História Nicest Thing - Capítulo 51


Escrita por: ~ e ~LikaPeluso

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Debrah, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 120
Palavras 2.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoas!

Nem demoramos tanto desta vez... (eeeeeeeeee)
Mais um capítulo para dar um bug na cabeça de vocês!

Enjoy :3

Capítulo 51 - O jantar está esfriando


Fanfic / Fanfiction Nicest Thing - Capítulo 51 - O jantar está esfriando

4 anos e 6 meses antes

Já tinha se passado um mês desde o dia que Dressert teve o problema com as fotos na escola. Desde então ela tinha dificuldades para ir para a escola por vontade própria. Porém, ela continuava frequentando as aulas e intensificou seus estudos em casa. “Eu vou me curar curando pessoas. Para isso, eu tenho que estudar”, foi o que ela disse para Castiel quando ele disse que ela estava se esforçando demais e deveria ir com calma.

Apesar de não querer deixar Dressert sozinha em casa, Castiel estava firme em seu trabalho. Agora ele e Lysandre não eram mais garçons, eles ajudavam na administração do restaurante e recebiam um salário melhor por isso. Foi o melhor jeito que a dona do restaurante encontrou de recompensa-los por terem trazido tantos clientes novos para o restaurante.

- Castiel? Você está bem? – A senhora, dona do restaurante, perguntou ao perceber que ele já estava a um bom tempo distraído olhando para um ponto fixo na parede.

- Sim? – Ele disse despertando de seu transe.

- Isso é uma resposta ou uma pergunta? – Ela perguntou cruzando os braços.

- Desculpe, estou um pouco distraído ultimamente... – Ele passou a mão pelo rosto respirando fundo.

- Isso eu percebi, meu jovem. Quer desabafar? Sou uma mulher velha, já passei por muitas coisas. Se eu não tiver um conselho para te dar, o que eu acho muito difícil, pelo menos vai ter conversado com alguém. Vamos lá, me diga, o que te preocupa? – A senhora puxou uma cadeira e sentou ao lado de Castiel.

- Bem, eu... É complicado... É como se nem eu soubesse o que está acontecendo, mesmo estando tão próximo, mesmo vivendo isso... É estranho... – Ele começou a falar, mas teve que fazer uma pausa para pensar em como continuar – Bom, a minha namorada tentou suicídio antes de me conhecer. Acho que é uma boa maneira de começar a explicação...

- Sim, já é um bom começo. Na verdade, pode ser que você tenha adiantado bastante o assunto para mim. Meu falecido marido tentou suicídio também, quando éramos jovens. Bem, não tão jovens... Ele era dono de uma empresa, não tinha muito tempo para outras coisas que não envolvessem negócios  e um belo dia ele se deu conta de tudo o que deixou para trás e queria tudo de volta de uma só vez. Ele se sentia vazio por dentro e parecia que não tinha nada que eu pudesse fazer... – Ela percebeu que Castiel parecia surpreso e ia tentar dizer alguma coisa – Não precisa tentar me confortar, Castiel. Isso foi a muito tempo e já passou. A dor não vai durar para sempre, sabe?

- Isso é mesmo verdade? A dor passa? – Ele perguntou na expectativa de uma resposta positiva.

- Isso depende de você. Depende dela. É complicado. Leva tempo...

- Quanto tempo?

- Castiel, pense um pouco. O que aconteceu com a sua namorada não é algo fácil de se resolver. Não é um problema matemático que você pode encontrar uma solução. Você sabe como curar a tristeza? – Ela deixou que ele pensasse por um instante antes de continuar – Talvez ela possa ter sequelas disso para sempre.

- Isso não é animador... – Ele abaixou a cabeça, pegou um lápis e começou a riscar uma folha em branco que estava em sua mesa.

- Mas ela está lutando, não está? Quando alguém está lutando contra uma coisa assim, pode ser que não consiga vencer todas as batalhas. Pode ser que fraqueje em um dia enquanto busca forças para continuar. Pode ser que ela precise cair e levantar várias vezes. Você entende?

- Estou tentando entender... – Ele respondeu suspirando – Eu estava pensando... Talvez eu...  Talvez eu não seja a melhor pessoa para ajudar ela nisso, sabe. Talvez eu não seja bom para ela e ao invés de ajudar só esteja piorando as coisas. Eu nunca achei que fosse bom para alguém, então como eu seria bom para ela? Eu estava pensando que... – Ele parou quando forçou a ponta do lápis um pouco mais do que devia e ela quebrou – Que droga, odeio ter que apontar lápis... – Ele começou a procurar um apontador no meio de suas coisas.

