História Nights of a Hunter III - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Jo Harvelle, Jody Mills, Lúcifer, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Bobby Singer, Castiel, Comedia, Crowley, Dean Winchester, Drama, Mistério, Romance, Sam Winchester, Supernatural, Terror
Visualizações 73
Palavras 2.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, como sempre: Boa leitura *-*
Ps - Sem gif hj =(

Capítulo 14 - My Heart is Yours.


Antes

Dean deu de ombros.

– Eu não sei. Mas conhecendo aquelas aberrações, nós sabemos que eles não precisam de muitos motivos pra fazer qualquer tipo de coisa.

– É, você tem razão. Mas se eles estão aqui, e fazendo isso é por que tem uma razão.

– Eu acho que eles estarem aqui já é razão o suficiente pra se preocupar sem saber o motivo. – Falou Michelle. – Nós só precisamos saber onde encontrar ele e acabar logo com isso.

– E qual é a sua ideia? Sair exorcizando a cidade toda?

Michelle deu de ombros.

– É uma ideia.

– Ou nós podemos esperar a próxima vitima, e aí sim tentar seguir o rastro dele. – Falou Sam.

– Tudo bem, se é assim que vocês querem.

Agora

Na manhã seguinte, ou melhor, no inicio da tarde do dia seguinte, Rachell saiu para buscar o café, mas ao chegar lá, ouviu um grupo de amigos comentando que mais um caso tinha acontecido, e dessa vez a vitima era o reverendo da cidade. Sem perder tempo, ela voltou para o motel e encontrou Michelle saindo do banheiro após tomar banho.

– Bom dia. – Disse animada. – Você não esqueceu o meu croissant dessa vez, né?

– Desculpa, mas eu não trouxe.

Michelle suspirou e se sentou na cama enquanto secava o cabelo com a toalha.

– Espero que você tenha um bom motivo.

– E é um ótimo motivo, bem, não exatamente. Eu fui à lanchonete e enquanto esperava na fila, ouvi um grupo falando sobre mais um “ataque de fúria” dessa vez vindo do reverendo.

– E quem ele atacou?

– Pelo que eu entendi ele atacou a própria irmã, quando a mesma o visitava.

– Hm... Você já avisou aos Winchesters?

– Ainda não. Pensei que você fosse comigo.

– Tudo bem. – Disse se levantando e pegando a mala que estava no chão.

Rachell continuou observando a irmã procurando por alguma roupa limpa na mala. De certo modo ela não podia deixar de pensar na noite anterior e em como a irmã mudou da agua pro vinho. Por alguma razão, Michelle estava diferente e isso era um fato. Ela só esperava que fosse uma mudança boa.

– O que foi? – Perguntou Michelle ao perceber os olhares da irmã.

– Nada... Osh, cadê o seu colar?

Na mesma hora, Michelle colocou a mão sobre o pescoço, como se procurasse o colar de pentagrama. Então ela pigarreou e disse:

– Ah, é. Eu deixei no carro.

– E não vai pegar? Você nunca deixa de usar.

Michelle deu de ombros.

– Depois eu pego.

– Sério? Aquilo parecia que fazia parte do seu corpo.

– É. E não se choque muito não. Isso era um costume da velha Michelle...

– Ah, sim. E como agora você é outra pessoa...

– Sim, costumes novos.

– Tudo bem, então... – Continuou observando a irmã remexendo na mala, e não pode deixar de sorrir. – Acho que você tá precisando de uma lavanderia urgentemente.

Michelle soltou um muxoxo.

– Está no meu top 10 de coisas pra fazer. Só não sei quando isso vai rolar.

Rachell sorriu.

– Esse é um habito da velha Michelle.

– E é o único que irei manter.

– Sei... Ei, você não vai me dizer o que foi aquilo ontem?

– Do que você tá falando?

– Do cara no bar.

Michelle deu de ombros.

– Não foi nada. Nós só estávamos conversando.

– Eu sei, mas como você mesma disse, aquele cara não era do seu tipo.

– Eu sei, só estava me divertindo. – Disse pegando uma camisa qualquer e vestindo.

– Tem certeza? Porque eu pensei que talvez tivesse outro motivo. – Disse como não quisesse nada.

– O que você quer dizer?

Rachell deu de ombros, e se sentou em uma das poltronas próximas a porta.

– Você sabe, fazer ciúmes pro Dean.

Michelle parou e encarou a irmã.

– Como é que é? Você acha que eu queria fazer ciúmes?

– Não sei por que o espanto, eu não falei nada de mais.

– Não, só insinuou que eu tivesse quinze anos, com imaturidade o suficiente pra querer fazer ciúmes pro “ex-namorado”, ou seja lá o que fomos.

– Nossa, eu só deduzi que era isso que você tava querendo.

– Mas deduziu errado. Eu disse pra você que ele é passado.

