História New souls (interativa) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Interativa
Exibições 55
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


então pessoal aqui esta a historia de mais um personagem e de como ele chegou no underground espero que gostem.

Capítulo 7 - Zero Watson: cheio de bravura


Acordei cedo nesse dia, levantei da cama e me espreguicei fui em direção do banheiro para fazer minha higiene pessoal, depois de estar completamente limpo coloquei minha “armadura” que eu mesmo tinha feito, eu nunca a tirava ela se parecia com uma roupa simples mas eu posso garantir que e muito forte e resistente, coloquei a ultima peça da armadura e me olhei no espelho meus cabelos são loiros e muito bagunçados, olhos da cor de uma esmeralda depois de um tempo observando minha aparência e tentando arrumar o cabelo inutilmente, sai do banheiro e fui na direção da cozinha dando de cara com a minha mãe Elena fazendo panquecas me sentei na cadeira chamando sua atenção, ela tem longos e ondulados cabelos negros, olhos verdes iguais aos meus, e no momento  ela estava usando um vestido solto e uma sandália qualquer.

- acordou cedo hoje, posso saber o motivo? – minha mãe perguntava enquanto colocava algumas panquecas em meu prato.

- não e nada demais e que o pai queria me ensinar alguns golpes novos antes de eu ir pra escola. – mexia o garfo enquanto mastigava um pedaço da panqueca. – bom eu tenho que ir sabe que o pai não gosta de ficar esperando.

Ela só acenou com a cabeça e eu peguei minha mochila e corri na direção do dojo do meu pai que ficava praticamente do lado de casa entrei no estabelecimento e tirei os sapatos, ainda não sei porque quando se luta caratê tem que se tirar os calçados ignorei esse pensamento e subi no tatame onde meu se encontrava meu pai Arthur já vestido com o kimono branco e a faixa preta, os cabelos dele são loiros iguais aos meus só que num tom mais opaco e com alguns fios brancos, olhos escuros iguais a um serendibite, uma barba por fazer.

- bom dia pai. - o cumprimentei enquanto me colocava da posição de treino.

- bom dia garoto creio que podemos começar. – eu simplesmente acenei com a cabeça e ele começou a me explicar sobre alguns golpes e me instruía conforme eu tentava faze-los depois de algumas horas treinando eu sai do tatame para ir beber agua desvivei meu olhar para o relógio e me desesperei eu estava muito atrasado peguei minha mochila e sai correndo do dojo gritando um tchau para meu pai e recebendo um tchau de volta.

=============================[ QUEBRA DO TEMPO ]============================

Por sorte eu consegui chegar antes do professor na sala, sentei no meu lugar de sempre ao lado do meu amigo Pedro e decidi puxar conversa com ele enquanto o professor não chegava.

- então cara ficou sabendo que hoje vai ter uma competição de luta lá no Club de luta do ensino médio. - eu falava enquanto rabiscava algum desenho no caderno.

- e eu fiquei sabendo, mas isso vai ser muito tarde por volta das 5 da tarde e  meu pai não deixa eu ficar a tarde fora de casa. - ele mexia no celular provavelmente procurando algum livro no aplicativo do Kindle.

- bom eu vou ir assistir meu pai não se importa se eu chegar ate tarde. - abri um sorriso enquanto Pedro fazia uma cara emburrada e me dava um fraco soco no braço e eu como um bom amigo ri da cara dele e ele começou a rir junto.

Ficamos falando de mais algumas coisas te que o professor finalmente chegou ele explicou alguma matéria qualquer sobre a teoria da magia da alma ele explicou que algumas almas produzem outro tipo de energia além da energia que faz com que a alma persista depois da morte que no meu caso seria a bravura o sentimento de continuar lutando mesmo depois da morte de ser destemido e corajoso.

Depois de o professor explicar mais algumas coisas sobre a Magia da alma ele liberou a turma pro intervalo eu e meus amigos fomos pro pátio e nos sentamos de baixo do antigo carvalho ele era praticamente nosso ponto de encontro, cada um comeu seu próprio lanche e depois que todos estavam satisfeitos se separaram para ir participar de alguma atividade eu fui pra um anto afastado e liguei pra minha mãe.

- alo quem fala?- ela perguntava do outro lado da linha.

- a mãe sou eu, eu só liguei pra avisar que vou ficar ate mais tarde na escola. - eu me apoie na parede.

- tudo bem, mas quando estiver voltando pra casa tenha cuidado. - ouvi o barulho de choro do outro lado da linha – tenho que desligar seu irmãozinho acordou se cuida.

Logo a chamada foi encerrada e o sinal bateu voltei pra sala de aula pra assistir mais um professor explicando mais uma matéria.