- Isso é castigo por pensar besteira. Castiel, a única pessoa que pode dizer se você é bom ou não para ela é ela mesma. É normal se sentir mal por não conseguir ajudá-la, mas você é quem não percebe que na verdade você já está a ajudando. Pense em como ela era quando a conheceu e como ela está agora? Ela continua do mesmo jeito? Tenho certeza que não. Só pense em terminar com ela se algum dia você perceber que deixou de amá-la, caso contrário você estará se negando a dar para ela a melhor coisa que poderia a ajudar agora. O seu amor, Castiel. Foi assim que eu tive meu falecido marido de volta para conseguirmos viver mais alguns longos anos felizes antes dele morrer de pneumonia... Ajude ela a encontrar algo a se dedicar, algo que ela queira muito fazer e apoie ela nisso. Isso ajuda muito também. Pensar nessas coisas não é um sinal que você quer desistir dela, muito pelo contrário. Então não faça nenhuma cagada, entendeu? – Ela disse séria.

- Entendi... – Castiel riu. Era engraçado ouvir uma senhora falando daquele jeito – Uma pergunta: a senhora não pensa em seguir em frente? Arrumar um tiozinho por aí? Encontrar outro alguém?

- Eu já encontrei quem eu deveria encontrar, Castiel. Não tem mais ninguém que eu deva procurar. E você também, não é? – Ela piscou para Castiel antes de se levantar e se afastar dele. Aquela senhora sabia mais sobre ele do que ele poderia imaginar.

- O que ela quis dizer? Ela sabe de alguma coisa que eu não sei? – Lysandre perguntou se aproximando logo depois ter escutado o final da conversa.

- Sim, ela sabe... – Castiel riu da cara de indignado que Lysandre fez.

- Então quer dizer que só porque ela paga o seu salário ela pode saber coisas que seu melhor amigo não pode saber? – Ele perguntou cruzando os braços.

- Eu não precisei dizer nada demais para ela. Você, por ser meu melhor amigo, deveria saber sem eu precisar te contar também. Você é uma vergonha... – Castiel entregou seu lápis e um apontador para o Lysandre – Se apontar esse lápis, eu não conto para a chefe que você esqueceu de mandar os pedidos para o fornecedor...

- Que pedidos? – Lysandre perguntou confuso.

- Os que você esqueceu... – Castiel respondeu.

- Não lembro de nenhum pedido... – Ele disse colocando a mão no queixo pensativo.

- Porque você esqueceu! – Castiel disse já sem paciência.

- Não seja grosso comigo! – Lysandre protestou.

- Está incomodado? Vá reclamar no recursos humanos... – Castiel disse vendo Lysandre colocar o lápis apontado em sua mesa e depois ir embora pisando forte. 

Ele riu com isso pois sabia que Lysandre, depois de alguns passos, iria rir também. E ele riu. Castiel voltou a se fechar em seus pensamentos mais uma vez, mas antes que ele entrasse em um estado de transe, ele pegou o celular e fez uma ligação.

- Castiel? O que foi? O que aconteceu? – Dressert perguntou com voz de sono e um tanto preocupada – Você não costuma me ligar. Quem morreu?

- Ninguém morreu, Dressert. Eu só queria falar com você. Ouvir a sua voz... – Ele respondeu com um sorriso.

- Você está estranho, tem certeza de que não aconteceu nada? – Ela perguntou ainda mais preocupada.

- Não aconteceu nada, eu juro... A Rosalya está aí?

- Sim, ela está. Nós estávamos estudando no meu quarto e acabamos caindo no sono. Ela estava triste, sabe... Por causa do Leigh. Ele adiou o casamento para depois que o bebê nascesse, mas... Ela sente que o casamento nunca vai acontecer... – Dressert respondeu olhando para Rosalya que ainda dormia profundamente.

- Deve ter sido por isso que ela beijou o Lysandre por impulso naquela vez. Só espero que ela não faça algo do tipo de novo... – Ele disse olhando para o amigo de longe.

- Eu também espero...

Os dois ficaram em silêncio por alguns segundos.

- Então... – Os dois disseram juntos.

- Pode falar... – Castiel disse.

- Eu não ia falar nada de importante, fala você... – Dressert disse.

Os dois ficaram em silêncio mais uma vez.

- Dressert... – Castiel disse interrompendo o silêncio. 

- Sim?

- Não faça nada para o jantar...

- Por que?

- Vou levar uma coisa para a gente comer...

- Por que ficou tão romântico de repente? Você não é disso... – Seu tom de voz demonstrava que estava desconfiada.

