História Nightmare - An Iron Story - Capítulo 55


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Laura Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Steve Rogers, Thor
Tags Age Of Ultron, Capitão América, Era De Ultron, Gavião Arqueiro, Homem De Ferro, Os Vingadores, Soldado Invernal, The Avengers, Winter Soldier
Visualizações 36
Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, queridos! Primeiramente, desculpem por ter demorado tanto, mas a inspiração foi parar no lixo. Segundamente, FELIZ DIA DAS CRIANÇAS, MEUS SOBRINHOS AMADOS <3
Terceiramente, boa leitura.

Capítulo 55 - Zoo Trip


Fanfic / Fanfiction Nightmare - An Iron Story - Capítulo 55 - Zoo Trip

May 2, 2016.

Washington, D.C.

3 horas e 42 minutos, P.M.

– E este era o Michael, meu irmão – Peggy apresentava as pessoas nos retratos para sua acompanhante. – Foi devido à morte dele que eu deixei meu noivo para trás e me alistei no MI5 – contou, admirando a fotografia com o irmão que, mesmo após tantos anos, lhe trazia uma memória vívida.

– Ele deve ter sido um grande homem. – Samantha sorriu quando Peggy voltou seu olhar para ela.

– Você tem irmãos? – perguntou, vendo-a tirar o celular do bolso de sua jaqueta.

– Um, Jensen. – Abriu sua foto mais recente, com Elizabeth, e entregou o aparelho a ela. – Está morando em Londres com a namorada – contou com um ar orgulhoso. – Claro, eu gostaria de tê-lo por perto, mas ele está feliz, então…

– Já é o suficiente para nós – completou. – Como está Steve?

– Bem. Ele deve estar a caminho de Lagos com a equipe agora.

– Diga a ele que mandei um beijo e que ainda espero nossa dança. – Riram.

– Eu preciso arrastá-lo para uma aula de dança, garanto que, até o fim do mês, ele dançará melhor do que Gene Kelly – brincou e olhou em seu relógio, se levantando.

– Já está na hora? – A senhora esboçou um sorriso triste ao ver a mais jovem assentir. – Obrigada pela companhia esta tarde, querida.

– Sou eu quem deveria agradecer. – Segurou uma das mãos de Peggy e depositou um beijo para demonstrar sua gratidão. – Eu volto depois de amanhã, tudo bem? – A outra assentiu com um sorriso e Samantha sentiu seu coração saltitar. Não tinha lembranças de seus avós, mas, quando passava algum tempo com ela, se sentia próxima a Howard. Era uma pena que seu pai não a conhecesse também, talvez aprendesse algumas coisas com a mulher. Caminhou para a porta e, antes que a fechasse, virou-se para vê-la acenar. Retribuiu o gesto e se retirou. Alcançando a saída, sentiu o celular vibrando em seu bolso e puxou o aparelho para atendê-lo.

Eu já disse como você fica linda com essa jaqueta?

– Eu já disse como você fica assustador quando me liga desse jeito? – implicou, abrindo um pequeno sorriso ao reconhecer o carro a alguns metros da entrada.

Sabe que minha intenção não é assustá-la – o homem se defendeu, se virando de frente para ela ao ouvir seus passos.

– Não, você só quer que eu saiba que estará comigo em todo lugar. – Ela finalizou a chamada e abraçou o loiro, que a apertou fortemente em seus braços. – E eu sei que sim.

Ele sorriu, tomando o rosto dela em suas mãos, e a beijou ternamente.

Nos últimos sete meses, suas vidas haviam tomado um novo rumo. Apesar de Samantha continuar fazendo um trabalho ou outro junto aos Vingadores, mesmo apenas no laboratório, ela também havia se juntado a Pepper na empresa. Clint passava a maior parte de seu tempo em casa com as meninas, vez ou outra, indo até a fazenda de seu irmão para visitá-los. O ritmo era diferente, mas não poderiam pedir por nada melhor. Há muito tempo não imaginavam que suas noites seriam quietas e tranquilas, apenas assistindo filmes e seriados no sofá, ou ajudando Lila e Sarah nos deveres de casa, às vezes até mesmo Cooper, quando pedia para passar a noite com os tios.

