História Nico Di Ângelo Riddle e o Cálice De Fogo - SOLANGELO - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~KaliMortem

Postado
Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Harry Potter, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Draco Malfoy, Hades, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Nico di Angelo, Ronald Weasley, Severo Snape, Will Solace
Tags Bruxos, Cálice De Fogo, Gay, Nico Bruxo, Nico Sonserino, Semideuses, Solangelo, Wico, Will Lufano, Will X Nico
Visualizações 306
Palavras 3.747
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Lágrimas e Flores Parte 1


Fanfic / Fanfiction Nico Di Ângelo Riddle e o Cálice De Fogo - SOLANGELO - Capítulo 14 - Lágrimas e Flores Parte 1

TÁILA ON

Isso é tão emocionante! Primeiro o Nico vai sair com o Will, o que me deixou muito feliz, eu iria adorar ter o Nico como cunhado, segundo vamos finalmente desmascarar a Kaila,mas primeiro eu e Jade precisamos tirar fotos dá Kaila traindo o Will e identificar o amante daquela puta! Por isso me encontro esperando a Jade no corredor do banheiro frio escuro e isolado da Murta-que-Geme, eu e Jade descobrimos no ano passado que aquela puta vem namorar no banheiro da Murta,quando estávamos procurando um lugar para namorar, mas infelizmente não descobrimos quem era o amante dela, mas eu juro! Não vou deixar ela continuar a fazer o meu irmão de bobo, assim ele merece ser feliz e torço que seja com o Nico! Por isso espero a Jade aqui, enquanto que ela se arruma e pega uma tal de câmera digital. É quando ouço passos, olho para trás, e vejo Jade descendo as escadas, ela tal como eu usa uma calça,camisa e salto preto, desse jeito é melhor para despistar o Sr. Flich, mesmo que sejamos animagas, meu cabelo está num coque, mas o dela está trançado, sorrio eu tenho muito sorte em tê-la comigo, eu nem me importo que a mãe dela seja Trouxa e o pai bruxo, que foi onde ela conseguiu a tal câmera,ela para em minha frente.

Me vejo encarando seus lindos olhos, até que ela me puxa pela cintura, seus lábios doces e sua língua explorar minha boca, minhas mãos vão imediatamente ao seus cabelos que tanto amo, suas mãos viajam pelo meu corpo, às vezes perto de meus seios, mas geralmente em minhas nádegas, me aperto cada vez mais perto dela, sendo que ela é bem mais alta, quando o ar é preciso ela me prensa na na parede, e começa a beijar meu pescoço rio e gemo ao mesmo tempo até que ela pára e olha em meus olhos, elevo sobrancelha por mais que eu goste de estar em seus braços, temos que continuar o plano, ela me dá um último selinho e me desprende da parede suspiro, já sinto falta de seu calor, mas preciso me concentrar no presente, respiro fundo e me transformo numa arara-azul, eu voo direto para o seu ombro, ela acaricia minhas penas, que me faz feliz e dou uma bicada amorosa em sua mão e então vamos em frente.

Sabe sempre foi assim, nunca precisamos de palavras, só preciso olhar em seus olhos e ela nos meus que já sabemos sem falar o que precisamos, ela sempre foi assim calada na dela, mas de certa forma isso nos completa, eu não posso ser tão falante quanto a Láila, mas eu sou agitada, ou seja ela é minha calmaria, o que eu mais quero é não esconder nosso amor, queria poder amar ela fora da nossa comunal, mas eu sei que isso tem que esperar, nós precisamos fazer com que Iago rompa o noivado por conta própria ou provar que ele teve sexo com alguma outra mulher, se ele teve sexo com alguém que não foi eu o casamento é anulado e não estou mais preso a ele, é por isso que ainda sou virgem, se eu e Jade conseguirmos provar isso ou fazê-lo desistir e estamos livres! Eu só ia precisar me emancipar depois, mas algo me prende lá, e não são meus pais, mas sim o Will eu não posso deixar meu gêmeo lá a mercê das ideias malucas de nosso país, por isso que quando provarmos que a Kaila trai o meu irmão, ele vai largar ela e assim se apaixonar pelo Nico assim se emancipando e cortando os laços com a família, é quando ouço a Jade dizer.

- Vamos lá minha ararinha, eu sei que você consegue! - Voo ficando em sua frente, peguei a corda da câmera em minhas garras- Ela está programa para gravar e enfeitiçada para poder filmar no escuro, agora boa sorte meu amor!

