História Next To You - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
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Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lets go, mais um capítulo.

Capítulo 4 - First Day


Fanfic / Fanfiction Next To You - Capítulo 4 - First Day

Nicola Peltz

Rolei os olhos pela extensão da pista a procura daqueles par de olhos cor de mel, nem ao menos tinha visto os traços de seu rosto, por conta da pouca iluminação. Não o encontrando voltei para o bar, onde provavelmente Emma, Chris e seus amigos que eu ainda estava por conhecer estavam.

Avistei-os de longe e caminhei até os mesmos. Chris logo tratou de apresentar-me aos garotos. O primeiro se chamava Ryan, loiro, olhos azuis, e o cabelo em um mini topete. Posteriormente Justin, e assim que meus olhos cruzaram com os, eu o reconheci.

Ele tinha um sorriso brincalhão nos lábios, cabelo bem alinhado em um topete, uma camisa jeans até a altura dos cotovelos, deixando amostra algumas tatuagens no seu antebraço. Apertei sua mão educadamente, ignorando o fato de já conhecê-lo. Conversamos um bom tempo entretidos, Justin vez ou outra me olhava de soslaio, e eu apenas ignorava. Parece exagero da minha parte, mas quando eu pego marcação com a pessoa, já era. E na primeira vez que nos vimos, não estava nada indo bem, mas resolvi deixar o assunto de lado.

Sentados no balcão em frente ao bar, ríamos das piadas que os garotos contavam. Pedi mais uma bebida e deixei minha mente vagar, lembrando do beijo que havia dado em um completo desconhecido, dono dos olhos mais lindos que eu já havia visto. Aquele beijo de alguma maneira, havia despertado algo em mim, não amor, nem paixão, claro, eu não sou do tipo que acredita nisso. Diria apenas... desejo.

Eu não me envolvia com muitos homens, se quer namorei algum, apenas uns beijos ali, outros aqui. Dedicava minha vida e tempo apenas a minha mãe, e aos estudos. Eu era a única pessoa que ela tinha, e colocar alguém no meio disso, dificultaria as coisas. Câncer é uma doença que poucos sabem lidar, então eu evitava, mesmo minha mãe sempre dizendo para eu encontrar alguém que cuidasse de mim, quando ela não estivesse mais aqui.

Despertando-me de meus pensamentos percebi que Emma havia  sumido com Chris, e nem sinal de Ryan, me deixando sozinha com Justin. Filhos da mãe. Mexia freneticamente o gelo em minha bebida, até eu ouvir a voz do loiro ao meu lado.


— Feliz em me reencontrar, Nicola? — debochou ele, dando ênfase em meu nome.


— Oh, claro, Justin. — o respondi da mesmo forma. — Decidiu não me derrubar dessa vez, huh? — sorri debochadamente.


—  Guardando rancor? Você não aparenta ser esse tipo de garota. — sorriu de lado, me provocando.


— Você nem me conhece, não sabe nada sobre mim. — falei sendo grossa, dando uma rabissaca em seguida. Garoto folgado.


— Você deveria deixar de ser menos estressadinha, não acha? — disse, sentando no banco ao meu lado.


— E você deveria parar de encher o saco das pessoas, não acha? — o olhei, e ele soltou uma risada nasalada.


— É um dos meus hobbies favoritos. — falou levantados os braços, sorrindo, mostrando seus dentes extremamente brancos e bem alinhados.


No minuto seguinte uma loira oxigenada e silicona passou em sua frente, lhe lançando uma piscadela.


— Opa, acho que deu a minha hora. — disse ela, indo em direção a loira peituda, sumindo entre a multidão. Homens, pensei.


 1 SEMANA DEPOIS

Dois dia após a nossa visita a Universidade, enfim minhas aulas iriam começar. Eba!

Emma e eu caminhávamos tentando achar em que andar da grande casa da fraternidade ficaríamos.

A ideia de me mudar para cá não me agradava muito, já que eu teria que ficar numa casa com milhares de meninas desconhecidas, provavelmente teria que dividir quarto com alguém e eu já tinha o conforto do meu próprio apartamento.

Após Emma que insistir para que nos mudássemos, já que a Universidade ficava um pouco distante de onde morávamos, acabei cedendo aos seus desejos. Chris havia ido buscar Ryan e Justin, que pro meu azar iria estudar justamente nesta Universidade também.

Como previsto, Emma não ficaria no mesmo quarto que eu, mas por sorte, seu quarto ficava duas portas depois do meu.

Caminhei com minhas malas pelo corredor que levava aos quartos.

