História New Stage - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~monogatari

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Frank Zhang, Hazel Levesque, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper McLean, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Will Solace
Tags Hdo, Lemon, Percy And Nico, Pernico, Pjo, Yaoi
Visualizações 655
Palavras 4.010
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


~Liilyca:
Ola amores! demoramos mas chegamos ahhaha
peço desculpas por não responder os coments as coisas andam um pouco "complicadas". ;x
e... FELIZ DIA DAS CRIANÇAS MEUS ETERNOS BABYS <3
espero que vocês adquiram a sindrome do Peter pan assim como eu hahahaha
não da neh? quem é que gosta de crescer? u.u

nesse cap as coisas vão ser "esclarecidas" de uma forma mais completa... espero que gostem ;)

booom... Boa Leitura para vocês ;*


~monogatari:
Oi meus lindos leitores! Antes de tudo: feliz dia das crianças \o/. Sim, seremos eternas crianças na terra do nunca ❤.

Já conseguiram se recompor do capítulo anterior? Sei que fomos malvadas em acabar bem naquela hora huehue, mas agora vamos explicar as coisas. Enfim, boa leitura ❤

Capítulo 15 - Facts


Fanfic / Fanfiction New Stage - Capítulo 15 - Facts

 

Minha cabeça girava, eu ainda não conseguia assimilar aquilo.

Estava encarando os olhos dourados de Hazel a minha frente agora sentada com Quiron ao seu lado, a expressão dela era confusa como se não conseguisse decidir se estava feliz, confusa ou triste.

- Hazel... me conte o que você sabe. Na verdade, me conte qualquer coisa. – falei expressivo, aquela angustia estava me matando.

Ela respirou fundo e me encarou com tristeza depois seus olhos foram para Quiron.

- tudo bem conversarmos aqui? – perguntou a ele que assentiu.

- claro, é até melhor para que eu entenda e consega avaliar algumas coisas também. – respondeu.

Ela se voltou para mim.

- Quando você apareceu na faculdade e eu bati os olhos em você eu sabia que você me lembrava alguém, então quando cheguei em casa e vi uma velha fotografia do meu pai eu assimilei as coisas. – disse distante, seus olhos nas mãos cruzadas a frente. – você deve ter percebido o quanto se parece com ele.

Fiz uma careta confusa.

- eu não entendo. Nós temos quase a mesma idade, como...?

Ela torceu o lábio.

- pelo que eu sei ele tinha duas famílias. – ela me olhou como se esperasse alguma reação a qual eu não tive porque estava atordoado demais. – nossas mães ficaram gravidas quase que na mesma época, mas nenhuma sabia da existência da outra. Minha mãe contava que ele dizia que viajava a trabalho e por isso ela não desconfiava e foi assim por uns 9 anos. – ela suspirou com pesar. – então ele sumiu.

De repente eu tive um súbito ódio por Hades, por ele ser tão cafajeste de ter duas mulheres e dois filhos e ainda por cima os largar.

Tentei respirar com dificuldade.

- foi quando eu apareci no orfanato. – apontei e ela assentiu.

- sim. No começo minha mãe se desesperou, foi atrás da policia e tudo, mas ele simplesmente sumiu do mapa. E foi através das investigações da policia que descobrimos sobre você e sua mãe. – ela balançou a cabeça em negação incrédula. – chega a ser absurdo. Foi bem difícil para minha mãe lidar com aquilo, mas ela era uma mulher forte e conseguiu me criar bem, depois de alguns anos ela conheceu meu padrasto que é um bom homem e cuidou de nós.

Mesmo com toda a confusão em minha mente sobre como aquilo ainda aprecia impossível, eu consegui sentir pena dela. Imaginei como teria sido para sua mãe e para ela suportar tudo aquilo.

Meus pensamentos vagaram ainda mais em um mar de lembranças nebulosas e peças desencaixadas.

- então você procurou por mim? – perguntei incrédulo e ela concordou com um suspiro.

- sim. Quando ficamos sabendo de vocês fomos atrás de sua mãe e você, mas não achamos nada. Nessa época eu ainda era muito nova, mas tinha informações pela minha mãe. Depois de alguns anos ela simplesmente desistiu, desistiu dele de todas as formas. Apesar de estranho, eu achei isso bom, o fato dele ter simplesmente sumido acabava com ela. Porem depois que ela morreu quando eu tinha 15 anos eu não conseguia esquecer isso, era simplesmente como um fantasma que me assombrava toda noite. Então eu comecei a procurar por vocês novamente e não tive sorte, até agora. – explicou com a voz baixa.