Para comemorar o final do ano letivo, o colégio das crianças havia programado um passeio a Washington. Saíram por volta das sete da manhã e a previsão de chegada em Nova York era às sete da noite. Como Samantha visitaria Peggy na mesma cidade, Clint não quisera ficar de fora. Acabaram por seguir a excursão das crianças pela manhã, mas ela foi para a casa de repouso após o almoço. A última parada seria a Casa Branca, mas, como ele já conhecia o local, aproveitou para buscar sua amada.

– Então, o passeio deve terminar às quatro, vamos pegar nossas meninas? – ele perguntou ao separar o beijo, passando a mão nos cabelos da morena.

– Eu acho que seria uma ótima ideia. – Ela sorriu. O Barton abriu a porta do carona para que ela entrasse e, assim que fechou, deu a volta para assumir seu lugar. Ligou o carro e seguiu em direção à sede do poder executivo americano.

A mulher admirava a paisagem, distraída e absorta em pensamentos, quando ele pôs sua mão sobre a dela, atraindo seu olhar. Com um sorriso, Clint levou sua mão aos lábios e depositou um beijo na aliança presente em seu dedo anelar. Ela aproveitou e fez uma carícia no rosto de seu marido. Mal conseguiam imaginar o tamanho de sua sorte por terem um ao outro.

– Meu pai deve estar louco por causa do Lucky – ela comentou e riu, tentando imaginar a cena.

– Eu disse para deixá-lo com a Laura, assim, entregaríamos o filho dela e pegaríamos o nosso – brincou. – Mas eu tenho certeza de que ele está cuidando muito bem do avô. – Ela cobriu o rosto com uma das mãos e segurou seu riso. – Não vai me dizer que não pensou nessa.

– O pior é que eu pensei, mas não tive coragem de falar.

– Você teve coragem de quebrar o nariz da Sharon, mas não teve coragem de dizer que acha que seu cachorro está cuidando melhor do seu pai do que o contrário?

– Eu ainda tinha esperanças. – Riu e se virou para ele, dando um breve beijo em seu pescoço.

 

Beirava as quatro horas quando o carro estacionou ao lado do ônibus escolar. As crianças estavam sendo guiadas para seus acentos, mas, assim que viram a dupla, Lila e Sarah deixaram a fila de lado e correram em sua direção. Para a infelicidade de Clint, ou não, Samantha recebera toda a atenção, mas ele logo viu seu sobrinho se aproximar.

– E então, conseguiram ver o presidente? – perguntou com um sorriso curioso.

– Não, ele estava em reunião – o garoto lamentou.

Assim que se desvinculou das meninas, Samantha o abraçou e, assim como fizera com elas, deu um beijo no topo de sua cabeça, com um extra ao bagunçar um pouco mais seus cabelos.

– Obrigado, tia – ele brincou, passando a mão para arrumar.

– Sempre às ordens. – Ela riu e olhou para os três. – Prontos para irem para casa?

– Não – resmungaram em uníssono.

– Eu também não planejava ir para casa agora – Clint confessou, pondo as mãos nos bolsos da calça, e olhou para a esposa, que cruzou os braços.

– E aonde iremos, Francis?

 

– Zoológico? – Samantha o encarou. – Saímos de Nova York para ir ao zoológico em Washington?

– Vai me dizer que nunca quis ir no zoológico do Smithsonian. – Ele a olhou assim que estacionou o carro. – Vamos, querida, vai ser divertido.

– Não sei quem está mais ansioso, você ou eles. – Ela riu e saiu do carro ao ouvi-los comemorar. – Vamos às regras: nada de sair do nosso campo de visão, nada de correr e nada de alimentar os animais – ditou, contando nos dedos. – Estamos entendidos?

– Sim, mamãe! – As meninas responderam, enquanto Cooper assentiu.

– Você ouviu? Mamãe. – Clint deu um beijo no rosto da mulher, vendo suas bochechas corarem.