Depois de finalmente achar o meu quarto, que ficava no terceiro andar, suspirei,pegando as chaves no meu bolso e abrindo a porta. Deixei minhas malas no chão e me espichei na cama.

Não demorou muito para se ouvir falatórios no corredor, logo a porta do quarto fôra aberta revelando duas garotas, uma morena de vivos olhos azuis, e uma ruiva de olhos castanhos, ambas de estatura média, corpos esbeltos e malhados, com decotes que davam pra se ver lá de marte.


— Oh, você deve ser Nicola, certo? — a morena estendeu a mão, me cumprimentando. — Prazer em conhecê-la, me chamo Avery e essa é minha prima Samantha. — apontou para garota ao seu lado.


— O prazer é meu Avery, e Samantha. — sorri. — Como sabia meu nome? — a questionei confusa.


— Eu conheço todos aqui docinho, sou a presidente do grupo estudantil desta fraternidade, e capitã das lideres de torcida do time da Universidade. Isso meio que me dar um poder aqui dentro. — falou se gabando.

 

— Vamos ter uma reunião agora no andar de baixo, adoraríamos que você participasse conosco. — sorriu abertamente.


— Oh, claro, só vou desfazer as malas e já desço.


— Ótimo! — bateu palminhas comemorando.


— Amanhã depois do almoço terá teste para novas líderes de torcida, você deveria participar. — falou Samantha, avaliando meu porte.


— Boa ideia! E você também poderia se juntar a nossa dupla, transformando em um trio, o que acha?


— Todos querem ser como nós, temos uma vaga no estacionamento só nossa — continuou, gesticulando —  e ainda pegamos os garotos mais quentes da CSU. — falou maliciosamente por último.


Balancei a cabeça negativamente, rindo pelo nariz.


— Não me diga que você tem namorado? — neguei com a cabeça.


— Pelo menos diga que vai pensar, porfavorzinho. — implorou fazendo bico.


— Ok, prometo que penso. — revirei os olhos, rindo em seguida. Elas soltaram um gritinho e pularam me dando um abraço. Imagina eu andando com essas garotas, seria o fim de tudo que eu fujo.


— Pense com carinho, você não vai se arrepender.— disse por fim, e saiu rebolando.


Estava fora de cogitação total eu me meter em qualquer coisa que não fosse contribuir para o meu futuro, esse não era meu objetivo e tava na cara que essas daí não são tão legais assim como aparentam.


Resolvi arrumar minhas coisas num pequeno closet que havia no quarto. Tendo feito isso, decidi tomar um banho rápido e descer para essa tal reunião. Passei no quarto de Emma e ela me apresentou sua colega de quarto, Alison. Chegando ao andar de baixo, que por sinal estava lotado de garotas de todos tipos, tamanhos e cores.


— A Zeta Beta Zeta é uma fraternidade só para meninas. — começou Avery — É uma das melhores fraternidades de Charleston South University. Somos belas, poderosas, soberanas. Uma ZBZ é cheia de classe e tem uma perfeição ímpar. Representamos a universidade em diversos eventos, somos mais do que uma fraternidade, a ZBZ é quem impulsiona para o sucesso dentro e fora desta Universidade.


A essa altura eu já bocejava horrores, o que era isso, a casa das coelhinhas? Parecia aqueles filmes em que as patricinhas populares são donas da porra toda, e as “menos populares” as obedecem.


— Somos frequentadoras assíduas dos jogos, seja de basquete ou futebol americano, e realizamos as melhores festas femininas. As meninas admitidas são aquelas que têm a beleza exuberante. Normalmente ocupamos todas as vagas para as líderes de torcida,somos também parceiras dos irmãos da Omega, nos relacionamos apenas com eles, e frequentamos TODAS as festas e atrações promovidas pelos mesmos.


— Satisfeita mocinha? Olha no que você nos colocou, no mundo 100% rosa da Barbie. — cutuco Emma.


— Ah, Nicola, nem é tão ruim assim, vai…


— Não? Isso é tortura psicológica. — revirei os olhos, vendo que continuava Avery seu discurso.


— As irmãs da ZBZ costumam ser divertidas, charmosas, inteligentes e bem sociais. Participam de todas as aulas e são, como seus irmãos da Omega, melhores alunas. Quem for mal em alguma disciplina, ou até reprovar, é automaticamente expulsa da casa. Vestem-se com as roupas mais caras, feitas, muitas delas, com exclusividades pelos melhores estilistas do mundo. Não há quem não olhe quando as irmãs ZBZs passam. Então, quem aqui achar que não se encaixa com os padrões de nossa fraternidade, por favor, queira se retirar.