Meu coração afundou por aceitar como aquilo se encaixava. Hazel realmente parecia ser minha meia-irmã e parte de mim ficou feliz por isso, por saber que alguém, alguma parte mesmo que mínima da minha família procurou por mim.

Peguei a mão dela sem conseguir evitar.

- sinto muito por tudo que você passou Hazel. – falei sincero e ela sorriu fraco para mim com os olhos marejando.

- não sinta Nico. Não posso imaginar o que você tenha passado. – falou segurando o choro, torci o lábio para ela que olhou para minha mão observando o anel com anjos negros. – então quando eu vi esse anel e você me disse seu sobrenome, tudo fez sentido. Mas ainda assim eu não tinha certeza, eu precisava de mais provas.

- como você sabia do anel? – perguntei intrigado. – Ele deu a minha mãe de noivado ou algo assim.

Ela pensou por um momento depois se virou abrindo sua bolsa e tirando algo dela. Era uma bolsinha de veludo pequena preta na qual ela abriu e despejou um anel idêntico ao meu em sua mão. Abri minha boca em indignação.

- ele foi tão filho da ... – respirou fundo. – ele deu um anel idêntico a minha mãe, é a única coisa que tenho dele tirando uma fotografia.

Meu coração se apertou de rancor e raiva.

- você tem a fotografia ai? – Quiron perguntou a ela me lembrando que ele estava ali.

Hazel assentiu e tirou uma fotografia pequena da carteira e me deu, a peguei receoso e analisei.

Estava amarelada como um preto e branco velho. Na foto havia três pessoas, um casal e uma criança. A criança claramente era Hazel, seus cabelos encaracolados e olhos grandes eram inconfundíveis. A mulher que a segurava no colo era com certeza sua mãe já que era idêntica a Hazel da atualidade, seus cabelos eram tão enrolados e volumosos quanto, o formato de seu rosto e os olhos grandes e marcantes também se pareciam, a diferença era que a mulher era mais madura.

Ao lado delas estava um homem alto com a mão na cintura da mulher e um sorriso fraco, mas sincero. Ele era exatamente como eu me lembrava, até seu olhar calmo e carinhoso quando mexia no meu cabelo.

Assimilar aquilo fez todo meu corpo tremer em um arrepio horrível. Ele estava sorrindo para elas como sorria para nós, ele as amava como nos amava, mas também era tão cafajeste quanto.

Sentir raiva de Hades era inevitável. Não havia como aceitar que um homem como aquele poderia ter existido.

Virei a foto vendo que atrás estava escrito: “Dezembro,2002”

- Foi no meu aniversario de 4 anos. – Hazel respondeu minha pergunta não dita, obviamente percebendo minha confusão com aquela data.

Neste momento minha cabeça girou e uma lembrança vaga me percorreu com a voz dela.

“Não chore querido. Seu pai não pode passar o natal conosco esse ano, mas você ainda tem a mim. ” – Sua voz saiu doce e tranquilizadora como se ela estivesse do meu lado.

Enrijeci no mesmo momento e olhei para os lados sem evitar.

- Tudo bem Nico? – Quiron perguntou intrigado.

Suspirei.

- ãhn... sim, tudo. Eu só... acho que me lembrei de uma coisa. Neste ano ele não passou o natal conosco. – contei fitando o rosto do homem na foto.

Quiron não pareceu muito convencido.

- Certo. Algumas lembranças vão vir mais facilmente agora. – explicou e eu assenti devolvendo a foto para Hazel que a guardou.

- você nunca o encontrou ou soube se ele está vivo? – perguntei a ela que baixou os olhos triste.

- não. Ele realmente sumiu.

- ele costumava pedir dinheiro para minha mãe e... – “Batia nela” eu iria dizer, mas preferi não fazer. Dizer aquilo era doloroso.

- É, pelo pouco que se sabe ele estava metido com algumas pessoas ruins em Nova Orleans. Os policiais acreditam que ele fugiu. – Explicou apenas confirmando minhas dúvidas.

- Isso explica muitas coisas, mas eu ainda quero ver você para próxima sessão Nico. – Quiron disse me analisando.

Assenti me levantando e estendendo a mão para cumprimentá-lo.

- eu vou voltar. – falei a ele.

Hazel se levantou o cumprimentando também e já saindo.

- Nico, posso falar com você um momento? – Quiron chamou, Hazel me lançou um olhar tranquilizador e saiu, me voltei para ele que se aproximou e me olhou serio. – você anda vendo coisas?

