História Nights of a Hunter - 2 Temporada - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Palavras 3.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo novo! Esperamos que gostem:D

Ah, e obrigada a todos que favoritaram, é muito boom saber que estão lendo.

Enfim, boa leitura! :)

Capítulo 11 - Are You There, God? It's me, Dean Winchester.


Fanfic / Fanfiction Nights of a Hunter - 2 Temporada - Capítulo 11 - Are You There, God? It's me, Dean Winchester.

Antes

Rachell P.O.V

Então tudo passou em câmera lenta diante dos meus olhos.

Um carro na direção contrária e em alta velocidade vinha em nossa direção. Gritei por Michelle, mas e a mesma girou o volante bruscamente para desviar, e depois voltou ao controle parcial do veiculo, que seguiu em linha reta para fora da estrada.

Deitei no banco e cobri a cabeça com os braços assim que vi uma arvore se aproximar cada vez mais. Logo veio o impacto, que me empurrou para o encosto dos bancos frontais e o barulho da colisão.

Rachell P.O.V Off

Agora

Os três seguiram em silencio no quarto do pânico. Bobby fazia anotações, Sam ajudava o irmão a fazer as balas distraído, enquanto Dean parecia inquieto.

Olhou para Sam, que retribuiu o olhar e depois desviou, pensando se deveria ou não falar.

– Eu tava aqui pensando no que Castiel disse. – ele começou. – Sabe, aquele lance de Deus ter planos pra mim.

– E? – Sam perguntou.

– Por quê?

Sam pensou no assunto e deu de ombros.

– Só o Castiel poderá responder.

– E quando isso vai acontecer? Até agora ele não deu as caras.

– Ah, Dean, ele vai aparecer.

– Sabe o que eu acho disse tudo? Uma balela. Por que Deus esperou tanto pra mandarem me tirar do inferno sendo que seja lá qual for os planos dEle, há milhões de pessoas aí fora que são melhores do que eu em muitos aspectos.

– Sei lá, vai ver Ele simpatizou com sua cara... De qualquer maneira, Ele te ajudou.

– Ajudou a mim, mas não ajudou a Meg, ou o Henriksen. Nem as duas garotinhas. Eles mereciam ser salvos, não eu.

– Bom, pelo visto, você é uma pessoa muito importante pro Cara lá de cima.

Fizeram um tempo de silencio.

– E isso me dá medo. – Dean disse por fim. – Eu não gosto nem de ser notado em festa de aniversário, imagine por Deus.

– Tá, que pena, Dean. Porque sinceramente, eu acho que Ele quer que você sopre a velinha.

Dean fitou o irmão e depois olhou para Bobby.

– Eu não toco nesse assunto. Não chego nem perto... De qualquer maneira, achei.

– O quê? – Sam perguntou.

– O símbolo que viram. Marca da testemunha.

– Testemunha? Testemunha de quê?

– Do que não é natural. Nenhum deles morreu do que a gente chama de causa natural. Veja, os fantasmas foram obrigados a se levantar. Eles estavam em agonia, como cães raivosos. Não é culpa deles. Alguém os trouxe de propósito.

– Quem?

– Você acha que eu sei? Mas seja quem for, usou um feitiço tão poderoso que marcou a alma deles. Quem fez isso tinha grandes planos. É chamado o Levante das Testemunhas. É como uma profecia.

– E de que livro vem essa profecia? – Dean perguntou.

– Ora, a versão mais conhecida é só pra turistas, sabe como é. Mas resumindo, Revelações. É um sinal.

– Sinal de quê? – perguntaram juntos.

– Do apocalipse.

– Apocalipse. – Dean repetiu.

– É.

– Tipo apocalipse, apocalipse? Os quatro cavaleiros, pestilência... Gasolina a cinco dólares, apocalipse?

– Esse mesmo.

– Não deveria ser uma surpresa, Dean. O Castiel nos falou sobre isso. – Sam comentou. – Os 66 selos.

– É, mas eu não tava levando tão a sério.

– Ele pareceu bem sério quando disse que os selos deveriam ser salvos pra impedirmos Lúcifer.

– Acha que esse Levante pode ser um selo?

– Acho que sim. – Bobby respondeu. – Tenho quase certeza que sim.

– E o que a gente faz agora? – Sam perguntou.

