História New Life - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais
Exibições 19
Palavras 1.869
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Do jeito que eu estou planejando o rumo da fanfic, a Jenny não será a única com um POV. No próximo capítulo terá mais que um hihihi
Espero que estejam gostando!

Capítulo 12 - Not a good day


Já se passou algumas semanas. Já estamos de volta a Los Angeles e eu tive que ficar de plantão todos os dias por causa dos dias que eu não fui. Eu tinha avisado que iria viajar, mas a condição era que quando eu voltasse, todos os meus dias seriam plantões. E até que valeu a pena, para quem é médico sabe o quão é legal participar de uma cirurgia.

E, sinceramente, eu não via a hora de ir embora. Não aguentava mais aquela vadia no meu ouvido, o estranho é que depois daquela ameaça que ela fez, ela parou. Não fez mas nada, não tentou mais nada. Estou chegando na casa do Ed, ele me pediu para passar lá. Adam fez um corte feio e ele quer que eu vá lá para ver.

Abro a porta com a chave que o Ed me deu e entro.

- Olá garotos! - Digo sorrindo e indo abraçar o Ed, o mesmo me dá um selinho.

Vou até o Adam e olho o corte, e não é nada pequeno. Na verdade está longe de ser pequeno, o que ele fez? Escorregou encima de uma faca ou algo do tipo?

- Meu deus Adam, o que aconteceu?

- Acho melhor nem te contar.
- Ele diz e eu olho para o Ed, esperando que ele me conte.

- Ele estava cortando alguma coisa e a faca escorregou, e acabou cortando o braço dele. 

- Adam, sua inteligência me impressiona.
- Digo sendo irônica, ele me olha feio.

Pego o kit de primeiros socorros que eu trouxe e coloco encima da bancada.

- Vai precisar de pontos?

- É claro que vai, a menos que você tenha regeneração acelerada.
- Digo pegando a agulha e os fios.

- Vai doer?

- Sim.

- O que? Pera.
- Ele diz segurando minha mão. - Não vai usar nada para diminuir a dor?

- Você já está com o braço cortado, uma agulha não vai fazer diferença.
- Digo e puxo o braço dele enfiando a agulha na mesma sem dó.

Ele começa a dar gritinhos de dor. Buff, fraco. Depois de um tempo, termino de dar os pontos.

- Pronto! - Digo sorrindo e ele me dá um abraço. - Cadê o Ed?

- Ele foi pegar algo no quarto.


- Vou lá, preciso falar algo para ele. - Digo saindo da cozinha e indo em direção para as escadas. - Evite mexer seu braço por um tempo. - Grito para o Adam.

Quando me viro para subir as escadas, acabo tombando com o Ed e derrubando as coisas dele no chão.

- Desculpa amor. - Digo ajudando ele a pegar as coisas.

- Não sou o Ed querida, mas aceito as desculpas. - ESPERA UM MOMENTO...

Olho melhor e... meu deus. É ela, Loraine. Tô pouco me fudendo por ser ela, o que quero saber é o por quê a suprema das putas estar aqui na casa do Ed. Não é possível que ela veio para cá só para me perturbar mais. Olho para ela e dou um tapa na cara dela, puxo o cabelo dela e jogo a mesma no sofá. Ela se recompõe e tenta me acertar um soco, seguro a mão dela e dou um soco na sua barriga, fazendo a mesma agachar e eu dou uma joelhada na cara dela.

Estava indo tudo tranquilo, até Ed e nos separar junto com o Adam, que nem era para mover a porra do braço. Se acontecer algo com os pontos, vou deixar ele sangrar até morrer, surdo de merda.

- QUE PORRA ESTÁ ACONTECENDO AQUI? - Ed grita com raiva.

- Essa louca me atacou. - Ela diz.

- Ed, é bom que você me segure forte, por que se eu escapar, acabo com ela.

- Não vai mesmo.
- Ele diz ficando na minha frente. - Dá pra me explica isso Jennifer?

- Você que tem que me explicar, por quê ela está aqui?

- Ela veio passar os dias com os pais, e por que você atacou ela? Não tinha perdoado ela?


- É claro que não, você realmente achou que eu ia perdoar ela? - Digo e ele me olha incrédulo. - Ela jogou vinho no meu vestido e ainda ficava fazendo várias ameaças.

- Verdade isso, Loraine? - Ed pergunta.

- É CLARO QUE NÃO! - Ela grita. - Estou tentando ser amiga dela desde o dia em que você me apresentou ela, mas só o que ela fez foi começar a me xingar e me machucar. - Ela diz. A cada palavra que ela diz, minha raiva aumenta.

- Tentando ser minha amiga? Você começou a me ameaçar na primeira conversa que tivemos sozinhas.

- Quem você acha que colocou nozes na minha comida?
- Ela pergunta para o Ed. - Foi essa puta ai.

- Essa puta aqui está prestes a te matar, é só o Ed bobear.

- Mas eu não vou deixar.
- Adam diz.

- Adam, seu braço devia estar em repouso. Se você começar a sangrar, vai ser dois mortos nessa casa.

- Dois?
- Ele pergunta confuso.

- Você e a puta ali.

- JENNIFER!
 - Ed grita me dando um susto. - Isso é verdade? EM?? ME FALA!