Meu coração gelou. Será que se eu contasse a verdade ele iria encerrar as sessões?

- como assim? – me fingi de sonso.

- Nico, isto é serio. Se você estiver tendo alucinações tem que me contar, isso pode afetar seriamente seu psicológico mais para frente. Não posso continuar o tratamento assim. – alertou e eu apertei minhas mãos para que elas parassem de tremer.

- estou bem. – menti. – nos vemos na próxima sessão. – disse com um sorriso forçado e sai do consultório.

Eu não podia correr o risco de parar com aquilo, eu queria e tinha que descobrir toda a verdade agora e não só por mim, mas por Hazel também.

Cheguei até ela que estava me esperando e fomos andando até um café ali perto. Hazel era tão meiga e sincera, todo o carinho que eu sento por ela que antes eu não entendia, agora fazia todo sentido.

- o que você vai fazer agora? – Ela perguntou quando estávamos sentados em uma mesa no canto do estabelecimento já tomando nossos cafés.

Respirei fundo.

- Realmente não sei. Eu não quero desistir, ainda tenho muito o que descobrir. Talvez eles estejam vivos, talvez possam me dar alguma explicação pela minha falta de memória e por eu ter acabado em um orfanato. – falei pensativo fitando meu copo com café expresso.

Hazel pegou minha mão me fazendo olhar para ela, estava com um sorriso sincero e tranquilizador, seus olhos quase dourados brilharam com compaixão para mim.

- sei que isso tudo é muito louco e confuso. Com certeza é muita coisa para absorver, mas quero que saiba que estamos juntos agora, no mesmo barco e você é meu irmão independente do monstro que nosso pai seja. Eu estou aqui com você. – falou suavemente fazendo meu coração se aquecer por completo.

Apertei de lhe sua mão e lhe joguei um sorriso agradecido.

- Obrigado Haz. Digo o mesmo.

Ela sorriu e depois se recompôs soltando minha mão e tomando seu frapê.

- você vai contar ao Percy? – perguntou incomodada.

- ainda não, mas estou pensando em contar para o outro irmão. – falei pensativo, ela franziu o cenho para mim.

- Jason? Porque?

- Jason é adotado como eu, ele entende melhor como é querer saber sobre sua família biológica, coisa que o Percy provavelmente não vai entender. – expliquei avoado e ela assentiu de leve.

- Talvez seja uma boa ideia. – comentou ela pensativa.

 

(...)

 

Fui para casa e quando cheguei agradeci por Percy não ter chegado ainda, então me direcionei para o apartamento de Jason já batendo na porta o vendo abrir instantes depois e sorrir para mim.

- Oi Nico. Está tudo bem? – perguntou me deixando entrar.

Sentei no sofá tranquilamente, mas por dentro estava nervoso.

- não posso vir te visitar? – perguntei sarcástico e ele riu dando nos ombros.

- claro que pode, mas você nunca vem então é estranho. – falou sentando ao meu lado e ligando a tv.

- que drama Jason. Eu venho quando posso. – falei fingindo inocência.

- ou quando precisa de algo e não pode pedir ao Percy. – apontou me olhando analítico.

Aut!

Suspirei rendido e culpado.

- ok, me desculpe. Preciso conversar com você. – falei nervosamente e ele respirou fundo se preparando.

- Sabia. Isso nunca acaba bem. Vamos diga logo. – falou ansioso me fazendo quase rir.

Então contei tudo a ele, sobre as sessões, os sonhos, a Hazel e minha família. Jason ficou quieto apenas ouvindo e tentando não se expressar, mas era um pouco difícil já que seus olhos se arregalavam as vezes.

Quando terminei ele ficou fitando o nada surpreso, tentando digerir aquela historia toda.

- Nico... isso é... deuses o Percy vai ter um ataque. – murmurou em um suspiro.

- É por isso que estou contando a você. Por favor não conte a ele ainda, eu vou contar na hora certa. – falei receoso.

Ele não me olhou parecia ter ficado irritado.

- vocês deveriam parar de esconder as coisas um do outro. – resmungou quase inaudível.

- o que!?

- nada. – suspirou e me encarou desta vez, seus olhos azuis preocupados. – Porque está me contando isso?

- É que eu preciso da sua ajuda. – falei com cautela e ele ficou em olhando esperando, respirei fundo tomando coragem para dizer. – você conhece o Percy, sabe como ele é protetor e isso está estranhamente pior. – com isso ele fez uma careta como se pensasse “ele é um idiota”. – então preciso que me ajude a despistar ele até as sessões acabarem.

