História New life - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Criminal Minds, Matthew Gray Gubler, Melissa Benoist
Personagens Aaron Hotchner, Chefe de Seção Erin Strauss, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Agente O'malley, Dr Spencer Reid
Visualizações 175
Palavras 2.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi oi! Voltei rapidinho não foi?

Nossa Maria, por que atualizou a fic tão rapidamente? Hehe além de estar amando escrever, precisava dedicar esse cap para a usuária ~piercethe_nicky que está fazendo aniversário hoje!!! Uhuuuuul

Cap dedicado a você! Aprecie

PS: Baseei o capitulo no episódio 17 da 5º temporada: "Homem Solitário"

Capítulo 22 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction New life - Capítulo 22 - Capítulo 22

"Estamos todos condenados à prisão solitária dentro de nossa própria pele, por toda a vida" – Tennessee Williams

 

 UAC 

 Sala de reuniões – 9:30 AM 

 Pov.' Dakota  

   Estávamos todos esperando Garcia para nos apresentar o novo caso, eu tateava meus dedos na mesa de maneira descontraída e quase não notei os olhares curiosos sobre mim. 

 Ergui minha cabeça e os vi desviar o olhar. 

 Ninguém merece. 

Estava prestes a abrir a boca pra dizer algo quando:

—Aqui estou eu! – Garcia chegou animada e um pouco ofegante  – Desculpa a demora. 

  Ela ligou o monitor.

 Respirei fundo. 

—Seu nome era Tanya Hill, tinha 29 anos, garçonete, encontrada há 2 dias em Edgewood, Novo México – começou apontando as imagens – Ela é a quinta mulher em seis meses a ser encontrada num canal entre a I-40 e a I-25. 

—Todas estranguladas manualmente – Hotch completou – Nenhuma violentada sexualmente…

—Talvez seja o ato de estrangulamento que o satisfaça – Morgan comentou.

—Onde elas foram sequestradas? – perguntei. 

—Toda a região. 

—Bem, ele não está só cruzamos estados, estas cidades estão centenas de milhas distantes umas das outras – disse encarando o telão. 

—São muitos corpos. Por que demoraram para nos chamar? – Rossi questionou intrigado. 

—Não fomos convidados. Encontrei isso no banco de dados HSK – Hotch respondeu. 

 Nos encaramos brevemente. 

—Muitos departamentos de polícia não querem esse problema – Morgan comentou.  

 Reid que até então estava calado, se levantou com certa dificuldade, graças a perna machucada e caminhou até o televisor:

— O perfil geográfico mostra que só um deles tem esse problema, eles apenas não sabem disso – indicou o telão – O descon tem uma zona de conforto baseado na direção que ele ia quando se livrava dos corpos. Todos os 5 casos apontam para ele indo para Edgewood novo México. 

—Agora nós também – Hotch finalizou se levantando. 

 Imitamos a ação dele e nos retiramos da sala também. 

 Jatinho da UAC 

 Durante nosso voo me foquei nas pastas de todos os casos. Estudava minuciosamente as evidências que infelizmente eram poucas. 

—Claramente esse cara não liga para suas vítimas serem encontradas – disse Spencer que estava ao meu lado – Ou ele sabe que não pode ser ligado a elas. 

 Concordei. 

—O laudo da pericia mostra isso – Prentiss confirmou – DNA semelhante encontrado em todas as 5 vítimas. 

—Mas em nenhuma base de dados – Hotch complementou.  

—Certo…

—Também se trata de manter a mesma vitimologia e locais de sequestro – disse

—Que são? – ouvi. 

—Alvos ricos e agressor amigável – respondi encarando a janela do jato – A hora da morte a partir do sequestro, varia brutalmente em cada caso. 

—Algumas viveram 12 horas, outras 24 horas antes de serem mortas – foi Hotch quem disse. 

—Então o que ele faz com elas? – JJ perguntou. 

—Bem ele não faz sexo com elas, não há sinais de tortura – Morgan pensou por alguns segundos – Qual foi o DNA semelhante?

—Pele e raspas de metal foram encontradas sob as unhas de todas as 5 vítimas – JJ lia uma pasta –Tanya tinha apenas uma restando. 

—Uma unha?

—Sim parece que onde quer que estivesse tentou arranhar para sair – finalizou. 