– Que tal sobrevivermos aos nossos amigos lá em cima? – Bobby sugeriu.

– Ótimo. Alguma ideia, além de ficar nesse quarto até o Dia do Julgamento? – Dean perguntou.

Bobby assentiu.

– Um feitiço. Manda as testemunhas de volta pro descanso. Deve dar certo.

– Deve? – Sam perguntou. – Ah, que ótimo.

– Se eu traduzi direito... Nós temos tudo o que precisamos na casa.

– Alguma chance de ter tudo o que precisamos nesse quarto? – Dean perguntou.

– Achou que a nossa sorte ia mudar assim, de repente? – ele se levantou. – O feitiço só funciona sobre fogo aberto.

– A lareira no escritório. – Sam presumiu.

– Na mosca.

– Não é tão atraente quanto quarto do pânico à prova de fantasmas. – Dean disse.

Sam só balançou a cabeça e começou a se preparar com Bobby. Dean suspirou e logo se juntou a eles.

 

Rachell P.O.V

Senti uma dor excruciante nas costas e no meu braço direito. Tentei me levantar, mas eu mal conseguia movê-lo. Só podia ter quebrado.

Me apoiei no braço esquerdo e me levantei com muita dificuldade, já que os bancos dianteiros praticamente me prensaram contra o traseiro. Me deitei em cima dos cacos de vidro em cima do banco e respirando com dificuldade, me recuperando da manobra super difícil que foi se levantar, olhei ao redor.

O sol começara a se por e com a meia luz que ainda tinha disponível, vi minha irmã debruçada sobre o volante, e com cacos de vidro no cabelo e nas costas. Me sentei com muita dor nas costas e a chamei. Ela não se mexia.

– Ah, não! – disse me desesperando e me inclinando para o banco da frente.

Chequei os batimentos dela e suspirei aliviada. Voltando a me sentar, peguei o celular no meu bolso e liguei para o resgate.

Rachell P.O.V Off

Pegaram as shotguns, a munição e o livro com o feitiço e se juntaram à porta.

– Protejam um ao outro. – Bobby disse. – Mirem com cuidado. Não gastem a munição até eu acabar com eles ou eles pegam vocês. Prontos?

Os dois assentiram e Bobby abriu a porta.

Sam saiu seguido pelo irmão. Eles andavam devagar e com atenção, para não serem pegos de surpresa. Quando chegaram à ponta da escada, pararam. Havia alguém sentado no topo.

– Oi, Dean. – abriu um sorriso. – Lembra de mim?

Dean o encarou e abriu um sorriso ao se lembrar.

– Ronald, né? Com os olhos de laser... – o sorriso foi se desmanchando conforme o espirito ficava sério. – Adoraria dizer que foi bom te ver.

O espírito se levantou nervoso.

– Estou morto por sua causa. TINHA QUE ME AJUDAR!

E então Bobby atirou. Dean olhou para ele assustado com o tiro.

– Se vai atirar, atire logo. Sem papo. – Bobby disse dando as costas e subindo as escadas.

Foram às pressas para o escritório. Enquanto Sam fazia uma barreira de sal ao redor da mesa, Dean acendia a lareira e Bobby abria o livro no feitiço correto.

– Lá em cima, armário de roupa. – Bobby disse a Sam, assim que o mesmo terminou de fazer a barreira. – Caixa vermelha. Pesada.

– Falou. – Sam disse e subiu as escadas.

Bobby começou a remexer as gavetas da escrivaninha.

Bobby. – ouviu uma voz de criança chamar. Olhou para frente e viu as gêmeas fantasmas.

Dean mirou e atirou, já que Bobby via tudo estático.

– Cozinha. – ele disse após um tempo. – Gaveta de talheres. Tem fundo falso. Cicuta, ópio, absinto.

– Ópio?

– Vai!

Dean foi à cozinha e Bobby se concentrou no livro, enquanto fazia um desenho na mesa.

– Bobby, você passou direto por nós.

As gêmeas voltaram e tentavam distraí-lo. Bobby tentava se concentrar no desenho.

– Enquanto o monstro comia a gente.

– Você podia ter salvo a gente. – a outra completou.

Mesmo relutante, Bobby pegou a shotgun e atirou.

 

Assim que Sam chegou ao andar de cima, ele entrou no corredor que levava aos quartos. As portas estavam fechadas.