Inflo meu peito e entrei no banheiro, eu até posso ouvir os gemido daquela puta, começo a olhar ao redor, até que vejo algo, voo rapidamente até lá, e o que vejo é bem melhor do que esperado, Káila se encontra sendo fodida por ninguém menos que Iago que a beija no pescoço,os dois gemem sem parar e trocando juras de amor, começo a voar ao redor, isso além de me livrar do noivado também mostra as verdadeiras cores dela, os dois pareciam perdidos em seu êxtase e nem me perceberam aqui, até que dois em um grito chegaram ao clímax total, aos pouco se vestiram até que do nada, Kaila olha para onde eu estou em solta um grito, o que chama a atenção de Iago que pega a varinha começo a voar, mas estou encurralada.

- MATA,MATA, MATA!

Dizia Kaila, enquanto que o Iago lançava feitiços em mim a esquerda ea direita, mas eu consegui sair, meu coração batia sem parar, eu não conseguia me acalmar, eu fui quase morta, encontro Jade no corredor, ela parecia desesperada, eu tinha feito prometer não entrar ao não ser que eu pie alto ou gritar, quando ela me viu soltou o ar que tinha prendido, pouso no chão e voltei a forma humana e pegando a câmera e logo depois me atirei nos braços da Jade, onde eu me sentia segura, logo depois ela me levou de volta ao quarto da minha família, ela se deitou e depois me prendeu em seus braços, eu podia sentir e seu amor, ela era minha alma gêmea a pessoa que eu passaria o resto da minha vida, eu pessoa que eu amava, cuidava e que me protegia, eu só queria suas doces palavras, tão raramente ditas, pelo seu silêncio, mas que eram faladas poucas vezes, mas cada vez com mais amor e carinho, eu precisava ouvir sua paixão por mim,a voz saindo de seus doces lábios, assim me levando ao reino da calmaria e do amor.

- Canta para mim? - Eu nunca pensei em passar em uma situação de tentativa de assassinato, mesmo que eles não soubessem que era eu, vou ser cozinheira de comida e poção, e isso não envolve quase morte, eu só não queria viver num mundo onde não tinha a minha amada e Jade diz.

- Canto sim querida!

No meio da conversa, de um caso terminando,

um fala e o outro escuta e os olhos vão chorando,

a lógica de tudo é o desamor que chega

depois que um descobre que o outro não se entrega...

Quem vai sair arruma as coisas põe na mala,

enquanto o outro fuma um cigarro na sala,

e o coração palhaço, começa a bater forte,

quem fica não deseja que o outro tenha sorte...

 

E longe um do outro, a vida é toda errada,

a mulher não se importa com a roupa amarrotada,

e a outra mulher em crise, quantas vezes chora

a dor de ter perdido um grande amor que foi embora...

 

Mas quando vem a volta, a mulher se arruma,

faz o cabelo, lavar o carro, se banha se perfuma,

e liga pro amigo que tanto lhe deu força,

e jura nunca mais vai perder essa moça,

e a mulher se abraça à mãe diz obrigado

e põe aquela roupa que agrada o sua amada,

e passa a tarde toda cuidando da beleza,

jantar à luz de velas e amor de sobremesa...

 

E perto um do outro, a vida é diferente

a solidão dá espaço ao amor que estava ausente,

quem olha não tem jeito de duvidar agora

da força da paixão que tem

Dois corações e uma história…

Ouvir ela cantar tão docemente em meu ouvido me faz amá-la ainda mais, é de uma dupla de cantores trouxas chamado, Zezé Di Camargo e Luciano, ela se chama Dois Corações e Uma História, a música não era assim, mas ela trocou invés de se um casal hétero, para um casal lésbico, isso me mostrou o tamanho de seu amor e sussurro.

- Eu te amo, minha pedra preciosa! - Ela beija minha cabeça, e me enrosco mais em seu corpo e ela diz.

- Também te amo, meu pássaro exótico, falta pouco agora para sermos livres, para nos amar!

Sorrio, finalmente vamos poder ser livres e nos amar em público, a esperança crescia em meu peito, para ser livre finalmente.