—JJ mande Garcia combinar a vitimologia e locais do rapto com o banco de dados HSK no último ano – Hotch disse sério – Se ele oferece esse cronograma, Edgewood está prestes a descobrir um novo corpo. 

Estrada de Wedgwood 

 Assim que pousamos, Hotch nos deu nossas tarefas e mandou que fossemos investigar o caso. 

 Eu e Spencer fomos mandados até a estrada onde de Tanya Hill foi encontrado. Para investigar o canal onde o corpo dela foi desovado. 

—Então… – o doutor disse enquanto parava o caro, ele parecia receoso – Tomou alguma decisão sobre sua mãe? 

 Mesmo com o carro estacionado, nenhum de nós saiu do lugar. 

—A filha dela veio me procurar… 

 Ele pareceu surpreso. 

—Cindy... – encarava a janela – Ela queria me contar os motivos pelos quais Nicole me abandonou.

—E? 

—Não sei o que pensar Spencer… – o mirei com olhar de súplica – Acho que vou procurá-las assim que voltarmos…

 Notei ele sorrir de lado. 

—Gostei da idéia. 

—E você tem uma parcela de culpa nisso – disse para a surpresa dele. 

—Eu?

—É… se eu ainda morasse em Nova York, provavelmente teria mandado Nicole ir se ferrar – dei os ombros – Você sabe… eu sou do Brooklyn. 

 Ele se aproximou de mim me dando um beijo. 

—Vamos trabalhar garota do Brooklyn – disse afrouxando o cinto e saindo do carro. 

 Imitei a ação dele e notei uma grande movimentação na rodovia. 

 Como alguém desova um corpo aqui?

—Tanya foi sequestrada 53 km a oeste daqui – Spencer indicou a estrada – O que significa que se ele dirigiu no limite de velocidade chegou aqui em 30 minutos ou menos. 

 Ponderei por alguns segundos. 

—Então quando tempo você leva pra entrar nesse canal? – perguntei o mirando. 

 Ele pareceu estranhar a pergunta. 

—Entrar nesse canal? – franziu o cenho – Levei um tiro na perna, lembra? Meu médico disse que não estou autorizado a fazer nenhuma escalada…

 Bufei. 

—É um canal doutor, não uma parede de treinos – disse indicando o local – Meu all star é novo, não quero sujar ele – finalizei cruzando os braços – Deveria parar de pensar só em si mesmo…

 Spencer me encarou por alguns segundos antes de caminhar com certa dificuldade pelo canal, soltando alguns murmúrios. 

 Ele descia lentamente. 

—Então… daqui eu posso ser vista por qualquer veículo de passagem – disse o mirando. 

—E eu não posso – completou. 

 Ponderei. 

—Então ela foi despejada a noite? – ouvi ele perguntar. 

—Deve ter sido – respondi – Ele dirige, despeja o corpo, trabalho feito e vai embora. 

—Acho que não. 

—Por que? 

—Todas as 5 vítimas foram encontradas em posição fetal com a palma direita para cima e a palma esquerda para baixo. 

—Remorso? – me intriguei. 

—Ou encenação.

 —Você tem alguma idéia ou motivo? – perguntei alto para que ele pudesse me ouvir lá de baixo. 

—Não.

 Parece que o geniozinho não sabe a resposta. 

—Bom acho que há uma primeira vez pra tudo – provoquei antes de sair andando de volta para o carro. 

—Ei O'malley – gritou enquanto eu me afastava – Eu vou precisar de uma ajudinha para sair desse canal… O'malley… O'malley… – fingi não ter ouvido – ei… tudo bem, eu me viro.  

Delegacia 

 Estávamos todos em uma pequena sala onde montamos nossa investigação, Rossi e eu líamos o relatório da pericia que havia sido entregue. 

 As vezes conseguíamos ouvir Hotch discutir com o delegado local, que insistia em dizer que o caso estava fora da jurisdição dele. 

 Agora JJ o explicava o que era HSK. 

—Aqui está o laudo pericial da outra vítima – Dave me entregou a folha que lia – Todas essas mulheres foram estranguladas pelo mesmo cara – disse enquanto eu lia. 

—Há evidência encontrada pelo DNA e raspas metálicas sob a unha – li em voz alta para que ele ouvisse – Só que tem algo, Tanya tinha disel na a roupa.

