História New Way to Bleed - Destiel - Capítulo 7


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Categorias Supernatural
Personagens Adam Milligan, Anna Milton, Ash, Balthazar, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Crowley, Dean Winchester, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Casdean, Castiel, Colegial, Dean, Destiel, Estudantil, Evinspiration, Evsongs, Falleninspiration, Intriga, Novak, Reformatório, Sammifer, Winchester
Visualizações 268
Palavras 1.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi povo lindo ! Estão bem ? Então né... Para quem achou que o Castiel está se ferrando muito, isso é normal heueheuhue' Aliás, coisas ruins acontecem somente quando uma coisa boa já está a caminho, não é mesmo ? Ou será que é o contrário ? Vish, acho vcs entenderam o que eu quis dizer kkkkk' que todo esse sofrimento vai valer a pena no fim. Haaaaa' eu não sou tão mal assim. E pra comprovar, o próximo capítulo está aí e... Vamos ver, né ?! Até lá embaixo.

Capítulo 7 - Creating New Friendships


Na manhã seguinte, Castiel acordou ouvindo vozes dentro de seu quarto. Quem poderia ser ? Dean ? Não, Dean o deixou sozinho em um certo momento. Ficou com ele só até adormecer. Ele começou a abrir os olhos e encontrou Charlie e Lúcifer em pé perto da escrivaninha.

— Ele tá acordando. — Charlie disse e se virou para ele. — Bom dia, Cas. Como você está ?

— Bom dia… O que, o que fazem aqui ? E que horas são ? — disse se sentando, cuidadosamente e bocejou. — Han, estou bem.

— Nós viemos ver como estava. E trouxemos seu café da manhã. — Lúcifer respondeu e mostrou a bandeja repleta de comida em cima da mesa. Castiel arregalou os olhos. Pra quê tanta comida ?

— Han, obrigado, gente. Mas pra quê tudo isso ?

— Você precisa se alimentar bem. — Charlie respondeu. Ela ia falar mais alguma coisa, mas a porta foi aberta e Dean se espantou quando os viu.

— O que fazem aqui ? — Dean perguntou parando de repente.

— O que você faz aqui ? — Charlie perguntou, enfatizando a palavra você.

— Garth me encarregou de tomar conta dele. — Dean mentiu, indicando Castiel com o polegar. Castiel sabia que era mentira, mas não disse nada. — E vocês sabem como ele é chato.

— Então está atrasado. Já trouxemos o café dele.

— Eu vim ver se ele estava acordado.

— E não podia já ter trazido ?

Lúcifer riu. Charlie estava provocando Dean.

— Tomar conta, é bem diferente de… Dar comida na boca dele, não acha ?

— Nossa, sério ? — ela colocou as mãos na cintura.

— Não.

— Okay.

Castiel observava a cena sem entender nada. Aliás, os três garotos ficaram confusos. O que Dean disse sobre Garth era total mentira. Ele estava ali por livre e espontânea vontade. Só não esperava que teria mais gente lá, preocupada com Castiel.

— Bom, já que… Garth te deu essa tarefa, é melhor a gente ir, né Lúcifer ?! — Charlie disse de uma maneira estranha.

— O quê ? Mas… — Lúcifer parou porque Charlie o estava puxando pelo braço. — Castiel, desculpa, se eu não tivesse insistido pra você jogar, isso não teria acontecido.

Ele se sentia um tanto culpado pelo que aconteceu. Mas a culpa não era dele. Não mesmo. Adam é quem não presta.

— Han, não esquenta. A culpa não é sua. E obrigado mais uma vez.

— Tchau Dean. Tchau Cas. Depois eu volto pra gente conversar. — ela disse ainda arrastando Lúcifer porta a fora. Dean pra variar estava sério. E quando os dois saíram, o silêncio se juntou aos garotos no quarto.

— Garth não… — Castiel começou a dizer meio que rindo.

— Calado. — Dean interrompeu. Ele pegou a bandeja e sentou ao lado de Castiel na cama. — Bom, vamos comer, bebê ?

— O que deu em você ? — Castiel perguntou estranhando seu comportamento.