Estava pronta para me levantar quando Emma segurou meu braço, me fazendo sentar novamente.


— Você não vai participar dessa baboseira, né? — perguntei.


— Não só eu, como você também. — disse, e eu a olhei incrédula. — Essa é a melhor casa da Universidade Nicola, não podemos jogar uma oportunidade dessas fora. Bufei irritada, cruzando os braços.


Ok, ela tinha razão, mas eu não iria virar patricinha e muito menos entrar para as líderes de torcida.


Justin Bieber

Enfim no campus. Chris passou no hotel em que eu estava para buscar eu e Ryan. Perguntei pelas garotas e ele respondeu que Emma tinha vindo com Nicola. Não estranhei Nicola não vir conosco, já que a própria me detesta desde que a derrubei no estacionamento e a forma que ela me ignorava comprova isso.

Ficamos na fraternidade Omega Chi Beta, só para rapazes. É na Omega que você dá o primeiro passo para um futuro promissor e de sucesso. Parceiros da ZBZ, são os queridinhos das meninas mais poderosas da da CSU e desfrutam das regalias de serem também muito bem vistos pelo corpo docente.

Conhecidos por alunos bem vestidos e cabelos bem arrumados, costumam participar do time de basquete e alguns, poucos alunos, participam do futebol americano, tomando as vagas mais importantes e ganhando os corações das animadoras. Os andares foram preenchidos com o que há de mais moderno no mundo; livros, televisores, computadores, móveis e tudo que há de melhor. Seus alunos, vindo dos melhores cursos da universidade, são geralmente os primeiros em tudo. Suas festas, que no geral não são poucas, sãos as mais requintadas; as melhores bebidas, os melhores Djs e atrações.  

Todos nos cumprimentavam, até parecíamos celebridades. Após a nossa grande recepção, fomos desfazer as malas, tivemos a sorte de ficar no mesmo quarto.


— Cara, fiquei sabendo que as garotas aqui se amarram nos canadenses. — Ryan falou animado.


— Dizem que a Omega Chi Delta é a melhor fraternidade do campus. — disse, começando a desarrumar minha mala.


— Eu também ouvi que as gatas mais quentes são as da Zeta Beta Zeta. — foi a vez de Chris falar.


— Chris, irmão, não é lá que as meninas estão? Sua deusa Emma está dando sopa, sozinha naquela casa.


— O que? — arregalou os olhos — Mas eu não vou deixar isso acontecer é nunca! Preciso marcar meu território. — saiu quase correndo.


— É Ryan, perdemos um soldado. — brinquei e ele caiu na gargalhada.


Tomei um banho, quando voltei Ryan havia sumido. Aquele safado no mínimo já foi procurar um rabo de saia. Me visto e decido ligar para minha mãe, Jeremy ainda deve estar na empresa e não nos atrapalharia como da última vez. No segundo toque ela atendeu.


— Mãe?


— Oh, graças a Deus meu filho! — suspirou aliviada.


— Estava com saudades de ouvir sua voz. — sorri, sentindo meu peito se apertar em saudade.


— Ah meu amor, eu também estou morrendo de saudades. Mas antes que me faça chorar mais, me diga, como vão as coisas por aí? — perguntou.


— Estão ótimas, amanhã será o primeiro dia de aula e eu já me acomodei na fraternidade. — sorri, ao ouvi-la dar uma risadinha.


— Você não sabe o orgulho que me dá, filho. Seu avô ficaria muito orgulhoso de você.


— Devo tudo isso a ele, e a senhora também.— falei, sentindo meus olhos marejarem. E sempre que eu falava do meu avô era assim, sempre causaria uma mistura de emoção com saudade.


— De onde ele estiver, tenho a certeza que está vendo todo seu esforço, e tendo orgulho de você assim como eu. — disse reconfortante.


— Tenho certeza que sim, mãe.


— Tenho que desligar filho, sua tia Sarah chega hoje de viagem e eu terei que buscá-la no aeroporto.


— Tudo bem mãe, mande um beijo para ela.


— Vou mandar, mais você sabe que ela vai querer recebê-lo pessoalmente né? — soltou uma risada.


— Sei sim, e como sei. — acompanhei sua risada.


Tia Sarah era irmã da minha mãe. Ela morava em Las Vegas, e era louquinha de pedra. Era minha tia preferida, quem eu tinha um amor sem igual, ela é quem arranca as melhores risadas de mim, me entendia como ninguém.


— Eu te amo meu filho, se cuida e me mantenha informada, viu? Ah, e juízo mocinho. — ri de sua forma mandona.


