História Nicest Thing - Capítulo 50


Escrita por: ~ e ~LikaPeluso

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Debrah, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 148
Palavras 3.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoas...
Desculpem mais uma vez pela demora, mas eu cheguei com mais um capítulo!
Esse capítulo vai deixar vocês com dúvidas, mas vamos esclarecer um pouco as coisas no próximo.
Desculpem os erros que podem aparecer, estamos trabalhando demais e a falta de uma boa noite do sono prejudicou um pouco a nossa revisão do capítulo.

Enjoy :3

Capítulo 50 - A dor não vai passar - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Nicest Thing - Capítulo 50 - A dor não vai passar - Parte 1

Agora - 5 anos depois

Ele estava sozinho em seu camarim sentado em um sofá confortável e revezando entre seu cigarro e um copo de bebida. Por algum motivo, ele achava que tinha que ficar muito bêbado para dar conta daquilo e, por algum motivo, ele se deu conta de que aquilo não era o que ele imaginou. E nunca foi.

Na verdade, muita coisa não ocorreu do jeito que ele imaginava. Aquela cisma dele de que bastava algo bom acontecer que era questão de tempo para a vida lhe tirar a felicidade com algo ruim não era só coisa da cabeça dele. Ele sabia que a vida estava apenas esperando o momento certo para “foder” com ele. E ela “fodeu” com força.

Era por isso que ele estava ali, se acabando aos poucos sem dar a mínima. De lá, ele conseguia escutar os gritos dos fãs eufóricos faltando minutos para o show começar. Ele terminou seu cigarro com calma e viu que tinha secado a garrafa de bebida. Ou seja, estava pronto para ir. Se levantou, olhou no espelho para ter certeza do quão patético estava mais uma vez antes de vestir sua jaqueta de couro preta e sair do camarim.

4 anos e 5 meses antes

- Castiel, acorda! Estamos atrasados! – Dressert disse praticamente saltando da cama.

- Ótimo, um bom motivo para não ir hoje. Boa noite... – Ele disse se virando para o outro lado.

- Vai mesmo fazer isso? Sabe me dizer quantas vezes você já faltou? – Ela disse enquanto pegava suas roupas no armário.

- Bom... – Ele se sentou na cama e começou a contar com os dedos – Teve o feriado... Aquele dia que eu estava com preguiça... O dia que estava chovendo... O dia que eu não estava nem aí... O dia que eu fiquei até tarde jogando vídeo game com o Armin...

- Muitos dias, não acha? E você nem terminou de contar... – Ela disse antes de sair correndo para o banheiro.

- Como você consegue me convencer de ir para a escola? – Ele disse se levantando da cama devagar admitindo para si mesmo que ela tinha razão.

Dressert ajeitava suas roupas no banheiro para poder começar a tomar banho e quando foi fechar a porta ao terminar, alguém abriu a porta e a fechou logo após entrar.

- O que você está fazendo? É a minha vez de usar o banheiro! – Ela disse reclamando – Temos regras nesta casa, lembra?

- Estamos atrasados. Vai ser muito mais rápido se tomarmos banho juntos... Ou talvez não seja mais rápido... – Ele disse arrumando suas roupas em um canto do banheiro.

- C-como é? Eu não estou muito de acordo com isso! – Ela cruzou os braços com as bochechas já coradas.

- Hum... – Ele ficou de frente para ela e puxou sua camisa de baixo para cima para tirá-la – Opa, minha camisa saiu sozinha...

- C-Castiel... – Castiel achava engraçado o jeito que ela ficava quando tentava evitar olhar para ele, não conseguia e então disfarçava.

- Sei que estamos atrasados. Mas já que estamos atrasados, não adianta correr, não concorda? – Ele pegou os braços dela e os descruzou fazendo com que ela os abaixasse.

- Só vamos chegar mais atrasados... – Ela tentou seu último argumento, mas já sabia que ele tinha ganhado.