Ele ficou um pouco inquieto.

- eu não sei Nico. Não gosto de mentir.

- eu sei, desculpe, mas por favor Jay. Só até as sessões acabar. – pedi manhoso.

Ele me encarou por um momento considerando depois suspirou cedendo.

- certo, tudo bem, mas não me peça nada absurdo.

Sorri abertamente para ele e lhe abracei sem conseguir evitar.

- Obrigado.

- Espere. – falou se afastando e me olhando intrigado. – então aquele dia na rua você estava vendo coisas?

Respirei devagar com dificuldade.

- Eu não sei direito o que aconteceu naquele dia. – respondi sincero.

Ele apertou os lábios me analisando preocupado.

- posso ir com você na próxima sessão? – perguntou quase que com medo.

Enrijeci sem evitar. Seria uma boa ideia?

- não sei Jay. Talvez não seja muito legal. – falei receoso.

Jason revirou os olhos e me abraçou de repente me surpreendendo. Ele acariciou meu cabelo.

- eu também sou seu irmão Nico, eu também me preocupo. – disse em um sussurro sincero. – eu também te amo.

Com isso meu coração afundou em uma poça gélida de remorso e culpa. Retribui seu abraço com carinho.

- eu sei, me desculpe te colocar nisso. Você pode ir se quiser. – falei rendido e ele sorriu se afastando.

Jason ia me responder quando a porta se abriu e um par de olhos verdes parou em nós primeiro com surpresa depois com desconfiança.

- Jason você viu o... – ele parou, depois suspirou. – Nico.

- Oi Percy. – Falei me afasto de Jason e indo até ele que me olhava ainda desconfiado. – que foi?

- nada. – disse desviando os olhos.

Jason riu.

- Ele está com ciúmes Nico. Como se eu fosse como ele. – Jogou em Percy provocativo se levantando. – Fiquem a vontade vou tomar um banho que acabei de chegar. – ele saiu indo para o banheiro.

Voltei meus olhos para o Percy que me encarava de braços cruzados. Segurei para não rir dele.

- serio? Ciúmes do Jason? – perguntei incrédulo e ele não disse nada apenas se virou e foi para nosso apartamento. Fui atrás dele o parando na nossa sala. – Ei... não me ignore. – pedi.

Ele suspirou em um bufo e foi para o quarto pegar roupas para tomar banho, entrei atrás dele e encostei a porta.

- você está parecendo uma criancinha. – falei sarcástico me aproximando dele que me encarou serio. Passei a mão em seu rosto fitando seus olhos verdes de perto. – Não precisa ter ciúmes de ninguém Percy.

Ele ficou me encarando por um momento e depois sem aviso me puxou pela cintura e me beijou com tudo o que tinha. Retribui depois da surpresa passar, sua língua invadiu minha boca necessitado e suas mãos me envolviam possessivo.

Entrelacei meus dedos em seus cabelos negros e macios o puxando para mim já sem negar o desejo que percorria meu corpo só de toca-lo. Como sempre eu queria mais dele.

Desci minhas mãos por seu peitoral e as coloquei em baixo de sua caminha arranhando levemente sua pele o fazendo estremecer. Percy se afastou um pouco para me pegar rápido em um impulso pela cintura e me jogar na cama sem rodeios ou receio. Antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa ele atacou minha boca novamente me beijando como se não houvesse amanhã, com uma mão levantou minha camisa e com a outra ele pegou as minhas e segurou em cima da minha cabeça, me deixando a mercê dele.

- Percy... – falei ofegante enquanto ele desceu beijos e mordiscadas pelo meu pescoço.

- você é meu Nico, não fique tão perto dele, não fique tão perto de ninguém. – falou possesso em meu ouvido com sua voz dominadora e sexy. Sua outra mão desceu até meu membro que ele provocou por cima da minha calça.

- hum... – gemi em resposta de seu toque quase como uma suplica por mais.

Percy voltou a me beijar necessitado abrindo minha calça já a puxando para baixo enquanto isso, depois pegou meu membro nu e começou a massageá-lo torturante.

- Per-cy... – gemi sem conseguir me conter. Suas mãos ainda prendiam as minhas então eu não tinha o que fazer, inclinei meu quadril para ele pedindo mais, um sorriso leve e malicioso surgiu em seus lábios.

- O que você quer Nico? – perguntou provocativo me fazendo arrepiar com sua boca em minha orelha.