Rachell pendeu a cabeça.

– Eu entendi, só não sei se ele pensa o mesmo.

– E por que você acha isso?

– Ah, só tive a impressão de que ele ficou com dor de cotovelo quando viu você falando com o outro cara.

Michelle franziu o cenho.

– Tem certeza?

Rachell deu um sorriso de canto, satisfeita pela irmã se interessar pelo assunto.

– É claro. E a prova disso é que ele nem por um minuto se tocou em nos falar o que havia descoberto até você voltar.

Michelle fez silêncio por alguns segundos, e deu de ombros.

– Ah, que ruim pra ele. – Disse pegando o tênis e o colocando em seguida.

– O que você quer dizer com isso?

– Eu quero dizer que agora é tarde. – Disse se levantando. – Agora se não for incomodo por dar por encerrado esse assunto, eu queria ir logo falar com eles. – Rachell deu um sorriso cheio de segundas intenções e Michelle continuou: – Quando eu digo pra gente ir logo, é porque eu quero acabar logo com isso e tomar o meu café. Então tire esse sorrisinho cínico do rosto e vamos logo. – Disse saindo em seguida.

Sem escolha, Rachell acompanhou a irmã até o quarto dos irmãos que ficava no fim do corredor, e depois de algumas batidas na porta, Sam abriu:

– Oi, espero não ter acordado vocês. – Falou Rachell.

– Não, tudo bem. – Disse dando espaço para elas entrarem.

– Quem bom. – Falou Michelle assim que as duas entraram. – Temos novidades.

– Sobre o caso?

Michelle assentiu, mas antes que pudesse falar alguma coisa, Dean saiu do banheiro, e pela cara de poucos amigos dele, as irmãs perceberam que ele estava de ressaca.

– Bom dia, Dean. – Falou cínica.

Dean apenas rolou os olhos, e se sentou na cama.

– O que vocês vieram fazer aqui?

– Conte aí, Rachell. – Disse se sentando em uma das cadeiras.

– Bem, de acordo com o que eu ouvi na lanchonete, ontem a noite um reverendo atacou a própria irmã com um castiçal. Por sorte, a mulher tinha um estilete por segurança na bolsa e o atacou antes que ele fizesse o pior com ela.

– Ele a atacou do nada? – Perguntou Sam.

– Não sei, só vamos saber quando falar com ele... Mas já vou adiantando que vai ser difícil agora. Ele tá internado no hospital sendo vigiado por policiais.

– Nós poderíamos falar com a irmã dele.

– É. Acredito que ela ainda deva estar na delegacia depondo.

Sam assentiu e olhou para o irmão que parecia distante.

– Dean, você tá bem?

– Tirando a forte dor de cabeça, sim. – Sam sorriu. – Me lembre de nunca sair bebendo no meio do serviço.

– Como se te avisar adiantasse alguma coisa. – Respondeu se levantando. – Bem, se você quiser ficar eu vou lá e dou uma checada.

Dean o olhou e depois para Rachell, desconfiado.

– E você vai lá sozinho?

Sam franziu o cenho e balançou a cabeça.

– E isso importa?

– É, você tem razão. Não importa. – Disse se ajeitando na cama. – Desde que vão pra trabalhar, pra mim tanto faz.

Sam apenas sorriu e olhou par Rachell.

– Então, vamos?

– Claro, só me dê uns minutinhos pra trocar de roupa.

Sam assentiu e Michelle pigarreou.

– É, e pelo visto, eu fui totalmente descartada.

– Bem, se você quiser...

– Não, Sam. Tudo bem. Eu vou ficar no quarto esperando por noticias. – Olhou para a irmã. – Então, vamos porque vocês tem o que fazer.

Rachell balançou a cabeça e sorriu enquanto acompanhava a irmã até a porta.

...

Rachell P.O.V On

Assim que chegamos à delegacia, nos apresentamos como agentes e nos certificamos da presença da irmã do reverendo, mas antes que pudéssemos falar com ela, o xerife baixo e “fofinho” – já que em minha opinião, a palavra “gordo” é muito pejorativo e preconceituoso – se aproximou, com um largo sorriso.

– Agente Patterson, até imagino o porquê de você estar aqui.

– É, não se fala em outra coisa nessa cidade. – Respondeu Sam.

– Confesso que até eu fiquei surpreso. – Disse olhando para mim em seguida. – Desculpa, não fomos apresentados.

– Ah, essa é Rachell Scott, outra colega de trabalho.

O xerife me cumprimentou, e olhou para Sam:

– Mas você já não tinha um parceiro?

– É, mas ele teve alguns problemas de ultima hora e foi obrigado a deixar o caso por enquanto.

O xerife assentiu e voltou a me olhar.