– Ainda não me acostumei com isso – admitiu e o abraçou de lado, caminhando atrás dos menores até a bilheteria. Não demoraram a entrar e logo alcançaram os habitats.

As crianças olhavam para cada animal como se fosse a primeira vez, mas talvez até fosse. Tiveram uma hora e meia até que o local fechasse e aproveitaram bem seu tempo. Deram a volta no parque, deixando os grandes felinos por último. Apesar de estarem se divertindo, Clint notou que Samantha estava um pouco mais aérea do que o normal e acreditava saber o motivo.

– Do que sente falta? – ele perguntou, atraindo o olhar confuso de sua esposa. – Dos tempos na Torre.

– Ter você me rondando era ótimo. – Ela riu e o apertou, sentindo um carinho em suas costas. – Mas eu acho que a resposta é um pouco óbvia. Bruce. Nat parece que está superando, mas é o que acontece com certos amores, você supera. Já quanto a um bom amigo, não é assim tão fácil.

– Vamos encontrá-lo – garantiu e deu um beijo no rosto dela, a puxando mais para si. – Se te serve de consolo, também sinto falta de te rondar, mas poder dormir e acordar do seu lado é muito melhor. – Sorriu.

– Pensei que não tivesse reparado – implicou com um riso e olhou para as crianças, que observavam os leões. – Espero que não queriam um, Lucky não ia gostar de dividir a cama dele.

– Quem sabe, talvez elas queriam outra coisa – comentou e indicou uma direção. Ela não demorou a entender quando avistou um casal junto a duas crianças, não muito mais velhas do que suas meninas, e um carrinho de bebê. Sentiu um frio na barriga ao mesmo tempo em que um arrepio lhe subiu pela espinha, o que não passou despercebido por Clint.

– Sorvete? Acho que talvez queiram mesmo – comentou ao notar o quiosque atrás da família.

– Você vai adorar a sensação – ele ignorou a mudança de assunto e continuou. – As noites sem dormir, os primeiros passos, o primeiro dentinho a nascer, a guerra para ensiná-los a chamar por você primeiro. – Samantha o olhou de relance, mas pôde ver o largo sorriso em seu rosto, provavelmente se lembrando de Lila. – Por que não conversamos sobre isso? – ele sussurrou em seu ouvido e depositou um beijo em sua orelha. Ele notara que tanto seus atos, quanto suas palavras haviam deixado a mulher sem reação, mas, ao ver um resquício de sorriso, aceitou como um ponto positivo.

– Bem, acredito que só esperando para saber. – Foi tudo o que ela disse antes de se soltar dos braços dele e ir até os menores. – E, então, o que estão achando?

– Incrível, tia! – Cooper foi o primeiro a responder-lhe. – Eu não sabia que eles eram tão grandes.

– Ainda bem que o Lucky não está aqui, ia adorar brincar com eles – Lila comentou, recebendo um beijo na testa, dado por seu pai ao pegá-la no colo.

– Seria bem difícil fazê-los parar. – O loiro riu.

– Não tão difícil quanto fazer alguém dormir essa noite – Sam contou, fazendo Sarah encolher seus ombros. A menina quase não havia dormido na noite anterior de tamanha ansiedade pela viagem. Samantha a puxou para um abraço apertado e depositou um beijo no topo de sua cabeça. Sabia que a menina não tinha culpa e não queria que ela se sentisse constrangida ou pensasse que estava brava por aquilo.

– Com o tanto de energia que gastaram hoje, ninguém vai ter dificuldade para dormir. – Clint sorriu, envolvendo as duas no abraço com sua filha, para o qual a mulher fez questão de chamar Cooper. Afinal, era um passeio em família, e ela não poderia pedir companhia melhor.


Notas Finais


Novamente, peço desculpas pela demora, mas a minha animação para Nightmare tem andado bem baixa. No próximo capítulo, nós iniciaremos Guerra Civil, mas não sei quando ele sairá, pois, como tenho mais uma fanfic com o filme, eu vou escrevê-lo primeiro para depois adicionar as minhas partes.
Bem, espero que tenham gostado do presente. Independente da idade, no fundo, somos todos crianças.
Até a próxima, beijos da tia May xx


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