História Nightmare - An Iron Story - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Laura Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers, Thor
Tags Age Of Ultron, Capitão América, Era De Ultron, Gavião Arqueiro, Homem De Ferro, Os Vingadores, Soldado Invernal, The Avengers, Winter Soldier
Exibições 35
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, sobrinhos e sobrinhas da tia May! Como estão? Sentiram saudade? Pois tenho certeza que não. Pois bem, venho, por meio desta atualização, atualizar a fanfic ~é mermo, é?~ e pedir desculpas, esperem por minhas explicações nas notas finais. Boa leitura!

Capítulo 43 - You Must Be Kidding


Fanfic / Fanfiction Nightmare - An Iron Story - Capítulo 43 - You Must Be Kidding

A ala hospitalar estava quase vazia. Algumas enfermeiras passeavam para ver os agentes que estavam quase de alta, fora isso, não houvera nenhuma emergência a mais naquele dia, apenas a de Clint, que fora baleado por um atirador desconhecido. Desconhecido para os outros, pois Kate sabia muito bem quem era. Agora, ela estava sentada no corredor, de frente para o quarto do arqueiro, até então, inconsciente. Barney e Lila estavam dentro do quarto desde que autorizaram as visitas.

Claro que Samantha não deixaria a prisioneira sozinha, por isso haviam dois agentes armados lhe fazendo companhia. Um som de botas chocando-se contra o piso de porcelana chamaram a atenção da mercenária, a fazendo olhar para o lado e ver Samantha se aproximando ao fim do corredor.

– Tenho uma proposta para você – Samantha parou em sua frente e começou, fazendo a morena de olhos azuis se levantar. – Eu vou deixar que você converse com a Lila, mas é só isso. Não vai tocar, nem falar para ela quem você é. Eu poderia simplesmente te prender e te arrastar de volta para a cela, mas eu quero agradecer pela sua ajuda. Só quero que entenda que, se você me desobedecer, não vou hesitar um segundo sequer em mandar atirarem em você, se possível, atiro eu mesma. Ela não precisa se lembrar da mãe de merda que ela teve.

Samantha pôs as mãos nos bolsos da calça e esperou pela resposta. Kate pareceu pensar e, ao mesmo tempo, planejar diversas maneiras de matá-la pela ameaça, mas ela estava em minoria e a Stark parecia mandar em todos, com certeza morreria antes de completar o ato. Ela apenas assentiu e voltou a se sentar, encarando o nada à sua frente.

– Não saia daqui – Samantha mandou e voltou por onde veio. – Olho nela – pediu aos agentes, que responderam algo afirmativo, e sumiu pelos corredores novamente.

Fury precisava conversar com Barney e não gostaria da menina por perto, já que se tratava de um caso em andamento, mas Samantha também precisava finalizar seu relatório, assim como Natasha, e não poderiam ficar com a menina. Fury e Barney ficariam dentro do quarto, então, não haveria problema se Kate fizesse companhia para a menina no corredor. Não muito tempo depois, o superior veio e a menina saiu.

– Oi – Kate tentou puxar assunto quando a menina sentou ao seu lado.

– Oi – sua voz saiu baixa, quase inaudível. A menina manteve seu olhar baixo, não parecia muito animada em socializar. Sempre foi uma menina falante, mas não era o caso naquele dia.

De seu laboratório, Samantha tinha o relatório na tela e, bem ao canto, a câmera de segurança do corredor. Ela podia ver as investidas de Kate para conseguir conversar com a filha, mas sem sucesso algum. De certa forma, aquilo a incomodou.

Ela se pôs no lugar de Kate, tentou imaginar como se sentiria se sua filha não soubesse quem ela era, mas também se pôs no lugar de Lila, com seu pai desacordado numa cama de hospital, ela sem poder fazer nada e uma estranha tentando conversar. Mas, claro, também tem aquela questão de que ela nunca faria o que Kate fizera. Era algo que chegava a ser desumano. Ficou até feliz por ter pedido ao pai para ficar com a menina. Foi apenas se lembrar, que o bilionário surgiu na imagem. Ele ignorou Kate e se aproximou da menina.

