História Nightmare - An Iron Story - Capítulo 42


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Laura Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers, Thor
Tags Age Of Ultron, Capitão América, Era De Ultron, Gavião Arqueiro, Homem De Ferro, Os Vingadores, Soldado Invernal, The Avengers, Winter Soldier
Exibições 41
Palavras 2.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, baixinhos, baixinhas, altinhos e altinhas! Demorei? Sim, eu sei, peço desculpas, mas olha quem voltou \o/ Alguns podem estar tristes por não terem ganhado presente de dia das crianças, mas a titia May trouxe um pra vocês \o/ Espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 42 - Her Fault


Fanfic / Fanfiction Nightmare - An Iron Story - Capítulo 42 - Her Fault

A noite já havia tomado o céu de Los Angeles, mas não passava das nove horas. No momento, o Teatro Chinês estava iluminado tanto por seus refletores, quanto pelos flashes dos turistas. Era difícil saber ao certo quantas pessoas estavam no local, mas isso apenas facilitaria a tarefa de Kate. Ela desce do sedã preto e caminha até a entrada do local, seguindo para a bilheteria. O Agente da UNCLE era sua sessão, programada para dali a dez minutos. Na bomboniere, compra um pequeno balde de pipoca e um suco qualquer, não tardando a entrar na sala.

– Fileira 21, assento 16 – o rapaz à porta a indica o lado para onde ficava seu lugar. – Bom filme.

Ela responde com um sorriso e segue para o local indicado, logo se acomodando. Observa a sala, mas as luzes se apagam, indicando o início da sessão. Por volta do meio do filme, a poltrona ao seu lado é ocupada por um rapaz, que não aparentava ter mais que 21 anos. Ela o olha, mas este apenas a estende a pequena caixa que havia em sua mão e se retira, voltando para alguma fileira atrás dela sem dizer uma palavra.

Olho nele, Nat – a voz de Samantha se faz anunciada no ponto da ruiva, que estava na última fileira. Claro que não deixariam a mercenária sem vigilância.

– Não será difícil – Romanoff responde ao vê-lo se sentar ao lado de uma garota à sua frente, facilitando seu serviço.

Um pouco antes do filme terminar, Kate se levanta, saindo da sala com a caixa em mãos. O corredor estava vazio, então, ela segue para a saída de emergência e logo sai no estacionamento. Avista o sedã e entra no mesmo, atraindo o olhar de Samantha, que estava no banco traseiro.

– Te fiz esperar muito? – um sorriso arrogante toma o rosto da mercenária, fazendo a agente revirar os olhos e voltar a atenção para o tablet em suas mãos. – Como é ter que tomar conta de quem você adoraria matar?

– Eu gostaria muito mais se pudesse dar um tiro na sua cabeça, mas estou torcendo para que você tente fugir – Samantha força um sorriso, que logo some, dando lugar para um olhar sem paciência alguma para as brincadeiras da assassina. – Vamos sair logo daqui.

– Sim, senhora – murmura e liga o veículo, deixando o local.

O garoto está limpo – Natasha se pronuncia. – Ele disse que um cara pediu para que ele entregasse a caixa para a mulher naquele assento. Ele também não consegue identificar o sujeito, disse que estava de capuz e boné.

– Tudo bem, vamos nos concentrar nisso depois – Samantha olha pela janela e nota que o caminho não era para o hotel. – Aonde pensa que está indo?

– Para o hospital, vamos terminar logo com isso – Bishop acelera um pouco mais e Samantha puxa a arma em seu coldre, apontando para a cabeça da outra, se pondo entre os bancos.

– Não acho que vai sentir falta dos poucos neurônios que têm, já que quer tanto que eu os estoure, não é? – sua voz sai firme e grossa, enquanto seu dedo tira a trava da arma. – Não me teste, Bishop, estou com o dedo coçando há tempos.

Nenhuma palavra a mais foi proferida antes que a mulher de olhos azuis parasse o carro numa via secundária à Sunset Boulevard. Samantha tira a chave da ignição e desce do carro, abrindo a porta do motorista ainda com a arma empunhada.

– Desce.

Bishop ergue as mãos e acata com um sorriso arrogante no rosto. Uma picape se aproxima e para atrás do carro delas. Samantha segurava o cabo da pistola com certa força, mas põe a trava de volta ao sentir uma mão tocar seu ombro.

– Tudo bem, Sammy – Clint aperta levemente seu ombro, a fazendo abaixar a arma. – Tínhamos um plano, Katherine. Você é tão idiota que não sabe mais seguir nem uma droga de cronograma?

