História New Way to Bleed - Destiel - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Adam Milligan, Anna Milton, Ash, Balthazar, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Crowley, Dean Winchester, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Casdean, Castiel, Colegial, Dean, Destiel, Estudandil, Evinspiration, Evsongs, Falleninspiration, Intriga, Novak, Reformatório, Sammifer, Winchester
Visualizações 97
Palavras 3.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee ! Olha quem deu o ar da graça. Euoooo ! Eeeeeh 👏👏👏 como estão ? Espero que bem. Trago-lhes mais um capítulo e não, eu não esqueci dos pedidos de NONTK, mas hoje vai dessa aqui Hahaha espero que gostem. Boa leitura. 😊

Capítulo 20 - Where's Castiel ?


Dean quando acordou foi até o quarto de Castiel para chamá-lo, após se trocar. Na noite anterior, Dean caiu na cama e apagou e por isso logo de manhã foi até o quarto do namorado.

— Cas ? — Dean bateu na porta, mas não houve resposta, então ele a abriu devagar, não o encontrando na cama. — Castiel ? Tá no banheiro ? — ele abriu a porta do banheiro também.

Castiel não estava. Onde será que ele estava ? Se ele já tinha saído, por que não passou pelo quarto de Dean ? Então, o loiro se lembrou de que Castiel estava com “dor de cabeça” e foi até a enfermaria ver se ele estava lá, porém não o encontrou também e a preocupação começou a falar alto.

— E aí, pessoal, vocês viram o Castiel ? — Dean perguntou ao se aproximar dos amigos.

— Oi, Dean. Não. Ele não está no quarto ? — Charlie falou primeiro.

— Vocês não estavam juntos ontem a noite ? — perguntou Lúcifer.

— Sim, mas… Han, eu acabei dormindo e agora que fui no quarto dele, ele não tava lá.  .. Obrigado, gente. 

Os amigos se olharam, pois também não sabiam do paradeiro do moreno. Se não estava no quarto e nem na enfermaria, onde estava ? Não é possível que ele tenha sumido, assim do nada.

— Dean ! — Lúcifer o chamou antes dele se afastar totalmente.

— Oi ? — ele perguntou se virando.

— Me passa o número do meu Sam. Please. — Lúcifer fez cara de bonzinho.

Seu Sam ? Eu sou irmão dele há muito mais tempo, então não pense que vai roubá-lo de mim. — Dean brincou. — Enfim, esqueci completamente. Desculpa. — e se sentou com eles. — Anota aí: 555-2112.

— Hahaha, foi a Charlie quem disse isso. Mas eu agradeço muito, cunhado querido. E não se preocupe com o Castiel, ele deve ter um bom motivo para ter sumido. 

 

Antes disso:

 

 Castiel havia acordado um pouco mais cedo que o normal e não tardou em se vestir, mas na hora que ia saindo do quarto deu de cara com o professor O’Brian. No instante em que o viu, Castiel ficou tenso. O que seu professor pretendia indo até seu quarto e como ele sabia qual era ?

— Bom dia, Castiel. — ele parou no corredor, com um sorriso. Ele usava uma camisa social branca com uma gravata dourada. Era difícil para o garoto não o admirar, mas não passava disso, admiração. 

— Bom… Bom dia, professor.

— Espero que esteja com fome. Eu conheço um lugar ótimo para tomar café da manhã. — ele falou ainda sorrindo e teu sorriso deixava o moreno muito tenso. Ele não se lembrava de que sairia com seu professor. E bom, Patrick não disse que avisaria ? E chegou de repente. O que Castiel poderia fazer ? 

— E então, vamos ? — Patrick perguntou gesticulando para ele passar.

— Han, v-vamos. — Castiel assentiu e passou por ele. Aquela manhã estava um pouco fria, mas esquentaria com o tempo, com certeza. O orvalho fresco estava sobre a grama, deixando sua cor mais intensa. Durante o trajeto até o estacionamento, Castiel ficou mudo e rezou para que não aparecesse nenhum de seus inimigos. Principalmente Meg, aquela vaca. E Patrick percebeu a quietude dele. 