- É... mas só fiz isso por causa das coisas que ela já tinha feito.
- Digo e ele continua a me olhar incrédulo. - Sabe aquele dia que cheguei no quarto com o nariz sangrando? - Pergunto e ele assente. - Ela que me fez cair de cara no chão, ainda não sei como não acabei com ela ali mesmo. - Talvez por causa das câmeras, penso. - E ainda ela me falava que você era dela e de mais ninguém.

- Mas você não iria morrer com aquilo, ela poderia morrer com aquelas nozes.

- A médica aqui é você ou eu?


- Jennifer, vá embora. - Ele simplesmente diz isso. Ahh se eu sair por essa porta...

- O que?! - Pergunto. Como ele ainda acha que eu sou a culpada aqui?

- Você já causou demais por hoje. - Ele diz e eu olho para a putiane, ela está rindo. A parte boa é que está com a cabeça e o nariz sangrando. Ah se eu soubesse que minhas mãos faziam esses estragos...

- Ed, a culpa não é minha, ela... - Sou interrompida.

- VÁ EMBORA. - Ele grita com raiva, sem tirar os olhos de mim.

Sinto meus olhos começarem a lacrimejar. Pego minha bolsa e vou em direção até a porta de saída.

- Hey. - Adam me chama. - Ela ta sangrando. - Ele diz. Sério que ele espera eu faça algo?

- Chame algum amigo que saiba cuidar disso.

- Você sabe cuidar disso.

- Sim, mas não sou amiga de vocês.
- Digo e saio. Antes de eu fechar a porta, percebo que Ed me olho com um pouquinho de preocupação.

Vou andando rápido e deixando algumas lágrimas caírem. É isso que dá se importar com as pessoas, elas acabam te traindo da pior forma. Já teve uma época que eu era bem fria com as pessoas, ah como eu sinto falta do meu antigo eu.
 
Já está ficando escuro e a rua em que estou está totalmente deserta. Odeio andar sozinha de noite, sinto que tudo em minha volta tem olhos e não param de olhar para mim. Estou andando quando vejo um carro preto vindo de longe, ele está indo rápido mas vai desacelerando. De repente, ele para na minha frente e duas pessoas com as caras cobertas saem do carro.

- É ELA! - Um dos caras grita e eles começam a correr em minha direção. MEU DEUS!

Entro em um beco longo que acaba no centro da cidade e começo a correr, tropeço algumas vezes devido ao medo mas continuo correndo. Quando estou quase terminando o beco, um outro cara aparece no fim dele e começa andar em minha direção.

- Vai aonde querida? - Ele diz segurando aquele tipo de canivete que ficam girando na mão.

Tento voltar, mas vejo os outros que estavam no carro se aproximando. Corro até os dois que estavam no carro e chuto um pela barriga, ele se agacha e eu uso a perna dele como apoio. Pulo e dou uma cotovelada na cara do outro.

Quando tento fugir, um deles seguram meu pé me fazendo cair de cara no chão.

- NÃO, POR FAVOR ME DEI... - Eu ia dizendo, até um deles colocar um pano na minha cara.

Em poucos segundos, eu desmaio.

--- 

Sinto algo muito frio na minha cara, logo acordo. É... água. Fico olhando para um lugar para minha visão se recompor. Estou em um quarto, um quarto simples e mais ou menos grande. Não dá pra ver muito dele devido as duas muralhas em forma de homens na minha frente.

- Gente, a putinha acordou. - Vejo melhor e o quarto está cheio de homens, uns 10 ou mais.

- Finalmente! - Um deles diz.

- Quem são vocês? Onde estou? O que querem? - Pergunto começando a ficar assustada.

- Quem são vocês? Onde estou? O que querem? - Um deles repete o que eu disse, só que com voz fina e o resto começa a rir.

O mesmo me dá um tapa na cara forte, deu para sentir até o gosto do couro. Deixo algumas lágrimas secretas caírem. Ele fica na minha frente e se agacha, pega uma faca e a coloca no meu pescoço.

- Não me lembro de ter deixado você falar. - Ele diz.

- Não preciso da sua permissão para falar, idiota. - Digo. Essa minha coragem ainda vai me matar um dia, e talvez seja hoje.

Ele começa a dar uns risinhos bem irônicos e depois volta o olhar para mim.

- Você tem sorte que eu estou de bom humor. Rapaziada, saem do quarto. - Ele diz e todos saem. - A putinha ai tá cheia de perguntas, né? - Ele diz se referindo a mim, apenas assinto. Só não tento bater nele por que vai ser a mesma coisa de eu bater em vidro a prova de balas. - Eu trabalho para a Loraine. - Isso respondeu todas as minhas perguntas.

- Aquela puta... - Digo e ele vem em minha direção me dando outro tapa na cara, só que bem mais forte.

- Melhor parar de falar mal dela. - Ele diz.

Ele se vira e vai em direção a uma gaveta, abrindo a mesma e pegando algo de lá do fundo e escondendo atrás dele.

- O que tem ai? - Pergunto, meu coração está a mil desde que acordei.

- Apenas um brinquedinho que vai nos divertir por um bom tempo. - Ele diz e revela o brinquedinho.

MEU DEUS DO CÉU, ALGUÉM ME MATA AGORA. É aquelas armas de choque de policial. Deixo várias lágrimas caírem e me levanto do sofá. Corro até a porta, só que quando vou abrir ela, ele me segura e me dá um soco na cara me fazendo cair encima da cama.

- É, a noite vai ser longa... - Ele diz e dá o primeiro choque.

Continua...



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