NICO ON

Eu estava em um campo verde, ao meu redor um campo verde se estendia até o horizonte, eu me sentia em paz, eu sabia que isso era um sonho, mas era o primeiro sonho em muito tempo, mas começo senti uma coisa no meu rosto, coloco a mão, era pegajoso e grudento, foi quando acordei e se não tivesse sido treinado, teria gritado, Mortem estava em cima de mim e suas três cabeças tinham suas línguas, para fora, tiro ele de siba de mim, ele lambuzou minha cara inteira, saio da cama, e colo as minhas pantufas preta, me sinto estranho, parece que algo comprime o meu peito, e algo me diz que estou esquecendo algo, balanço a cabeça não tenho tempo para isso, me levanto indo direto para o banheiro, sinto uma tristeza em mim como se tivesse perdido algo, ao entrar no banheiro, deixo a banheira enchendo e começo a me despir em frente ao espelho, posso ver o meu corpo, eu literalmente não passo de um nada, sou baixinho com 1,60, meus cabelos negros, meus olhos ônix sem vida, quase ninguém me olha nos olhos, minha pele pálida e sem vida, sou muito magro, minhas cicatrizes estão por todo o meu corpo, por instinto coloco a mão em minha cicatriz de quando lutei com o Lícaon o primeiro lobisomem, eu tive sorte em não sair mordido.      

Quando a banheira já estava cheia, entro nela, água escaldante, como o fogo do inferno, pelo menos é assim que os Trouxas/Mortais dizem, algumas lágrimas caem de meus olhos, eu não consigo identificar essa tristeza em meu peito, do mesmo modo que eu sei que ninguém nunca me olharia, não sou atraente, o Will nunca ficaria atraído por mim, sou feio e assustador, os pais contam aos seus filhos, sobre o meu pai de como ele os castigaria quando morresse por seus pecados, ou os bruxos que contam as crianças que se eles fossem ruins iam ser pegos por Você-Sabe-Quem, e eu sou neto de um, e filho de outro,mas agora só puxo minha respiração e me afundo na banheira, querendo esquecer tudo, permaneço ali por muito tempo, até que preciso de ar e volto a subir, olho ao meu redor, pedras de ônix cobrem as paredes, um único espelho se encontra na parede, a banheira revestida de jade e o chão negro, comecei aos poucos me banhar, aos poucos esquecendo tudo ao meu redor, mas logo meus olhos se foram até uma pequena lâmina tão sozinha e solitária quanto eu, olho para minhas mãos enfaixadas, para minha sorte as sombras impedem que molhem, mas meus olhos estão em meus pulsos, talvez só um corte não faça mal, peguei a lâmina e a girei entre os meus dedos, acho que um corte não faria mal, sabe eu mereço pelo menos um alívio de tudo, aproximo lentamente a lâmina de meu pulso, e encosto em minha carne,e a passo, mas nada acontece! A jogo longe, maldita lâmina feita de metal comum, de meus olhos escorrem lágrimas, maldita vida que nem alívio pode me dar.

Passo muito tempo ali, até que resolvo sair, mas eu nem sei o horário, pego minha varinha e com um feitiço não verbal chamado “Tempus”, na minha frente mostra o horário e o dia, são 5:30 e é dia 3 de Setembro, uma onda dor passa pelo meu peito, eu não posso acreditar que eu pude esquecer, agora tudo faz sentido, a dor em meu peito e a tristeza em meu coração, hoje faz 4 anos que a Bianca morreu, aos poucos me levanto indo direto para o quarto, eu não posso ficar aqui não hoje, vou até o guarda-roupa onde pego uma camisa preta sem figuras, uma calça preta larga e um tênis simples, mas ainda não estou pronto, lágrimas caem de meus olhos, esse é um dos 4 dias que me permito chorar, abro uma caixa que estava na parte mais funda do malão, lá dentro estava um lenço preto de renda, isso é única coisa que tenho de minha mãe, ao lado tem a boina da minha irmã, pego ela em minhas mãos e a seguro contra o peito, logo depois a coloco em minha cabeça, estou pronto, estou para sair do quarto, quando em minha frente para Mortem, olho para ele, sempre que eu vou visitar elas, eu vou sozinho, mas talvez me ajude ter um pouco de companhia, volto a guarda-roupa onde pego uma guia com três coleira e as coloco uma em cada cabeça de Mortem, logo depois Solis sobe em meu ombro.