—Ela foi encontrada na rodovia – Rossi explicou – Tenho certeza de que todas tinham. 

 Pensei 

—Todas tinham… e açúcar – estranhei – Açúcar comum foi encontrado em quase todas as roupas das vítimas – dizia tudo confusa – Açúcar?

—Ele absorve diesel – Dave disse – É um truque de caminhoneiro. 

 Bingo!

—Sabemos como ele está as transportando!

 Já era noite e eu, Spencer e Morgan nos encontrávamos em uma pequena lanchonete que ficava ao lado da delegacia. 

 Estávamos cansados e tomar um café ajudaria muito. 

—Por que colocar as vítimas na mesma posição? – perguntei intrigada, descomprimido a promessa que havíamos feito assim que entramos na lanchonete. 

—Dissemos que não iríamos falar sobre o caso – Spencer disse me encarando.  

 Ficamos um tempo em silêncio. 

—Mas já que estamos falando… – Morgan se juntou a mim – Esse lance de colocar as vítimas em pose, me lembra do caso que investigamos em Nova York…

—James William… – Spencer completou – Ele colocava as vítimas em posições de dança. 

—A namorada que o traiu era professora de dança – disse tirando uma foto de nossa última vítima de uma pasta – O que motivou nosso suspeito a colocar as vítimas nessa posição?

 Encaramos a foto por alguns minutos. 

—Posição fetal com a palma direita para cima e a palma esquerda para baixo… – Spencer falava sozinho – O que isso lembra?

Pensei. 

—Eu costumo dormir assim… – comentei guardando a foto – Talvez ele só quisesse seguir uma ordem…

Fui interrompida pelo toque do celular de Morgan. 

—Desculpa – disse se levantando para atender. 

Ficamos só eu e Spencer na mesa. 

—Parece cansada – comentou o doutor me fazendo encarar ele – Deveria dormir um pouco. 

 O mirei com uma sobrancelha erguida. 

—Dormi muito bem ontem… – o vi corar – Você é uma ótima companhia. 

 Ele abriu a boca para me responder, mas foi interrompido por Morgan:

—Desculpa interromper os pombinhos – disse guardando o celular no bolso – Só que temos mais uma vítima. 

Merda. 

Estrada de Wedgwood

 Nancy Campbell, havia sido sequestrada enquanto fazia uma parada para usar o banheiro. Ela e a filha faziam uma viagem de carro e estavam na estrada há alguns dias. 

—Ele não liga para idade – disse enquanto saíamos do carro de Morgan – A vítima tem quase 50 anos. 

 Morgan concordou acenando a cabeça. 

—Garcia disse que há 782 caminhoneiros trabalhando e vivendo nesse distrito – Spencer comentou – Temos que limitar as rotas específicas

 Caminhamos um pouco. 

—Vamos precisar de mais do que isso

—A filha confirmou – Hotch disse se aproximando de nós – Com certeza dirige um caminhão grande. 

Nos encaramos. 

—O'malley você conversa com a filha da vítima – disse o chefe, indicando uma garota na ambulância – Tente conseguir algo com ela. 

—Tudo bem chefe – disse indo em direção a ela. 

—Algum sinal marcante ou qualquer coisa? – perguntei para a adolescente que se encontrava aos prantos. 

—Não, eu estava está enviando mensagem, não vi nada – disse triste– Ouvi uma partida de caminhão – soluçou – Quando fui para o banheiro ela tinha sumido… como vocês vão encontrá-la?

 A encarei. 

—Há uma boa chance de que ele fique por aqui – respondi sorrindo minimamente. 

—Porque ele não fugiria?

—Porque ele sempre volta para Edgewood – tentei tranquilizar ela – Sua mãe é a primeira mulher que ele leva daqui. 

 A garota concordou acenando com a cabeça. 

—Estávamos apenas passando por aqui – disse baixo – Moramos em Phoenix… minha mãe só queria me levar pra casa, pra fazer as provas… – se pois a chorar – Você tem que encontrar ela, ela é tudo que eu tenho.

Olhava a garota com atenção, seu choro e lamento pela mãe de certa forma me tocaram. 

 Por que Nicole não sai da minha cabeça? 

—Melhor você ir para delegacia querida – disse afagando o cabelo dela – Vamos encontrar sua mãe. 

