História New Opportunities - Capítulo 12


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais
Tags Adrien, Adrinette, Alya, Chloe, Drama, Marinette, Nino, Romance, Tragedia
Visualizações 63
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oioi amados!!!

Me desculpem pela demora, estou me dedicando mais aos estudos e estou ao menos "tentando" escrever mais capítulos para minhas outras fics.
Mas aqui estou e espero que gostem.

Boa leitura!!!

Capítulo 12 - Capítulo Onze





Minha respiração estava pesada, ofegante. Olhei ao meu redor. É apenas outro pesadelo, pensei. Não acredito que haviam voltado, passei meses sem tê-los, agora retornaram, e ainda piores. Não conseguiria dormir novamente, então me levantei e fui para a cozinha. A casa estava deserta – o que não é novidade – , até porque já passado dá hora de Adrien voltar para casa, não poderia viver aqui o resto da vida. O silêncio me dava calafrios, sou uma pessoa que adora quaisquer tipo de barulho, por mais que seja irritante, é melhor que um silêncio predominante num lugar vazio. Bebi apenas um copo de água já que havia jantado e nem teve tempo da digestão ainda. Mal colocava a cabeça no travesseiro que já viam as malditas lembranças daquele dia. Suspirei, enfim fui até a varanda da minha casa, do lado do meu quarto. Dessa vez, sabia que ninguém poderia vir aqui e se certificar se estou bem. Seria uma ideia ruim eu pular daqui?


Penso muitas vezes se sou uma pessoa nada normal, pelo simples fato dos pensamentos suicidas que me vem a mente. E, por pior que seja admitir, Félix tinha razão. Sou uma psicopata suicida, acrescentando o fato de que pareço não ligar para meus amigos, ou qualquer pessoa que demonstre algum tipo de afeto por mim. Chega até ser chato ficar sempre pensando nisso e, é, não tem como. Olho para o relógio. São quatro e vinte e cinco da madrugada, faltam mais de três horas para dar o horário de ir a escola. Preparei um chocolate quente, peguei alguns biscoitos e me sentei perto da janela na sala. Observava a cidade luz novamente durante a madrugada, e era uma sensação boa, as vezes penso em sair em horário tipo agora só para ver como é sentir o ar gélido em plena manhã, mesmo o sol não tendo nascido. Depois, olho para meu reflexo. Não sou um tipo de garota bonita, que possa ser desejada por alguém, não tenho esse porte. Meus olhos são azuis claros, que ao sol, ficam da cor do mar. Puxei minha mãe nesse sentido, e o cabelo negro azulado também. Observando melhor meu nariz, lembro muito meu pai, um pouco empinado, fininho a frente. Suspiro, reclinou minha cabeça, e fecho meus olhos na tentativa de dormir pelo menos um pouco.



÷÷




É por esse motivo que não gosto de acordar cedo demais. Quando voltei a “dormir”, era pra ser apenas um cochilo, mas foi até demais. Eu estava correndo agora, até mesmo parando os carros e me desculpando por entrar na frente deles. Assim chego ao pé da escada me curvo e coloco as mãos em meu joelhos. Respiro pesadamente pela mini corrida que tive. Me levanto e entro na escola, estou vinte minutos atrasado. Antes passo no bebedouro e bebo um pouco de água. Ando lentamente até a sala, já que não estou com ânimo algum para aulas – o que não é nenhuma novidade.


— Qual a desculpa da vez, senhorita Cheng? – perguntou a professora quando entrei na sala.


— Apenas me atrasei, me desculpe. – digo indo ao meu assento, ela nada disse e voltou sua atenção a aula novamente.


— Pode desembuchar, o que houve com você? Está tão cabisbaixa. – diz Alya quase sussurrando para não ser ouvida, colocando a mão em meu ombro.


— Te conto depois. – dou um sorriso e e olho para frente, na tentativa de prestar atenção a aula, mas não consigo. Não me lembro quando, mas foi Alya que me tirou do transe que estava quando deu o sinal para o intervalo.


— Muito bem, diz pra gente amiga. Vocês está tão voada hoje. Mais que o normal. – ela se levantou. Adrien e Nino estavam a minha frente, também na esperança de respostas.


— Não foi nada, não precisam se preocupar, foi apenas um pesadelo que tive. Nada demais. – dou de ombros.


— Isso é o que você diz, não sua feição. – Adrien diz colocando suas mãos em seu bolso da calça.


— Como? – pergunto.


— Não te perguntamos isso a toa, sua expressão durante a aula toda estava estranha. – Nino afirmou.


— Acho que deve ser paranóia de vocês. Não tem nada de errado comigo. – todos arquearam suas sombrancelhas. – O que é? Me conhecem mais que eu mesma?


— Ah amiga, você e essa doidera da tua cabeça. – disse estendendo a mão para irmos ao refeitório. – Tudo bem, acreditamos em você. Mas saiba que estamos aqui pro que der e vier, certo?


— Certo. – damos uma risada e saímos da sala. 


Todos pegamos sanduíches com suco natural de laranja – uma coisa meio nada a ver – mas estava uma delícia.