Foi até a porta do armário e a abriu. Tateou entre as cobertas e travesseiros até encontrar uma caixa vermelha de ferro.

Sabe o que me deixa realmente furiosa, Sam?

Ele se virou com a shotgun apontada para Meg. Atirou, mas não acertou. O espírito desapareceu antes do tiro, reaparecendo atrás do caçador.

– Você viu como eu sofri por meses. – Sam se virou e apontou a arma. – eu achei que você tinha aprendido alguma coisa... Que eu tinha morrido por alguma coisa... Mas o que você está fazendo com o demônio, Ruby?... – Sam baixou a cabeça e ficou tenso. – Quantos corpos inocentes Ruby queimou por diversão? Quantas garotas iguais a mim? E você não a mandou pro inferno. Você é um monstro!

Sam ficou sem resposta. Acabou por mirar novamente e atirar.

 

Rachell P.O.V

Depois que liguei para o resgate, eu saí do carro. Não foi fácil, já que as portas estavam emperradas, tive que sair pela janela traseira depois de pegar o revolver de Michelle no cós da calça e atirar algumas vezes até o vidro trincar.

Segurando meu braço direito contra o peito, dei a volta no veiculo. A frente estava destruída, mas para minha sorte e a de Michelle, a árvore acertou o lado do passageiro. Minha sorte porque eu poderia estar lá agora, ao lado dela e provavelmente morta.

Voltei para a traseira do carro e me recostei no porta-malas. Parecia meio frio da minha parte, mas minhas costas estavam me matando. Meu corpo inteiro estava me matando.

No telefone, recebi instruções para não mexer em Michelle, mas eu não faria isso nem se não tivesse sido instruída. Eu não era idiota.

Tudo que fiz foi tocá-la para checar seus batimentos, pegar o revolver e a chave do carro. Eu precisava de armas caso Josh resolvesse voltar e nos matar de vez.

Peguei uma lanterna e um pé-de-cabra do porta-malas, já que não conseguiria sustentar uma arma do porte da shotgun com o braço esquerdo e voltei a recostar no porta-malas. Esperei.

Rachell P.O.V Off 

 

Na cozinha, Dean procurava os ingredientes que Bobby pedira na gaveta. Ele parou e olhou para trás quando a porta de correr que separava o escritório da cozinha se fechou.

Bobby, do outro lado também parou assustado.

– DEAN?

– EU TÔ BEM, BOBBY. CONTINUE.

E foi o que ele fez.

Assim como Bobby, Dean também voltou a mexer na gaveta. Tirou o fundo falso, mas antes que pudesse voltar a mexer, alguém segurou sua mão. Ele olhou para o lado e viu Henriksen.

– Victor.

– Dean.

Dean fez uma pausa e baixou a cabeça.

– Eu sei.

– Não. Você não sabe.

– Por minha culpa, você morreu. Eu deixei você pra trás. E no minuto em que eu soube da explosão, eu pensei... Que devia ter previsto. Devia ter protegido você. – ele colocou a mão para trás, onde havia uma frigideira de ferro em cima do fogão.

Mas antes que pudesse pegar, o objeto voou longe.

– Vai devagar. – Henriksen falou. – Você acha que saiu, Lilith chegou e nós morremos numa linda explosão de luz branca?... Quem dera... 45 minutos.

– O quê?

– Mais de 45 minutos. Lilith disse que queria se divertir. A secretária foi a primeira. Lembra dela, Nancy? A virgem? Lilith tirou a pele dela pedaço por pedaço. Bem na nossa frente, e fez a gente olhar. Nancy não parava de gritar.

– Não. – ele disse não acreditando.

– Eu fui o ultimo.

Dean continuou o olhando, se sentindo mal. Henriksen o fitava com a sobrancelha erguida.

– Victor, eu...

Mas Henriksen não o deixou terminar de falar. Com um golpe, sua mão transpassou seu peito. Ele apertava seu coração e Dean agonizava sem nem ter forças para gritar por ajuda.

– Me diz se isso é justo. Você é salvo do inferno e eu morro? Por que você merece outra chance, Dean? – fez uma pausa e fechou os olhos, se deliciando com a sensação de causar tanta dor ao caçador.

 

Assim que Sam entregou a caixa para Bobby, ele foi à cozinha, a procura do irmão. Encontrou Henriksen de olhos fechados enquanto Dean agonizava e mirou na cabeça do espirito, disparando a shotgun.

