História New Thailand - Kill or Die - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Seventeen, TWICE
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Lay, Momo, Sana, Sehun, Suho, Tzuyu, Xu Ming Hao "THE8"
Tags Ação, Baekhyun, Drama, Momo, Motzu, Sana, Satzu, The8, Twice, Tzumo, Tzuyu
Exibições 17
Palavras 2.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei que estou devendo capítulos de outras fics mas quando bate a vontade de fic nova, eu tenho que escrever ;=; tava com essa ideia a um tempinho e depois se quiserem vou postar outra fic :3 mas é isso.. espero que gostem da fic com meu shipp otp (sim, TzuMo é meu otp;-; pode me julgar u-u gosto de shipp flop mermu)

Capítulo 1 - Lobo solitário


Fanfic / Fanfiction New Thailand - Kill or Die - Capítulo 1 - Lobo solitário

"Não é como se fosse fácil fugir de tudo.. sempre vai ter alguma coisa que lhe trará de volta para aquilo que você teme... isso pode acontecer cedo... ou tarde.."

 

 

 

O.P.V  Tzuyu

- Tzuyu, passa o canivete para mim por favor — dizia Sana enquanto retirava sua camisa e deixava seu sutiã à mostra.

- aqui Sana.. — entreguei o canivete para ela — o que vai fazer com ele?

- agora vou apenas cortar um fio preso, mas depois vou usá-lo para alguma coisa lá fora.

- você vai sair..?

- eu preciso Tzuyu — ela cortou o fio solto do sutiã dela e depois guardou o canivete no bolso da calça.

- lá fora é perigoso... 

- eu sei disso, mas temos que correr riscos as vezes — ela se virou para mim e colocou sua blusa — vai ficar tudo bem 

- Sana...

- Tzuyu — ela veio em minha direção e colocou suas mãos pelo meu rosto — vai ficar tudo bem, não se preocupe 

Dei um leve suspiro e Sana me deu um selinho rápido.

- prometo que não vou demorar muito 

- por favor... que nada aconteça com você — coloquei minhas mãos por cima das dela e as segurei.

- não vai acontecer nada, eu prometo... vou ter que ir agora, vou voltar o mais rápido possível — ela fez com que eu solta-se suas mãos e foi até a estante pegar uma arma.

- vai levar a arma...?

- só por precaução... — ela veio na minha direção, coloca uma das mãos dela no meu rosto e me deu um beijo de despedida — Eu te amo Tzuyu... não se esqueça disso... — ela se afastou e foi ao caminho da porta para sair de casa. 

Respirei fundo e fui para o quarto, me sentei no colchão e peguei um livro.. já havia lido a história desse livro umas 6 vezes... devo conhecer a história toda, nunca perde a graça de ler esse livro.. não sei se é pelo fato de preferir esse mundo imaginário ao invés desse mundo que estou vivendo, até completar meus sete anos, tudo era tão... "perfeito", mas aí tive que ser obrigada a vir a um lugar onde mais da metade do país começou a criar conflitos... tráfico humano.. e tráfico ilegal de armamentos... ao longo do tempo as coisas foram piorando, começou a surgir espécies de "rebeldes", pessoas que se negam a ser mercadorias para a máfia ou seja lá o que essas pessoas são.. esses rebeldes fizeram com que a máfia cresce-se e acabou criando uma lei: "se não estão em nossos orçamentos, são rebeldes, se são rebeldes... os mate." e para os rebeldes a lei é a mais simples possível.. "mate ou você será morto." 

Nunca conseguiria matar alguém.. a única coisa que consigo fazer é fugir.. apenas fugir... sou fraca diante a todos, tenho medo de morrer, tenho medo de tudo e de todos, a alguns anos se não fosse por Sana, eu já estaria morta.... 

Fiquei lendo meu livro por um tempo até escutar o barulho da porta abrindo.

Sana voltou – pensei.

Coloquei meu livro sobre o colchão e me levantei para ir me encontrar com Sana, assim que cheguei no corredor que dava direto com a sala, vi um homem de cabelos alaranjados e orelhas meio grandes de costas olhando dentro das gavetas e pegando algumas coisas que tinha valor. 

- tisc... não tem nada que preste aqui — disse o homem olhando as gavetas.

Me escondi dentro do quarto e senti meu coração bater rápido, com certeza ele era alguém da máfia... se ele acabar me encontrando... com certeza irei morrer.. 

- Chanyeol, acabamos de pegar uma vadiazinha na floresta — falou um outro homem que tinha acabado de entrar na casa.

- ela é rebelde ou é um produto? 

- Provável que seja rebelde, mas você poderia da uma olhada na vagabunda 

De quem eles estão falando?

- certo... vasculhe a casa, Chen.. se encontrar alguém, pode matar a sangue frio

- entendido

Dei alguns passos para trás e bati sem querer em uma mesinha que estava atras de mim, escutei o barulho do gatilho e passos vindo na direção do quarto que eu estava.

- quem está aí? — falou o homem — é melhor sair ou sua morte vai ser pior

Meu coração já estava batendo rápido de mais, procurei uma saída para poder fugir... avistei uma pequena janela, mas acho que não conseguiria passar por ela, tentei controlar meu desespero... escutei um tiro alto vindo de fora da casa.

