Ed e cutuco ele, escondendo o urso atrás de mim.

- Hey, se divertiu? O que tem ai atrás? - Ele pergunta tentando olhar, sem sucesso.

- Adivinha?

- Comida? - Ele diz me fazendo rir.

- A vida não se resume em comida, senhor Sheeran. - Digo e mostro para ele. - Para você! - Digo e ele me dá um abraço.

- Nossa, gastou quantas moedas?

- Só uma, tenho uma certa experiência com aquelas máquinas...
- Digo e Ed me puxa, dizendo que vai me ensinar a jogar ping pong.

---

Já anoiteceu e já estamos no quarto. Eu pensei que Ed ia desistir de tentar em me ensinar a jogar Ping Pong, mas não. E até que não foi tão difícil, eu acertei quatro e errei... deixa quieto.

Ficamos nos encarando por um tempo, até que Ed me dá um selinho. Ele me puxa para mais perto dele enquanto ainda me beija, o beijo fica mais intenso. Ele me puxa para o colo dele e logo tira minha camisa e encara meus seios. É, essa noite vai ser longa...

Continua...



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