História Night of the Wolfman - Capítulo 10


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Ichigo Kurosaki, Renji Abarai, Rukia Kuchiki
Tags Bleach, Byakuya Kuchiki, Hentai, Ichigo Kurosaki, Lobisomem, Renji Abarai, Renruki, Rukia Kuchiki, Universo Alternativo, Vampiro
Visualizações 13
Palavras 1.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ohayo minna.
Mais um cap.
Essa é a parte 2 do capítulo anterior.
Eu tentarei postar os capítulos semanalmente, entre sábado ou domingo, a menos que aconteça algo e não dê para mim postar.
Mas, sem mais delongas, vamos ao cap.

Capítulo 10 - Wolfsbane: Poison ll


Fanfic / Fanfiction Night of the Wolfman - Capítulo 10 - Wolfsbane: Poison ll

Wolfsbane: Poison ll 

Continuamos a andar pela trilha invisível. Nenhum de nós tocou no assunto do ocorrido, e eu nem queria, mas Rukia não se aguentou. Estranhamente, eu esperava isso de Renji.

- Renji, o que você quis dizer com "nosso tempo está se esgotando"?

- Bom, depois que um lobisomem vira uma besta irracional, é difícil de ele voltar ao normal.

- E quanto tempo nós temos?  - Ela perguntou. 

- Chutando? Baseado em toda aquela raiva dele? 12 horas.

- Estou ouvindo. - Eu disse.

- É por isso que devemos encontrar aquelas flores e fazer uma poção dela ainda hoje. - Renji informou.

- E como sabeis de isso tudo? - Questionei. 

Renji tateou o bolso e tirou uma folha dobrada. 

- Por causa disso. - Ele disse.

- Você roubou essa folha daquele livro?! - Disse Rukia. 

- Ali. - Intervim e falei me referindo ao riacho logo a frente. 

Caminhamos ao lado dele por meia hora, até eu começar a sentir novamente aquele cheiro ardente. 

- À frente. - Falei. 

Atravessamos o rio subindo pelas pedras escorregadias e Rukia quase caiu, mas Renji a segurou pela cintura e sorriu.

 Revirei os olhos.

Enquanto avançavamos o rio, o cheiro ficava cada vez mais forte, o que me permitiria achar o local novamente, ainda que não tivesse visto nenhuma flor da primeira vez, mas eu sabia que aquele era o local. 

Ao terminarmos de atravessar o rio, Renji e Rukia perceberam que ele corria para dentro de uma pequena formação de pedras baixa que dava entrada para um vale. 

Espiando pelo buraco, vimos uma série de degraus de pedra esculpidos que desapareciam na escuridão do solo e da água. Mas quem teria os esculpido? 

Nos abaixamos e descemos com cautela os degraus de pedra. Rukia pegou da mochila uma lanterna, iluminando o nosso caminho. As paredes estavam cobertas de musgo.

As paredes afastaram - se, até conseguirmos ver o outro lado. Nosso caminho tornou - se descente e claro. 

Continuamos a ficar perto do riacho, seguindo - o para cima. 

A margem era cristalina e cheia de pedras lisas. Torci o nariz quando senti aquele cheiro ficar quase insuportável. Era tão amargo que fazia meu nariz arder por dentro, mas aquilo significava que estávamos muito perto, só não saberia dizer se aquilo significava bem ou mal a minha condição. 

Ao sentir a forte mudança na força da essência do cheiro, Renji gritou para mim:

- Olhe, Kuchiki! Flores de acônito roxas entre as pedras do rio! - Ele me direcionou as flores com o indicador.

Rukia deu pulos de alegria e eu senti uma pequena pontada de alívio. 

Renji ofereceu - se para pegar as flores, pois sabia que minha pele queimaria ao menor toque delas. Ele sabia também que aquelas flores eram venenosas, então pôs um par de luvas para pega - las. Renji entregava as flores a Rukia para que ela pudesse enrola - las em uma coberta, e Rukia, as pegava com todo o cuidado, com auxílio de luvas. 

Renji já havia pego uma quantia considerável de flores, faltava pegar uma apenas. Quando ele esfregou as mãos e esticou - se para pega - lá, ouvi uma movimentação em baixo d'água e um ser pálido saltou para cima e foi em direção a Renji, agarrando - o pelo ombro e cravando suas presas em seu pescoço. 

- uoah! Argh! Aah! - Renji gritava de dor enquanto tentava soltar - se daquele ser. 

- Renji! - Gritou Rukia. 

Eu o puxei do pescoço dele e o joguei para longe contra várias árvores,  atravessando ela.

Renji cambaleou para frente e Rukia o pegou antes que ele alcança - se o chão. Ela tentou falar com Renji, mas ele não conseguiu dizer uma só palavra. Rukia tocou - lhe o pescoço com a ponta dos dedos e seus olhos lacrimejaram em lágrimas, uma gota caiu no rosto de Renji e ele, ao sentir a lágrima, fechou os olhos.

- Renji! - Ela gritou novamente. 

O ser levantava - se do chão ao longe. Ele me encarou fundo nos olhos e então disse: 

- Você!  

Eu não sabia o que ele queria dizer com aquilo, mas não me importava naquele momento. O ser se afastou três passos para trás e fugiu.

- Hunf, covarde. - Disse.

                         xXx 

Quando Renji recuperou a consciência, Rukia ergueu sua cabeça e lhe deu água. Renji gemeu com a pontada de dor na lateral do pescoço, que parecia queimar como se ele estivesse engolindo ácido. 

Rukia pousou a cabeça de Renji no colo e segurou sua mão para acariciar - lhe os seus dedos. 