- Eu vi no Facebook que tudo o que uma mulher quer é um prato de strogonoff de frango com batata frita... – Ele brincou – Eu sei lá, só achei que seria legal...

- Por mim tudo bem...

- Certo?

- Certo...

Os dois ficaram em silêncio mais uma vez, só que dessa vez tinham um sorriso bobo nos lábios.

- Então... – os dois falaram juntos mais uma vez.

- Pode falar... – Castiel disse. 

- Não, fala você... – Dressert disse.

- Bom... Eu vou levar uma coisa para a sobremesa...

- Se não for bolo você não vai entrar em casa... – Não dá para saber se ela estava brincando ou falando sério.

- Certo, vou levar bolo então... – Castiel riu e fez uma pausa – Então... Eu vou desligar...

- Tudo bem... – Ela fez uma pausa – Eu... Te amo...

- Eu também te amo... – Ele disse fazendo mais uma pausa – Vou desligar...

- Tudo bem... – Ela disse ficando em silêncio. Ela percebeu que ele estava demorando para desligar – Castiel? Você não ia desligar?

- Sim, eu vou desligar... – Ele respondeu e o silêncio voltou – Vou desligar, tá?

- Sim, tudo bem... – Ela disse rindo.

- Até mais tarde... – Ele riu também.

- Até mais tarde... – Ela disse e então ele desligou o celular.

Castiel se sentiu um bobo depois de se dar conta que estava enrolando para desligar o celular como a maioria dos casais que ele considera brega fazem. “Isso foi muito estranho”, ele pensou enquanto ria sozinho. Depois de falar com Dressert pelo celular, Castiel voltou ao trabalho. Toda vez que ele olhava para o relógio parecia que não tinha se passado nem cinco minutos desde a última vez que ele tinha olhado. Estava muito ansioso para sair de lá para ir ficar com ela. Não que nos outros dias ele não tivesse ficado, mas naquele dia em especial ele não estava se aguentando naquela cadeira e naquela mesa de escritório. Ele tinha que dizer algo para ela. Algo importante. “Eu não nasci para essa merda”, ele pensou ao abrir uma planilha que ele tinha que analisar.

Castiel e Lysandre cumpriram seu horário de serviço e estavam a caminho de casa. Lysandre estava mais quieto do que o normal e o seu cenho estava franzido. Isso irritava Castiel.

- Ainda está com raiva por eu ter te mandado ir reclamar no RH? Achei que tinha visto você dando risada... - Castiel perguntou para Lysandre. 

- Não eu... Se eu não contar você vai dar um jeito de me obrigar a falar, então... Eu discuti com o Leigh, pelo telefone... Ele... Bom, ele... – Lysandre de repente começou a ficar vermelho – Ele é um idiota! Eu odeio ele! Queria que ele morresse!

- Eu não sei bem como funciona porque eu não tenho irmãos, mas acho que geralmente é normal quando um irmão quer que o outro morra... Você é como se fosse um irmão para mim e às vezes eu também quero que você morra, eu te entendo... – Castiel ficou um pouco espantado com o jeito que Lysandre ficou bravo de repente.

- Não sei como processar o que você disse... Voltando para o Leigh, ele me disse que não quer mais se casar com a Rosa e que não está pronto para ser pai! Eu não consigo acreditar nisso, cara! – Lysandre passou as mãos pelo rosto como se estivesse se segurando para não rasgar sua pele com as unhas.

- É bom ver o quanto ele é responsável... – Castiel ajeitou as sacolas onde carregava o jantar e o bolo que havia prometido para Dressert nas mãos.

- Ele disse “Eu ainda a amo, mas acho que não consigo mais lidar com isso” – Lysandre fez uma voz estranha enquanto tentava imitar o jeito de falar do irmão mais velho – Eu vou quebrar a cara dele quando tiver oportunidade!

- Então aproveita, a oportunidade está bem na sua frente... – Castiel apontou para a porta da casa onde eles moravam. Bastavam mais alguns passos para que eles chegassem lá e se encontrassem com Leigh que tocava a campainha – A oportunidade literalmente está batendo à nossa porta... – Castiel riu, mas logo viu Lysandre correr em disparada na direção do irmão-  Ah, merda...

Castiel largou as sacolas no chão e correu o mais rápido que pode para alcançar Lysandre. Ele saltou agarrando Lysandre e os dois foram parar no chão antes que Lysandre pudesse alcançar Leigh.

- Me solta, Castiel! Eu vou quebrar a cara dele! – Lysandre disse se debatendo e tentando se soltar de Castiel.

