História Nez. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ed Sheeran, Nez, Songfic, Trouxa
Visualizações 1
Palavras 505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


talvez isso te faça chorar.
Conto dividido em cerca de 5 partes, narrando a história curta e triste de amor de adolescentes, corações partidos, numerações e Ed Sheeran.

Capítulo 1 - São as águas de março fechando o verão


Era manhã. Gabriela não queria ir pra escola.

O primeiro dia depois do recesso de carnaval, o primeiro dia depois dela ser atropelada. O primeiro dia depois de muitos pensando nele. Maldito narigudo estranho.

Ela ainda lembrava da sensação de tudo. De quando viu ele pela primeira vez, com a cara de cansado e os cabelos totalmente despenteados, de quando tocou em sua bochecha, e de ser atropelada.

― Você vai se atrasar, Gabriela. ― sua mãe bateu à porta do banheiro

A menina saiu enrolada na toalha, de roupas intimas. Começou colocando a meia, calça, blusa, casaco. Pegou sua declaração de ônibus e o dinheiro.

― Tchau mãe, tenho que ir

― Não quer comer nada?

― Não, relaxa, eu como no shopping ― mentira. Ela queria emagrecer. Estava a base d’água tinha quase 2 dias.

― Se cuida. Olha pra rua, boa aula. ― a mãe deu um beijo em sua testa. Ela estava com medo de perder a filha, óbvio. Que mãe seria tão fria a ponto de não ter medo de sua filha voltar à escola sozinha depois de tentar matar aula e ser atropelada na rua da escola? Mesmo não sendo nada alem de alguns arranhões, Cris se preocupou.

Gabriela estava fora de sí. Pensou nele na maior parte das férias, e na outra, na cena de seu atropelamento.

Foi tudo muito rápido. Um dia antes das férias de carnaval, Gabriela decidiu matar aula com Naju, e elas viram a diretora. Como pessoas sensatas, correram pro meio da pista de uma avenida movimentada, mas por sorte não ganharam nada além de arranhões. Gabriela tinha se afastado muito e ficado mais fria após isso. o menos agora ela tinha um celular, e podia ouvir Ed Sheeran. E pedir o numero dele.

Ah, Irwin, se você soubesse o que você tinha feito na cabeça dela...

Dentro do ônibus, ela estava ansiosa, mas ao mesmo tempo não parava de pensar no atropelamento, e em seus amigos, e nele. Será que ele sabia do que tinha acontecido?

Quando ela se deu conta, ele tinha entrado. como sempre, ela simplesmente fingiu que não o viu, e só abaixou o volume do fone assim que ele sentou e cumprimentou ela.

― Oi

― Oi..

― Você tá bem?

― É...

O silêncio pairou.

― Quer ouvir? ― ela gesticulou ao fone. ― é Ed Sheeran

Ele deu de ombros e aceitou, foi inevitável ela não sorrir.

Ela pensou em tudo que poderia fazer, como segurar a mão dele, deitar a cabeça em seu ombro, beijá-lo, mas ela só deu o fone e aumentou o volume.

>///<

― Duda, Irwin, agora que eu tenho um celular novo, anotem seus números! ― ela entregou o celular pra ela, mas sem interesse nenhum naquele número bobo. logo depois para ele, e ele sim, ele iria valer a pena cada % da bateria que ela carregou. Dava pra ouvir o coração da garota naquela volta para casa monótona do começo de março até do lado de fora daquele ônibuszinho patético.


Notas Finais


espero que *você* não tenha lido isso


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