História Night of the Wolfman - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki
Tags Bleach, Byakuya Kuchiki, Hentai, Ichigo Kurosaki, Lobisomem, Renji Abarai, Renruki, Rukia Kuchiki, Universo Alternativo, Vampiro
Visualizações 11
Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ohayo meus leitores.
Como eu disse antes no cap 6, nunca vou desistir da fic, mesmo que eu demore para postar.
Agora sim, mais um cap. ^-^

Capítulo 9 - Wolfsbane: Poison l


Fanfic / Fanfiction Night of the Wolfman - Capítulo 9 - Wolfsbane: Poison l

Wofsbane: Poison 

"A noite estava escura. Um denso nevoeiro cobria os rastros. 

Entrei no quarto de Rukia. 

O denso nevoeiro entrava pela janela, que estava quebrada, cobrindo o corpo de Rukia que estava caída no chão. Seu corpo estava inerte. Rukia estava morta!

No mesmo instante que a vi ali, vi o responsável por tal atrocidade cometida para com Rukia. Aquele lobo negro imenso tinha o sangue dela em suas garras e presas. Nesse momento perdi a calma e avancei contra aquela besta irracional. 

Mas, a cada passo em que eu avançava perante ele, ele avançava contra mim. Porém, eu não me importava, só queria fazê - lo pagar pelo feito cometido. 

Continuei avançado e ele também continuava a avançar. 

Dei meu último passo. Centímetros nos separavam. O curioso era que eu não sentia sua respiração. 

- Fizestes isso com Rukia? Agora olhais minha fúria, desvalido! 

Fui guiado pela raiva e não pela razão. Em um impulso levantei minha mão contra a fera, esperando golpeá - lo em seus olhos dourados sensíveis,  porém,  a fera ergueu suas garras contra mim para golpear - me em meus olhos, mas sua mão não desceu. Curioso, levei minha mão até a mão dele, que fez o mesmo e levava sua mão até a minha. Nossas mãos se encontraram, o sangue escorria por elas duas, assim como nas bocas. Então dei - me conta de estar vendo meu próprio reflexo diante de um espelho." 

Despertei do sonho que me envolvia. Parecia real. Sangue havia em minhas mãos,  assim como em minha boca. Eu estava no meio de cascalho espalhados pelo chão, encharcado pelo sangue e pela sujeira mal cheirosa. Não conseguia lembrar do ocorrido da noite passada, mas minha fome tinha passado. A sujeira grudava no sangue seco. Tirei os fios negros que grudava em meu rosto e olhei ao redor. Vi uma árvore derrubada com marcas de garras que eu conhecia muito bem. 

Levantei - me do chão e comecei a andar por entre as árvores, tentando lembrar - me do caminho de volta por quase 45 minutos.

 Finalmente consegui avistar um riacho para a minha sorte. Alcancei - o e lavei o rosto e as mãos. Eu estava sentindo uma sede no fundo da garganta que só foi saciada depois de 1 litro de água. 

Recostei - me em uma das pedras redondas que havia ali. Eu desejava que Rukia não estivesse acordada quando eu voltasse, ou que pelo menos ficasse dentro da barraca, pois seria vergonhoso eu pedir a mochila com roupas para ela e ouvir os risos abafados de Renji. Esse pensamento me deu tanta raiva que eu quebrei uma das pedras sólidas ali com a mão esquerda. 

Enquanto eu "tentava relaxar", senti um cheiro forte e amargo que fazia meu nariz arder. Retorcido o nariz. Aquela era uma parte do rio que eu não havia estado, muito afastada do acampamento. 

Levantei - me e comecei a seguir o tal cheiro, subindo o rio. Subi um amontoado de grandes pedras a margem do rio e finalmente consegui ver a fonte do amargo cheiro.

                         xXx

O sol havia evaporado a água do meu rosto, mãos e pés.  

Havia galhos e várias pétalas de flores de ameixeiras e cerejeiras pelo chão do acampamento. O que restava da fogueira era madeira carbonizada. Pela posição do sol, não devia ser mais de 07:00 da manhã, e Rukia continuava dormindo dentro da barraca, para a minha sorte. Avistei a sombra da mochila dentro da barraca bem debaixo de um dos pés de Renji, que a usava como descanso para o pé.

 Suspirei exasperado.

 Caminhei silenciosamente até a barraca e me abaixei nos joelhos, abrindo o zíper com cuidado. Agarrei a canela de Renji levantando seu pé esquerdo segurando o impulso de quebrá - lo. Puxei a mochila e senti Renji mexer a perna enquanto virava o rosto. Afrouxei o aperto na canela e tirei a mochila, soltando - o. Ele se mexeu mais uma vez quando sentiu o calcanhar bater no chão.  