- parece que a vadia da floresta acabou morrendo.. aquela morena seria uma ótima mercadoria na minha opinião — mo-morena? Por favor Sana... que não tenha sido você... — seja lá quem está ai! Aparece! — os passos do homem estavam ficando mais perto.

Fui na direção da janela e a abri, subi em um pequeno banco e fiz força para passar.

- ei! — escutei o homem me chamar, passai rapidamente pela janela e sem pensar duas vezes corri em direção à floresta, escutei mais um barulho de tiro.. dessa vez a bala estava vindo na minha direção e passou de raspão pelo meu ombro fazendo eu ter uma dor insuportável, soltei um gemido de dor forte e continuei a correr enquanto colocava minha mão pelo meu ombro.

Pude sentir aqueles homens se aproximando, tentei despistar eles mas infelizmente um deles apareceu na minha frente apontando a arma para mim.

- te peguei — falou o homem de cabelos alaranjados — diga adeus à sua vidinha de mer... — sem ele terminar a frase, ele acabou recebendo uma facada no pescoço e caiu morto com o pescoço ensanguentado no chão, atras dele estava uma garota de cabelos loiros e olhar frio segurando a faca que tinha acabado de assassinar ele. 

- saia daqui ou vou vai acabar morrendo — ela disse em um tom frio e saiu em direção às plantas altas da floresta.

Sem acreditar no que tinha acontecido acabei seguindo a garota, com um tempo seguindo ela pude perceber que ela notou que eu estava a seguindo.

- por que está vindo atras de mim? — ela falou sem olhar para mim e sem parar de andar.

- você disse para..

- eu disse para você sair daqui, não para me seguir — ela falou fria.

- ah... — abaixei minha cabeça e depois soltei um gemido de dor por conta do meu braço e recoloquei a mão no local ferido — droga..

- o que você tem? — ela perguntou ainda sem olhar para mim.

- acabei levando um tiro.. — disse entre os gemidos de dor.

- era de se imaginar.

- você poderia...

- não. — ela falou em um tom mais frio ainda.

- você nem sabe o que eu iria pedir.. 

- você ia pedir para eu te ajudar, só para deixar claro a você, eu só salvei sua vida daquele imprestável por caridade, nada de mais e eu não vou fazer isso por você de novo — ela parou de andar e olhou para mim — então não me peça nada, que eu não vou fazer mais que isso..

Comecei a ficar com a visão embasada.. estava com dificuldade de respirar, não conseguia ouvir mais nada do que ela estava falando.. eu não aguentei, fechei meus olhos e fui caindo em direção ao chão, consegui sentir alguém me segurar.. provavelmente aquela garota.. ela me segurava contra o corpo dela, sem forças acabei desmaiando nos braços dela... o que iria acontecer comigo agora? Ela disse que não iria fazer mais nada por mim.. será esse o meu fim? Também... de que adianta estar em um lugar que a Sana não está mais nele provavelmente.. não quero viver em um mundo que a única pessoa que eu amei não estar mais viva... eu deveria te deixado aquele homem me matar logo.. 

Abri meus olhos de vagar e vi um teto branco, meu ombro não estava doendo como antes, olhei para ele e vi que estava enfaixado... mas como? Olhei em volta e percebi que estava em uma pequena casa, me levantei de vagar e fiquei olhando em volta do local que eu estava.

- se sente melhor? — perguntou a garota loira de antes que estava atras de mim preparando um chá.

- s-sim... onde eu estou? 

- minha casa — ela pegou o chá e veio para a minha frente — bebe isso — ela me entregou o chá.

- para que ele serve...?

- para sair melhor o veneno da bala do seu corpo 

Olhei para o chá e senti o cheiro forte vindo dele, o bebi e a garota se afastou um pouco de mim.

- tive que tirar sua blusa para poder fazer o curativo — a garota falou enquanto pegava uma faca e ia até uma mesa para cortar a carne de algum animal, olhei para baixo e vi que estava de sutiã, corei levemente e depois me recompus — para uma bala de raspão... você poderia ter morrido se eu não tivesse feito isso.

- obrigada...

- não me agradeça — ela olhou para mim com um olhar frio — já que está melhor, pode ir... a cidade mais segura por perto está a 12km, ande pela floresta até encontrar um comerciante de alimento e peça carona para Banguecoque que você vai está segura — ela colocou a faca em cima de uma mesa e ficou olhando para mim — você não vai embora? 

- e-eu...

Ela veio na minha direção e parou em minha frente me entregando uma blusa.

- a porta é ali, ande em linha reta por 10 metros e depois vire à esquerda, está tão difícil de entender?

- eu entendi... — coloquei a blusa com dificuldade e me levantei da cama — antes de ir.... você poderia me dizer qual era a máfia daqueles homens? 

- mafia? Eles não eram de nenhuma mafia, eles trabalham para um psicopata de sangue frio, não é coisa para uma garotinha inútil como você.