— O que pretendem fazer no final do ano? – perguntou Adrien.


— Como o que? Viagem? – Nino.


— É, coisa do tipo. – respondeu.


— Não tenho nada planejando. – disse Alya. – Bem, minha mãe quer viajar pra Itália, visitar meus parentes, mas não estou nem um pouco a fim de ir. Aquele povo é muito falso. – revirou os olhos.


— Que consideração, não? – digo, e todos rimos. 


— Demais. E você Nino, tem algo planejado? – Alya perguntou ao moreno.


— Não, nadinha. Meus pais querem relaxar e curtir Paris mesmo. Eu também não estaria a fim de sair daqui. Os dias estão muito bons ultimamente. – ele deu uma piscadela discreta para ela, para que não percebessemos. Mas eu notei.


— Podemos saber o porquê dá pergunta repentina, senhor Adrien? – perguntei curiosa.


— Ah, esse ano iremos nos formar, depois irá cada um para seu caminho. Por mais que tenha possibilidades de irmos a mesma faculdade, queria fazer algo de diferente. – disse. Eu e Alya estávamos de boca aberta.


— Wow, tá manjando em loirinho, isso tudo é leitura de poesia? – zombou ela, ele riu de leve, acompanhado do amigo.


— Não, não. Me veio a mente isso, tanto tempo que passamos juntos, deveria ter um desfecho da hora. Não acham? _ todos concordamos. – Minha mãe me deu algumas ideias e eu queria compartilhar com vocês.


— Legal, cara. Seja lá o que for, tô dentro. – trocaram um soco.


— São lindos, não é amiga? Querendo deixar a gente de fora. – diz Alya irônica, e eu caio na gargalhada.


— É uma exagerada mesmo, né Alya? Enfim, o que tem em mente, Adrien? – perguntei, ele me encarou por alguns instantes e falou.


— Não é uma coisa grandiosa, mas um jantar lá em casa talvez. Um passeio por um dia inteiro. Queria que pudéssemos escolher juntos, entrando num acordo. – concluiu.


— Legal. Seria....


— Já sei! – Alya gritou, me interrompendo. Depois de perceber o que fez, se sentou novamente e falou calmamente. – Desculpem, enfim. Que tal fazer algo, demais?


— Como assim? – perguntei.


— Um baile por exemplo. – afirmou.


— Baile? – Adrien e Nino falaram ao mesmo tempo.


— Sim, vamos estar no final do outono e início de verão. Seria legal fazer um baile temático com tudo decorado. Todos da escola aproveitam e ficam animados. Ou você queria algo de apenas nós quatro? – perguntou a Adrien.


— Não, essa idéia sua é incrível. Acho que muitos do colégio iriam gostar. – respondeu o mesmo.


— Verdade, não duvido que ficariam muito ansiosos. Porém teria que ser apenas para nós do terceiro ano, já que será mais para despedida, essas coisas. – concluí.


— Acho que estão esquecendo de algo. – questionou Nino.


— Por quê? – Alya franziu a testa.


— Estamos em agosto. Como pretendem fazer isso em quatro meses? 


— Ah, meu querido. Você está falando com uma especialista em eventos. – apontou para si mesma. – Quatro meses é tempo de sobra.


— Se formos realmente, já que ainda precisamos de planejar e pedir autorização ao diretor, onde iremos pegar os arranjos? – Adrien indagou.


— Não me lembro exatamente onde – comecei. –, mas tem algum lugar aqui no colégio com uma sala cheia de acessórios para festas. Daria uma boa.


— E outra, lá em casa tem muitos enfeites que não usamos mais. – diz minha amiga.


— Pensei que iria fazer jornalismo, não designer. – rimos.


— Não tem nada a ver. Amo jornalismo, enfeitar festas é só um hobbie. Até porque sou eu quem ajudo minhas tias quando tem aniversário de seus filhos. – se gabou.


— Muito bem, nem sabemos se o diretos irá deixar, mas já estou ansiosa. – digo.


— Que tal irmos lá quando acabar a aula? – Alya.


— Pode ser. – os meninos disseram juntos. Depois, olharam para mim.


— Ah, não poderei, desculpem. Tenho que abrir a padaria, faz muito tempo que não abro. É muita coisa para fazer.


— Na verdade, queremos falar com você sobre isso. – começou Adrien. Sua expressão era séria. O que eles queriam?


— Bem, nós podemos conversar mais tarde, então. – digo. O sinal bate, e voltamos para a sala de aula.


Não entendo o porquê, mas todos ficamos calados nos três horários. Eles ficaram tensos, como se escondessem alguma coisa. Fiquei preocupada e ansiosa. Não sabia porque agiam dessa forma, tudo por causa de uma menção a padaria. Então acabou as aulas, nos despedimos e fui para minha casa. Fiz alguns pães, doces, salgados. A verdade era que a ansiedade e o nervosismo tomavam conta de mim, e eu nem sabia porque.




Notas Finais


Gostaram amados? Deixem nos comentários suas teorias (que particularmente adoro) e também se querem algo de especial, pois só pretendo colocar um bônus no final da fic (ou seja, está meio longe).

Até a próxima!!
2bjs!!!


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