Eu tenho que ir até o diretor, preciso saber onde posso encontrar as rosas, essas são as únicas flores que Perséfones me permitiu tocá-la sem matar, eu as troco quatro vezes ao ano, no dia da morte e do aniversário de Bianca, e no aniversário e dia da morte de minha mãe, lá eu troco as rosas que permanecem vivas até o próximo dia, contudo ando pelos corredores vazios do castelo, ninguém está aqui, minhas lágrimas caem livremente, até que encontro a sombra certa, ao entrar nela posso ouvir elas me consolando e acalmando, mas nada pode aplacar a dor em meu peito, apareço no meio da sala do Diretor, que se encontra arrumando uns papeis, mas ele logo levanta a cabeça, seus olhos ficam cautelosos, mas sei que minha aparência é horrível, olhos inchados e vermelhos, roupas desgrenhadas com uma cobra no pescoço e apertando um cão de três cabeças no peito, em plena 5:39 da manhã e ele para com os papéis os colocando de lado e diz.

- Bala de Limão? - Faço não com cabeça - O que houve jovem Nico? - Ele falou carinhosamente e se levantou vindo até mim, mas dou dois passo para trás, eu não confio nele eu só preciso das rosas e nada mais e digo.

- Onde posso encontrar rosas negras e brancas? - Aperto mais o Mortem que lambe meus rosto acaricio sua cabeça e Dumblendor diz.

- Você pode confiar em mim Nico, não irei fazer mal ao senhor, para mim  laços de sangue não dizem muita coisa. - Ele piscou para mim e sorriu, - O senhor pode encontrá-las atrás do colégio, em um campo de flores - Faço sim com a cabeça e me despeço.

- Obrigado Alvo, avise que eu só volto amanhã

Ele faz sim com a cabeça,assim entro nas sombras,que acariciam meus cabelos e sussurrou em meu ouvindo dizendo que tudo ficará bem que já vai passar, mas eu sei que não vai ficar, na verdade nunca fica, a cada vez que eu volto ao cemitério a dor em meu peito parece cada vez maior, ás vezes eu nem sei como eu aguento isso, ao sair das sombras me vejo em frente a um longo jardim que até parece um arco-íris, eles tem diversas cores, lágrimas escorrem de meu rosto mamãe teria amado esse campo, me pergunto se ela o conheceu esse lugar quando estava em aqui, mas novamente olhando o campo, solto Mortem que começa a correr por todo ele, sorrio, mas ele logo se desmancha ao me lembrar de uma antiga memória de Bianca pedindo a nossa mãe um cachorro, ela sempre foi boa com animais, mais lágrimas caem, mas começo mesmo assim a procurar as rosas brancas, em meu braço a uma cesta negra com osso na armação eu a peguei nas sombras, porém eu não encontro nenhuma rosa brancas, eu vejo de todas as cores, menos as brancas, sabe  as rosas brancas sempre me lembram Bianca que diferente de mim sempre teve bom coração, ela sempre ajuda a todos e cuida de quem precisa, ela nunca teve problemas com rancor, eu devia ter morrido não ela, com isso uma única lágrima escorre de meu rosto caindo em cima de um pequeno botão de rosa amarela, assim o horizonte colorido de rosas coloridas, desaparece e em seu lugar um mar de branco toma o lugar.

Suspiro e comecei a recolhê-las, preciso de 7 rosas brancas, uma para cada Virtude,  isso me lembra quando nossa mamãe nos contou a história de como ele conheceu nosso pai, segundo ela, foi nos seus 20 anos numa festa de Carnaval em Veneza, sua cidade natal, foi lá que ela viu ele a primeira vez, minha mãe junto a minha avó tinham um boticário, claro além de serem uma poderosa família bruxa, os Di Ângelos eram conhecidos como os protetores da Itália, segundo minha mãe foi amor a primeira vista, os dois usavam máscaras e dançaram a noite toda, ele passou três dia sem aparecer, mas quando apareceu foi para falar com Antonnela, junto ele tinha uma carta com uma permissão escrita pelo meu avô, talvez seja quando ele fez aquela promessa ao meu avô, tanto ele quanto a minha avó aceitaram, mas ele devia conquistar a minha mãe primeiro, no começo ela ficou com raiva de meu pai por ter falado com seus pais, mas não com ela, mesmo que ela estivesse apaixonada pelo meu pai, então ela resolveu seguir a tradição.