— Hey, Castiel. Não precisa se preocupar. — Paddy disse enquanto abria a porta do carro e Castiel estava do outro lado. — Nós não iremos demorar, se é isso que está pensando. 

Castiel tentou dar um sorriso e relaxar, mas não conseguia tirar da cabeça que Dean ficaria louco a sua procura. Quando entraram no carro, um Hyundai ix35 preto, eles colocaram o cinto — que assento mais confortável.— Patrick deu partida e ligou o som, num volume agradável, com músicas eletrônicas, mas suaves.

— Você tem preferência por algum estilo de música específico ? — Patrick perguntou enquanto eles passavam pelos portões, os deixando para trás.

— Ah não. Esse estilo é legal também. 

Era a segunda vez que Castiel deixava o Campus. O moreno observou os painéis luxuosos do automóvel e estranhou o seu gosto musical, deu a impressão de que ele era do tipo baladeiro e adorava curtir. E também o fato dele não ser casado, pois nunca estava de aliança. Sim, o moreno olhou para as mão dele quando elas tocaram o volante e como um homem daquele naipe, com um carro daqueles era solteiro ? Será que ele… Já foi casado alguma vez e depois de ver como é, saiu dessa vida ? Eram perguntas bem pertinentes, mas Castiel não seria indelicado e intrometido para as fazer. Somente apreciou ao som e a viagem, que levou cerca de 35 minutos.

Chegando no estabelecimento, Castiel pôde ver que era um lugar da alta classe e ele se sentiu desconfortável, já que não costumava frequentar lugares desse tipo. Sua família não era daquelas podre de rica, mas eles tinham um estilo vida agradável e confortável. Era uma cafeteria, na fachada estava escrito “Le Café de Sortilège” e parando no estacionamento, Patrick colocou a mão sobre a de Castiel e o nervosismo, invadiu o carro. 

 — O que foi ? Você quer ir pra outro lugar ? — Patrick pareceu perceber seu desconforto.

— Han, não. Eu não conheço... Nenhum lugar especial. Aqui parece ser muito bom mesmo.

— Está bem então.

Saindo do automóvel, Castiel olhou em volta para ver se conhecia o bairro. Não era nada familiar. E se aliviou por ser um completo desconhecido naquele lugar. Por que mesmo, ele aceitou o convite ? Ah, porque não teve como recusar. Que homem persistente e decidido. Mas o pior não era isso, mas sim o fato dele ter aparecido de surpresa no corredor. Castiel não sabia como agir. 

— Bom dia, senhor O’Brian. — o atendente disse ao vê-los entrar. — É seu filho ? — perguntou olhando para o garoto.

— Bom dia, Harry. — ele apertou a mão do homem. — Ah não, não. Ele é... meu sobrinho.

Sobrinho ? Foi aliviador ouvir isso, pelo menos fez Castiel esquecer do suposto real motivo de Patrick o ter levado ali.

— Seja bem-vindo… — Harry parou, dando a entender que não sabia seu nome.

— Castiel. Obrigado. — Castiel disse e sorriu. Harry os levou até uma mesa perto da janela. A essa hora o Sol já estava brilhando e deixava o ambiente iluminado de uma maneira mágica e aconchegante. Patrick e Castiel sentaram de frente um para o outro.

— Aqui o cardápio. Fiquem a vontade. — Harry os entregou o cardápio e se retirou.

— E aí, já tem em mente o que vai pedir ? — Paddy tinha uma expressão de expectativa e um belo sorriso. — Se não, aconselho a pedir Waffles. Os daqui, hm são uma maravilha. Você vai adorar.

Castiel observou sua expressão divertida e suspirou, sentindo a leveza dentro de si. Por que ele estava tão tenso e nervoso ? O homem só estava sendo… Legal com ele e ele estava sendo chato. Pois assim ele pensou ao perceber que só Patrick puxava assunto. Relaxa Castiel, não passa de um café da manhã, entre aluno e… Professor.