Delegacia 

—Obrigado amor – Morgan disse desligando o telefone e se aproximando de mim – Garcia conseguiu ligar mais 4 vítimas ao nosso suspeito – disse respirando fundo. 

 Estávamos em frente a um quadro com fotos das vítimas. 

—Por que pegar Nancy Campbell e deixar a filha? – perguntou ele intrigado – A garota estava em um estacionamento deserto, não teria sido visto. 

—Talvez ela seja muito nova – respondi – Pense comigo, as últimas vítimas eram sofisticadas, porém as primeiras eram prostituas de beira de estrada, que por acaso não viveram por mais de um dia…

 Morgan pensou.

—Por que?

—Talvez ele esteja procurando uma parceira perfeita – completei – E elas não se encaixavam no currículo…

—Andei pensando – comentou – Se ele é um caminhoneiro, o tempo dele deve ser bem curto, então…

—Não teria tempo pra caçar vítimas…

 Morgan pareceu entender o recado e logo sacou o celular para falar com nossa analista técnica. 

—Peça pra que ela reduza as buscas para os contratantes independentes – pedi antes que ele saísse. 

 Novamente estávamos reunidos, analisamos tudo que conseguimos juntar sobre o caso. 

—Nancy Campbell ainda me intriga – disse sendo encarada por todos – Sei que ele procura uma parceira ideal mas, ela estava com a filha, deixar uma testemunha seria muito perigoso. 

 Ficamos em silêncio.  

—Talvez esse seja o motivo dela continuar viva – Hotch me encarou – Algo que a diferencia das outras. 

 Uma filha. 

—Então ele não procura por uma esposa ideal e sim uma mãe ideal…

 Quase que automaticamente saquei meu celular e liguei para nossa heroína. 

—Garcia preciso que reduza nossa lista de caminhoneiros – pedi. 

Pode deixar chuchu – disse do outro lado da linha – O que quer que eu faça? 

 Pensei. 

—Reduza nossa lista de caminhoneiros para os que estão em um processo de divórcio ou custódia – disse tateando meus dedos sobre a mesa. 

 Ouvi ela digitar em seu computador. 

Dos 76 caminhoneiros independentes… tenho 28 que estão em um processo de custódia. 

—Quantos desses casos ainda estão em aberto? – foi Rossi quem perguntou. 

8 pendentes – respondeu – Caminhoneiro não tem um trabalho muito amigável. 

 Nos encaramos. 

—Veja por exemplo, casos onde a mãe morreu – Morgan pediu. 

 Novamente as teclas do computador foram marteladas. 

Caroline Hatchett morreu num incêndio em casa, deixando uma filha de 7 anos chamada Jody – disse após alguns segundos –  E o marido Wade Hatchett – finalmente conseguimos algo! – Wade perdeu sua casa, a esposa e foi considerado incapaz de criar a filha.

—Por que ele foi considerado incapaz? – Spencer questionou. 

Problema duplo… o emprego o mantinha afastado por semanas e ele não tinha ninguém para ajudá-lo a cuidar da garota – Garcia respondeu – Parece que ele se esforçou muito para dar certo, mas ela faltou muito a escola, Jody atualmente mora em um lar temporário. 

—Temos mais um corpo – o detetive entrou na sala. 

 Todos miramos ele. 

—Nancy Campbell? – quebrei o silêncio. 

 O detetive me encarou. 

—Não – respondeu para o meu alívio, prometi a filha dela que a encontraria com vida – O nome da vítima é Lynn Clemons. 

Lynn Clemons? – esqueci que Garcia ainda estava no telefone – Ela é tutora de Jody Hatchett. 

 Droga!

Casa de Jody Hatchett 

Havíamos tentando negociar com Wade, mas ele acabou por atirar em sua própria cabeça. 

 Jody pareceu não ter entendido muito, estava conversando com JJ e contando as histórias do pai. 

 Mesmo com o fim trágico, eu estava feliz, cumpriria a promessa que fiz para a filha de Nancy Campbell, devolveria a mãe dela com vida. 

—Oi – Jody se aproximou de mim. 

 Me assustei. Não havia visto ela se aproximar. 

—Oi gracinha – disse afagando o cabelo dela – Tudo bem? 

 Ela concordou com a cabeça. 

