História Nightmare - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Five Nights at Freddy's
Personagens Personagens Originais
Exibições 7
Palavras 2.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus(minhas) caros(as) leitores(as)!
Apenas passando para dar aqueles avisos básicos.
Essa é a minha terceira fic em desenvolvimento cuja história já está planejada e em andamento, por isso, eu peço para que comentem para saber como estou andando e para saber a opinião de vocês com relação à história, vocês são muito importantes e cabe a mim dizer que cada comentário é um grande incentivo para a continuação da história.
Ah, acho que eu não preciso ressaltar que plágio é crime, né? Então eu espero que não tenha de me envolver em confusões por conta disso, essa é uma história completamente original e de minha autoria, cópias não serão admitidas.
Então é isso minhas pessoas bonitas, desejo uma boa leitura! Beijinhos e até o próximo capítulo!

Capítulo 1 - Primeiras Impressões


Fanfic / Fanfiction Nightmare - Capítulo 1 - Primeiras Impressões


Sabe quando as coisas simplesmente acontecem e você se vê simplesmente sem escolha? Bom, acho que foi assim que aconteceu atualmente, uma hora estávamos vivendo tranquilamente nesta pequena e pacífica cidade e então...
— Katie, o que acha de voltarmos a morar para nossa antiga casa? 
Pega completamente de surpresa, perdi completamente o sono e me sentei na cama olhando para a minha mãe, perplexa. 
Ela não costumava me surpreender assim de manhã.
— Porque? Aqui não está bom? Mãe... Você esqueceu de tomar seus remédios, deve ser isso.
Eu disse batendo a mão no meu rosto, finalmente me lembrando e empurrando minha mãe até a cozinha por sua mão até ela me parar e olhar nos meus olhos.
— Seus avós sentem saudades de nós.
— Mas... Nós vamos lá a cada dois meses.
— Katherine!
— Ué! Mas é verdade!
— Seus avós são idosos, podem morrer a qualquer momento.
— Oh...
— Sem falar que seu pai conseguiu um emprego ótimo lá e ganhará mais do que aqui, é perfeito.
— ... Eu não entendo, depois de morarmos doze anos aqui..
— Eu sinto muito, querida.
— Ah, faça o que quiser, mãe. Minha opinião não vai mudar em nada mesmo, como sempre.
— Kat-!
E assim, eu fiquei trancafiada no meu quarto até de tarde, não conseguia entender porque depois de tanto tempo teria de sair da minha zona de conforto, aonde tinha me acostumado para simplesmente retornar para aquele lugar que só de ser mencionado revira o meu estômago, embora eu não entenda ao certo o motivo.
Mas eu não podia ficar presa para sempre, saí do quarto e sentei-me sobre a mesa para o almoço, sem ter muita fome mas se não fosse, viria o meu pai me arrastar para a mesa, de qualquer maneira.
— Meu amor, você já fez as malas? 
— ...? Malas?
— Sim, nós iremos hoje à noite.
— Ah, é mesmo?
Olhei para a minha mãe irritada, não sabia que era algo que já havia sido decidido sem meu consentimento e como ela desviou o olhar, apenas suspirei com a mão sobre o rosto. Não tinha como falar para o meu pai algo como "Não, pai! Fique aqui e continue recebendo menos porque eu adoro ficar grande parte do meu tempo dormindo no meu quarto e saindo com meus amigos aqui!", pois então eu apenas murmurei algo como:
— Hm, legal.
E é óbvio que eles não ficaram muito satisfeitos com a minha reação, dava para ver pelo rosto deles que estavam com pena de mim porque me conheciam bem e sabiam que não estava muito disposta para voltar para aquele lugar.
— Isso vai fazer bem para você, Katie, acredite... Vamos ser felizes lá.
— É claro que seremos, nunca disse o contrário... Eu estou sem fome, vou para o meu quarto arrumar as coisas.
Assim, me levantei e após pedir licença, me retirei da mesa e me dirigi ao meu quarto, trancando a porta sem saber ao certo como reagir.
Simplesmente me joguei sobre o macio tapete roxo no chão e ao virar o meu rosto, vi escondida abaixo da minha cama a minha caixa de memórias, me sentei no chão e a puxei, não me lembrava aonde tinha a escondido faz tempo.
Ela estava um pouco desgastada e empoeirada, assoprei-a e uma nuvem de poeira levantou, me obrigando a virar o rosto para que a poeira não caísse em meus olhos. 
Não lembrava qual foi a última vez que tinha tocado naquela caixa, muito tempo, sem dúvida e estava curiosa sobre o que havia escondido ali dentro que meus pais não podiam saber.
Abri vagarosamente a caixa e encontrei várias tralhas, na verdade, não tinha memória daquelas coisas. O primeiro objeto que vi foi um brilhante colar dourado com um pingente adorável de maçã, guardei-o no bolso da minha calça porque era tão fofinho que iria o usar de vez em quando para sair.
O próximo objeto foi a foto em uma sala de aula com cadeiras e mesas pequenas, então logo deduzi que era uma creche e logo me reconheci com uma garotinha de cabelos claros e outras crianças ao nosso redor sorridentes, com um homem de olhos de um verde um tanto diferente, uma mistura de verde com azul e um sorriso de canto um tanto esquisito.
Olhei atrás da foto e estava escrito o nome das crianças, ao que parecia.
"Katherine Miller 
Julianne Mackefield 
Andrew Harvey
John Wright
Arthur Hill
Miranda Blester
Professor ----"