— Eles estão atrás da porta. — respondeu baixo com um sorrisinho. — Charlie minha linda, você ainda está aí ? — perguntou aumentando o tom de voz. Dean sacou a “brincadeira” de Charlie e só estava entrando no jogo. Ela abriu a porta, com uma careta.

— Dean, você é um chato. — disse cruzando os braços e fez bico. Dean riu dela. Castiel também. Depois ela fechou a porta e se mandou com Lúcifer. Ele observou o jeito de Dean rir, sua expressão e ficou parado. Tanta coisa começou a passar em sua mente. Dean estalou os dedos perto de sua face. Ele despertou do transe em que havia se auto-colocado. Na bandeja tinha suco, torrada, bolinhos, café, tanta coisa que Castiel pensou que seus novos amigos achavam que ele estava passando fome e riu sozinho.

— Qual a graça ? — Dean perguntou e admirou seu sorriso.

— Han, nada… É muita comida. Eles exageraram. Eu não como tanto assim.

— Não seja por isso. Eu te ajudo. — respondeu enfiando um bolinho na boca fazendo o moreno rir de novo.

— Alguém sabe do Adam ? — Jo perguntou aos amigos reunidos. Todos se entreolharam e sentiram falta do loirinho.

— Não está dormindo ? Já foi no quarto dele ? — Meg perguntou. — Se você mesma não sabe onde está seu namorado, nós vamos saber. Aliás Lisa, onde está o Dean ?

Lisa não respondeu.

— Era só dizer “não”, garota escrota.

— Disponha, queridinha. — Meg respondeu sorrindo. Jo revirou os olhos e respirou fundo, se segurando para não avançar em Meg.

— Enfim, ele não está no quarto. Já fui lá, chamei, mas ele não respondeu.

Ninguém sabia do paradeiro de Adam. O que pode ter acontecido ? Ah, provavelmente ele foi convocado a sala de Crowley e estaria recebendo um sermão ou… algo pior. Os métodos de Crowley são um tanto questionáveis e medievais.

— E então Milligan, o que tem a dizer em sua defesa ? — Crowley estava sentado com os cotovelos apoiados na mesa e as mãos cruzadas. Adam coçou a cabeça, impaciente.

— Que parte do “foi um acidente” você não entendeu ? Eu já falei: eu só queria pegar a bola, não medi força e nem nada. Aconteceu...

Crowley se recostou na cadeira. Pareceu pensar e continuou. 

— Milligan, eu estou tentando ser um cara legal. Você sabe muito bem o que acontece com quem infringe as regras. E não seria nada agradável se os pais dele soubessem o que aconteceu. Eu vou perguntar mais uma vez: por quê você fez isso ?

— Cacete ! Foi a merda de um aci-den-te ! — Adam falou aumentando o tom de voz, separando as sílabas e se levantou visivelmente furioso.

— Diminua o tom de voz, comigo, mocinho ! — Crowley bateu na mesa e se levantou também. — Você não me deixa escolha. — suspirou, se sentou novamente e apertou um botão no telefone. — Garth, por favor, venha à minha sala.

Adam o olhava com medo. O que Crowley faria com ele ? Alguns segundos depois Garth bateu na porta.

— Com licença, senhor. — disse abrindo a porta. — Em que posso ajudar ? — ele olhou para o garoto sentado a frente de Crowley.

— Você já sabe o que fazer. Nosso querido Adam tem que repensar um pouco suas atitudes.

— Por favor, venha comigo.

Ele se levantou em silêncio. Não queria demonstrar que estava com medo. E a única coisa que conseguia pensar era que seja lá o que iria acontecer com ele, depois iria se vingar. Garth o conduziu por um corredor e andar totalmente desconhecidos para os alunos. A expectativa o estava torturando. Eles pararam na frente de uma porta no corredor com pouca iluminação. Ela tinha muitas trancas e fez Adam se perguntar o que tinha do outro lado. Garth pegou um chaveiro cheio de chaves e abriu uma a uma. Quando a porta foi aberta, revelou um cômodo escuro.

— Entre.

— O quê ? Não. O que tem lá ?