– Oi – ele sorriu ao se ajoelhar de frente para ela. – Se lembra de mim? – ela assentiu.

– Você é o Tony, amigo do meu pai.

– Isso – estendeu a mão para ela. – O que acha de fazermos um lanche, eu e você? – ela assentiu novamente e segurou a mão do homem, saindo do local.

Samantha sabia que ela estaria bem com seu pai, então, apenas fechou a câmera e voltou para seu afazer. Levou mais algum tempo até que terminasse, assim como Fury. Infelizmente, seu superior havia aceitado o pedido da mulher para que só fosse para a cela quando Clint estivesse acordado, o que demorou um pouco. Samantha estava sentada a algumas cadeiras de distância quando viram duas enfermeiras correrem em direção ao quarto. Samantha e Kate se levantaram rapidamente e seguiram para a janela, vendo que o arqueiro acabara de acordar.

– Parece que a hora do recreio terminou – a Stark olhou para a mulher ao seu lado.

Samantha fez sinal para os agentes, que foram na frente, enquanto as duas os seguiam para a ala de detenção. Foram alguns minutos até chegarem ao bloco de celas, não tardando mais a chegar na de Kate. Após prender a prisioneira, os agentes se retiraram, deixando-as a sós. Há algum tempo a Stark esperava por essa oportunidade, pois geralmente alguém estava por perto ou as ouvindo. Kate estava prestes a se sentar quando notou que a outra continuava ali.

– Algum problema? – questionou e arqueou as sobrancelhas.

– Na verdade, sim – Sammy cruzou os braços e a olhou. – Por que voltou?

– Desculpe, não sei se entendi a sua pergunta.

– Você podia ter tentado fugir em Los Angeles, podia ter dito “não” quando ofereceram o acordo, podia ter simplesmente apodrecido dentro dessa cela. Você já está no lucro por não ter morrido, porque é o que aconteceria se tivesse caído nas garras de algum inimigo – deu de ombros. – Por que ajudar?

– Eu não entendo porque está me perguntando isso – tentou desconversar.

– E eu só queria entender porque eu estou me sentindo mal por estar com o Clint – viu o olhar surpreso de Bishop. – Até onde eu sei, vocês ainda sentem algo um pelo outro, eu só não sei dizer se é algo bom ou algo ruim.

– Então, a dona da razão se sente ameaçada? – um sorriso debochado tomou o rosto da prisioneira. Ela cruzou os braços e se aproximou da grade. – O que quer?

– Quero que você me diga que está fazendo isso pelo Clint, pela Lila, quero que me diga que você quer sua antiga vida de volta. Me dê um único bom motivo e, quando tudo isso acabar, eu saio do caminho de vocês.

Kate não soube dizer se Samantha estava falando sério, mas sabia que nada que ela dissesse faria diferença, já que também sabia que Clint sentia algo pela agente. Para piorar sua situação, era algo bom. Seu papo de boa samaritana podia funcionar com o arqueiro, mas Samantha não era sensível em relação a ela, por isso se surpreendeu ao descobrir que ela se sentia ameaçada. As duas se encararam sem dizer uma palavra, apenas se estudando. Por fim, Sammy deduziu que Katherine não tinha um bom motivo. Ela estava ali por algo maior, ou provavelmente nem sabia porque estava.

– Até que tenha algo melhor, você continua aqui – se pronunciou firmemente e seguiu para a saída, deixando Kate com seus pensamentos. – Aliás, deve ser apenas uma questão de tempo até o seu amigo ir atrás da sua filha.

– Por que você acha que eles virão por mim? – riu sarcástica. – Está latindo para a árvore errada, queridinha.

Samantha, que já estava na metade do caminho, apenas parou e olhou para trás. Estava fora do campo de visão de Kate, mas ela sabia que havia capturado sua atenção.