– Que bom. – Disse simpático. – Quer dizer, vai ser interessante ter a opinião de uma mulher... Quem sabe assim nós não chegamos à conclusão nesse caso. – Assenti convencida e o xerife voltou a dizer. – Então em que eu posso ajudar?

– Nós queremos falar com a irmã do reverendo, se for possível. – Respondeu Sam.

– Claro, venham comigo. – Disse afastando e nós o acompanhamos.

– Então xerife, o senhor po... – Tentei dizer, mas o homem parou do nada, ficando de frente para gente, e falou:

– Por favor, me chame de Jeffrey. E vamos cortar essa coisa de senhor, me faz parecer mais velho... E entre nós, eu nem sou tão velho assim.

Não pude deixar de sorrir. Sim, aquilo soava como um flerte, mas eu preferi pensar que ele estava sendo simpático já que era a impressão que ele passava.

– Com certeza. Você tem o que, uns 30 anos? – Falei humorada.

O xerife balançou a cabeça, sorriu e se aproximou mais de mim:

– Um pouco mais... Mas com energia de vinte.

Não contive o riso. Era difícil de encontrar pessoas bem humoradas, ainda mais se tratando de um xerife, que por fama e experiência própria, eles sempre eram ranzinzas e se achavam o dono da razão.

Ouvi Sam pigarrear e olhei para ele, que estava com o cenho franzido e me olhando com a sua típica cara de paisagem. E como se pudéssemos conversar por telepatia, eu pude deduzir o que se passava na cabeça dele. “Sério mesmo?”

Então eu me recompus e depois de pigarrear, voltei a dizer:

– Então, Jeffrey, vocês encontraram alguma relação entre os casos?

O xerife negou com a cabeça e voltou a andar.

– A única coisa é que histórias dos acusados são as mesmas: Eles sabiam o que estavam fazendo, mas alguma coisa os impedia que parassem. – Disse entrando na sala de interrogatório, que estava vazia. – Mas a verdade é que em minha opinião, eles tiveram um surto psicótico.

– É, quem sabe. – Falei apenas pra soar convincente, já que sabia o que realmente estava acontecendo.  – E o reverendo, sabemos que ele está no hospital, conseguiram falar com ele?

O xerife assentiu, e pude notar certo desapontamento em seu olhar.

– Conseguimos faze-lo falar algumas coisas, mas nada que ele disse será levado a sério, já que ele estava “dopado”. A irmã o acertou em cheio no ombro, fazendo com que ele precisasse de uma pequena intervenção cirúrgica. – Assenti e o xerife continuou. – Eu até agora não acredito no que aconteceu. Eu o conhecia bem, e apesar de ser um pouco reservado, ele era tranquilo. – deu de ombros – E todos que o conheciam, sabem que não era só por ele ser um religioso, sabe, era o estilo dele. Ele fazia questão de reunir a cidade toda pra ajuntar alimentos para os mais necessitados. Era voluntário em uma casa de repouso... Era o tipo de homem que nasceu pra ajudar os outros.

– Você pode nos dizer se ele andava estranho? – Sam perguntou

– Eu o vi ontem mesmo no fim da tarde, quando fui comer na praça de frente a igreja. Nós trocamos algumas palavras e pra mim ele estava bem. – Eu e Sam assentimos e o xerife voltou a falar caminhando até a porta: – Bem, eu vou buscar a irmã dele.

Poucos minutos depois, ele voltou acompanhado da vitima, e assim que fomos deixados a sós, começamos o interrogatório. Perguntei o que tinha acontecido exatamente. A mulher respondeu dizendo que o irmão estava bem, e não tinha nada fora do comum até ele ataca-la do nada, e que ela só escapou por que conseguiu atingi-lo antes que ele a matasse. Sam perguntou se ela tinha notado alguma coisa de estranho, e a mulher assentiu e disse sem nenhuma duvida: “Ele tinha olhos negros, sem falar no cheiro forte que ele exalava”. O que nos deixava mais certos sobre o que se tratava.

Poucas perguntas depois, nós nos retiramos, e assim que deixamos a delegacia e entramos no carro, Sam perguntou:

– Você não acha estranho?

– O quê?

– Eu não sei bem, só tive a impressão de que os demônios estão escolhendo as pessoas aleatoriamente.

– Eu também pensei isso. Mas se tratando de um demônio, eu não acho que eles tenham alguma justificativa plausível pra usarem o corpo de pessoas inocentes e sair atacando por aí.

– É. – Disse ligando o motor do carro e dirigindo em seguida. – Quer ir falar com o reverendo pra ver se ele se lembra de mais alguma coisa que nos dê alguma pista?

Dei de ombros.

– Tudo bem.

Sam assentiu e eu voltei a olhar para a rua, e ao observar a cidade passar diante da janela, não pude deixar de pensar em como aquele lugar pacato e ao mesmo tempo agradável, poderia ser alvo de demônios. E isso me fazia perguntar a mesma coisa que sempre passava pela minha cabeça: “Por quê?”.