Henriksen desapareceu e Dean caiu no chão, respirando ofegante.

– Você tá bem? – Sam perguntou se abaixando ao lado do irmão.

Dean levou a mão ao peito.

– Não.

– Vem, vamos. – ele o ajudou a se levantar e pegou os ingredientes que faltava.

 

Rachell P.O.V

Não sei quanto tempo se passou, mas a noite chegou. Liguei a lanterna e voltei para checar os batimentos de Michelle novamente. Ela estava bem, apesar de saber que não deveria estar desacordada. Eu torcia para que ela acordasse logo.

Me virei novamente e então vi Josh de longe. Ele parecia sorrir.

– Josh, cai fora daqui.

– Ela não morreu... Ainda.

– Você não vai tocá-la, Josh.

– Por que defende tanto ela, Ray? Por acaso não sabe o que ela fez?

– Eu sei sim. Mas ela não teve culpa. Benjamin a enganou.

Benjamin. – balançou a cabeça. – Esse é o nome dele... Hum... Como acha que ela não teve culpa? Ela soltou o monstro. Ela o ajudou a fugir. Pouco importa se ele a enganou ou não. Ela fez tudo aquilo por livre e espontânea vontade, eu vi!

– Eu sei que isso não justifica, mas você não pode culpa-la por sua morte.

– E por ter sido exilado? E por ter sido perseguido? – perguntou se aproximando.

– Josh...

–... Eu fiquei perdido. Não tinha amigos, nem família. Só a raiva me acompanhava. Eu só queria me vingar da sua irmã por ela ter feito aquilo. Só isso. E o que aconteceu? Eu morri!... Por causa dela... Ela tem que morrer, Ray.

– Ela vai morrer, eu vou morrer. Mas não hoje, Josh.

Josh sorriu e se aproximou mais.

– Isso é o que você pensa.

– Se quiser tocar nela, vai ter que passar por cima de mim. Você quer mais? – ergui o pé-de-cabra, mas Josh segurou meu braço e me jogou para longe.

Caí em cima do meu braço que de quebrado, deve ter passado para despedaçado. A dor era excruciante, cheguei a perder noção do tempo e do que estava acontecendo.

Me virei para o carro e vi que Josh estava parado ao lado de Michelle. Ele estava abaixado e inclinado para ela. Não ousava tocar no carro, mas eu sabia que ele estava fazendo alguma coisa com ela.

Para minha sorte, a lanterna caiu virada para mim e diante do pé-de-cabra. Assim que vi a ferramenta, me arrastei até a mesma e quando a peguei, travei o maxilar para não gritar com a dor ao me levantar.

Caminhei devagar até Josh e consegui ver que seu braço transpassava as costas de Michelle. Seja lá o que ele fazia, não era bom, já que eu via minha irmã se contorcer.

Não pensei duas vezes. Ergui o pé-de-cabra e o desci na direção das costas de Josh.

O espírito desapareceu.

Rachell P.O.V OFF 

Sam e o irmão voltaram ao escritório e enquanto Bobby terminava de preparar o feitiço, eles carregaram as shotguns que foram usadas.

Dean terminava de munir uma das armas, quando o espírito de Ronald reapareceu.

– Ronald, qual é, cara. – ele disse soltando um riso, sem tirar os olhos da arma. – Eu pensei que fôssemos amigos.

– Na época que eu respirava... Agora eu vou devorar você.

Dean soltou um riso irônico.

– Qual é? Eu não sou cheeseburguer não. – terminou de munir a arma e quando foi apontar para Ronald, notou que o espírito não estava mais lá.

Sam e ele se entreolharam. A casa estava quieta.

Bobby começou a citar o feitiço, centrado em uma tigela em suas mãos.

Toda a quietude foi por água a baixo.

As janelas se abriram, assim como as portas. Um vento forte invadiu a casa, destruindo a barreira de sal e jogando objetos no chão. Bobby se manteve centrado, enquanto Sam e o irmão se preparavam para o ataque iminente, que aconteceu assim que os ventos cessaram.

Primeiro foi Meg quem apareceu bem na frente de Sam, que atirou. Foi seguido por Henriksen, que também levou o tiro. Sam esperava por mais algum espirito, e se assustou quando ouviu um disparo vindo de seu lado.