#

Já era quase noite quando Samantha finalmente entrou no quarto de Clint. De certa forma, ela estava evitando aquele momento, pois se sentia mal por ter agido de forma tão infantil nos últimos dias e quase tê-lo perdido, mas, ao mesmo tempo, queria dar algum tempo para a família dele. Ela fechou a porta atrás de si e se sentou na cadeira ao lado da cama. Quando acordou, Clint sentiu as carícias em sua mão, notando sua companheira ao olhar para o lado. Ela estava distraída, mas sorriu ao senti-lo apertar sua mão.

– Pensei que me deixaria esperando a noite inteira – ela o olhou e aproximou um pouco mais a cadeira, se debruçando na cama.

– Eu acordei e você não estava aqui, pensei que tinha me abandonado – levou a mão dela aos lábios e depositou um beijo.

– Eu achei que seria bom você acordar com sua família aqui – acariciou o rosto dele. – A Lila ficou preocupada, o meu pai conseguiu distraí-la um pouco, acho que foi suficiente até você acordar.

– Agradeça a ele por mim – sorriu.

– Você vai poder agradecê-lo quando sair daqui.

– Eu espero que sim – tentou erguer um pouco o corpo para se sentar, mas gemeu de dor com a tentativa.

– Não devia se esforçar – Samantha se levantou e o ajudou, pondo um travesseiro em suas costas. Ele pôs uma das mãos na cintura dela e a puxou para se sentar ao lado dele. Pela proximidade, não foi preciso esforço algum para que seus lábios se tocassem.

– Senti sua falta – ele sussurrou e a abraçou, sentindo a mão dela em sua nuca. – Obrigado.

– Não tem nada a agradecer. Se eu não estivesse lá, você também não estaria – murmurou, sentindo-se um pouco culpada pelo ocorrido.

– Talvez também nem estivesse mais aqui, poderia ter sido bem pior – beijou o ombro dela. – Não é sua culpa, nem da Nat, nem da Kate – ela o soltou ao ouvir o nome da outra e se sentou de costas para ele, ainda na cama. – Sammy – a chamou, pondo sua mão sobre a dela.

– Não é culpa dela? Se ela não tivesse aparecido, você não estaria nessa cama de hospital agora e a sua filha não teria vindo aqui e sofrido por não saber se o pai ficaria bem ou não – sentiu sua voz querendo falhar, mas não permitiu.

– Não vamos voltar a isso, por favor – pediu e acariciou a mão dela. – Eu quase morri para ganhar um beijo, não quero ter que quase morrer para ganhar outro.

– Então, não deveria ter mencionado ela. Já não basta que agora eu vou ter que ir atrás do empregador dela sozinha com a Nat? Nossos músculos não vão poder ajudar dessa vez – o olhou.

– Vocês nunca precisaram de músculos – sorriu.

– Isso é verdade, era só uma desculpa para ter você por perto – ela riu e acariciou seu rosto antes de selar seus lábios. Observou o rosto do loiro por longos segundos. Teve medo de não poder vê-lo novamente. Teve medo de perdê-lo. Não sabia o que faria, provavelmente mataria Kate na primeira vez que a visse. – Desculpe – murmurou e baixou o olhar.

– Não tem que se desculpar – pôs a mão no queixo dela e o ergueu, fazendo-a o olhar. – Eu que te devo desculpas. Acho que eu não soube separar as coisas. Ela foi o meu passado, mas você é o meu futuro.

– Há quanto tempo estava pensando nisso? – perguntou depois de alguns segundos e tentou segurar, mas não aguentou quando ele também começou a rir.

– Confesso que já fazia algum tempo – sorriu e a beijou antes de puxá-la para deitar ao seu lado. – Obrigado por não ter me deixado.

– Estarei com você até o fim.

#

Pela manhã, Natasha fora fazer companhia para o parceiro para que Samantha pudesse comer algo. Ela havia saído do complexo e seguia para o centro de comando quando entrou no elevador, encontrando uma visitante inesperada.

– Samantha – Sharon sorriu ao vê-la. – Que bom te encontrar, eu estava meio perdida. Pode me mostrar aonde fica a sala de comando? Eu preciso falar com o Fury.

– Eu estou indo para lá – forçou seu sorriso, o que pareceu passar despercebido pela loira, que agradeceu. Samantha pressionou o botão para o terceiro andar e se encostou à parede.