- Renji, não sei como consertar isso, não sei o que fazer, não sei o quanto de sangue você perdeu ou se essa mordida é letal... - Ela fez uma pausa, beijou - lhe a mão e então prosseguiu. - Eu não posso te perder...

Bufei. 

- Ah... au... - Ele se remexeu. - Isso aqui tá doloroso demais para ser o céu. Estou no inferno?

Rukia riu.

- Não. - Ela respondeu. - Como se sente?

- Vivo, eu acho. Não morri ao menos, pelo menos eu acho que não. - Ele se levantou. - Mais o que foi aquilo?

Rukia deu de ombros sem saber.

- Um vampiro. - Intervim.

- Um vampiro? - Questionou Rukia sem acreditar. - Mas... Eles existem? 

- Parece que sim né, Rukia. - Renji resmungou.

- Atá, e se te dissessem que o papai Noel é real você acreditava? - Debochou ela.

- Eu também não acreditava em lobisomem, tá? - Respondeu Renji.

Então ele se lembrou de de algo e olhou ao redor.

- Uh? Cadê as flores de acônito? - Ele perguntou.

- Aqui. - Rukia apanhou o cobertor e mostrou as flores dentro dela e então,  enrolou devolta. 

Então, notei algo.

- Temos companhia. - Eu os alertei. 

Percebi que haviam mais vampiros e todos estavam dentro da água, tirando suas cabeças para fora, nos observando. 

- Vão. Vão! - Gritei.

Começamos a correr. Os vampiros saltavam da água, saltando de árvore em árvore, bem acima de nós,  seguindo - nos. 

- Peguem a mochila e vão! - Falei e dei meia volta.

- Nii - Sama, o que vai fazer? - Gritou Rukia para mim.

- Venha, Rukia! Depressa! - Renji a puxou.

Comecei a correr mais rápido na direção dos vampiros e saltei 7 metros em direção às árvores, uma por uma, afim de retardar os vampiros.

Os vampiros enfurecidos saltaram para cima de mim, 3, 6, 9 vampiros.

 Eu os chutava violentamente.

 Um agarrou minha perna e a mordeu. Eu saltava, pulava de encontro as árvores, batendo o meu corpo de um lado para o outro. Então, com saltos por entre os galhos, livrei - me  dos vampiros.

Me afastei deles e fui de encontro a Renji e Rukia, que alcançaram a pequena caverna. Subimos os degraus, parando do outro lado.

- Conseguimos! - Disse Renji sorrindo e ofegando. 

Rukia sorriu devolta.

- Vamos voltar ao hotel. Preciso tomar um banho. 

Não discutimos.

Andamos o resto da tarde pela floresta a caminho de volta. Depois de duas horas de caminhada, finalmente avistamos o volvo preto. Peguei as chaves da mochila e destranquei o carro, abri a porta do motorista e subi no interior. Renji subiu no lado do carona e Rukia  no banco de trás. 

Enquanto eu dirigia, Rukia e Renji dormiram a viagem toda, somente acordaram quando finalmente cheguei em frente ao hotel. 

Parei na entrada e entreguei as chaves para manobrista estacionar o carro. 

Adentramos o hotel e seguimos para o elevador, indo em direção ao nossos quartos.

O pôr - do - sol chegou rápido. 

Decidi tomar um longo e demorado banho. Lavei bem o cabelo e o corpo, enterrando bem o sabonete líquido nas unhas e nas orelhas. Quando me senti totalmente limpo, saí do banheiro. Depois de me secar, vesti meu roupão preto e saí do banheiro. Arrumei o cabelo e vesti uma camisa azul de algodão e uma calça cinza escura. 

Fiquei com a mochila de Rukia. Abri ela e peguei as flores de acônito. 

Fui até a cozinha do hotel, que era uma área restrita. Mas com jeito, consegue - se entrar, basta a cozinheira te achar atraente.

Fiquei até começar a escurecer fazendo o chá. 

Por fim, quando terminei, saí da cozinha e fui para fora do hotel.

Olhei para o céu pensativo.

"Os efeitos que o acônito pode causar são diversos, como perda do controle da transformação, perda das habilidades, inconsciência e alucinações, mas pode levar a cura." 

Lembrei - me do que Renji havia dito.

"Se há uma mínima chance de eu voltar ao normal e poder ficar sem a maldição do lobisomem sobre minha cabeça, irei fazer isso."

Eu havia dito, e eu estava decidido.

Segurei com firmeza a xícara e levei - a boca, tomando o chá. O gosto de um amontoado de besouros definia bem as folhas. As pétalas e o miolo tinham gosto de ferrugem e ácido. Parecia que eu estava fazendo gargarejo com pregos.

Apesar disso, engoli tudo. O veneno contido na flor deveria repelir a transformação. 

Ouvi passos atrás de mim.

- Nii-sama? - Rukia reparou na xícara na minha mão. - Você... está bem? 

- Hunf...Rukia, não há o que temer. - Disse em tom soturno.

Rukia suspirou.

- Quem você pensa que sou? - Falei com indiferença.

Renji deu de ombros e riu balançando a cabeça. 

- Então, vamos entrar, nii-sama. - Convidou ela.

Quando dei o primeiro passo, minha visão enbassou e escureceu, soltei a xícara e levei minhas mãos a minha cabeça, que começou a doer e a dar pontadas, eu não conseguia pensar, vi minhas mãos ficarem pálidas. 

- Hã... Kuchiki? Você... está bem mesmo? - Disse Renji. 

Encostei - me na parede tentando me firmar, mas meus pés vacilaram e deslizei até chão.

- NII-SAMA!! - Ouvi Rukia gritar e vir até mim.

- Você não parece nada bem, hein, Kuchiki! 

Foi a última coisa que eu ouvi antes de fechar os olhos.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Até o próximo cap.
Bye, bye.


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