- Você... – pedi.

Ele parou seus movimentos me fazendo gemer em frustração e se afastou um pouco para me olhar.

- então me diga que é só meu. – pediu com seus olhos verdes quentes.

Sorri sem evitar para aquilo.

- eu sou seu Percy. – Garanti baixo e ele mordeu o lábio com desejo eminente.

- agora sim. – falou antes de soltar minhas mãos e descer sem indícios abocanhando meu membro com gosto e satisfação.

- aah..! – gemi alto com a surpresa do prazer repentino que seu ato me causou.

Ele era tão bom naquilo.

Percy Lubrificou seus próprios dedos entre as chupadas em meu membro e os posicionou em minha entrada colocando um dedo dentro de mim me fazendo gemer mais alto e apertar meus dedos em seu cabelo.

Ele continuou a me preparar com seus dedos colocando até o terceiro enquanto me chupava sem sessar. Eu já não estava aguentando mais, eu queria ele dentro de mim logo.

- Percy... Por favor. – pedi em suplica e ele parou de me chupar sorrindo e se levantando vindo até minha boca a mordendo com desejo.

Sem dizer nada ele tirou os dedos de mim e tirou sua roupa em segundos já me puxando para a beira da cama e se posicionando em minha entrada me deixando metade para fora com as pernas ao seu redor que estava de pé a minha frente e outra metade deitado na cama.

Percy entrou em mim rápido e com precisão, soltei um quase grito em resposta e ele um ofego de prazer. Se manteve parado por um momento antes de começar a estocar em mim com força e sede.

Ele estava fora de controle, mas eu não em importei. Nossos gemidos já eram audíveis, constantes e cheios de prazer.

Quando seus movimentos se intensificaram indicando que ele estava próximo de seu orgasmo, Percy se debruçou para ficar mais perto de mim e me olhou nos olhos.

- Você é meu Nico. – Disse firme e sexy novamente, mas desta vez me causou um efeito mais intenso.

Todo meu corpo estremeceu e eu gozei quase que de imediato com um gemido alto e satisfatório o qual ele respondeu segundos depois atingindo seu ápice e se derramando dentro de mim.

Ele suspirou ofegante por um momento antes de sair de dentro de mim e se jogar na cama ao meu lado, exausto.

Olhei para ele que respirava rápido olhando para o teto.

- tudo isso só pra mim dizer que sou seu? – questionei sarcástico.

Ele riu baixo e me olhou ainda com seu olhar quente, dominador e totalmente sexy. Percy me puxou para perto dele e me deu um selinho longo.

- isso para provar que você é meu. – reformulou me fazendo rir enquanto ele se levantava e ia tomar banho.

Fiquei o vendo sair e entrar no banheiro calmamente. Percy era incrível, mas também uma pessoa muito estranha e única. Ele tinha um jeito muito peculiar de ver as coisas o que na maioria das vezes em deixava confuso, mas mesmo assim eu não conseguia sentir nada por ele que não fosse amor.

 

(...)

 

No outro dia eu fui para a faculdade com o Percy e enquanto andávamos pelos campus eu tentava ignorar os vultos e vozes na minha cabeça. Como eu havia dormido com o Percy já era esperado que eu não tivesse sonhado com nada, mas as vezes eu podia vê-lo me encarando entre as pessoas, em qualquer lugar que eu estivesse sua voz se fazia presente em minha mente.

No final da aula eu estava saindo da minha sala quando o vejo me encarar do outro lado do corredor, entre os alunos que transitavam. Meu coração pareceu parar ao encontrar os olhos escuros dele que me olhavam furiosos.

“você tem que se lembrar Nico!” era o que ele repetia inconstante.

- eu estou tentando. – falei para mim mesmo sabendo que na verdade ele não estava ali.

“apenas se lembre.” Disse firme.

- eu vou. – respondi dando um passo a frente em direção a ele, mas uma mão em meu braço me segurou.

- Nico? – Olhei para Hazel que me olhava preocupada com as sobrancelhas franzidas. – Com quem está falando?

Me recompus.

- ãahn... ninguém. Tudo bem? – falei disfarçando, mas aquilo não colou com ela.

- me conte a verdade, você está vendo coisas? – sua mão desceu para minha a segurando firme, seus olhos amarelos estavam penetrantes em mim como se tentasse ver minha alma. – Ele avisou que isso poderia acontecer Nico, se você estiver tem que dizer.

Respirei fundo e retribui se aperto.