— Vamos. Eu não tenho o dia todo. — Garth disse empurrando o garoto. E quando ele já se encontrava lá dentro, Garth tratou de fechar novamente a porta. 

...

— Você não percebeu ? — Charlie perguntou. Ela estava com Lúcifer andando pela escola.

— Não percebi o quê ?

— Porra Lúcifer ! Você não é tão desatento assim. — Charlie parou. — A reação do Dean quando viu a gente no quarto.

Lúcifer parou perto dela e pensou.

— É… Ele ficou… surpreso. Tá, mas e daí ?

— Aaaah meu Deus ! Esquece. — ela revirou os olhos e saiu andando de novo. Lúcifer ficou sem entender e foi atrás dela

— Oh Charlie, espera aí !

Foi um domingo tranquilo. Castiel não saiu do quarto para nada — seus novos amigos não deixaram. — Mesmo que ele quisesse sair para almoçar e até jantar, ele não pôde. Charlie e Lúcifer tratavam de levar as refeições para ele — eles o estavam mimando demais. — Tirando o almoço e jantar, ele não tinha mesmo porque sair. Apenas ia se cansar, por subir e descer as escadas. E era melhor deixar isso apenas para o dia seguinte, quando fosse para a aula. Até Dean passou boa parte do dia com ele. Mas daquele jeito “chato” dele. E a noite, apenas estavam Castiel e Charlie no quarto. Finalmente a ruiva poderia falar o que estava pensando.

— Me conta. Me conta. Me conta. — ela estava sentada na cadeira, mexendo no cabelo e olhando num espelho pequeno. Castiel estava sentado na cama, com alguns livros abertos e o caderno sobre o colo.

— Contar o quê ? — ele colocou a ponta da caneta perto da boca.

— O que você e o Dean fizeram o dia todo. — ela se virou pra ele. — Ele quase não te deixou sozinho.

Ah, ele e Dean juntos o dia todo ? Não foi exatamente como Castiel — secretamente — esperava, já que Dean ainda era como uma parede de gelo fria. Mas só o fato de ele estar ali, mentindo que Garth o mandou cuidar dele, era o bastante para deixar o moreno feliz. E ao lembrar disso Castiel sorriu, olhando para o nada.

— Hmmmm… E essa alegria toda ? — Charlie estava com um sorriso malicioso. — Vocês dois estão se entendendo.

— Han, ele é estranho. — disse rindo quando lembrou de Dean o chamando de “estranho”. — Uma hora ele consegue ser engraçado e logo depois, bem diferente. Mas sim, ele tem sido bem legal. — ele enrugou a testa e olhou para baixo, pensativo. — De uma forma estranha.

— Que booooom. — o tom de Charlie era pura provocação.

— Na verdade, todos vocês. Lúcifer, você… Obrigado, de novo.

— É, Lúcifer tá bem chateado com o que aconteceu. E ele disse que não vai deixar você fazer esforço nenhum. Se prepare, porque amanhã bem cedo ele já vai estar aqui, esperando pra te ajudar a descer. — ela riu.

Ele pode ter feito inimigos, sem um motivo pertinente, mas por outro lado, ganhou amigos. Novos amigos. Que gostavam dele e se importavam com ele. Talvez ele fosse mesmo se apegar a mais alguém ali. Isso era uma coisa boa. Assim, ele poderia aprender mais com eles e viver novas aventuras ? Bom, era só esperar para ver o que os próximos dias iriam trazer.


Notas Finais


Então meus amores é isso. Eu sei, eu sei, esse capítulo ficou curtinho, mas foi o que eu consegui produzir em quê, dois dias ? Por aí (As outras ideias são para os próximos) Bom, o que acharam? Gostaram ? O que vocês acham que vai acontecer com o Adam ? Hmmm' me respondam essa kkkkk eu aceito sugestões tbm tá ?! Vcs tem td o direito de sugerir o que quiserem e cabe a mim analisar né ? Haushushsua Enfim, é isso gnt. Vou tentar aumentar os próximos cap's e eles vão demorar um pouquinho mais a sair porque... Não é tão simples escrever, mas... É isso gnt, desculpa qualquer coisa ! E mt mt obrigado ! Bjs 😘😘❤😍 até o próximo.


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