História Nightmare - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Fonnie, Fredmike, Goldentrap, Nightmare Fonnie, Toy Fonnie, Toy Frennie
Exibições 315
Palavras 1.932
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vocês irão perceber um pouquinho que mudei minha escrita. Porque eu estou reforçando minha escrita para vocês.

Boa leitura!!

Obs. CAPÍTULO GRANDE :3
Obs². OBRIGADA POR TODOS OS FAVORITOS!!

Capítulo 34 - After Rain


Fanfic / Fanfiction Nightmare - Capítulo 34 - After Rain

[ After Rain ]

 

 

|Freddy|

 

Eu não tinha conseguido dormir direito, a ansiedade funcionou em mim como a insônia. Eu ouvia os tiques do relógio, e a torneira do banheiro pingar repetidamente.

 

Pensei se ainda era de madrugada – mas eu não poderia saber, há menos que olhasse o relógio – às janelas estavam fechadas, cobertas pelas cortinas de tom azul escuro. Nem um tipo de luminosidade ultrapassava às mesmas.

 

Até que o despertador finalmente tocou, levanto da cama no mesmo instante e o desligo. Pisquei duas vezes meus olhos e bocejo, sem sono.

 

Caminho até o banheiro e desligo a maldita torneira que me irritava. Fiz minha higiene matinal e depois coloquei minha roupa, não sabia se tinha regras as vestimentas, então pus jeans e uma camisa.

 

Sirvo uma xícara de café – café que passei ontem de tarde – e tomo em goles rápidos. Conferi a hora no meu celular, ainda não estava atrasado.

 

Peguei minha pasta e saí de casa com pressa, trancando a porta e, indo em direção a faculdade.

 

Vi que Goldie tinha me respondido, e ele e Sam iriam se casar. Respondi apenas um “Uau” junto com um emoji surpreso. E depois vi que o Teddy Bear tinha me mandado várias mensagens, silenciei seu número.

 

Guardei meu celular no bolso da calça e continuei andando até a faculdade. De longe avistei Mike, todo desengonçado com dois livros em mãos.

 

Dei risada de seu estado, ele era tão atrapalhado, dava pena. Mas eu achava extremamente fofo.

 

Continuei andando e logo ele me viu, acenando envergonhado. Nos encontramos na frente da faculdade.

 

— Bom dia. — ele disse, empurrando os livros em sua bolsa com pressa, rasgando alguma folha, mas ele não pareceu se importar.

 

— Bom dia. — respondo.

 

— Preparado para o primeiro dia? — ele pergunta, enquanto andávamos pelo prédio.

 

— Com certeza sim. Vai ser legal. Tenho certeza. — sorrio feliz. — E também, nem consegui dormir de tão ansioso.

 

— Só não durma nas aulas, boa sorte. Eu tenho aula mais cedo hoje. — ele diz indo a um corredor longo.

 

Dou de ombros e procuro minha primeira sala. Não demorou muito, graças ao mapa enorme em um dos painéis de avisos.

 

[•••]

 

Depois que minhas aulas acabaram, fui procurar por Mike, mas como eu não tinha a mínima ideia de onde ele estaria. Então fiquei próximo aos armários, conferindo se Mike já não estava ali.

 

Ele veio logo depois, com um enorme sorriso no rosto. Assim que me viu, sua fisionomia mudou, e ele ficou sério. Acenou para mim e veio em minha direção.

 

— Frederick. — ele saudou–me, aonde ele descobriu meu nome? — Como foi as aulas?

 

Aceno de leve com a cabeça.

 

— Agradáveis. — suspiro. — Por que simplesmente parou de sorrir assim que me viu?

 

— Não era nada. Só pensei que seria incômodo. — ele responde, abrindo seu armário.

 

— Incômodo foi eu não ter te chamado de Mike, o punheteiro hoje. — brinco e ele faz um bico envergonhado.

 

— Que piada horrível, seu idiota. — ele bufou. — Seja mais criativo. E eu não sou punheteiro. Que vulgar!

 

Escondo um sorriso cínico.

 

— Quer dizer que você nunca se aliviou com suas próprias mãos? — pergunto, quando ele fecha seu armário.

 

— Isso é para idiotas com ataques de hormônios. — ele responde.

 

Reviro os olhos, vendo ele passar pela minha frente. Senhor Schmidt tem uma bela bunda.

 

— Disse algo? — ele perguntou.

 

— Nada. — droga, pensei alto de novo.

 

— Claro. — ele põe as mãos no bolso. — Estou indo para a biblioteca pública, que vir junto?

 

— Quero sim, é sempre bom explorar esses lugares. Às vezes achamos preciosidades. — admito.

 

Ele sorri satisfeito.

 

— Fico muito feliz em concordar com você. — ele responde por fim.

