História Night Huntress - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bones, Cat Crawfield, Gregor, Ian, Mencheres, Spad, Vlad
Exibições 4
Palavras 2.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que dêem uma chance para história mesmo que não conhece night huntress, mas se não conhece corre conhecer
Boa leitura,
Beijinhos;
Líli Quinn.
Obs: Assim que eu vi a Deborah foi como se eu visse a Cat, só que no caso a atriz é mais velha, mas fora isso, ela é a Cat pra mim 😍 😍 😍

Capítulo 1 - Pulso.


Fanfic / Fanfiction Night Huntress - Capítulo 1 - Pulso.

 

No reflexo do espelho Catherine via a ruiva com os olhos cinzas a encarando de volta. Já havia trocado de roupa três vezes, mas no final optou pelo conjunto rosa bebê, ele era formado por um belo vestido com poucos detalhes que ia até a pouco acima do joelho, e um casaco da mesma cor com detalhes em pele que a aquecia na noite fria de Paris. 
Ela não usava meia calça, pois sabia que isso não o agradava, e seus sapatos eram brancos de salto baixo e com uma tira que não permetia que o sapato estilo boneca caísse. 
A maquiagem era extremamente leve, forte apenas o suficiente para tornar seus traços mais belos evidentes; como seus olhos cinzentos e sua boca carnuda. O cabelo ruivo brilhante estava perfeitamente liso caindo até abaixo da cintura.
De alguns anos para cá ela havia ganhado peso que se mostrava principalmente no quadril e coxas, no início temeu que ele a achasse gorda ou coisa do gênero, mas na verdade isso o agradou, Catherine agradecia isso a Deus todos os dias.
Dois toques na porta e ela é aberta sem Cat falar nada, Cannelle entra e lhe entrada uma caixa de veludo.
-Ele me mandou lhe entregar -Ela diz com a voz rouca, Cannelle estava a cada dia mais velha, Gregor havia parado de lhe alimentar regularmente e os resultados eram cada vez mais evidentes. 
-Obrigada -A senhora loira murmura alguma coisa em francês que Cat prefere ignorar mesmo já sendo fluente mo idioma.
Ao abrir a caixa ela vê o colar de pérolas, Catherine a coloca e sorri, combinava perfeitamente com a roupa que havia escolhido. 
-Tem alguma idéia para aonde vamos? 
Cannelle resmunga algo sobre odiar ser babá dela e saí. 
Catherine segue o exemplo, assim que chega na entrada resolve ficar por lá,  se senta na cadeira dourada com veludo vermelho e lá fica encarando o nada.
Se sentia tão vazia de alguns dias para cá, ela fizera 22 anos a cerca de um mês e Gregor finalmente havia lhe dito que segundo os experimentos estava confirmado, Cat não envelheceria, seu corpo parou com esse processo no final da puberdade, por volta dos 19 anos. Isso lhe trouxe uma sensação de solidão, tentou falar com Gregor sobre isso, mas ele não foi muito receptivo ao seus dramas, mas não podia julgá-lo afinal ele já fazia tanto por ela, sua demonstração de ingratidão o infurecera, ela ficou uma semana trancada no quarto e as poucas vezes que ele ia visitá-la no meio da noite não eram nem um pouco agradáveis, mas fazer o que, ela merecia, e não seria certo negar o que ele queria afinal eram casados sob as leis vampiricas.
-Está linda ma chéri -Ele diz descendo as escadas, ela fica em pé e ele logo chega a sua frente lhe deposita um beijo seco nos lábios dela com a leve cor rosa. -Sabia que pérolas ficariam perfeitas em você. 
Catherine sorri tocando de leve o colar.
-Obrigada Gregor. 
Ele sorri, as vezes Catherine esquecia o quando ele era belo e o quando ela era sortuda por pertencer a ele. 
-Belas garotas devem der belas coisas -Ele toca de leve seu rosto -Vamos, eles nos esperam.
Já no carro Catherine toma coragem.
-Aonde vamos? -Pede com o tom extremamente baixo.
Ele parecia de bom humor pois responde.
-Você lembra que eu lhe disse que Mencheres e Bones estavam em guerra com Patra? 
Catherine confirma temerosa; odiava tais nomes de tais vampiros, eles, em especial Bones tinha o plano de manipular ela e torná-la uma assassina, isso sem falar em usá-la para seus prazeres carnais. Porém, Gregor chegou primeiro e a salvou do terrível destino que ele fez questão de contar como seria, ela nunca havia visto Bones em sua vida, mas o odiava só por saber o que ele lhe teria feito se tivesse tido a oportunidade. 
-Eles estão mortos? Perderam? 
Pede com certo entusiasmo que faz Gregor rir a puxando para mais perto na espaçosa limousine. 