— Hm, então pode ser. Eu quero waffles. — ele sorriu e o brilho nos olhos de seu professor se intensificou, ao ver seu sorriso. Então eles pediram e esperaram um pouco, enquanto conversavam sobre diversas coisas. E quando o pedido chegou, Castiel se surpreendeu com a quantidade de waffles cobertos com chantilly, pedaços de morangos e o cheiro do café ? Hm, que aroma, maravilhoso !

— Muito obrigado. — Patrick se referiu à garçonete e se virou para Castiel. — Vá em frente. Bom apetite.

E eles começaram a comer. Patrick apenas observou enquanto o garoto experimentava os waffles. Hm que maravilha ! Bem que ele disse. Eram divinos. E o café ? Esse, quando Castiel sentiu o seu sabor foi como reviver alguns dos melhores momentos de sua vida em apenas 1 segundo. Vai ver era por isso que o nome da cafeteria é “O Café Mágico”. E a única coisa que restava era aproveitar aquela manhã e foi o que Castiel fez. Aproveitou cada segundo, cada palavra, cada sorriso e risada e também a comida, claro. O fato de Patrick ser bem mais velho, o fazia pensar em seu pai. Como Castiel gostaria de ter uma relação assim com ele. Mas, se enquanto Gabriel era vivo parecia impossível, agora então era realmente impossível. Mas ele não se deixou abater por tais pensamentos, não queria que nada estragasse aquele momento. E enquanto eles estavam conversando sobre muitas coisas, Dean estava cada vez mais preocupado. O fato de Castiel ter sumido o deixou impaciente e novamente rude. Era quase impossível não pensar coisas ruins sobre esse sumiço repentino. Será que Dean havia feito algo errado na noite anterior e machucado Castiel, e agora ele estava evitando a Dean ? Se sim, por que o loiro não conseguia se lembrar ? — talvez porque não tinha o que lembrar e se não tinha, não existiu. — E por ver que Dean estava sozinho, os peçonhentos não perderam a oportunidade. 

— Seu namorado não apareceu hoje ? Já brigaram de novo ? Ou… — Meg perguntou, lembrando de Castiel e Paddy, na biblioteca. — Ah, não… Será que ele fez isso ?

— Tu não cansa de ser chata, né ? — Dean já rebateu muito impaciente, enquanto subia as escadas do Lafaiete.

— Chata ? Só queria te... alertar. Fica esperto com quem o seu namorado anda ou, você vai perdê-lo logo logo. — ela subiu rindo e o deixou para trás, parado. Ele não entendeu o que ela quis dizer. Perdê-lo, por quê ? E com quem Castiel poderia estar agora ? Ela estava dizendo que Castiel poderia o estar traindo ? Calma Dean. Não deixe que o veneno daquela vaca lhe faça mal. Lembre-se que você definitivamente não liga para o que vão dizer, independente do que fosse dito. E foi muito difícil assistir aula com essas coisas na cabeça.

Depois do café, Patrick levou Castiel a uma galeria de História e Arte. Lá eles passaram o tempo vendo as exposições e obras. Castiel estava admirando tudo, pois era a primeira vez vendo coisas tão legais e as histórias contadas por seu professor melhoravam tudo. Ele era tão inteligente e falava das coisas de uma maneira única. E a admiração que Castiel tem por ele, crescia ainda mais. E quando a hora do almoço se aproximava, Patrick não a deixou passar despercebida.

— Está com fome ? — Paddy perguntou sorridente, após guardar o celular no bolso, depois de finalizar uma chamada. Castiel o olhou e pensou. Ele não estava de fato com fome e nem tinha em mente que horas poderiam ser. Ele só queria voltar logo para o colégio, por causa de Dean, só que também não queria ser mais chato e pedir para voltar. Então, somente concordou em irem almoçar. 