—Você é linda – disse sorrindo pra mim – Parece uma princesa. 

 Ou céus. 

—Obrigado – sorri sem graça – Você também é linda. 

 Jody me mirou por alguns segundos. 

—Sabe… meu pai teria escolhido você para ser a rainha dele – disse tocando minha mão – Então iríamos morar em um castelo. 

—Bem Jody… – beijei sua mão – Eu teria adorado, mas… eu já tenho um príncipe. 

 Ela me encarou surpresa. 

—Jura?

—Juro… – indiquei Spencer que conversava com Morgan – Aquele é meu príncipe – a vi sorrir – Só que a carruagem dele é um pouco lenta…

UAC 

 Era manhã quando voltamos para o prédio da UAC.

—Acho que nunca tinha passado tampo tempo em um caso – disse me espreguiçando – Esse foi bem cansativo…

 Senti uma mão em meu ombro. 

—Pois é moranguinho – sorri ao ouvir a voz de Morgan – Esse é o preço de salvar o dia. 

 Não o respondi pois me foquei em uma figura que se aproximava sorridente. 

 Garcia trazia alguns balões coloridos. 

 Não pude evitar de sorrir. 

—O que é isso? – perguntei surpresa. 

—Você fugiu da nossa última festa – Morgan disse ainda com as mãos em meus ombros – Dessa vez você não escapa. 

 Dito isso me guiou até a sala onde ficávamos, onde vi em minha mesa uma caixa de padaria. 

 Era um bolo de aniversário. 

 Me virei para todos que me encaravam. 

—Obrigado – acho que foi a única coisa que consegui dizer – Vocês são incríveis. 

 Hotch se aproximou acendendo a vela que enfeitava o bolo. 

—Faça um pedido – disse baixo se afastando. 

 Pensei por alguns segundos, fechei os olhos e assoprei a vela. 

 Talvez algum dia eu conte o que desejei…

 A nossa pequena comemoração havia sido tão incrível e minha felicidade quase não cabia dentro de mim.   

—Não precisava me trazer em casa – disse a Spencer que dirigia calmamente. 

 Ele se ofereceu para me trazer até em casa assim que eu disse que chamaria um táxi. 

 Piadas maliciosas do Morgan à parte, passar um tempo ao lado de Spencer é a melhor coisa do mundo. 

—Gosto de ficar com você – soltou sem rodeios. 

 O mirei. 

 Ele havia parado o carro. 

—Sua perna está machucada devia estar descansando – disse um pouco sem graça – Mas devo admitir que você se tornou minha companhia favorita. 

 Ficamos um tempo em silêncio. 

—Acho que vou entregar seu presente agora – disse abrindo o porta luvas. 

 Me surpreendi. 

—Sério? 

 Ele acenou com a cabeça. 

—Feliz aniversário… atrasado – me entregou uma caixinha de veludo vermelho. 

—Não vai me pedir em casamento não é? – brinquei abrindo a caixa. 

 Era um colar com um pingente da Hello Kitty. 

 O encarei. Estava com vontade de chorar. 

 Droga O'malley. 

—Eu adorei – exclamei sorrindo – Adorei mesmo. 

 Afrouxei o cinto para poder abraçá-lo. 

 Ele cheira tão bem. 

—Também tem outra coisa – disse me encarando – Eu treinei isso durante horas…

 Spencer estava corado. 

—Acho que desde que você entrou para a UAC a vida de todos nós mudou um pouco Dakota… tenho que admitir que no começo achei que você fosse maluca – afagou minha bochecha – Eu me senti intimamente atingido… acredite tentar evitar foi algo idiota. 

 Prestava atenção em tudo que ele dizia. 

—Você é minha prodígio matemática favorita. 

—Conhece muitos prodígios matemáticos?

 O vi sorrir. 

—E agora que nós… é... o que nós temos mesmo? – parecia confuso. 

 Pensei por alguns segundos. 

—Bem, eu disse isso para Jody Hatchett hoje – dei os ombros – Você é o meu príncipe… de uma forma bem clichê. 

 Sorri. 

—Mas se me magoar eu mato você… – disse me aproximando dele. 


Notas Finais


Bom é isso! Reviso ele mais tarde, meus dedinhos estão doendo!

Não sei quando postarei o próximo.

Até lá então <3


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