- Eu sei que você está com raiva, mas você tem que pensar na Rosalya! Não vai ser bom para ela ver vocês dois rolando no chão e brigando feito dois idiotas! – Castiel segurava Lysandre com força, não imaginava que o amigo era tão forte. Essa força provavelmente deve ser por causa da raiva, Castiel nunca tinha visto Lysandre perder o controle desse jeito. “Por acaso o Lysandre virou o Hulk?”, ele pensou.

- O que está acontecendo aqui? – Dressert disse abrindo a porta, vendo Leigh à sua frente e Castiel e Lysandre no chão – Vocês estão brigando?

- Leigh? – Rosalya estava logo atrás de Dressert e ficou surpresa ao ver seu namorado ali.

- Rosa, eu... – Leigh começou a falar, mas foi interrompido pelos gritos de Lysandre.

- SE VOCÊ CHATEAR ELA EU JURO QUE EU TE MATO! – Lysandre acabou batendo no rosto de Castiel sem querer enquanto tentava se soltar e conseguiu escapar do amigo para poder se aproximar do irmão.

- Você não tem nada haver com isso, deveria ficar no seu lugar! – Leigh disse encarando Lysandre que já estava próximo o suficiente para conseguir lhe dar um soco se quisesse.

- Isso tem haver comigo sim! A Rosalya é muito importante para mim! – Lysandre retrucou.

- Por que? É por ela ter te beijado? – Leigh percebeu que Lysandre ficou surpreso pelo irmão saber disso – Sim, ela me contou. Espero que tenha sido bom para você!

- Eu não quero escutar essas coisas... – Rosalya disse voltando para dentro de casa e indo com pressa para a cozinha.

- Será que vocês dois podem parar com isso? – Dressert disse nervosa, mas os dois pareciam não ter escutado o que ela disse – Francamente, vocês dois são idiotas! – Ela disse antes de ir atrás de Rosalya.

- Que tal vocês pararem de discutir ou então se matarem em outro lugar? Meu jantar está esfriando... – Castiel disse entrando no meio dos dois.

- Não antes de eu dar uma lição nele... – Lysandre ainda estava com o sangue fervendo de raiva.

- Está mesmo disposto à enfrentar seu irmão mais velho mais uma vez? Vai em frente... – Leigh disse com um certo sorriso no rosto.

Lysandre ia ir para cima de Leigh, ia acertar um soco no nariz, mas Castiel entrou na frente. Sorte dele que Lysandre conseguiu parar antes que pudesse acertá-lo.

- Sai da frente... – Lysandre disse.

- Ou o que? Você vai me bater? Se me bater eu quebro os seus dentes, você sabe disso! Eu não sei se você se lembra, mas a Rosalya está grávida e está lá dentro ouvindo toda essa merda que vocês estão fazendo aqui. Se você realmente se importa com ela, para com essa porra agora! – Castiel disse vendo Lysandre se forçar a se acalmar.

Enquanto isso, Dressert conseguiu encontrar Rosalya agachada em um canto da cozinha ao lado de um armário. Ela chorava enquanto segurava sua barriga.

- Rosa, não se preocupe, vai ficar tudo bem. Você precisa se acalmar... – Dressert disse se agachando na frente da melhor amiga.

- Não dá, não consigo... – Rosalya disse com mais choro.

- Olha para mim, você consegue sim... – Dressert viu Rosalya fechar os olhos e fazer uma expressão de dor – Rosalya?

-  Está... Doendo... – Ela respondeu com dificuldade, tentando respirar para suportar a dor - Está doendo muito...

Do lado de fora, Lysandre abaixou o braço e deu um passo para o lado para poder ver Leigh que estava atrás de Castiel.

- Por ela... – Ele disse para Leigh enquanto respirava fundo.

- Claro. O que você não faz por ela, Lysandre? Você até traiu seu próprio irmão... – Leigh disse ainda provocando.

- Eu não consigo ficar aqui nem mais um segundo...

Lysandre deu as costas e foi em direção à rua antes que voltasse atrás. Castiel foi atrás dele percebendo o quão desorientado ele estava. E tudo aconteceu muito rápido. Castiel não teve tempo de dizer nada quando viu o carro, só conseguiu empurrar Lysandre e se preparar para a pancada. Neste momento Dressert já estava do lado de fora da casa ajudando Rosalya a se manter em pé e viu seu namorado sendo acertado por um carro, caindo e rolando no chão. “Isso não pode estar acontecendo...”, ela pensou sentindo como se o calor de seu corpo estivesse a deixando.


Notas Finais


Eita porra...
Estamos causando demais nesses capítulos hahaha
Sem emoção não tem graça hehe

Continua no próximo episódio :3


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