Patrick levou Castiel a um restaurante italiano, que também era muito chic. O nome do restaurante é “Famiglia Di Maggio” e Castiel simplesmente adorou o lugar, era tão bonito e elegante. Ele não conhecia muito a culinária italiana, então tinha em mente que pediria pizza. O garçom os acompanhou até uma mesa, perto da janela, pra variar e deixou o cardápio com eles. 

— Puxa, legal aqui… — Castiel falou observando o lugar.

— Sim. É um dos meus lugares preferidos. Você vai entender porque. — Patrick disse enquanto abria o cardápio. — E aí, o que quer comer agora ? Você decide, aliás, o que nós dois iremos comer. 

— Hm… Que tal pizza ? — perguntou Castiel com o cenho franzido. Patrick pareceu pensar.

— Pizza no almoço ? Legal. Gostei da ideia. Pode escolher o sabor. — ele se recostou no assento e colocou o cardápio fechado sobre a mesa. Castiel olhou os sabores no menu e optou por Frango com Catupiry, uma de suas preferidas, senão a preferida. E o pedido foi feito. Para tomar, pediram refrigerante, uma Sprite, pois o calor estava se intensificando e limão é refrescante.

— Castiel… — Paddy se inclinou um pouco para a frente. — Eu sei que pode ser desagradável falar sobre isso, mas eu gostaria de saber o que você fez, para estar naquele lugar.

Castiel não esperava por isso e não sabia muito bem o que dizer. A única pessoa com quem ele falou sobre foi Dean, mas Patrick era um homem legal, sábio e alguma coisa a mais que Castiel não conseguia pensar no momento. Ele inspirou e começou a contar, contou praticamente tudo. Não era necessário falar algumas coisas. E seu professor ouvia com atenção, ele simplesmente não desviava sua atenção de Castiel para nada.

— Eu soube desde o momento em que te vi que você não era como os outros. Apesar de ter feito o que fez, você não é uma má pessoa, nem nada do tipo. Você foi tecnicamente obrigado. Ainda mais depois da perda que você teve. Eu não estou justificando, mas qualquer um seu lugar perderia o controle também.

Castiel queria acreditar no que ouviu, mas no fundo ele sabia que não era toda a verdade. Será que se Gabriel ainda estivesse vivo, ele não teria mesmo se “vingado” de Richard ? Será que ele suportaria por mais tempo tudo o que vinha sofrendo na antiga escola ? Essas eram perguntas que nunca, nunca mesmo teriam uma resposta. E talvez fosse melhor assim. Há certas coisas que é melhor ficar sem saber. Mas pensar nisso o fez se lembrar de Adam e o que iria passar naquele novo colégio e uma hora ou outra, o passado viria à tona e claro que ele teria que descobrir quem realmente é e encarar a si mesmo. E depois do almoço, eles tomaram sorvete de sobremesa.

No colégio, Dean estava tão desanimado. As coisas que a vaca loira disse e insinuou, o sumiço de Castiel, o pegaram de um jeito que ele não sabia lidar. Ele estava sozinho, quer dizer, Miguel não o deixou sozinho. Mas para os outros Dean era sempre mais reservado. Ele queria ficar íntegro e não se deixar acreditar que Castiel poderia estar traindo ele. Isso era impossível. Castiel não faria isso e nem ele faria. Tentava pensar somente no que sentia com Castiel, no amor que os dois têm um pelo outro e tentava se manter calmo. Depois do almoço Dean não quis ver as últimas aulas, foi para o quarto descansar.

— O Dean tá péssimo sem o Castiel. Você não sabe mesmo onde ele está, Charlie ?

— Não Lúcifer. Por que eu esconderia do Dean se soubesse ? Estou tão perdida quanto ele com essa história.

Realmente Charlie não sabia de nada. E não teria porque esconder de Dean, né ? Mesmo se Castiel tivesse pedido ? 

— Onde está o amiguinho de vocês ? — Lisa perguntou, se aproximando deles.