Já não bastavam os impostos altos, a falta de comida em alguns países, falta de dinheiro, o desemprego e o desmatamento? Por que a humanidade ainda era obrigada a conviver com aquilo?

Assim que paramos em um cruzamento, pude notar um jovem ajudando uma senhora a atravessar a rua, e apesar dos pesares eu me senti satisfeita. Aquela era uma das vezes em que eu me sentia útil. E por mais que não fossem todos que mereciam os meus esforços, os da minha irmã e de todos que faziam parte da categoria de “caçadores”, eu me sentia bem. Bem porque sabia que mesmo sendo minoria, havia muitos Jeffreys, e jovens como aquele, que mereciam mais um dia em paz.

O que foi? – Pude ouvir Sam perguntando, e ao ser acordada de meus pensamentos, notei que sorria. Então desmanchei o sorriso e o olhei.

– O quê?

– Você, olhando pro nada, sorrido. – Voltou a dirigir assim que a senhora e o jovem chegaram à calçada.

– Nada de mais, eu estava pensando no xerife. Gente boa, não?

– É. Só um pouco assanhado.

– Ah, eu achei ele simpático.

– Simpático? Eu não me lembro de tê-lo visto sorrindo de canto a canto quando fui falar com ele acompanhado do Dean.

Dei de ombros.

– Quer ver que os dois o intimidaram. Ainda mais o seu irmão que tem cara de folgado e pose de durão.

– Só por ele? – Perguntou humorado.

– É... Desculpe, Sam. Mas você tá bem longe de ser intimidador.

– Nem um pouco?

– Não... Sinto muito em dizer, mas entre vocês, Dean faz o papel de durão.

Sam sorriu de canto.

– Deveria perguntar qual é o meu papel?

– Se você não for se ofender, eu teria o prazer em te falar.

Sam me olhou com o cenho franzido e eu não pude deixar de sorrir.

– Relaxa, Sam... Confesso que eu fiquei “receosa” com você logo que nos conhecemos. Lá no fundo eu achava que você era do tipo do Dean, mas logo eu tive certeza que não. E em poucas conversas, eu vi que quando a Michelle se referia a você como “Sam fofinho”, ela tinha razão.

– Como é que é? Sam fofinho?

– É. – E assim que Sam balançou a cabeça inconformado, eu emendei: – Mas isso é uma coisa boa, diferente do seu irmão, você é mais gentil, doce, carinhoso, atencioso, delicado – no bom sentido – e o mais social da dupla.

Sam sorriu e balançou a cabeça.

– Você sabe que com todos esses adjetivos você tá descrevendo uma mulher, não é?

– Ou uma pessoa sensível... No bom sentido.

Pela milésima vez, Sam balançou a cabeça, e eu não pude mais conter o riso.

– Você ri? – Perguntou prestando atenção no trânsito.

– Desculpa, mas é raro e quase impossível ver você intimidador. Não faz o seu tipo.

– Tudo bem, eu entendi.

Sorri mais uma vez e passei a mão pelo seu braço.

– Olha, se te reconforta, foram esses detalhes que me chamaram atenção e destacaram você dos outros.

Sam sorriu e parou o carro em um semáforo. Em seguida ele voltou a olhar para mim, e meu corpo foi tomado por uma adrenalina boa.

– Pelo menos o meu lado sensível serviu pra alguma coisa.

Assenti com um largo sorriso.

– Você não faz ideia.

Sam voltou a olhar o carro da frente, e depois de alguns segundos em silencio, ele voltou a dizer:

– Bem, pelo menos tem uma coisa boa em tudo isso que você disse.

– E o que seria?

– Pelo menos “previsível” não fez parte da sua lista de adjetivos.

– É. – E senti que ele voltou o olhar para mim. – Mas aonde você quer chegar com isso?

Sam sorriu.

– O que você acha de falarmos com a sua irmã e pedir pra ela e Dean irem ao hospital?

– Mas e a gente? – Perguntei já sabendo onde aquela conversa ia chegar.

Sam deu de ombros.

– Temos algumas coisas pendentes mais importantes pra fazer agora.

– Ah, é? – Perguntei provocando. – Deve ser muito importante pra largarmos o trabalho.

– Você não faz ideia. – Disse se aproximando mais de mim e me dando um beijo, que ao contrario do ritmo das batidas de meu coração, ele era calmo e suave.

Olhei Sam nos olhos assim que nos afastamos, e pude notar que partilhávamos da mesma necessidade e desejo.

– Então, o que você acha?

Depois de alguns segundos tentando colocar a mente no lugar, eu sorri e respondi:

– Perfeito.

 


Notas Finais


Até sexta *-*


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