Estranho, não reconhecia ninguém e eu tinha uma memória incrível, o nome do professor estava rabiscado, que suspeito.
Coloquei a foto de volta e peguei uma foto especificamente minha, eu parecia tão triste, meus olhos estavam sem brilho e eu estava tão séria que chegava a ser assustador já que, segundo meus pais, eu era uma criança muito alegre e agitada.
Encontrei outras fotos espalhadas pela caixa de corredores e salas da creche, ao que parecia e não entendi nada.... Porque eu tiraria fotos de um lugar que eu estudava? Chega a ser bizarro.
— (E se... Alguém colocou elas aqui para que eu não me esquecesse deste lugar.)
Refleti sobre meus pensamentos e balancei a cabeça.
— Minha nossa, eu acho que eu estou viajando demais, ninguém sabe desta caixa além de mim.
Murmurei rindo baixo de mim mesma, minha imaginação estava nas alturas mesmo. 
O que encontrei abaixo das fotos misteriosas da creche foi um diário mas como ele estava trancado com um cadeado e como já havia revirado a caixa e nenhum sinal de chave, simplesmente desisti e coloquei-o direitinho em seu lugar de volta.
Fitei as coisas naquela caixa e suspirei, me sentindo estranha de alguma forma, como se estivesse prestes a me lembrar de algo mas as imagens simplesmente não aparecessem na minha cabeça. Não sabia como explicar mas aqueles objetos eram familiares mas não me lembrava, isso era normal? Claro que não, acho que estava surtando ou tive uma amnesia incrível.
Queria muito perguntar para a minha mãe sobre aquelas coisas mas estava fora de questão, sempre fui orgulhosa demais para admitir derrota, iria descobrir sobre aqueles objetos.
E por conta própria.