==========================[ QUEBRA DO TEMPO 5:00 ]============================

Quando as aulas acabaram eu fiquei andando pelo colégio às vezes indo jogar futebol para passar o tempo ate que finalmente deu 5 horas, e bem aqui estou eu correndo para a quadra onde eles montarão um ringue de luta aviam vários alunos sentados na arquibancada torcendo por garotos diferentes, dentro do ringue tinha um garoto negro com a cabeça raspada e outro garoto de pele branca e cabelos ruivos logo pode se ouvir o barulho  indicando o inicio da luta as almas de ambos os garotos pularam pra fora do corpo indicando que eles iniciaram uma luta seria era possível ver cada golpe certeiro e o HP abaixando ficando cada vez mais próximo de zero, ate que o garoto ruivo finalmente caio inerte no chão dando fim a batalha e o publico foi a loucura, a maioria dos alunos parabenizando o garoto negro e alguns o vaiavam.

Foram iniciadas algumas outras lutas ate que finalmente o evento acabou e aos poucos os alunos que ficaram na escola foram indo embora pra casa e eu não era exceção, peguei o ônibus que levava ate uma parada perto de casa depois de alguns minutos dentro do automóvel ele parou no meu destino eu desci rapidamente e iniciei minha caminhada andei por alguns minutos e cheguei em casa estranhei um pouco todas as luzes estavam apagadas, talvez meus pais tenham saído mas isso era meio improvável pois com certeza eles teriam chamado uma baba para cuidar do meu irmãozinho o Miguel e teriam me avisado.

Entrei em casa e tudo estava no mais profundo silencio estava muito escuro pra enxergar passei a mão na parede procurando o interruptor ate que finalmente o encontro no momento que ligo a luz eu fiquei em estado de choque a sala estava uma bagunça total com manchas de sangue pra todo lado e caída no tapete estava minha mãe com a garganta cortada e uma poça de sangue avia se formado ao redor dela me aproximei lentamente e cai de joelhos perto do corpo inerte de minha mãe sujando minhas mãos com seu sangue meus olhos começaram a lacrimejar e eu gritei o mais alto que podia, então ouvi um barulho de choro vinha do segundo andar rapidamente corri e abri a porta do quarto do meu irmãozinho a tempo de ver meu pai quebrando o pescoço da inocente criança tinha um sorriso psicótico no seu rosto ele voltou seu olhar para mim e de repente uma fúria tomou conta do meu corpo da minha alma e avancei contra ele, mas antes que pudesse sequer acerta-lo eu parei no lugar por algum motivo não podia mais me mover foi ai que percebi a alma de meu pai ela estava com uma cor diferente totalmente negra e uma estranha energia fluía dela para a mão de meu pai que a apontava pra mim.

- o...oque você fez co...comigo ?- eu tentava me mover com todas as minhas forças mas mesmo assim nem mesmo podia mexer o dedo.

- pare de tentar se mexer moleque você não pode lutar contra minha magia. - ele se aproximou e me fez levantar o rosto a ponto de eu ser obrigado a olhar nos olhos dele.

- por quê? Porque você matou a mamãe? Por que você matou Miguel?- a esse ponto eu já estava chorando de tristeza e de ódio.

- ora, não e obvio, eu os matei pra ficar mais forte, quanto mais próximo você e de uma pessoa mais EXP você ganha ao mata-la. - eu não podia acreditar ele matou meu irmão e minha mãe apenas pra ficar mais forte esse não e meu pai pelo menos não e o pai que eu conheço.

- me solte seu canalha. - eu continuava lutando pra me soltar.

- ora moleque, eu já não te ensinei que você não deve me desrespeitar. - ele se aproximou de mim e deu um soco na minha barriga a dor era tanta que eu quase gritei mas não me permiti demonstrar fraqueza na frente desse homem.

- e...eu vou me vin...vingar.- logo depois senti mais um soco na barriga me fazendo soltar um grunhi do dor.

- e como pretende fazer isso você e fraco... Tão fraco que nem se quer vale a pensa ser morto por minhas mãos. - ele segurou em meus ombros e eu senti como se o mundo estivesse sendo jogado de um lado pro outro me fazendo ficar enjoado e a dor em minha barriga aumentar, de repente tudo aquilo parou e eu já podia me mover, mas por causa da dor eu cai de joelhos no chão, mas não tardou ate que eu fosse levantado pelo pescoço, segurei nos braços de meu “pai” tentando faze-lo me soltar mas ele só ria da minha tentativa inútil olhei em volta e vi que estávamos em uma espécie de caverna e um pouco atrás de mim tinha cratera e logo entrei em desespero chegando ao ponte de tentar chuta-lo pra me soltar, ele se aproximou do grande buraco me estendendo sobre ele.

- se você quer mesmo se vingar tente ficar mais forte que eu. -ele rio debochado – mas duvido que consiga fazer isso quando estiver morto.

Então ele me soltou e eu cai para a morte certa e conforme ia caindo eu ia perdendo minhas esperanças.


Notas Finais


acho que fui mais cruel com ele do que fui com os outros.


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