Meg estava ao lado de Sam e como ele não percebeu que o espírito estava ali, Dean atirou. Os dois se entreolharam. Carregaram novamente as armas e, enquanto os espíritos apareciam, os tiros eram disparados. E conforme Bobby se aproximava do fim do feitiço, os fantasmas apareciam com mais frequência, deixando os caçadores quase que sem tempo de carregar as armas.

Até que ficaram sem munição.

Dean agiu rápido, pegou o fire poker da lareira atrás de Bobby e o acertando nos espíritos, mas quando a munição de Sam acabou, ele não teve tempo de fazer o mesmo que o irmão. Meg apareceu no mesmo momento e moveu um móvel em sua direção, prensando o caçador contra uma estante.

– SAM! – Dean o chamou quando percebeu.

– PROTEJA O BOBBY! – respondeu tentando se soltar.

E foi o que Dean ia fazer, mas ele não teve tempo. Meg reapareceu atrás de Bobby e transpassou sua mão nas costas do caçador, que começou a agonizar. Ele terminou de citar o feitiço, mas ainda não havia acabado. Precisava jogar os ingredientes no fogo, mas com a dor, ele soltou a tigela. Gritou por Dean no momento e então Dean se apressou. Se jogou na direção de Bobby e conseguiu pegar a tigela antes que a mesma caísse no chão.

– LAREIRA! – Bobby gritou e então Dean jogou os ingredientes no fogo.

Uma luz fortíssima invadiu a sala, os caçadores tiveram que cobrir os olhos por alguns segundos, até que a luz se apagou e os espíritos sumiram.

– Bobby. – Dean o chamou e foi o ajudar, Bobby estava abaixado no chão.

Sam conseguiu arrastar o móvel que o prendia e também ajudou a Bobby, que ofegava, mas parecia bem.

 

Rachell P.O.V

Assim que Josh desapareceu, eu voltei a checar os batimentos de Michelle. Demorou um pouco para eu sentir, mas me aliviei quando a resposta foi positiva.

Eu não sabia quanto tempo demoraria para o resgate aparecer, nem mesmo quanto tempo estávamos ali. Mas eu sabia que não podia continuar ali sozinha com uma moribunda.

Peguei meu celular no bolso, que estava com pouquíssima bateria para ligar para Sam e quando me virei, notei que Josh havia voltado.

– Isso não tinha nada a ver com você Rachell, mas você vai acabar me atrapalhando. – dito isso, ele se aproximou mais de mim.

Sua mão transpassou meu peito e senti que ele passeava dentro de mim. A dor era horrível, mas piorou quando ele começou a apertar meu coração.

Era indescritível o que eu sentia. Só sei que eu poderia levar um tiro ali, que não notaria.

Olhei para Joshua, que parecia se divertir com a minha dor. Notei que me abaixava aos poucos, caindo de joelhos. Josh me acompanhava com um sorriso assustador e com os olhos penetrantes.

Então senti que apesar de forte, a dor diminuía e os olhos e o sorriso de Josh ficavam menos apavorantes. Até que ele me soltou e se afastou de mim.

Caí no chão e vi que ele olhava para as próprias mãos e gritava. Uma luz branca e fortíssima saiu de dentro dele. Virei meu rosto para a terra e esperei a luz sumir, quando tudo voltou ao normal, olhei para onde Josh estava antes, mas não vi mais nada. Suspirei aliviada, pois sabia que ele tinha sumido por definitivo e logo depois ouvi a sirene de uma ambulância se aproximar.

...

Enquanto tiravam Michelle dentre as ferragens, eles faziam os primeiros socorros em mim. Eu perguntava se minha irmã estava bem, mas eles só me respondiam que ficaria tudo bem. Eu estava de saco cheio de tanto cuidado que tinham comigo, mas segundo eles “era necessário”.

Depois que os primeiros socorros foram feitos, eu entrei na ambulância com Michelle e enquanto respondia as perguntas que me eram feitas, fomos direto para o Hospital Geral de Sioux Falls.

Daí eles nos levaram á emergência e nos separaram. Antes que me dessem anestesia, eu tentei ligar para Sam e avisar, mas não me deixaram.

A partir daí, eu não sei mais o que aconteceu.

Rachell P.O.V Off


Notas Finais


Até a próxima. :D

Xx


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