                                                                                                          ***
Passei a viagem toda no carro deitada, de vez em quando me sentava e ficava brincando de prender meus cabelos loiros em um coque e o desmanchar porque veja bem, não tinha muito o que fazer sem internet em um carro silencioso, meus pais não eram de falar muito enquanto meu pai dirigia porque ele sempre exigia muita concentração e mosca nenhuma poderia passar voando, senão estaria desconcentrando ele e seria o fim.
Chegou uma hora que fiquei tão cansada que acabei dormindo de vez e fui carregada pelo meu pai para dentro da casa. Nem percebi nada, quando dormia, era para valer, eu apagada totalmente então quando eu acordei em uma cama pequena com as pernas penduradas, me sentei e olhei assustada ao redor, aquele lugar era tão familiar, meu antigo quarto.
Empoeirado e decadente, fiquei um tempo olhando para os papéis de parede desgastados, minha nossa, estava tudo tão desarrumado. Em determinado momento a poeira começou a me trazer inesperada dor de cabeça, então saí do quarto e fui para a sala, só me lembrando que hoje tinha aula na nova escola e vestindo rapidamente o uniforma, saindo com a gravata toda torta mesmo.
Cheguei atrasada na sala de aula, a diretora estava me esperando. Forcei um sorriso e me aproximei dela diante de toda a turma.
— Esta é a senhorita Katherine Miller, a novata, recebam-a bem.
A senhora de cabelos grisalhos e óculos quadrados abriu um sorrisinho para mim e olhei para ela e em seguida para a turma com o mesmo sorriso robótico que estava forçando, só então entendendo que ela queria que eu falasse alguma coisa.
— Uh... É um prazer.
E de repente a turma começou a ficar uma zona de falatório e enquanto a diretora tentava fazer a turma se calar de novo, ela apontou para mim meu assento no final da sala ao lado de duas garotas perto da janela.
— Oi!
A garota na minha direita tentou puxar assunto, me virei para ela séria como o usual.
— Ah... Oi.
— É um prazer, Katherine, eu sou Mary!
A garota morena se apresentou e apontou para a garota no assento atrás de mim.
— E esta é Bianca.
A menina de cabelos castanhos claros com as pontas tingidas de vermelho abriu um sorriso pequeno.
— Apenas "Bia" está bom.
Ela se pronunciou e olhei para as duas forçado um sorriso simpático, não estava acostumada a fazer amigos tão rápido por ser bem anti-social, admitia isso.
— É... um prazer.
E então as duas começaram a falar gentilmente sobre a escola, as pessoas da turma que eu não conhecia e bem, fora elas duas, os outros estudantes não pareciam muito felizes com a minha "invasão". Apenas suspirei e as escutei apontando indiscretamente para cada estudante, até a diretora soltar um grito que silenciou a turma toda e me deixou chocada com a voz poderosa que ela tinha.
— Como o senhor Robert não está em condições para dar aula, o senhor Michael estará o substituindo nas aulas de química.
Ela apontou para um homem alto que parecia ser um pouco velho que entrou na sala e ficou com seus olhos frios sobre os alunos e quando eles pousaram em mim, senti como se estivesse no Polo Norte e engoli em seco. E... minha nossa, ele parece com o professor daquela foto da creche! Será loucura minha?
Não gostei dele. E pela cara que os outros faziam, não era a única.