-Infelizmente não, eles ganharam graças a um truque envolvendo magia negra. -Catherine se arrepia de medo, Gregor já havia lhe explicado como magia negra funcionava, só de pensar que alguém ousava usar lhe causava enjôo. -Mas, como tudo ocorreu bem, e estou cansado de não poder andar livremente, tive uma conversa com Mencheres e como tudo ocorreu bem nos não vemos mais o porque da nossa inimizade. 
-Mas..-Ela corta a frase imediatamente, não podia contentar ele, mas não sabia como formular a pergunta, algo que ela vinha aprendido a fazer por anos de convivência. -Então..hã, eles não querem mais nada comigo?
-Acha que eu seria estúpido de leva-la comigo se houvesse essa possibilidade? 
Ela se encolhe um pouco, mas poderia ter sido pior.
Depois de cerca de uma hora de viajem eles chegam a uma enorme mansão no meio do nada.
Logo que Catherine veio morar com Gregor ficava impressionada com esse tipo de lugar, mas hoje em dia já estava acostumada.
Assim que entram no local Cat se sente o poder no lugar, com certeza ali estava cheio de mestres, e não só de cento e poucos anos, havia vampiros verdadeiramente poderosos ali.
Porém Gregor ainda se destacava, ao passar poucas pessoas a encaravam, a maioria dos olhares eram destinados a ele, provavelmente achavam que ela era apenas o lanche, mas ainda assim alguns a olhavam, ou com malícia, ou com surpresa.
Catherine acredita que os que a olhavam com surpresa haviam ouvido os rumores sobre ela, e de fato era.
Os sussurros sobre eles sempre possuíam os títulos, Raptor nos Sonhos, e Mestiça. Ambos a faziam se encolher, embora permanecesse com a coluna reta, Gregor não gostava dela curvada.
Gregor se senta em um belo sofá de couro, os sofás eram destinados apenas aos mestres e suas companhias, assim que ele se senta sua guarda tradicional se coloca em posição,  e logo os vampiros de Gregor se agrupam ao redor eram dezenas, talvez centenas em sua maioria homens, Catherine conhecia todos, mas apenas de vista, nenhum jamais ousara conversar com ela, além das meras formalidades.
Todos dos seus vampiros vinham cumprimentá-lo, alguns o chamavam de Pai, outros de Mestre, alguns até mesmo de Avô, e tavam apenas um aceno respeitoso a ela, isso os que reconheciam sua presença. 
Vampiros de outras linhagens também os cumprimentavam, mas apenas de longe com um leve aceno.
Então derrepende todos ficam em silêncio e abrem o caminho deixando o meio vazio, Cat tenta se inclinar para observar mas Gregor a impede segurando seu pulso com tanta força que o quebra, Cat segura o choro segurando o pulso, se chorasse seria pior depois.
-Meus amigos -Uma voz poderosa ressoa, Cat conseguia ver o que falava, ele usava um belo terno tradicional e tinha características egípcias devia se tratar de Mencheres. -A guerra acabou, ela nos trouxe muitas perdas, mas também nos trouxeram novos aliados. Uma guerra apesar de nos trazer perdas sempre nos mostra quem cada um de fato é... 
O discurso continua mas Cat para de ouvir.
-Preciso ir ao banheiro -Ela sussurra o mais baixo possível, mais ainda assim alguns dos vamps ouvem.
Ele suspira irritado e olha para uma de suas vampiras, ela era morena e tinha uma aparência robusta que Cat apostava ser italiana. Ele acena para a vampiras que concorda.
-Sonya irá levá-la.
E assim elas vão. 
Após Catherine fazer suas necessidades avitando usar a mão esquerda elas voltam devagar pelo mesmo caminho. 
Sonya repara no pulso de Cat, abre a boca para falar algo mas logo a fecha de volta, Catherine sorri com a intenção. 
-Até amanhã a noite estará melhor, eu me curo rápido. 
-Buono, Catherine -Ela diz com o italiano carregado, Cat sorri.
-Me chame de Cat.
-Ele não gosta que a chamem assim.
Catherine ri, mas antes que responda são interrompidas. 
-Sonya, che piacere rivela(Que prazer revela) -Diz alguém com o sotaque inglês atrás delas, Catherine se vira ao mesmo tempo que Sonya e seu estômago parece sofrer uma espécie de tempestade, ela podia literalmente sentir o vento gelado dentro dele.
O homem a sua frente ela simplesmente o mais belo que já havia visto em sua vida, e olha que ela morava com Gregor. 
-Bones -O nome pronunciado por Sonya antes dela abraçá-lo faz o medo sair livremente por Cat. 
Ele a olha divertido e Sonya preocupada. 
-Quem é sua amiga?
-Meu nome é Cat, e tenho boca, portanto posso responder eu mesma -Diz rapidamente de forma agressiva. 
-Cat? Está mais para Kitten pra mim..
Catherine olha para Sonya, ela própria podia ouvir seu batimento rápido e alto, não queria nem imaginar eles.
-Vamos Sonya, ele não vai gostar da demora.
-Ele quem? Tenho certeza que posso convencê-lo a me emprestar você pet.
O rosto dela queima de vergonha, ela se vira para correr mas ele a puxa pelo pulso a fazendo choramingar de dor.