Como o lema dos Di Ângelos diz, “I nostri cuori sono sette trecce del peccato nel Seven Keys Taste Of Virtue” (Nossos Corações Tem Sete Fechaduras Do Pecado Nos Provê As Sete Chaves Da Virtude), assim como todas as mulheres Di Ângelos antes dela, disse ao meu pai que ele devia fazer as 7 virtudes em 7 meses, ele concordou e então começou com a Generosidade, então por 1 mês ele visitou os pobres e os órfãos, às vezes até dormindo junto aos necessitado, deu suas riquezas a eles, assim ele provou sua humildade e em troca ganhou um casto beijo. No próximo seria a Humildade e passou mais um mês trabalhando como um cidadão comum, provando que não era orgulhoso, logo depois minha mãe lhe curou as feridas e lhe deu um lenço negro, e o próximo seria a Caridade tinha que provar não ser invejoso e por um mês inteiro ele teve que ver minha mãe sair com outros e assim ele não podia mostrar que sentia inveja, no final mamãe dançou com meu pai por uma noite inteira provando que ela era dele e de mais ninguém, então veio a mansidão ele teve que se mostrar calma enquanto ouvia insultos da Antonnela, segundo minha mãe essa foi o mais difícil para Hades, mas ele conseguiu e depois foi a castidade, mamãe o beijou com tanto calor que podia acender uma fogueira, mas meu pai se manteve firme em nenhum momento a tocou, minha mãe disse que foi engraçado ver seus estado depois, então veio a sexta virtude a temperança, foi a mais fácil ele só teve que fazer um exame médico, foi Apolo que fez assim ninguém ia saber que meu pai era um deus, e por último Diligência, mas ele a fez de um jeito diferente, com muito esforço, passou quase um mês inteiro até que no último dia do mês ele voltou e vendou a mamãe, assim começou a levá-lá ao submundo.

Minha mãe disse que quando viu o lugar ficou abismada, o castelo estava decorado com rosas vermelhas, lá dentro na sala de jantar, todos os deuses do Submundo a esperavam, principalmente Perséfones, que era melhor amiga de Hades, eles na verdade fingiram ser casados para que ela pudesse sair do Olimpo,lá ele contou sobre sua vida e quem era, minha mãe o aceitou e contou que era uma bruxa, porém no fim do jantar meu pai a fez sua rainha e para simbolizar isso ele fez um corte na palma de sua mão e do sangue que saiu ele fez uma rosa negra.

Eles foram felizes e se casaram três vezes, um feito pelo moda trouxa/mortal com um padre, depois no modo bruxo feito por Dumblendor e por último feito por Hecate no modo deus, mas infelizmente ela não pode se tornar deusa, Zeus não permitiu, já que ele próprio tentou conquistar minha mãe e não conseguiu, mamãe viveu uns bons anos no Submundo, até que ficou grávida de Bianca, depois de um conversa longa com o meu pai eles decidiram que até a criança completar 18 anos, ela só saberia do mundo trouxa/mortal e o Bruxo, logo depois ela ficou grávida de mim, então Zeus veio e matou não só o corpo de minha mãe, mas também seu espírito e tudo se foi.

Meu pai nunca amou novamente, seu coração ficou em pedaços e eu me tornei só uma lembrança da sua amada e de sua outra filha, acho que depois daquilo ele nunca foi o mesmo, foi só depois do fim da Guerra dos Titãs que ele começou a se curar. e foi graças a Perséfones, aos poucos ela se apaixonou por meu pai, e diferentes mulheres tentaram conquistá-lo, mas todas tentaram fazê-lo esquecer minha mãe, mas Perséfones não, ela o curou a aos poucos ele a amou, seu coração tem espaço tanto para Perséfones e minha mãe, os dois namoram desde então.

Já me encontro de joelhos e lágrimas caem de meus olhos, são boas lembranças, mas ele me dói no fundo da minha alma, caio deitado em meios as rosas, por magia onde eu ando elas se afastam, ou seja eu não pisei em nenhuma delas, suspiro voltando a me sentar, até que meus olhos encontro um pequeno botão de rosa branca, pego ele entre minhas mãos, tão pequena e pura como a Bianca, mas é quando um espinho perfura o meu dedo, largo a sétima rosa branca na cesta, quando as gotas do meu sangue caem no solo, vejo novamente tudo em minha volta mudar, agora eram negras como a noite, suspirei me levantando e volto a recolhê-las, uma por uma até que tenho 14 rosas, 7 brancas e 7 pretas, perfeito é isso que elas merecem, por tudo que fizeram por mim, chega até ser estranho, minha amava rosas negras por serem iguais aos olhos de Hades e feitas do amor dele por ela, já Bianca gostavas das brancas por serem puras e ingênuas, jé eu gosto de rosas híbridas com pétalas brancas e negras uma mistura das únicas pessoas que já me amaram.


Notas Finais


ME DIGAM OQUE ACHAM?


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