História Nicotina. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias CNBlue, Girls' Generation
Personagens Jung Yong Hwa, Seohyun
Tags Kan-chan, Yongseo
Exibições 36
Palavras 770
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura! ❤️😚

🚫 Plágio é crime.🚫

Capítulo 1 - Capítulo único: Saudade, nicotina e você.


Fanfic / Fanfiction Nicotina. - Capítulo 1 - Capítulo único: Saudade, nicotina e você.

 

Nicotina.

 

Novamente inspira o ar imitido por seu cigarro. O dia estava frio e o cheiro de seu tabaco se impregnava por todos os lados.

 

O cigarro não era de seu agrado, contudo fora o que conseguirá encontrar neste dia chuvoso.

 

Sentado em sua varanda, observando a vida alheia, esperando inquietamente o tempo passar.

 

Fora em um passar de um vulto azul; que mais tarde descobriu-se ser uma borboleta, que começou a pensar na vida.

 

Se ela lhe visse neste estado, sentado em sua varanda, em um dia frio, sem está vestido apropriadamente, fumando calmamente seu cigarro. Já lhe veio à mente seu famoso sermão.

 

“Você sabe que está merda um dia irá te matar não sabe?!”

 

 É incrível que mesmo sabendo que o tempo passou, ele mantinha a certeza que o discurso dela continuaria igual.

 

“A nicotina é responsável por cerca de 30% dos casos de qualquer tipo de câncer, e mais especificamente por 90% dos casos de câncer de pulmão.”

 

Naquele tempo, ele ainda não compreendia o fato de sua amada odiar tanto a nicotina.

 

Bastava-lhe beijar a nuca de forma carinhosa, para a mesma esquecer do resto do seu discurso, que mais tarde teria a certeza que não escaparia de escuta-lo.

 

Um sorriso bobo se encontrava em seus lábios que seguravam elegantemente o cigarro.

 

“Prometa-me que iras parar de fumar!?”

 

Está frase fora motivo de muitas brigas, depois de compreender os motivos de sua amada para odiar tanto o cigarro, e mais especificamente a nicotina, descobriu-se que seu pai morrerá de câncer causada pela mesma.

 

-Desculpe-me, não fui capaz de cumprir nossa única promessa. –Sua voz saia rouca, a fumaça do seu cigarro misturava-se com a do ar gelado.

 

As lembranças voltavam a sua mente como o vento tira as folhas recas do chão, era algo natural.

 

Ele jamais viu o mundo tão sem graça, sem vida e cor. Desde sua partida, o enxergava tudo em um tom cinzento e completamente desprovido de vida.

 

Outra tragada no cigarro e uma meia olhada no relógio de pulso, as horas não passavam, parecia até que o mundo havia congelado.

 

“Já estou indo, nos vermos lá, não se atrase querido. ”

 

Ele lembra-se de sua voz, sua aparência angelical, de seus cabelos arrumados belamente em um coque alto.

 

Infelizmente está fora a sua última vaga lembrança dela. Lágrimas sempre ressurgem nesta memória colorida de dor.

 

Ele sempre pensou que a nicotina que iria lhe tirar a vida. Como a sua amada adorava inflar o peito para lhe dizer.

 

Mas ela errou, errou e feio. Preferia ele que fosse a nicotina e não um mero carro.

 

Dia 27, as lembranças são tão dolorosas que nem sequer se esforça para lembrar o mês.

 

Um carro, um mísero veículo que fora capaz de lhe tirar tudo.

 

Atropelou sua amada quando a mesma fazia menção em atravessar a rua, o motorista estava bêbado; era de se esperar, já que o dia do acidente fora em um sábado, no qual muitas pessoas costumam sair para beber, ela infelizmente não resistiu.

 

Aquilo fora demais para si, doeu cada milímetro de seu ser, deixando cicatrizes profundas, sequelas que o tempo não apagou e nunca será capaz de apagar.

 

Ver seu rosto desfigurado por uma batida surpreendentemente forte, lhe destruiu por dentro.

 

E o que lhe restou? A saudade, seu mundo cinzento e claro, a nicotina.

 

Ele tragava diversas caixas de cigarros na esperança que sua amada; apareça para lhe dar o seu famoso sermão. Dizendo besteiras do tipo como o cigarro faz mal e que a nicotina causa câncer.

 

Daria seu mundo, seu lar, sua alma para tê-la de volta, pararia, se preciso, de fumar.

 

Tudo por ela e suas explicações sobre como a nicotina faz mal.

 

Seu relógio apitou, indicando que já estava na hora de ir de encontro ao cemitério, apagou seu cigarro no cinzeiro. Entrou passando pela sala abatida, pegando mais à frente, um lindo buquê de flores vermelhas, preferidas de sua amada.

 

Não demorou muito a chegar ao local, já conhecia o percurso, sabia-o de cór.

 

Lá, mais lembranças apareceram, o cheiro de cigarro pairava por todo lugar, sua voz doce podia ser ouvida sendo emitida ao longe.

 

Não demorou muito, deixando o buquê no lugar de sempre; ali já se encontrava marcas de buquês passados. Suspirou o ar frio novamente antes de virar as costas.

 

Afinal, tudo isso já se fazia exatos três anos e ele continuava a repetir a mesma rotina de todos os meses ir visita-la.

 

Acendeu calmamente outro cigarro, na esperança que o espirito de sua amada aparecesse, para lhe dar um sermão de como a nicotina faz mal.

 

 


Notas Finais


Desculpe-me pelos erros ortográficos. >3<

Obrigada por ter lido. ❤️.❤️ ^~~^


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