Ele a encara preocupado em tê-la machucado.
-Não foi você.. -Sonya resmunga puxando Cat de volta ao caminho para a sala.
-Olha Cather... Cat, me desculpa -Ela começa -Se Gregor saber..
-Não se preocupe, não vou disser nada. -Cat a corta, tocando de leve seu braço, então se vira e vai até onde Gregor estava, agora com uma mulher sentada praticamente no seu colo, porém o lugar ao lado dele permanecia vago, a esperando.
Ela se encontrava exatamente no meio daquela enorme sala que mais parecia uma espécie de ginásio. Uma leve tontura apossa dela enquando ela observa tudo ao seu redor, a maioria das mulheres usavam roupas pretas e vulgares ao ponto de vista do que Gregor lhe ensinou ser vulgar, todos ali eram ou vampiros, ou ghoul, ao ainda, alimento vivo, ela era única.
Isso a vez se sentir completamente deslocada e sozinha. 
-Realmente você não parece se encaixar aqui. -Diz a voz melodiosa ao seu lado ela se vira e vê a bela mulher de mais de 30 e poucos anos, tinha os cabelos loiro avermelhados e a pele perfeita. Obviamente uma vampira. -Sou Annette. 
-Catherine Crawfield, esposa de Gregor. -Ela se apresenta como foi ensinada, Annette não parece tremer como a maioria, ela apenas arqueia a sobrancelha com um leve sorriso. 
-A suposta mestiça. 
Os olhos de Cat brilham no esmeralda vampirico deixando Annette de queixo caído. 
-Catherine! -Seu nome ecoa e ela práticamente corre até Gregor que lhe puxa pelo pulso ferido, Jesus todo mundo tirou pra puxá-la por aquele pulso hoje, até o final da noite estaria sem ele, pelo menos assim Gregor saberia se realmente ela regenera; pensa sarcástica.
-O que lhe disse sobre conversar com os outros? 
-Ora, não tem porque se preocupar-Diz Bones chegando com Mencheres e a loira que duvidará sobre a origem de Cat. -Estamos entre amigos.
Catherine não consegue evitar o olhar brilhante que dá a ele com total fúria. Ele sorri parecendo animado, animado de mais.
-Catherine -A repreensão na voz baixa a faz se encolher e olhar para baixo apagando o brilho. -Apenas não gosto de exibicionismo Bones, diferente de você.
Diz encarando Annette que praticamente grudava nele, Cat chega afastar o olhar.
-Acho que está mais que na hora de largarmos as rivalidades passadas -Diz Mencheres. 
-Se não concordasse tanto meu amigo, lhe garanto que não seria eu aqui -Diz com a voz feito gelo, com uma ponta de ameaça.
-Que bom que somos todos amigos novamente então -Diz Bones irônico então olha para Cat -Acho que então devemos ser devidamente apresentados, já que na última fez que nos vimos...
-Você estáva fazendo um discurso -Ela corta com certa urgência que faz Bones arquear a sobrancelha, ela desvia para Mencheres -Inclusive me perdoe por sair no meio dele, -Ela encolhe o ombro como se pedindo desculpas novamente -Necessidades humanas.
Gregor a olha de uma forma que ela fica surpresa por não ser socada no exato momento. 
Droga, que ele passe a noite aqui.
-Não tem pelo que se desculpar -Diz Bones, ele e Mencheres trocam um olhar -Gregor podíamos aproveitar que está aqui para tratarmos de negócios, o que acha de passar a noite aqui?
O aperto sobre o pulsa de Cat relaxa, sem saber para onde olhar ela encara Annette que sorri com compreensão. 
-Seria uma ótima idéia, mas prefiro passar a noite em casa com minha esposa -Diz em um tom possessivo a puxando para si. 
-Ora, não gosta de diversificar as vezes? -Pede Annette com malícia. Catherine abre a boca mas a fecha rapidamente, a última vez que tentou mostrar algum poder de posse sobre Gregor, não andou por dois dias, ao pensar nisso o queixo de Bones fica rígido, é então quando algo lhe recorre
"Pode ler minha mente?"
Então tanto Bones quando Mencheres lhe encaram, ela arregala os olhos com um misto de medo e vergonha, será que Bones sabia que ela havia o achado lindo? Droga, tinha que pensar nisso de novo?
Bones parece segurar uma gargalhada enquando o rosto de Cat queima, eu só posso ser louca, ele é  porco, queria me usar.
Bones a olha confuso.
-Gregor estou exausta -Diz deixando transparecer o desconforto, ele sorri e lhe dá um leve beijo na testa. 
-Esse tipo de lugar -Diz olhando para Annette e as mulheres -Não combina com Catherine. 
-Pensei que fosse Kitten -Diz Bones, Gregor a encara.
Droga, ela pensa, Ele me quer morta. 
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do cap.
Não esqueçam de deixar a opinião, seja positiva ou negativa.
Amoo Vcs
Até o próximo
Beijinhos 😘 😘 😘


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