 

[•••]

 

Entramos em um casarão de época, construções restauradas sempre são de tirar o fôlego. Principalmente está, uma enorme biblioteca que parecia sair dos livros históricos.

 

Mike não parecia fascinado com a arquitetura – e sim familiarizado – bem, levando em conta que ele provavelmente é nascido aqui. Com certeza é bem mais que familiar para si.

 

— Freddy? Você está legal, parece fora do ar. — ele diz aos sussurros, enquanto entramos em um longo corredor, com prateleiras altas, cheias de livros de capas escuras.

 

— Estou ótimo. — respondo. — Apenas admirando a arquitetura. Belo projeto.

 

Ele dá de ombros.

 

— Não é tão magnífica. É apenas um clone, a original foi destruída há anos. Foi apenas uma construção fiel, mas não original. — ele suspira. — Uma cópia cem por cento mais segura.

 

— Mesmo assim, é uma beleza de projeto. — completo.

 

— Se você acha. — ele dá de ombros, olhando os livros.

 

— Vou olhar alguns livros para lá, acho que vi um título familiar. — digo, me distanciando dele.

 

Escuto um “o.k” baixo e dou uma olhada nas prateleiras, a variedade era imensa. Já queria pegar vários livros, mas teria que fazer meu cadastro, e não tinha pegado meus documentos hoje.

 

Depois, voltei até Mike e vi uma cena no mínimo boba, ele tentava alcançar um livro da prateleira. Mas era bem alto, nem eu mesmo devia alcançar.

 

— Precisa de ajuda? — pergunto.

 

— Não! Eu consigo. — ele respondeu.

 

— O.k! — digo indo para trás dele, vendo–o dar pulos para alcançar. Sorrio de canto, e pego–o pela cintura, levantando–o até a prateleira.

 

— Freddy! — ele reclamou, pegando o livro. — Eu disse que conseguiria.

 

— Sim, sim. Claro. — digo sarcástico.

 

Depois que ele pega seu livro, e assina o livro de devolução, saímos da biblioteca.

 

— Agora tenho que ir, tchau. — digo.

 

— Tudo bem então, até mais, Freddy. — ele diz, e dou um abraço rápido nele e sigo meu caminho.

 

[•••]

 

|Bonnie|

 

Depois das minha aulas acabarem, recuso a carona de Foxy, e sigo a pé até o centro da cidade.

 

Eu tinha me candidatado a uma vaga em uma loja de instrumentos – depois daquela conversa com Foxy, fiquei pensando que sou muito dependente dele, então vou trabalhar novamente para sustentar nossa casa.

 

Entro na loja, que era enorme por sinal. E sigo até o balcão, onde falo com uma das garotas que atendiam o caixa, ela chamou o gerente e disse para eu aguardar.

 

Logo depois, um cara de cabelos loiros com mechas laranjas e olhos laranjas escuros. Ele era bem mais alto que eu – eu também não sou nenhuma pessoa alta – e usando roupas de metal.

 

— Você é o candidato? — perguntou–me, e eu assenti. — Olá! Sou Jack O Bonnie, mas pode me chamar de Jack.

 

— Prazer, Brian Harmon. — ele aperta minha mão.

 

— Certo, tem alguns formulários para você assinar. Aí veremos sua contratação. — ele diz.

 

— Mas.. eu já fui aceito? Não tem mais participantes?

 

Ele me olha confuso.

 

— Você não quer o emprego? — ele pergunta.

 

— Quero sim! Só pensei que teria concorrência. — respondo.

 

— Analisamos o currículo que você mandou por email e escolhemos você. — ele diz. — Você começa amanhã mesmo, não precisa se preocupar, Jake irá de ajudar.

 

— Está certo. — respondo.

 

[•••]

 

Cheguei em casa tarde, pois tinha que fazer compras no mercado. Depois que guardei as compras na cozinha, caí no sofá e revi minha matéria para o dia seguinte.

 

Organizei o quarto e vi as roupas que tinham chegado da lavanderia – grande parte os ternos que Foxy comprou para seu estágio.

 

Assim que deu sete da noite, Foxy chegou com um enorme sorriso no rosto. E o olhei surpreso.

 

— Boa noite, amor. — digo e ele me abraça, me beijando.

 

— Excelente noite, excelente dia! — ele comemorava.

 

— O que foi? Achou petróleo? — pergunto.

 

— Não. Apenas no meu trabalho, recebi vários elogios e recomendações. Talvez eu ajude em algum caso, sei lá. — ele disse animado. — E o seu dia?

 

— A aula foi tranquila, fiz compras no mercado. Comprei seu chocolate favorito. — sorrio. — E também consegui um emprego.

 

Ele ficou surpreso.

 

— Você estava procurando um emprego por debaixo dos panos de novo? Eu já disse que quero te sustentar. — ele fez beicinho, enquanto me abraçava no sofá. — Seu coelhinho mau.

 

Dou risada.