- Olha só, parece que a sua camiseta também quer sair e se juntar a minha camisa... – Ele já estava puxando a camiseta dela para cima quando alguém bateu na porta.

- Dressert, você tem pasta de dente aí? A minha acabou... – Lysandre disse do lado de fora do banheiro.

- Você não vai... – Dressert disse vendo Castiel pegar a pasta de dente e abrir a porta – Abrir a porta...

- Castiel? – Lysandre estranhou ao ver o amigo.

- É assim que me chamam desde que eu nasci... – Castiel tomou a escova de dente da mão de Lysandre, colocou um pouco de pasta de dente e devolveu para ele.

- Eu não sabia que vocês dois estavam aí, desculpem. Eu deveria esperar na sala com os meus fones de ouvido? – Lysandre perguntou segurando o riso.

- Eu acho que deveria... – Castiel riu e voltou para dentro do banheiro.

- Eu deveria escrever um livro de como morar com um casal apaixonado sem entrar em depressão por estar solteiro... – Lysandre tirou os fones de ouvido do bolso e os colocou antes de ir para o outro banheiro.

Dressert estava do mesmo jeito de quando Castiel saiu quando ele voltou.

- Achei que já estivesse entrando no banho... – Ele disse caminhando lentamente até ela.

- Eu estava esperando você...

Ela terminou de tirar sua camiseta e já estava sem o sutiã. Castiel se manteve perto da porta apenas para poder ver ela tirando o short devagar e em seguida a calcinha. Ele se perdeu olhando para ela que, quando ele se deu conta, já estava de costas caminhando em direção ao box do banheiro e fazendo questão de parar e virar um pouco seu rosto para olhar para ele de um jeito provocante.

- Você não vem? – Ela perguntou antes de entrar.

A resposta de Castiel foi imediata e ele entrou junto com ela sem se dar ao trabalho de tirar o resto de sua roupa primeiro. Era uma verdade absoluta o quanto os dois amavam amar um ao outro debaixo do chuveiro. Depois da primeira vez dos dois, tomar banho nunca mais foi a mesma coisa tanto para Dressert quanto para Castiel.

A troca de beijos e carícias era intensa. O chuveiro permanecia desligado, mas não ficaria assim por muito tempo. Eles logo teriam que ligá-lo para deixar as coisas ainda mais interessantes. O fato de Castiel estar vestido incomodava os dois, mas incomodava ainda mais Dressert. Ela também queria vê-lo sem tudo aquilo, sentir apenas a sua pele. Eles não estavam com pressa por estarem atrasados, mas porque seus corpos estavam em um estado de urgência, suas peles necessitando cada vez mais do contato uma com a outra. Então Dressert livrou Castiel do restante de suas roupas e o puxou para ela, colando seu corpo ao dela. Pele com pele.

Os beijos que ela distribuía no pescoço dele, a respiração dele no pescoço dela, as mãos que percorriam as costas. Ele sentia arrepios enquanto ela lambia sua orelha e a mordia levemente no final, ela sentia como se seu coração estivesse nas mãos dele quando ele encheu sua mão direita com um de seus seios e o apertou levemente. Um beijo de língua, gemidos escapam de suas bocas e a água do chuveiro começa a cair molhando suas peles.

Os dedos dele passavam pelos longos cabelos molhados dela e puxavam sua cabeça para trás para que ele tivesse acesso a todas as partes de seu pescoço. Uma marca avermelhada de beijo foi deixada na pele branca dela antes que seus seios começassem a receber toda a atenção. A respiração quente em cima da pele molhada pelos beijos dele a fizeram perder um pouco de seu equilíbrio e encostar suas costas na parede. De olhos fechados ela sentia a língua dele passando por seu umbigo e subindo. Então ele a virou de frente para a parede para mais provocações. Não era justo que só o corpo dela estivesse tremendo por causa dos toques dele naquela hora, mas ela não queria que ele parasse.