— Hm, não sabemos. Você sabe de alguma coisa ? Se sim, compartilhe conosco. Porque como você mesmo disse, ele é nosso amigo. — Lúcifer respondeu não dando a chance dela continuar com as provocações. 

— Que bonito, os dois estão acobertando ele.

— Sabe o que você faz, Lisa ? Pula de Bungee Jump do último andar do Dellatorre, mas sem o cabo e depois me conta como foi a experiência. — Lúcifer a provocou e Charlie riu.

A morena saiu irritada. Ela não era como Meg que provoca e consegue se manter. Estava chegando o crepúsculo, o final do dia, caíam as sombras do entardecer e Castiel voltava para a escola com seu professor. O dia com ele foi muito bom, Castiel não podia negar e nem mentir, mas agora que namora com Dean, era melhor não fazer isso com freqüência.

De volta ao estacionamento, eles ficaram no carro uns minutos ainda. O céu já estava mais escuro e era possível ouvir alguns grilos começarem a cantar. 

— Espero que tenha se divertido hoje, Castiel. De verdade. — Patrick tirou o sinto e se virou pra ele.

— Sim, eu me diverti muito, professor. Obrigado. — Castiel respondeu sinceramente e sorriu. — Mas… Han, eu sei que você disse que sentiu uma certa atração por mim, naquele dia e han… Eu tô namorando agora, professor e não estou sendo rude ou mal agradecido, pelo contrário, o dia hoje foi ótimo e eu agradeço, muito. Mas, por causa do meu namoro com o Dean, seria melhor manter somente a relação de aluno e professor… — ele disse e abaixou a cabeça, estava envergonhado. Patrick levou a mão até seu queixo e levantou sua cabeça devagar, o olhando nos olhos.

— Pode parecer que eu te levei pra sair porque estou querendo te conquistar, mas fique tranquilo. Não precisa se preocupar com nada. Seremos apenas professor e aluno, como deseja. E meus parabéns… Você e Dean... formam um belo casal. — ele disse e soltou o rosto de Castiel.

— Obrigado mais uma vez. Eu nunca vou esquecer o dia de hoje. — e Castiel saiu do carro. Ele estava tranquilo, mas se sentindo um pouco mau, por ter “dado um fora” em seu professor. Ah, mas se ele não estivesse com Dean poderia, poderia ser que… Né ? Mas isso não vem ao caso agora. 

Quando Castiel entrou no Dellatorre, só conseguia pensar em Dean e foi direto ao quarto dele. Mesmo que não tenha feito nada demais, ele sentia que estava mentindo para o namorado e só queria ver como ele estava. 

— Dean ? — Castiel o chamou, entrando no quarto e o encontrou dormindo. Ele fechou a porta e se aproximou da cama, sentou ao seu lado e acariciou sua face. Dean começou a acordar e olhou para ele, logo se sentando preocupado.

— Castiel ?! Onde… Onde você esteve ? O que aconteceu ? Por que você sumiu ? Você está bem ? — Dean o abraçou e Castiel se sentiu pior. — Eu fiz algo de errado ontem ? Porque se sim…

— Não Dean. Você não fez nada. Eu estou bem. Han, eu sumi porque… — Castiel retribuiu o abraço e queria falar a verdade, era seu dever. — Eu estava com o professor O’Brian… 

Nesse momento Dean se afastou devagar e Castiel sentiu medo, como ele iria reagir ? Dean o olhava sem entender. E Castiel continuou.

— Semana passada ele disse que me levaria a uma galeria e para almoçar. Porém eu não te falei nada porque tinha esquecido e não sabia que seria hoje, ele me pegou de surpresa. — Castiel olhou para o lado, lembrando da surpresa. — E chegamos agora pouco. 

O loiro ouviu atenciosamente e o que ouviu o fez se lembrar de Meg, mas ele sentiu que era verdade. Ele podia ver nos olhos azuis de Castiel. Castiel não estava mentindo. Dean ficou mudo alguns segundos e dirigiu o olhar para o nada. Isso deixou o moreno apreensivo.