- eu sei... obrigada pela informação — fui andando até a porta, a abri e sai da casa, fiquei andando por um bom tempo na floresta, quando já estava quase tudo escuro me sentei encostada em uma árvore e logo começou a chover, me encolhi abraçando minhas próprias pernas... comecei a pensar em Sana... e se ela realmente tiver morrido? Não quero pensar nisso mesmo sendo capaz de ser verdade... e-eu... eu quero a minha Sana de volta... comecei a chorar como se já fosse meu fim, estraga tremendo de frio, se ficasse mais um minuto nessa chuva eu iria morrer de hipotermia... fechei meus olhos como se fosse meu adeus a esse mundo...

- você vai morrer ficando assim — essa voz... era aquela garota.. abri meus olhos e olhei para ela, estava tremendo e comecei a me encolher — vem... morrer de hipotermia não será a solução de nenhum problema — ela estendeu a mão para mim e eu segurei para me levantar, quando levantei ela colocou a mão em volta de minha cintura para que eu não caísse e me levou de volta para a casa de antes.

Assim que chegamos na casa, ela me levou ao banheiro e tirou a mão de minha cintura.

- tome um banho, é melhor para você.. — ela se retirou do banheiro para que eu pudesse tomar meu banho sozinha.

Mesmo sem tendo vontade de tomar esse banho... eu acabei tomando, quando terminei de tomar banho peguei uma roupa que a garota tinha deixado na porta e a vesti, sai do banheiro abraçando meu próprio corpo e fui em direção aquela garota.

- eu...

- se for me agradecer, já disse que não quero que me agradeça... por que queria tanto morrer daquele jeito?

- perdi uma das minhas razões de viver...

- hm.. qual era sua razão?

- um pessoa... 

- essa pessoa era tão importante assim para você? 

- Era... você não deve entender isso.. 

- a cinco anos perdi alguém importante para mim, o cara que tirou a vida da pessoa importante para mim foi o mesmo cara que tirou sua pessoa importante de você — ela falou com uma expressão um pouco fria e insensível.

- você conhece o responsável por essa coisas então...

- infelizmente..
 
Peguei um banquinho e me sentei de cabeça baixa.

- a gente poderia...

- não existe "a gente" — ela me olhou — seja o que for que você for falar, não existe "a gente" nem "nos".

- ah.... então... eu e você poderíamos juntar forças e...

- não trabalho em equipe, nem em dupla, sou um lobo solitário e mesmo que se eu fosse juntar forças com alguém, esse alguém nunca seria você, tenho certeza que você nunca puxaria um gatinho na vida ou empunharia uma faca

- sou incapaz de matar alguém..

- você vive em um lugar que é matar ou morrer, você é uma fraca completamente inútil que não serve para absolutamente nada — ela veio para minha frente — você não sabe cuidar de você mesma, depende dos outros para sobreviver, nunca conviveria com alguém como você.

Levantei minha cabeça e me levantei ficando cara a cara com ela. 

- então me ensina, me ensina a não ser tão inútil como você diz, me ensina a ser mais competente e poder acabar com aquele miserável que fez aquilo — fiquei seria — me ensina ser que nem você.

- ser como eu? — ela fez cara de irônica  — ninguém conseguiria ser igual a mim.

- mesmo sem conseguir ser igual a você, quero poder chegar perto do seu nível

- você quer tanto assim... se juntar comigo?

- quero — continuei seria. 

- Está bem, vou dizer minhas regras para poder ficar comigo — ela começou a ficar seria — regra número um: não me irrite, regra número dois: siga minhas ordens, regra número três: não encoste em mim, regra número quatro: em hipótese alguém.. se apegue a mim, regra número cinco: se de algum modo você fizer algo que cause minha morte.. — ela aproximou o rosto do meu — eu vou te matar antes, essas são as regras.

- entendi.. vou seguir tudo sem excitar nada.. 

- muito bem, amanhã iremos para o território do BB, então não dê mole para nada 

Concordei com a cabeça e a garoto se afastou de mim se virando de costas, respirei fundo e pensei... 

"Vou te vingar de alguma forma Sana... mesmo não sendo capaz de matar"

O.P.V   Sana 

Escutei alguns barulhos de tiro vindo do local da casa que eu ficava com Tzuyu, parei de cortar a madeira e me levantei. 

- Tzu... — escutei mais um barulho de tiro e fui correndo em direção à casa, chegando lá vi sangue no chão da entrada e a casa parecia ter sido invadida por algumas pessoas — Tzuyu... — me ajoelhei no chão do lado das marcas de sangue e senti algumas lágrimas escorrerem pelo meu rosto, limpei rapidamente as lágrimas, me levantei e olhei para a floresta — eu sei que foi por sua causa... eu vou te matar Byun... — fechei os punhos com força e fui pegar algumas coisas, assim que peguei o necessário, corri para dentro da floresta e fiquei correndo por ela.

Pode ter certeza Byun... vou acabar com sua raça por ter mandando seus homens para cá... quando eu te encontrar, vai desejar nunca ter nascido. 

Eu vou te vingar Tzuyu...


Notas Finais


;3 espero que tenho gostando, caso queiram continuação ;=; é só falar tá


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