A verdade é que, quem olhava, mal sabia que as duas soltavam grandes faíscas desde quando a morena entrou na organização. Sharon não deixara uma boa impressão. Não se viam desde que a SHIELD caíra e, por Samantha, continuariam assim.

– Eu fiquei sabendo do Clint – comentou, tentando amenizar a tensão. – Como ele está?

– Ele vai ter que fazer muito repouso, mas está muito melhor, obrigada por perguntar.

O elevador parou no andar, abrindo suas portas. Samantha indicou a direita para Carter e saiu logo atrás, caminhando ao seu lado.

– Fury – a loira sorriu ao se aproximar do mais velho e lhe estendeu a mão.

– Agente Carter – retribuiu o cumprimento. – Em que posso ajudar?

– Soubemos que vocês têm uma pessoa de interesse sob custódia – respondeu com seu tom profissional, segurando o próprio pulso à frente do corpo. Ele a olhou confuso, não sabendo, ou fingindo não saber, a quem ela se referia. – Katherine Bishop. Temos uma investigação em andamento sobre ela e gostaríamos de – ele a interrompeu.

– Uma missão conjunta? Sinto muito, mas também temos nossos assuntos com a senhorita Bishop. Imagino o trabalho que ela possa ter dado a vocês, mas, honestamente, até que concluamos as nossas investigações, ela não pode ir a lugar nenhum – proferiu calmamente. – Espero que entenda, agente Carter, que um de nossos agentes foi gravemente ferido nessa investigação e ela é a única pessoa que pode nos ajudar a encontrar os responsáveis.

– Claro, obrigada pela atenção, senhor – abaixou a cabeça em respeito. – Por favor, se precisarem de alguma coisa, ou quando terminarem, podem me ligar – ela tirou um cartão do bolso do paletó e entregou para o superior. No papel, seu nome e telefone.

– Obrigado – ele sorriu. – Senhorita Stark, por favor, acompanhe nossa visitante de volta ao carro dela – pediu e a viu assentir. – Em seguida, vá até a enfermaria e encontre a senhorita Romanoff, preciso falar com as duas.

– Sim, senhor – finalizou a conversa e olhou para Sharon, que seguiu de volta para o elevador, porém, no caminho, encontraram o Capitão Rogers.

– Capitão – as duas o cumprimentaram.

– Senhoritas – ele sorriu. Ia seguir até Fury, mas Sharon segurou seu braço.

– Sam, pode nos dar um segundo? – ela pediu, vendo a morena assentir e seguir até o ventilador. – Eu estou na cidade tentando resolver alguns assuntos e vou ter algum tempo livre. O que acha de tomarmos aquele café?

– Eu acho que seria uma boa ideia – ele sorriu um pouco sem graça e pegou o papel que ela lhe estendeu. – Assim que eu me desocupar, eu te ligo.

– Vou esperar – ela sorriu e saiu em direção à agente, que a aguardava de braços cruzados no corrimão da escada ao lado do elevador. – Obrigada por esperar.

– Não que eu tivesse muita escolha – resmungou e entrou no elevador seguida da outra.

– E então, como vai a vida de bilionária? Aproveitando o sobrenome para se sair bem? – tentou provocar a Stark.

– Alguns casos são mais idiotas do que outros, mas, diferente de você, eu não me aproveito do quase relacionamento da minha tia para pegar o quase namorado dela de 70 anos atrás – levantou o olhar para a loira e sorriu sarcástica, notando a Carter trincar o maxilar. Não demorou muito e sentiu seu rosto arder. Sharon havia lhe dado um tapa. – Ah, não. Você não fez isso – na tentativa do segundo, Sammy segurou o pulso da loira e acertou um soco em seu rosto, soltando-a para bloquear um chute.