– Vocês acham mesmo que devíamos confiar nela? – Samantha guarda a arma de volta ao coldre e o olha, percebendo que o arqueiro respira fundo. – Não podemos ficar à vista. Ele vai descobrir.

– Vamos voltar para o hotel, você dirige – ele olha para a Stark, que assente e entra no veículo após empurrar a Bishop para o banco traseiro.

O caminho de volta para o hotel foi silencioso, mas não menos tenso do que antes. Os três entram no quarto da assassina e já encontram Natasha sentada à mesa, de pernas cruzadas e de frente para a porta. Ela batuca os dedos na mesa uma última vez e apoia a mão na quina.

– Você só tinha que fazer uma coisa, pegar a maldita encomenda e voltar para o hotel, mas é claro que você tinha que tentar se mostrar superior, não é mesmo?

– Eu não sei quanto a você, mas eu não gosto de enrolações, muito menos atrasos, quanto mais rápido fizermos isso, mais rápido terminamos e eu posso voltar para o aconchego da minha cela – Kate força um sorriso e segue para o quarto.

– Por mim, você nem teria saído de lá, mas temos um acordo, espero que não precisemos reaver os termos, porque você não vai gostar nem um pouco – Natasha conclui num tom alto para que a outra lhe ouvisse.

– Mantemos o plano? – Clint questiona e olha para a amiga, que assente. – Nesse caso, acho melhor descansarmos, já tivemos muitos sustos para um dia.

– Não tire os olhos dela – Samantha murmura antes de sair do quarto, acompanhada de Natasha.

#

Faltava pouco mais de dez minutos para as três da manhã. Os agentes combinaram durante o jantar que seria melhor se agissem às escuras, porém, a noite do dia seguinte ainda demoraria. Agora, Samantha parava o sedã no estacionamento, enquanto Natasha e Kate estavam na picape parada em frente ao hospital. Clint estava por cima dos prédios, procurando alguma visão boa, caso algo ocorresse. A Stark segue direto para o vestiário, indo pelos fundos e esbarrando em uma enfermeira que saía.

– Desculpe – sorri sem graça e dá passagem para a mulher, entrando logo em seguida, pegando o cartão da mesma para conferir o armário. Após vestir o uniforme, ela encontra as escadarias, onde deixa suas botas e jaqueta, e sobe as escadas até o andar onde ficava o quarto de Joshua, porém, antes que pudesse entrar, se sente observada. A morena olha discretamente para trás, mas não consegue ver ninguém. Ao parar em frente ao quarto, abre a porta, mas encontra o cômodo vazio. – Ele não está aqui.

Como assim? – Natasha questiona. – Samantha? – chama sua atenção ao notar certa demora.

– Ele não está aqui, o quarto está vazio.

Saia daí agora mesmo – Kate aconselha e olha em volta.

Samantha olha para o corredor antes de sair pela porta, rumando à saída. Antes que a alcançasse, sente novamente a sensação de estar sendo vigiada e acelera um pouco seus passos, até encontrar a escadaria, que desce correndo até o térreo. Ela troca os calçados e retira a camisa do uniforme, deixando apenas sua camiseta branca, que cobre com a jaqueta. Ao dar as caras no corredor, põe as mãos nos bolsos e caminha normalmente para fora. Mal havia alcançado o meio da rua quando dois disparos são ouvidos. Ela olha para o carro e nota Natasha observando o prédio do outro lado. Uma sombra salta do edifício, fazendo a ruiva arrancar com o carro, enquanto a morena corre para cima do prédio.

Alguns lances de escadas e rampas improvisadas com tábuas de madeira estavam em seu caminho, causando um alto ruído com as passadas rápidas da Stark. Ela chega ao ponto mais alto e encontra um corpo ao chão. Ao se aproximar, identifica Clint. Ela tira a máscara que cobria o rosto do loiro e se ajoelha ao chão, apoiando a cabeça dele em seu colo, enquanto a mão vai ao bolso para ligar para a emergência. Claro, estava em frente ao hospital, mas provavelmente não a encontrariam se gritasse. Ela explica rapidamente aonde estão e desliga, voltando sua atenção a Clint.

– Ei, olha para mim, Clint, você vai ficar bem, ok? – ela pressiona uma das feridas, enquanto uma das mãos dele pressionava a outra e a livre sobe para a sua. – Não faz isso comigo – ela pede e deposita um beijo na testa dele, o abraçando com cuidado, porém, firmemente. – Fique comigo.

– Senhorita? – alguém grita próximo à escadaria.