A verdade é que o corpo dele já estava tão cheio de desejo que ele não quis deixar ela ter tempo para provocá-lo. As gotas de água escorrendo pelo corpo dela, a mão dele escorregando pela sua pele e sua boca sentindo o seu calor já eram mais do que o suficiente para fazê-lo perder o controle.

Ela mordeu seus próprios lábios enquanto ele mordia o pescoço dela e descia suas mãos pela sua cintura até sua mão direita chegar em sua intimidade e um de seus dedos alcançar o seu clitóris e começar a fazer movimentos circulares. O prazer a fez perder o equilíbrio mais uma vez e buscar encontrar seu eixo se encostando na parede. Ela apoiou as duas mãos na parede enquanto ele afastava um pouco suas pernas. Os dois já tinham esperado muito por isso naquele momento então ele a penetrou, a preenchendo devagar e a fazendo prender a respiração por alguns segundos para conter um suspiro, um gemido, um grito. Mas ela falhou quando acabou dizendo o nome dele.

- Castiel...

- Dressert...

Ele disse o nome dela com a voz um pouco rouca em seu ouvido. Mais uma vez ele se perdia nas sensações, na eletricidade que surgia do encontro de suas peles e percorria o corpo todo os fazendo ascender. Uma energia que os consumia por inteiro e crescia a ponto de fazê-los achar que iriam explodir.

As mãos dele se juntaram as dela que se apoiavam na parede. Ele mordeu o pescoço dela com um pouco mais de força quando sentiu ela se contrair e o motivar a aumentar sua velocidade. Castiel sabia que ela tinha chego lá quando o corpo dela parecia ter perdido as forças e ela tinha dificuldade de se manter em pé, os olhos dela fechavam e ela já não conseguia conter qualquer som que quisesse sair da boca dela. Seu corpo se arrepiava por inteiro. Por mais incrível que fosse deixar seu líquido se espalhar dentro dela, ele conseguiu, com forças que ele não sabe de onde tirou, sair de dentro dela antes que isso acontecesse, segurando o líquido que saia de dentro dele com as mãos. Por mais que Dressert estivesse tomando anticoncepcional, existia uma pequena chance dele acabar se tornando pai e ele não queria arriscar.

Ainda ofegante e com o coração como se quisesse pular para fora, ele enxaguou as mãos embaixo da água que caia do chuveiro. Ela se virou para ele, segurou em seu rosto e lhe deu um beijo, movendo sua língua bem devagar e finalizando com um selinho demorado.

- Como pode, você me dar um banho tão gelado em um dia e tão quente no outro? – Ela disse o abraçando enquanto o encarava.

- Estou incapacitado de responder qualquer pergunta neste momento... – Foi tudo o que ele conseguiu responder.

- Não dá mesmo para pensar em nada? – Ela perguntou rindo.

- Não enquanto seus seios estiverem encostando em mim... – Ele respondeu levando um tapa de leve nas costas – Nós não precisamos ir hoje. Nós podemos ficar aqui e passar um tempo juntos, eu posso ligar para o trabalho e dizer que estou doente...

- Você sabe que eu não vou deixar isso acontecer... – Ela disse lhe dando um selinho logo em seguida.

Ele não iria insistir, sabia o quanto Dressert era tão teimosa quanto ele. Os dois terminaram o banho e colocaram uma roupa rapidamente. Depois disso encontraram com Lysandre que esperava pelos dois na sala já a um tempo. Dressert sorriu um pouco sem graça para Lysandre já que ele sabia o que ela e o Castiel estavam fazendo no banheiro. 

- Não precisa se preocupar, Dressert. Finja que eu acabei de chegar... – Ele disse percebendo o incômodo dela.

Ela sorriu e os três saíram para pegar o caminho em direção à Sweet Amoris. Dressert saiu da casa primeiro, Lysandre em seguida e por último Castiel que sempre trancava a porta. Eles deram cerca de dez passos antes de Dressert parar de caminhar. Ela sentiu um arrepio e um aperto no coração, era uma sensação estranha como aquela que temos quando sentimos que algo ruim vai acontecer.