— Eu também amo você mãe, e ligarei novamente assim que puder. Beijos.


E a ligação foi finalizada. Suspirei, afundando ainda mais minha cabeça no travesseiro macio, e antes que eu pudesse perceber meus olhos começaram a pesar, e acabei adormecendo.


Acordei com a claridade queimado sobre minhas pálpebras. Olhei para o lado vendo Chris e Ryan dormindo como duas princesinhas.


— Acordem seus maricas, vocês vão se atrasar.


— Isso linda, vem cá, me beija. — Ryan falou sonâmbulo, até em sonho ele era pervertido.


Eu e Chris nos entre olhamos, e seguramos o riso. Então ele foi até a pia do banheiro, trazendo um copo com água, jogando em Ryan, que acordou num pulo.


— Qual é Chris? Ela já estava com biquinho e tudo pra me beijar. — esbravejou.


— Deixa de ser tarado e vai se arrumar, ainda precisamos pegar nossos horários.


Esperamos cerca de 20 minutos numa fila. Nós éramos de cursos diferentes, Ryan ia cursar psicologia, Chris ia cursar Direito, para o orgulho do meu pai, que o enaltece.


Com o horário em mãos, seguimos cada um para lado diferentes, marcando de nos encontrarmos no almoço.


— Caraca, senhor Collins logo cedo. — suspirou um cara ao meu lado. —  Sou Kyle Spencer.


— Justin, Justin Bieber. — apertei sua mão, o cumprimentando.


— Novato? Nunca vi você pelos corredores. De onde você é? — perguntou curioso.


— Ontário, Canadá.


— Nossa cara, você vai ser sensação por aqui, as minas do campus se amarram em um canadense. — riu, batendo em meu ombro esquerdo.


É, fiquei sabendo. Você já fez essa disciplina? — perguntei curioso.


— Reprovei ano passado e quase fui expulso da Omega. Odeio essa matéria — bufou.


— Parece que somos da mesma fraternidade, irmão.


Sempre fui bom em tudo que envolvesse matemática. Não é me gabando, nem nada. Por mais que não fosse uma das minhas matérias preferidas, eu gostava, então não lamentei muito. Só que Ciências Exatas não era somente matemática, envolvia conceitos de física, química, e era aí que o bixo pegava.


— Oura, oura se não é o famoso Kyle Spencer. — uma morena com peitos pulando para fora da blusa o parou.


— A que devo a honra, minha cara Avery? — disse debochado. Xiii, já vi que é treta, permaneço quieto, olhando a garota se direcionar para mim.


— E seu amigo, não vai me apresentá-lo? — seus olhos pararam em mim, avaliando cada pedaço do meu corpo.


— Esse é Justin, veio diretamente do Canadá. — aponta para mim.


— Prazer em conhecê-la Avery. — beijei sua mão.


— O prazer é todo meu gatinho.— sorriu maliciosa, flertando descaradamente comigo. Retribui seu sorriso.


— Merda, já estamos 15 minutos atrasados. — esbravejou Kyle, e eu olhei no relógio tendo a certeza. Chegar atrasado logo no primeiro dia não era nada bom.


Nicola Peltz

 A aula de estatística já havia começado a uns quinze minutos, o professor falava sobre suas importâncias  para o curso, quando batidas na porta o interromperam.


Ele franziu o cenho, e abriu a porta, fazendo a atenção de todas voltar-se para a mesma.


— Senhor Spencer, não acha que está meio atrasado? — o garoto sorriu amarelo quando o senhor Collins falou. — Sente-se, fique calado e anote o que está no quadro.


O garoto passou como um raio, e sentou-se nas cadeiras do fundo.


— E o você, quem é? — falou para outra pessoa, na qual não conseguia ver quem era.


— Ahn.. Sou Justin Bieber. — falou sem jeito, com uma voz rouca. Oh céus, será possível que esse garoto tinha um carma comigo? Coincidência talvez.


Ele entrou, rodou o olhar pela a sala, e foi em direção ao único lugar vazio, a segunda cadeira na fila perto da porta, atrás de mim. Ao passar por mim sibilou um “Bom Dia” , revirei os olhos, me mexi na cadeira o ignorando.


— Deixar de responder as pessoas não é uma atitude muito educada, sabia? — se inclinou em minha direção, sussurrando.


— E chegar atrasado também não é. — virei em sua direção e sussurrei de volta.  


Ele balançou a cabeça em negação, soltando uma risada nasalada. Voltei a prestar atenção no que o professor anotava no quadro, aquele seria um longo dia.


Notas Finais


Agora que as coisas vão ficar boas! kkkk bjos, bjos.


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