– Aqui! – responde e ouve passos apressados. Três enfermeiros se aproximam, dois deles abrem uma maca dobrável ao lado do arqueiro, enquanto o outro checa os ferimentos. Ele pega o pequeno rádio em seu bolso e parece informar alguém no hospital, que responde que estariam prontos. Após colocar o loiro na maca, todos seguem de volta ao hospital e Clint é encaminhado para a emergência, enquanto Samantha fica na recepção por insistência da enfermeira.

– Tem alguém para quem possamos ligar? Família, esposa? O que a senhorita é dele? – a mulher de cabelos pretos presos num coque pergunta e põe a mão no ombro da moça, tentando tranquilizá-la.

– Eu sou a namorada dele – passa a mão no rosto. – Eu posso ligar para o irmão dele, mas moramos em Nova York.

– Tudo bem, eu posso ligar, se preferir.

– Não, eu ligo, obrigada – suspira e segue para a saída. Não gostava da áurea do lugar, não aguentaria continuar lá dentro sem desabar. Ela pega o celular no bolso e disca os números de Fury. Não passa de dois toques e ele atende. – Senhor, temos uma situação – sua voz sai trêmula.

Respire fundo, agente, me explique o que houve – pede, tentando acalmá-la.

– Viemos ao hospital com um plano, Clint ficou de vigia no prédio da frente, mas parece que tinha alguém esperando. Ele tentou reagir, mas levou dois tiros, está em cirurgia no Ronald Reagan agora – ela suspira.

Tudo bem, vou pedir para que uma equipe esteja de prontidão. Ligarei para o Barney.

– Obrigada, senhor – ela desliga e entra novamente no edifício para preencher alguns papéis, como exigia o protocolo. Ao terminar, se senta na sala de espera, aguardando qualquer notícia e observando tudo à sua volta. Seria um longo resto de noite.

#

Nova York – sete e quarenta da manhã.

Natasha e Kate haviam voltado para o hotel e recolhido suas coisas, voltando para Nova York no jato, enquanto Samantha ia com Clint no helicóptero de resgate. Não haviam conseguido retirar as balas do agente, mas constataram que seria melhor que o enviassem para Nova York imediatamente do que continuarem tentando, pois não estavam encontrando os projéteis, e um dos tiros atingira um pouco próximo ao coração.

Uma equipe médica já estava preparada no hangar, apenas esperando sua chegada. Tão rápido quanto a porta se abriu, a equipe já encaminhava Clint para a ala hospitalar, deixando Samantha um tanto atordoada para trás. Parada de frente para o prédio, ela pôs as mãos nos bolsos e seus pensamentos pareceram viajar para outra dimensão. Enquanto tudo corria à sua volta, ela não conseguia fixar sua mente em nada, era como se ela apenas existisse. Agentes corriam de um lado ao outro, enquanto ela mal se lembrava de como controlar suas pernas.

Uma voz ao fundo cortou sua falta de concentração, a fazendo despertar de seu transe. A figura ruiva se aproximou e a abraçou fortemente. Natasha provavelmente sabia como ela se sentia, ou fazia certa ideia, já que presenciara mais momentos assim do que gostaria de admitir.

– Eu fico com ele, vá descansar – Romanoff aconselha, recebendo apenas um aceno em resposta.

Samantha caminha a passos vagarosos até o complexo, que encontra vazio. Vai até seu quarto e logo entra no banheiro, onde se encara no espelho por longos instantes. Seus olhos estavam vermelhos e seu rosto parecia inchado, apesar de não ter chorado no hospital. Sua camisa, outrora branca, agora estava com uma pequena mancha vermelha por tê-la usado para limpar mais ou menos suas mãos para usar o celular. Ela tira suas roupas e entra debaixo do chuveiro, que jorrava a água quente contra seu corpo frio. Lava bem as mãos, passando-as no rosto em seguida, como uma tentativa de que levasse suas preocupações e todo aquele dia pelo ralo junto com a água. Cansada, Samantha se senta ao chão e abraça os próprios joelhos, apoiando sua testa nos mesmos e deixando que as lágrimas escorressem.

Após meia hora debaixo do chuveiro, a Stark se sente pronta para sair, porém, em vez de seguir o conselho da amiga e descansar, ela se veste e vai até a ala hospitalar. Por mais que sua mente implorasse por algumas horas de sono, ela simplesmente não conseguiria se deitar e não pensar em Clint. Ao se aproximar da sala de espera, ouve um par de vozes conhecidas, Natasha e Fury, ambos conversavam sobre as circunstâncias da missão, enquanto Kate apenas ouvia calada sentada à poltrona. Os dois não notam sua presença até que ela pare ao lado de ambos.