- Dressert? O que foi? Não está se sentindo bem? Podemos voltar para casa... – Castiel não entendeu porque a namorada tinha parado de andar tão de repetente e ficou preocupado ao sentir ela apertar sua mão.

- Não foi nada, eu só... Tive uma sensação estranha... – Ela sorriu para ele brevemente tentando disfarçar sua preocupação com o que ela não sabia exatamente o que era.

- Mais um motivo para não irmos hoje... – Apesar de ter um pouco de brincadeira nisso, Castiel falou sério.

- Vamos continuar andando...

Castiel e Lysandre se entreolharam preocupados com Dressert, mas ficaram calados e apenas a acompanharam em silêncio até chegar em Sweet Amoris. As coisas pareciam ainda mais estranhas lá. Muitos alunos estavam aglomerados na entrada de acesso e no corredor do prédio. Eles não paravam de olhar para dentro e cochichar um para os outros até Castiel, Dressert e Lysandre se aproximarem. Ficou um silêncio total, todos olhavam para Dressert até Nathaniel aparecer no meio dos alunos, furioso.

- Quem fez isso? É bom que diga logo, pois eu vou descobrir! – Ele disse enquanto olhava nos olhos de cada um enquanto procurava o culpado.

- Quem fez o quê ? – Castiel perguntou, mas Nathaniel tentou dizer alguma coisa para ele e Dressert se enfiou no meio dos alunos entrando no prédio tão rápido que ele mal teve tempo de conseguir a resposta. 

Logo de cara, Dressert viu uma imagem perturbadora que estava espalhada por todos os lados, todos os cantos, todas as paredes, janelas e armários. Tinham várias cópias de uma mesma foto onde quer que ela olhasse. Era como um pesadelo, só que pior já que tudo aquilo estava acontecendo de verdade e ela não conseguiria simplesmente acordar e fingir que não aconteceu. Era a foto de quando Dressert, em um momento de desespero e irracionalmente, cortou seus cabelos no banheiro de sua antiga escola. Naquele dia, ao sair correndo de lá, ela não teve tempo de reparar e nem teve como pensar que alguém poderia tirar uma foto dela e que algum dia essa foto iria aparecer para ela como um fantasma que voltou para assombrá-la.

“Você falhou... A culpa é toda sua... Você nunca vai se esquecer... A dor não vai passar...”, ela começou a escutar as mesmas vozes que ecoaram em sua cabeça naquele dia.

- Dressert! – Castiel a chamava, estava bem na frente dela segurando em seus ombros e a chacoalhando para que acordasse de seu transe – Dressert!

- Você falhou... A culpa é toda sua... Você nunca vai se esquecer... A dor não vai passar... – Ela disse o que se repetia em sua cabeça, não para Castiel, mas como uma maneira de fazer essas frases saírem de sua cabeça como as lágrimas que saiam de seus olhos.

- Do que você está falando? – Ele percebeu que ela continuava a olhar as fotos nas paredes. Ele não entendia o que estava acontecendo. Demorou para ele se tocar que aquela garota nas fotos era a Dressert – Para de olhar para elas! – Ele pediu, mas ela nem se mexeu. Então ele a pegou pelo braço e a puxou para fora do prédio.

A voz da diretora pelo alto falante ecoou por toda escola. Ela não precisou dizer muito para que os alunos se assustassem e fossem correndo para a sala de aula. Enquanto isso Castiel continuava puxando Dressert para longe. Ele a levou até em casa tentando conversar com ela durante todo o percurso, mas a mente dela parecia estar em outro lugar. Ele não fazia ideia de que uma foto iria dar um bug desses na cabeça dela. O problema é que não era uma simples foto. Não era nem um pouco simples.

Ele a sentou no sofá e ficou ali durante um tempo apenas olhando para ela sem saber o que fazer. Depois de alguns minutos ela se levantou e subiu as escadas com pressa entrando em seu quarto seguida por Castiel. A Dressert que antes parecia não estar sentindo nada agora parecia furiosa e com toda a sua raiva ela pegou alguns livros de sua estante jogando eles no chão. Depois ela pegou um frasco com comprimidos que estava escondido atrás deles e ficou olhando para ele como se fosse a coisa que ela mais odiasse em sua vida.