 

— Eu estou no meu direito de cuidar das minhas próprias orelhinhas de coelho. — respondo, me levantando.

 

— Hoje eu queria passar o dia abraçado em você. Mas o dia já está acabando. — ele bufou. — Que tal um encontro romântico?

 

— Encontro romântico? — pergunto.

 

— É! Eu posso fazer o jantar enquanto você toma banho. — ele propõe.

 

— Parece bom. — respondo e ouvimos um forte barulho lá fora, chuva.

 

— Está chovendo, é mais romântico ainda. — ele disse animado.

 

— Se você continuar assim, vou de jogar pela janela. — brinco e ele faz bico.

 

Vou até nosso quarto e separo meu pijama de tom lilás, vou até o box e tomo um rápido banho, me visto e vou até a cozinha. Onde Foxy tentava cozinhar algo – mas apenas fazia bagunça.

 

— Ah, deixa que eu faço. — digo, e ele se assusta, escorregando e caindo de bunda no chão. — Foxy!

 

Ele gemia de dor baixo, enquanto eu o abraçava com força.

 

— Me desculpe. — peço.

 

— Não foi nada, Bonnie. — ele suspira, me abraçando de volta.

 

[•••]

 

Bonnie sorri, e Foxy pressiona os lábios sobre os seus, iniciando um calmo beijo. Ele apoia o menor sob um dos armários, enquanto introduzia suas mãos no tórax do namorado de fios arroxeados.

 

A blusa com uma estampa de um coelho estilizado sorridente que Bonnie usava foi retirada e jogada no chão de piso branco da cozinha.

 

Foxy segurou o arroxeado pelas coxas e levantou, indo com pressa até o quarto de ambos – enquanto beijava o pescoço do mesmo.

 

Chegaram no quarto e o ruivo deitou o menor na cama, puxando sua calça e sua cueca junto, lambendo cada centímetro do tórax de seu namorado. Por fim lambendo e chupando os mamilos que endureciam.

 

Bonnie gemia baixo, se contorcendo leve. Depois de desabotoar sua camisa, ficou por cima do namorado, lambendo toda a extensão do membro do roxinho. O menor gritava de prazer. Foxy parou e pôs o namorado de costas para si, e de quatro.

 

Lambendo suas costas, e distribuindo mordidas e selinhos. Quando chegou nas nádegas de seu namorado guloso, o ruivo sorriu e se virou até a cômoda, pegando o frasco de lubrificante que guardava para esses momentos.

 

Lambuzou a entrada do seu namorado, que mordeu os lábios com o contato do gel gelado. Lambuzou três dedos seus, e penetrou o indicador no interior do roxinho. Que ofegou um pouco.

 

O ruivo movia o dedo no interior do menor, e logo introduziu mais um, e mais outro. Preparando com todo o cuidado o menor. Depois de um tempo, ele retirou os dedos do interior do menor.

 

Pegou o lubrificante e espalhou em seu pênis, depois puxou o roxinho para o seu colo. E penetrou o arroxeado, que gemeu em antecipação e fincou suas unhas curtas pintadas de preto nas costas do mais velho. O roxinho sentia todo o membro do namorado em seu interior, Foxy esperava o namorado se acostumar – embora tenham feito isso várias vezes, Bonnie as vezes sentia dores, não como nas primeiras vezes, mas ainda sentia.

 

— A–alex.. pode se m–mexer. — disse Bonnie suavemente.

 

— Claro, meu coelhinho. — sorriu o ruivo.

 

Começou as estocadas fortes e rápidas. Seu coelhinho arranhava suas costas e gemia alto em seu ouvido, excitando ainda mais Foxy. Ele queria que o pequeno cavalgasse nele. E foi o que ele fez. Ficou cavalgando por um tempo no corpo do outro. Bonnie para conter alguns gemidos, mordia o pescoço do maior deixando marcas que provavelmente ficariam roxas.

 

Depois deitou o menor e continuou estocando fundo, e sempre tocando a próstata do mais novo. O arroxeado não aguentou e acabou por gozar entre seus abdomens, Foxy continuou estocando o menor, porém não aguentou ver o olhar de prazer de Bonnie e gozou em seu interior.

 

Foxy saiu do interior do arroxeado e o abraçou com força, depositando um beijo nos cabelos do roxinho.

 

Ouviram um estrondo e a luz acabou.


Notas Finais


Recomendações da Psy :3 ~autoral mesmo

https://spiritfanfics.com/historia/abuse-6384127
https://spiritfanfics.com/historia/pacify-her-6460671
https://spiritfanfics.com/historia/forest-red-6518849 (Pedido de leitora dessa fanfic)
https://spiritfanfics.com/historia/a-matter-of-life-and-death-6521221 (Pedido de leitora)

Vocês tem pedido de one para mim? Me peçam e talvez eu faça para vocês :D
Fui!! ♪


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