– Alguma notícia?

– Ainda não, o que você faz aqui? – Natasha questiona num tom repreensivo.

– Eu não ia conseguir ficar dentro daquele quarto, você sabe bem como é – murmura e cruza os braços. – Eu quero ela na cela.

– Por que essa agressão gratuita? – Katherine se pronuncia e se levanta, dando alguns passos até eles.

– Você ainda não entendeu, querida? – Samantha ri alto em escárnio. – Isso é culpa sua!

– Eu estava dentro do carro com a Romanoff, eu não fiz nada.

– Está mais do que na cara que aquela bala era para você, mas nós impedimos. Eu indo no seu lugar e o Clint levando, não apenas um, mas dois tiros por você. Então, por que não nos faz um favor e volta para o buraco de onde saiu? – sugere a última parte elevando sua voz, atraindo a atenção de todos os agentes e enfermeiros no corredor, incluindo dois visitantes. – Não precisamos de você por perto. Não consegue ver?

Kate se cala e, por alguns instantes, perde seu olhar por cima do ombro da morena de olhos verdes. Curiosa, Samantha olha para trás e vê Barney se aproximar com Lila um pouco amedrontada em seus braços. Os pulmões da Stark gelam, provavelmente havia assustado a menina com sua crise, mas a verdade é que não aguentava mais.

Por um momento, quis ficar brava com Barney, mas não conseguia. Não queria a menina perto da mãe. Sabia que não cabia a si decidir, mas aquilo a incomodava. Ela passa uma das mãos nos cabelos e se aproxima deles, dando um beijo na testa de Lila, que logo estica seus braços para a mulher. Samantha a toma no colo e alisa seus cabelos. Após cumprimentar Samantha do mesmo jeito que ela cumprimentara sua sobrinha, Barney caminha até Natasha.

– O que ela faz aqui? – ele questiona baixo, vendo sua ex-cunhada ao encalço da ruiva.

– É bom te ver também, Bernard – resmunga a prisioneira.

– Ela estava nos auxiliando em uma missão – Natasha começa, mas o homem cruza os braços e arqueia a sobrancelha. – É só um jeito de dizer que a culpa é dela.

– Não foi assim tão difícil, foi? – ele suspira. – Há quanto tempo estão lá?

– Aqui, há pouco menos de uma hora, em Los Angeles, quase duas, fora as outras duas horas de viagem. Parece que as balas fizeram mais estrago do que deveriam.

A frase mal saíra quando as portas da emergência se abriram. Um homem alto andava na direção do trio enquanto tirava a touca de seus cabelos castanhos.

– Senhor Barton? – se dirige a Barney. – Sou o doutor McCoy, eu gostaria de informar que a cirurgia do seu irmão foi encerrada e conseguimos retirar os dois projéteis. Poderão vê-lo assim que ele for para o quarto, o que não deve demorar.

– Obrigado – o irmão mais velho do arqueiro respira profundamente, aliviado.

Antes de se retirar, o doutor McCoy olha em volta e nota que estavam sendo observados pela filha do Homem de Ferro, que assente em agradecimento. Ele retribui o gesto e some pelos corredores em tons de azul-claro e branco novamente. Barney vai até Samantha e Lila, se sentando na poltrona próxima a elas.

– Antes que brigue comigo, eu não sabia que Kate estava aqui. Lila me pediu para vir e eu não vi tanto problema, já que ela queria ver o pai, a Nat e você. Hospital não é lugar para crianças, eu sei – ele ergue a mão quando a vê abrir a boca, a interrompendo. – Mas seria pior se ela ficasse em casa, acredite.

Samantha abaixa o olhar e aperta a pequena em seus braços, que agora dormia. Não fazia ideia do que se passava pela mente da menina, não chegara a ter Tony correndo nenhum risco eminente de vida ou algo com o qual ela deveria se preocupar, afinal, ele tinha uma armadura de titânio para protegê-lo. Clint não tinha nada mais além de kevlar e sua força de vontade. O que só piorava as coisas. Mas o herói agora estava fora de perigo. Uma preocupação a menos. Agora, tudo o que Samantha e Natasha precisavam fazer era encontrar o responsável pelos tiros e o empregador de Bishop. Nada que já não tenham feito milhares de vezes antes.


Notas Finais


Então, espero que tenham gostado e que a espera tenha valido a pena.
Eu queria me desculpar pela demora, mas, infelizmente, não depende apenas de mim escrever, também dependo da inspiração e da vontade, que são duas coisas que não estão batendo ultimamente.
Feliz dia das crianças novamente, e nos vemos na próxima.
Beijos da tia May xx


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