História Nights spiritual summer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Avatar: A Lenda de Korra
Tags Avatar, Irmãos Gêmeos
Exibições 24
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Sadomasoquismo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O proximo capitulo saira provavelmente amanha ou este fim de semana . Desculpem pela demora

Capítulo 4 - Refletindo um pouco sobre mim.( parte 1)


Fanfic / Fanfiction Nights spiritual summer - Capítulo 4 - Refletindo um pouco sobre mim.( parte 1)

Ouvindo a voz de Korra eu e o Nathaniel fomos entendendo o que ela nos dizia.

Recordo-me exatamente das palavras dela…” Eu tenho muita coisa com que falar com vocês então eu apenas peço que me escutem em silencio e depois me digam caso alguma dúvida surja…. Bom vocês ficaram calados então isso me pareceu que entenderam sem mais demoras vou começar a explicar-vos.” Nesse momento Korra olhou-me fixamente nos olhos e numa voz bastante assustadora me disse “ Eu quero que vaias ao mundo dos monstros com o Nathaniel e quero ajudes Nathaniel com algumas coisas. Pretendo também que vivas aqui no teu mundo é obvio porem este mundo parcialmente será o teu disfarce…… bem era isto que os teus antepassados queriam que eu te pedisse para fazeres, mas eu n te posso pedir isso, tu tens escolha própria…”.

Eu e o Nathaniel olhamos um para o outro e sem entendermos muito bem pedimos a Korra para nos esclarecer. Ela novamente com uma voz agora mais relaxada nos disse aos dois “ Bem eu deveria comandar a jornada da pequenina Avatar mas eu não quero isso. Apenas quero que faças a escolha certa na tua jornada e caso precisares de algo assim me invocares. Eu nem ninguém neste mundo tem o direito de poder decidir e escolher quem tu és. Bem o meu tempo de conversa já acabou. Adeus…”e Korra desapareceu deixando eu e Nathaniel meio atordoados.

Nathaniel colocou as suas mãos em meus ombros e respirando fundo olhou me nos olhos e fez uma pergunta “ Queres vir comigo ate ao mundo dos monstros?”. Sem hesitar eu respondi-lhe que sim.

E assim eu passei a visitar aquele mundo sempre que eu podia fugir da realidade. Aquele era um mundo que só tinha duas partes distinguidas por aquela divisão que Korra antes me falou de os monstros quererem a paz com os Humanos e os outros que queriam guerra com os mesmos. Eu sempre tentei ajudar os monstros junto com o Nathaniel mesmo sem eles saberem de quem eu seria.

Já eu e o Nathaniel fomos nos tornando cada vez mais amigos e crescendo juntos ao longo do tempo. Desenvolvemos gostos parecidos até que nos tornamos melhores amigos em pouco tempo.

Tudo parecida finalmente ter ganho ordem porem todo período de paz passa. Três anos se passaram (faltado três meses para eu fazer 10 anos), as minhas aventuras com Nathaniel pelo mundo dos monstros continuavam e finalmente eu parecia ter ganho um sitio onde eu me integrava mesmo não sendo dali. A única criatura que eu sentia um pingo de afinidade era com o Nathaniel mas mesmo assim eu parecia estar rodeada de um ambiente calmo e seguro até ao dia que tudo isso mudou.

Eu no mundo dos Humanos já havia mudado de casa bastantes vezes mas devez em quando sempre ia passar as férias ou um fim-de-semana á minha casa antiga perto do penhasco.

Eu costumava sempre dormir no penhasco quando ia lá… e num dia de Verão bastante quente não foi diferente. Quando eu me deitei a ver as estrelas quase a adormecer ouvi um barulho atrás dos arbustos. Nessa altura levantei-me rapidamente e invocando a minha espada (que eu já tinha aprendido a invocar, assim como as minhas asas e os meus poderes elementares), coloquei-me em posição de defesa. Assim saindo de trás do arbusto um rapaz com uma pele pálida e um cabelo negro que eu conhecia bastante bem dirigia-se a mim a perguntar-me o seguinte com uma voz relaxada “Lembras-te de mim?”, assim ele riu com um riso de quem tinha perdido a sanidade e nós fomos tendo um pequeno diálogo:

- Sim Nathan…

- Fico feliz por depois destes anos não te teres esquecido de mim minha querida.

- Diz o que queres e desaparece!

- Estas assustada eu consigo senti-lo

- Não estou com paciência…

- Ok, ok calma. Apenas queria ver se não te tinhas esquecido da nossa ultima conversa…

No exato momento em que ele acabou a frase pegou rapidamente e atirou-me duas facas que quase me acertando na barriga caíram no chão. Fez um sorriso bem estranho e a um metro de distancia de mim, olhando fixamente nos meus olhos, me disse “ Eu ainda te perseguirei e tentarei matar…mas não é algo que tu já não tenhas pensado em fazer em ti própria não é? ...eu reconheço essas cicatrizes. Mas voltando ao assunto inicial…”. Ele não acabou a frase… apenas se atirou para cima de mim enfiando uma pequena tesoura bem fundo no meu braço. Nessa hora eu não senti dor apenas senti meu corpo ser controlado por qualquer coisa… peguei na minha espada e fui enfiando a espada pelo corpo dele cada vez mais fundo enquanto o via fechando os olhos lentamente…

Quando finalmente a minha consciência voltou tirei minha espada do peito dele… ele caiu no chão e eu arrependida do que tinha feito tentei ajuda-lo mas ele rapidamente me disse com uma voz muito fraca “É por isso que eu no fundo te amo… tua sanidade é tão baixa…”. Eu parei e fiquei paralisada uns minutos a vê-lo ir embora como se nada tivesse acontecido.

Ele já se tinha ido embora á bastante tempo mas eu continuava ali no mesmo lugar a pensar em tudo o que se tinha decorrido.

Na realidade nunca tinha refletido muito bem sobre mim próprio antes… eu apenas sei que quando estava com raiva pegava em pequenas laminas e me cortava… mas não tinha noção porque o fazia apenas achava que era uma forma de estar mais aliviada.

Mas achei que aquela seria uma boa altura para eu refletir mais sobre mim própria afinal tudo na minha cabeça estava tão confuso e eu nem sabia o que era amor própria afinal nem entendia a diferença entre estar viva e morta… Sempre tinha ouvido falar que autoestima era uma coisa bastante importante e eu logo me apercebi que não continha isso. Afinal a minha aparência sempre era e sempre foi estranha e eu só parecia tomar decisões erradas… 



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