História New Perspective; Hanjoo - Capítulo 6


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Categorias Topp Dogg
Personagens A-Tom, B-Joo, Hansol, Xero, Yano
Tags B-joo, Hanjoo, Hansol, Lemon, Romance, Topp Dogg, Yaoi
Visualizações 42
Palavras 608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo Seis


A apresentação do trabalho correu muito bem. Por incrível que pareça, eu consegui falar sem gaguejar ou ficar com vergonha. O professor nos elogiou pela organização e por abordar bem o tema que ele havia dado.
Depois que nos sentamos para que os outras duplas continuassem a se apresentar. 

— Ei, Hansol.

Olhei para o lado onde alguém havia sussurrado, vendo que era apenas Byungjoo me chamando.

— Sim?

Sussurrei de volta, olhando rapidamente para o professor somente para confirmar que ele não estava prestando atenção em nós dois conversando. 

— O que acha de sairmos hoje depois da aula? Se você não estiver ocupado, claro.

— Eu não vou estar ocupado, podemos ir sim. Para onde vamos?

— Surpresa.

Sem dizer mais nada, ele se virou para frente e ficou prestando atenção, ou fingindo prestar atenção, no que uma dupla explicava. Algumas aulas depois, o sinal finalmente toca. Estaria mentindo se dissesse que não estava nem um pouco ansioso com aquela história de surpresa, o que Kim Byungjoo poderia estar aprontando? 
Nós dois começamos a nos conhecer de verdade há pouco tempo, mas viramos bons amigos desde então. Ficar com ele me faz bem, faz eu me sentir melhor dentro da porcaria que é aquela escola.
Assim que passamos pelas portas, indo para a rua, o mais velho começou olhar para os lados.

— O que foi? Esqueceu o caminho?

Perguntei rindo.

— Na verdade, eu não tenho surpresa nenhuma. Eu ia pensar em alguma coisa durante a aula mas eu não pensei em nada, desculpa. 

Fiquei alguns minutos parado, apenas olhando para ele. Em seguida, comecei a rir, ele realmente havia me deixado ansioso à toa.

— Eu não acredito que você me deixou ansioso à toa. Eu deveria te bater, Kim Byungjoo!

— Desculpa! Eu só não queria falar que não fazia a mínima ideia de onde eu ia te levar. Espera, por que você ficou ansioso?

— Eu fico ansioso com surpresas. Qualquer um fica.

— Enfim, como eu não pensei em nada, para onde você quer ir?

— Não sei, vamos apenas comprar algo para comer e ficar andando e conversando.

Então, seguimos para uma cafeteria. Ele pediu donuts e uma lata de refrigerante, já eu, pedi apenas chá gelado.

— Não vai comer nada?

— Claro que vou, os seus donuts.

Ele revirou os olhos mas riu em seguida e pagou os nossos pedidos, mesmo eu insistindo que queria pagar o meu. Ficamos um tempo andando e conversando, vez ou outra, eu roubava um donut dele e ele bebia um pouco do meu chá gelado, já que a latinha de refrigerante estava na metade quando saímos da cafeteria. Como esperado, ele também acabou com a minha bebida.

— Meu deus, eu não quero ver você com álcool. Você deve conseguir tomar uma garrafa inteira de vodca só brincando né?

Digo levemente irritado por ele ter bebido todo o meu chá, que por sinal, estava muito bom. 

— Eu não gosto de bebida alcoólica e nem posso beber, sou menor de dezoito anos.

— Isso não impede ninguém de beber, a maior parte do pessoal da sala bebe.

— Bem, eu não sou a maior parte do pessoal da sala.

Ele deu de ombros, soltando uma risada fraca. De repente, começou a olhar para o alto, abrindo um largo sorriso.

— O que foi?

— Essa rua. Quando eu me descobri gay, eu prometi que passaria aqui, debaixo da maior árvore, de mãos dadas com o primeiro menino que eu começasse a gostar.

— Que fofinho! Quem foi o menino?

Perguntei sorrindo, me controlando para não apertar as bochechas ele. Então, senti seus dedos se entrelaçarem aos meus e em um movimento rápido, ele aproximou nossos rosto, deixando-os a poucos centímetros de distância.

— Você.



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