                                                                                                          ***
— Ele é tão assustador.
Eu arrumava meus materiais em meu armário enquanto apenas escutava Mary e Bia e de vez em quando dialogava com elas, por ser muito reservada, era muito difícil para mim simplesmente sair falando sobre a minha vida para garotas que acabei de conhecer então simplesmente optei pelo silêncio.
— Quem?
Bia perguntou para Mary.
— O senhor Michael, é claro!
Me virei para elas após trancar o armário com meu cadeado, era óbvio que elas queriam que eu falasse algo naquele momento pelo seus olhares.
— Bom, o que posso dizer? Não posso dizer que depois dessa primeira impressão sou fã dele, mas é errado pré-julgar alguém... eu acho...
Respondi tropeçando um pouco nas palavras e logo comecei a andar, assim, as duas me acompanharam.
— Eu sei, eu sei... Mas é inevitável, sabe? Você viu a cara que ele fez para a gente? Cruzes! 
— Se ele me reprovar, vou dar na cara dele.
— Ah, Bia, não vamos pensar o pior. Me dá arrepios só de escutar.
As duas começaram a falar e eu fiquei prestando atenção no como elas insinuavam o quão ruim o professor Michael parecia ser e isso não me confortou nem um pouco, só fortalecia o pré-julgamento que eu havia formado dele.
— Vamos dar uma chance para ele... O senhor Michael não pode ser tão terrível assim.
Tentei defender - embora não saiba a razão - o novo professor, não queria ficar aterrorizada com a matéria que eu tinha mais dificuldade e sem falar que todos mereciam uma chance e, até então, ele não havia feito nada para merecer nosso ódio.
— Sim, senhorita advogada. Vamos parar de julgar seu cliente.
— Ai ai...
Fiquei olhando as duas tirando sarro de mim por defender o senhor novo professor até chegar no portão principal e me despedir delas, que foram juntas em um carro para suas casas.
Então comecei a andar pelas ruas lentamente, apreciando a paisagem da vizinhança, tentando já começar a me acostumar novamente.
Era um lugar muito silencioso, completamente diferente da nossa agora antiga casa, lá era muito movimentado e barulhento e aqui é simplesmente tão quieto, odiava o silêncio extremo.
E este foi quebrado apenas quando um garoto brotou de algum lado, topando em mim e jogando meu caderno com as tarefas de casa no chão, espalhando as folhas de exercícios para todo canto.
— Eu sinto muitíssimo! Oh... a novata!
— Perdão...?
Me abaixei junto do rapaz e comecei a catar os papéis, até ele apontar descaradamente para o meu rosto, parecendo se lembrar de mim, o que me fez apenas suspirar pelos seus modos.
— Sou Brendon Carter, somos colegas de classe!
— Carter... Michael Carter... Você é filho do professor de química?
Perguntei ao associar os dois, perplexa com a descoberta porque fisicamente eles não se pareciam em nada.
Ele era moreno, tinha cabelos pretos curtos e olhos azuis bem claros, já o professor Michael tinha uma pele pálida, olhos azuis meio esverdeados e cabelos loiros longos presos em um rabo de cavalo.
— Oh... Você descobriu!
Ele pareceu surpreso quando me entregou as folhas e ambos nos levantamos.
— É, descobri... Obrigada.
Agradeci ele pela ajuda com a papelada e comecei a andar de novo, me surpreendendo quando ele começou a me seguir querendo papear.
— Então você provavelmente ouvir falar coisas ruins dele também, estou errado?
— Bom, de fato, ele não deixou uma impressão muito favorável.
O respondi mantendo o passo.
— Nada disso é verdade, são apenas rumores, meu pai é um homem muito bom.
— Você não precisa me dizer isso, certo? 
— Sim, porque você parece diferente.
— Diferente, huh?
— Sim, você não parece ser facilmente influenciada... principalmente por rumores mas como você quer se adequar neste lugar, pode acabar caindo em armadilhas como ilusões do que você acha que é verdade.
— (Ele me interpretou? Qual é a desse garoto?) Como você sabe disso? Não sabe nada sobre mim.
— Conheci uma pessoa parecida com você, sabe.
— Hm... E como ele é?
— Ele... meu pai?
— De quem mais estamos falando?
— Que brutalidade, hein! Ele é muito gentil.
— (Não parece.)
— Carinhoso... hm... bondoso, enfim, ele é uma boa pessoa, tente o conhecer! Ele vai te adorar! 
Ele tentava argumentar até de repente seu relógio apitar e ele começar a balançar as mãos em uma despedida e sair correndo.
— Talvez ele seja uma boa pessoa mesmo.
Murmurei enquanto observava o garoto se afastando e entrei em casa, aonde minha mãe estava na sala me esperando e abriu um amplo sorriso assim que me viu.
— Como foi o primeiro dia, querida?
Ela perguntou mais entusiasmada que eu.
— É, foi bom.
— Fez colegas?
— Algumas.
— Então porquê o desânimo?
— Só estou cansada, vou ir dormir um pouco.
— Entendo, pode ir. Eu te chamarei para o jantar.
— Obrigada, mãe.
Agradeci e me arrastei para o andar superior aonde era o meu quarto, me jogando sobre a pequena cama. Por falar nisso, tinha que falar com o meu pai sobre isso porque não estava muito bom dormir em uma cama tão minúscula... Mas fora isso, era uma experiência nova, não pensei que faria amigos tão facilmente.
Na verdade, pensei que não faria nenhum por estar irritada e confusa pelas minhas memórias perdidas, então...
É agradável e agora, veremos como as coisas ocorrem.
Apenas deixar acontecer...
 


Notas Finais


Hey peoplee.
Então, o que estão achando? Esta é a minha primeira fic de suspense/mistério, então espero que todas estejam apreciando. ^^
Devo pedir para que comentem de vez em quando, sabe, é bem motivador saber se estou indo bem e que tem pessoas que estão curtindo. Então..é isso. Espero que tenham gostado e até a próxima <3


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