Caminhei até a cachoeira ali e limpei tudo o que eu tinha que limpar, vestindo a última muda de roupa minha ali. Uma azul de algodão que Rukia havia posto que se parecia muito com meu pijama. Me dei conta que se parecia muito porque era. Usei as minhas meias pretas ali, não me incomodava ficar só com elas no meio das pedras e cascalhos, mas eu tava pagando de ridículo. 

Antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, ouvi passos. Rukia e Renji haviam acordado. 

- Nii-sama... - Disse - me Rukia um pouco fora do ar. - Bom que esta de volta. Então, você encontrou algo hoje?

Respirei fundo.

- Arrumem tudo.Vocês virão comigo até a caverna das flores de acônito. 

- Encontrou elas? - Disse - me Rukia perplexa.

Assenti. 

- A uns dois quilômetros daqui. Seu cheiro é forte. - Respondi.

- Certo. - Disse Renji calçando sua bota direita. - Essas flores estão relativamente visíveis? 

Assenti novamente. 

- Então vamos caçar. - Sorriu Rukia. 

- Ah - Disse Renji. - Estou com uma marca vermelha no tornozelo esquerdo. 

- Vamos! - O interrompi.

                        xXx 

Levamos 15 minutos para arrumar tudo. Rukia parecia aliviada por eu finalmente conseguir achar aquelas flores. 

Eu ia na frente, e eles seguiam - me. Para passar o tempo, Renji conversava vez ou outra com Rukia,  mencionou que já havia um tempo que devia 5.000 Yen em comida na geladeira de Ichigo e Rukia dizia que ele era um morto de fome que não tinha jeito. Ela respondia uma vez ou outra coisas banais e aleatórias, como por exemplo como ele podia pensar em comida depois da minha caça a noite.

Nesse instante eu parei.

- Depois de minha o que? - Foi então que uma vaga lembrança me ocorreu por uns 2 segundos. - Você viu - me?  

- A sua caça? Sim, eu vi sim. Nós vimos. Pensei que soubesse.

- Iie, Rukia. Não sabia não! 

Fitei Renji.

- Devias te - lá impedindo disto, Abarai! És assim que tomas conta dela em minha ausência? Irresponsável, tolo! 

Levantei a mão e o bati no peito dele com o dorso da mão, o empurrando 1 metro para trás. Renji cambaleou mas não caiu.

- Você está sempre ausente! - Renji gritou. - Abra os olhos e veja que pelo menos agora você não tá passando fome! E eu tô cuidando dela muito melhor do que você!  - Ele se aproximou de mim e empurrou - me para trás. 

- Já chega! - Ordenou Rukia. 

- És tudo o que pode fazer? - Falei por impulso. - Tente novamente.

Renji fechou a mão em punho e socou meu maxilar, fazendo - me afastar.

- Renji!  - Rukia disse. - Chega! 

Esfreguei o maxilar enquanto Renji balançava a mão dolorida. 

- Tente novamente, Abarai! - O desafiei.

- Byakuya! - Pediu Rukia. 

Renji limpou a garganta, encheu as bochechas com saliva e cuspiu em minha bochecha direita.

- Se acalmem os dois agora! Que droga! 

Limpei a saliva dele em mim e o ergui pelo pescoço,  prensando - o contra o tronco de uma árvore. 

- Tente novamente! 

Renji engasgava.

- E-eu nã-não tô res-pi-ran-do...

- Já chega, Byakuya! 

O apertei ainda mais e repeti.

- Tente novamente! 

Enquanto sufocava, ele olhou nos meu olhos e disse.

- Se-seus o-olhos es-tão dou-ra-dos...

Senti algo quente escorrer pelas minha unhas e percebi que era o sangue do pescoço dele.

- Nii-sama! Para! 

Renji apertava minhas mãos, mas logo seu aperto ficou fraco e seus olhos  começaram a se fechar.

- Nii-sama! Byakuya! - Rukia pulou em meu pescoço,  puxando meu cabelo, arranhando meu pescoço e cotovelando meus ombros. 

Peguei ela com a outra mão e a joguei de costas contra outra árvore. 

- Aai... - Gemeu Rukia. - Nii-sama... - Ela me olhou nos olhos e eu a fitei. - O que aconteceu com você? Eu não estou te reconhecendo mais... - Havia dor em sua voz.

Eu a encarei e alguma coisa se avivou dentro de minha mente. Pisquei com força e chacoalhei a cabeça. Quando abri os olhos vi toda a cena. Soltei Renji e cambaleei para trás. 

Rukia engatinhou até Renji que arfava tentando recuperar o fôlego. Uma enorme marca vermelha estava em seu pescoço. 

- Nosso... nosso tempo... esta se... esgotando... - Disse ele. - Temos que... fazer uma poção... para lobisomem... das flores de acônito. Agora!! 







Notas Finais


Até o próximo cap.


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