- não estou, está tudo bem. – sorri para ela. – não se preocupe irmãzinha. – falei carinhoso a puxando e dando um beijo em sua testa.

Ela sorriu constrangida e apertou mais sua mão na minha.

- não me preocupe assim. – pediu.

- Preocupar com o que? – a voz do Percy surgiu perto nos fazendo gelar.

Olhamos juntos para frente vendo um Percy furioso que tentava disfarçar com os braços cruzados. Os olhos dele saíram de nossas mãos e foram do rosto de Hazel para o meu.

Hazel pareceu que ia desmaiar a qualquer momento, ficou pálida e soltou sua mão tremula da minha. Não era atoa que ela tivesse medo do Percy depois do escândalo desnecessário que ele causou.

- com nada Percy. – respondi simples e ele manteve seu olhar questionador intercalando entre nós, analisando.

- tem certeza? Parece algo. – apontou ríspido.

- éé... eu tenho que ir, marquei algo com o Frank. – Hazel disse nervosa e inquieta. – Até mais. – ela disse para mim antes de sair em passos largos pelo corredor.

Olhei nervoso para Percy.

- você tem que parar de trata-la assim. – falei irritado e começamos a andar juntos para a entrada da faculdade.

- não a trato de jeito nenhum, só gostaria de saber quando foi que ficaram tão próximos. – falou mantendo seu olhar em mim estudando toda e qualquer reação minha.

Bufei revirando os olhos.

- você a trata como se ela fosse sua inimiga ou algo assim. Hazel é uma ótima pessoa Percy.

- ainda quero saber quando e como ficaram tão próximos. – disse firme.

Parei no meio do campus e me virei para ele nervosamente.

- você quer me colocar em um pote também? Me prender em casa? Quem sabe eu devesse usar uma coleira como Annabeth disse? – falei estressado.

Ele fechou a cara para mim me olhando serio.

- você está procurando sua família Nico? – perguntou firme me fazendo estremecer.

Neste momento algo aconteceu me deixando aliviado e mais irritado ao mesmo tempo. Alguém se aproximou de nós e falou:

- Desculpe atrapalhar o casal. – Annabeth disse nos fazendo olhar para ela. A garota tinha uma expressão seria, mas seus olhos estavam divertidos, era como se ela estivesse feliz por interromper, mas não quisesse mostrar. Seus olhos cinzas foram para o Percy. – Posso falar com você?

Percy ficou mais branco do que vela, enrijeceu só com a presença da garota o que me fez ficar intrigado e tentar reprimir a careta de confusão que gostaria de fazer.

- o que você quer Annabeth? – perguntou nervoso, mas sua voz falhou.

Estranho.

Ela sorriu de canto para ele.

- acho melhor conversarmos a sós. – indicou a mim que apertei as mãos em punho para reprimir a raiva e a vontade de socar aquela loira azeda.

Percy estreitou os olhos para ela furioso, mas também ansioso ou incerto. Não sei dizer, ele estava estranho.

- estou indo para casa. – anunciei já me virando e andando para fora da faculdade.

Ouvi Percy me chamar atrás, mas o ignorei. Estava nervoso demais, com ele, com Annabeth, com meu passado, com minhas alucinações imbecis e comigo mesmo por ser tão problemático.

 


Notas Finais


~Liilyca:
Se Hades é um tremendo de um fdp? é sim senhor! u.u
não sei porque, mas sempre dou um jeito de colocar os deuses maiores como ruins husauhsahu (sorryMono)
aaah Hazel!!! <3 vem cá me dar um abraço sua lindaa! >.<

TEM JASICO SIM! PORQUE É LINDOO *0*
Jay meu crush eterno <3

maaas... tem Lemon Pernico forte shuauhsuha tão fofos! tão shippavel *---*
Percy ciumento e pocessivo ;x adowro!

Ilusões, barraco, Hazel e Annabeth, Percy sendo Percy... o que fazer com esse povo?
sahuhuashuas
Nico Revolts é o melhor hsuahusa

espero que tenham gostado!
Obrigada por tudo ;*

~monogatari:
Essa Annabeth ta muito abisadinha né? Querida, quer largar ele logo? Obg u.u

Já estão com raiva de Hades? Ele está sendo um completo desgraçado nessa fanfic HAHAH não entendam mal, eu amo Hades ❤.

Enfim, essa Percy e a possessividade dele é algo fofo ou maluco para vocês? Eu fico naquele meio termo sabe? Não acho tão saudável para um relacionamento .-.

Por hoje é só e até sábado *-*, vejo vocês nos comentários!!


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