- Dressert, o que você vai fazer? – Castiel já estava gelado. Milhares de coisas se passavam por sua cabeça.

- O que eu deveria ter feito a muito tempo...

Dressert correu para o banheiro, abriu o frasco e despejou todos os comprimidos em sua mão. Castiel sentiu seu coração parar por um momento ao ver a cena, estava pronto para partir para cima dela e impedir o que quer que fosse fazer, mas logo toda aquela tensão que estava em seu corpo diminuiu quando ele viu ela jogar todos os comprimidos na privada e dar descarga.

Ela correu para os braços de Castiel logo em seguida o abraçando com força. Ele correspondeu ao abraço com tanta força quanto ela e logo os soluços do choro de Dressert deram lugar ao silêncio que durou por breves minutos.

- Eu joguei tudo fora... Todos eles... – Ela disse com voz de choro, rouca, quase sem conseguir pronunciar todas as palavras. 

- Tudo bem, você não precisava mais deles, não é mesmo? – Ele disse começando a mexer nos cabelos dela.

Castiel tinha um bolo enorme em sua garganta. Não conseguia engolir, nem colocar para fora. Só estava o segurando ali. Aquela garota na foto era a sua Dressert. Dressert, ao mesmo tempo que tinha fãs, tinha pessoas que a odiavam. Com certeza a odiavam, pois não teria outra razão para fazer algo tão estúpido e cruel com ela. E ele com certeza não iria perdoar. Não iria mesmo.

Ele a pegou no colo e levou até o quarto, a colocou deitada na cama e sentou ao seu lado.

- Eu devia ter escutado você. Não deveríamos ter ido hoje... – Ela disse olhando para ele com seus olhos vermelhos – Me desculpa. Eu só te causo problemas. Só faço você passar vergonha... Não era isso que eu tinha planejado para hoje...

- Você não tem que pedir desculpas, você não fez nada de errado, a culpa não é sua...

- É sim. Ninguém é mais culpado disso do que eu. Eu fiz isso comigo e ainda vou continuar sofrendo as consequências...

Você falhou... A culpa é toda sua... Você nunca vai se esquecer... A dor não vai passar...”, ele se lembrou do que ela disse enquanto mexia nos cabelos dela. Esperou que ela caísse no sono. Viu que ela sentia frio, então abriu o armário dela para pegar uma coberta a mais. Encontrou um embrulho, um presente. “Para Castiel, pelo seu aniversário. Com amor, Dressert”.

Ele achou que ela tinha esquecido que era seu aniversário, mas pelo jeito o plano dela era o surpreender. E deu certo, mesmo não sendo da melhor maneira. Ele a cobriu e depois saiu do quarto com o presente na mão. Fechou a porta e sentou no chão apoiando suas costas nela do lado de fora do quarto de Dressert. Abriu o presente com cuidado para depois poder fechar e ela nem perceber que ele já tinha aberto e então ele tirou uma caixinha de lá de dentro. Era a sua guitarra em miniatura em um colar.

Ele colocou tudo de volta no embrulho do jeito que estava, deixando o presente no chão ao seu lado. Ele sorriu sentindo seus olhos arderem. Apoiou seus ombros em seus joelhos, passou a mão direita pelo cabelo e abaixou a cabeça deixando as lágrimas rolarem.

“Ela não precisa mais deles... Ela não precisa... Não precisa...”, ele pensou ficando ali, daquele mesmo jeito, por algumas horas.


Notas Finais


Pessoas, até a LikaPeluso (co-autora) ficou meio confusa com esse capítulo. Mas as coisas vão ficar mais claras no próximo (Eu espero hahaha)
Vamos tentar não demorar muito para postar.

Continua no próximo episódio :3


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