Sharon segurou o rabo de cavalo da ex-colega, levando sua cabeça de encontro à barra de aço na lateral do cubículo, Sammy pôs as mãos na frente para tentar impedir o contato, mas acabou acertando a testa. Um pouco tonta, fechou o punho e deu um golpe na lateral do joelho da outra, a fazendo recuar. As portas do elevador se abriram às costas de Sharon, Samantha se aproveitou da distração dela e lhe acertou um soco no nariz. Carter caiu de costas ao chão com sua mão no local atingido, sentindo seu sangue escorrer. Ao ouvir certo estrondo, os agentes no setor se aproximaram para separar a “discussão”. Samantha passou a mão na testa e limpou a pequena trilha de sangue que saía. Em seguida, olhou para Sharon e se ajoelhou ao lado dela.

– Você realmente achou que me daria um tapa e eu não ia te colocar no seu lugar? Você é bem mais idiota do que parece – riu de forma arrogante. – Agora, por que não some? Não precisamos de baratas da CIA por aqui.

Se levantou e seguiu novamente para o elevador, mostrando o dedo do meio para a loira enquanto as portas se fechavam. Na garagem, algum agente tentou ajudar Sharon a se levantar, mas ela o empurrou com a feição fechada e se levantou sozinha, seguindo para seu carro.

No segundo andar, Samantha caminhou alguns minutos pelos corredores, atravessando uma das passarelas que ligava o prédio principal ao prédio da enfermaria. Ela passou a mão no corte em sua testa mais uma vez, apenas para confirmar que não estava sangrando, logo levando a mão de volta ao bolso da calça.

– Se eu não te conhecesse, diria que está sempre atrás de briga – Fury chamou sua atenção quando alcançou o corredor do quarto de Clint.

– Ela quis me provocar, não ia aguentar quieta só porque ela não aguentou a pressão – suspirou.

– Aquilo que me pediu – Natasha saiu do quarto e estendeu uma pequena caixa para Samantha.

– Obrigada – pegou e abriu, retirando o celular que Kate usara para se comunicar com o empregador, mas algo chamou sua atenção. Uma bolsa de pano no fundo da caixa. – Você tinha visto isso? – recebeu um aceno negativo. Pôs o aparelho no canto da caixa e abriu a bolsa, retirando algo, de certa forma, gelatinoso. Uma máscara de silicone, que Natasha logo cuidou de pegar da mão dela e vestiu. Samantha e Fury prenderam a respiração ao reconhecer o modelo.

– Com quem me pareço? – brincou, vendo a outra procurar por algo a mais dentro da caixa.

– Esqueceu de uma coisa – a morena jogou uma peruca de fios castanhos ondulados para a amiga, que pegou o celular e se olhou na câmera frontal.

– Você só pode estar brincando.


Notas Finais


Então, se você lê Haunted, já sabe o que houve, mas, se você não lê, eu repito aqui, não tem problema <3
A tia May está sofrendo de três coisas chamadas: vídeos acumulados para assistir, preguiça e falta de inspiração e vontade de escrever. Minha intenção para Haunted nunca foi que a fanfic ficasse enorme como Nightmare. Semana passada, eu comecei a escrever Haunted e reescrevi o capítulo duas vezes, conseguindo atualizar essa semana. Por sorte, eu comecei a escrever o capítulo de Nightmare na terça e ontem à noite já estava pronto, mas eu ainda tinha que aguardar o banner, que saiu hoje porque minha querida Lady Rakuen já tinha ido dormir à meia-noite... Coisa de velho, eu sei rçrçrç Mas, voltando, eu realmente estava desanimada com Nightmare, porque esse é o 43º capítulo, nem terminei o que pretendo antes de começar Civil War e já perdi a vontade de escrever. Peço desculpas, mas é a verdade. Eu já pensei em colocá-la em Hiatus, porém, é muito difícil e eu nunca vi uma fanfic que entrou em Hiatus sair. Ainda tenho planos para ela, mas, infelizmente, eu dependo muito da minha vontade de escrever para continuar, porque não adianta em nada eu saber que eu tenho que escrever, mas escrever um conteúdo merda para vocês lerem, eu mesma sou enjoada com o que leio, então, não darei a vocês o que não quero para mim, ok?
Obrigada a você que deu até aqui, um forte abraço e nos vemos antes do natal, eu prometo <3
Beijos da tia May xx


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