— Dean ? — Castiel pousou a mão em seu peito desnudo. Que filho da mãe quente. 

— Entendi… — Dean o olhou. — Ele… Ele tá interessado em você, não está ? 

— Han, não… Ele me tratou como se eu fosse filho dele. — Castiel sorriu, pois foi assim que ele se sentiu.

— Hm… sério ? Não seja tão ingênuo, Castiel. É claro que ele está interessado em você. — Dean se alterou um pouco, mesmo tentando não o fazer. — Por que ele levaria somente você a uma galeria, excursão ou sei lá o quê ?!

A tensão se colocou sobre Castiel. Parecia que sua primeira briga como namorados estava para acontecer. Talvez fosse melhor Castiel não ter dito nada ? Não, ele não conseguiria esconder. Ele tinha que falar.

— Dean, eu não sei, mas… Eu já te falei ontem e torno a repetir: eu sou só seu. É você quem eu amo. E estou te contando porque foi o melhor a fazer.

Dean passou as mãos pelo cabelo e suspirou, abraçou Castiel novamente e começou a se desculpar.

— Desculpa. Desculpa. Você tem razão… Você ter me contado já foi o melhor, mas é que pensar que mais alguém pode te querer, me assusta. Me assusta por causa disso, eu posso… — Dean falou com voz de choro. — perder o controle de novo e fazer você se afastar de mim. E eu não quero isso, Castiel.

— Dean, não precisa ter medo. Eu não vou me afastar de você, nunca mais. E não há nada nem ninguém que me faça deixar de te amar. Você é o meu loiro instável, que eu amo. E não quero saber de nenhuma outra pessoa, porque em você encontrei o que me faltava. Você me completa, Dean. — Castiel o abraçou fortemente e encostou a testa na dele, enxugando a lágrima que escorria com o polegar.

Dean tinha muito medo. Medo de ser um canalha de novo, de ser agressivo mais uma vez e se ele fizesse algo que os separassem, mesmo que sem querer, Dean não se perdoaria. Ele precisava de Castiel, como a terra precisa da chuva ou a doença da cura e não conseguia mais se ver sem o garoto em sua frente. Assim como ele não podia passar nem um dia sequer sem ele. Esse dia sem Castiel, foi como estar perdido e vazio novamente e Dean não poderia passar por isso de novo. E os pensamentos que invadiam sua mente, seriam capazes de fazê-lo errar mais uma vez. Castiel apesar de ter se divertido, via seu professor apenas como alguém que merece admiração. O loiro e o moreno se completam. E nada no mundo mudaria essa verdade.

— Eu amo você, Dean. Só você. — Castiel disse e o beijou, delicadamente, o fazendo se deitar. O moreno se colocou em cima dele e Dean passou a mão por suas costas, as parando em sua bunda. Dean parecia ficar mais quente à medida que o beijo deles se intensificava.

— Você vai dormir comigo aqui, hoje. — Dean disse ao cessar o beijo e puxou Castiel para cima da cama. Castiel riu e se ajeitou. Dean o abraçou e o encobriu. Algum tempo assim, no silêncio, Castiel sentiu Dean se impulsionar para a frente e colocou a mão para trás, encontrando o membro dele ereto. 

— Dean… — o moreno riu e o apertou.

— O quê ? — Dean estava de olhos fechados e fingiu não saber do que ele estava falando. 

 

 

 CONTINUA...


Notas Finais


It's my party and I'll cry if I want to 🎶
Aí está gente. Gostaram ? Vocês provavelmente acharam que teria uma lemon aí né ? Kkkkk' safados, mas n teve, poooxa. Maldade hein haushshshua relaxem amores, quando for ter de novo, vai ser de matar kkkkkkkk' 😈😈😈😂
beijos e até o próximo, da outra fic heueheu eu já comecei tbm, mas é complicadinho escrever duas ao msm tempo heueheue. ❤😙


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